Paris
Balzac, aos 20 anos, quer ser escritor. A matéria principal de seu estudo Paris. o lugar escolhido para meditação, o grande cemitério de Paris.
sfj,caracteres
Mas, enquanto isso, me compadeço deles,em Paris... me compadeço de nós, da Síria, do Japão, do México, não só de Minas Gerais, SOMOS UM SÓ E nada mais.
Lágrima não escolhe nação. Amor e piedade também não.
Joelma Siqueira
"" A última vez que estive em Paris era verão
nas ruas lembranças de nós dois
e pombos a revoar
no olhar a saudade simplificava sua falta
e nada se igualou ao desejo de retornar
meu lugar é ai
dentro do seu coração...""
Em Paris
"Meu Deus! Quanta beleza..."
exclama o poeta Castro Alves...
Meu Deus! Quanta tristeza...
horror, indignação
achar que a solução está...
nas próprias mãos...
Ou... pior... achar que É a solução.
Pari em Paris é fácil, quero ver é mastigar em Madagascar, cagar no congo, ficar na berlinda em Berlim, madrugar em Madri, e ser honesto em Brasília.
(Saul Beleza)
Paris, 2012
Para que não perca o costume. Eis-me aqui!
Bem que você podia me procurar, nem que seja para perguntar se hoje eu quero tomar uma xícara de café, ou ir até alguma livraria. Bem que podias aparecer, marcar um encontro para estudarmos um pouco de Aritmética porque sei que tens dificuldade e eu sempre fui a número 1 da classe. Eu não ligaria se você me procurasse pra chorar feridas de um outro amor. Desde estejas perto de mim já está bom. Se eu posso sentir-te perto de mim, tenho a felicidade.
Uma vez, uma moça caminhava pelas ruas de Paris, segurando uma rosa vermelha bem velha, com suas pétalas quase caindo. Um rapaz parou-a e perguntou: - Moça, porque seguras esta rosa envelhecida? E a moça respondeu-lhe: - Foi o grande amor da minha vida quem me deu. Hoje faz 2 anos que ele morreu, bem aqui nesta rua, poucas horas antes do acidente, ele me deu ela, mas, se não tivesse pedido que ele a compra-se para mim, ele estaria aqui. Por isso guardo ela comigo .
Se alguem quiser me matar de amor, que me mate em paris, que permita eu sonhar e beber meus ultimos pensametos....
Meia noite em Paris (Baseada no filme)
A meia noite um homem sai às ruas de Paris
Tentando realizar um sonho antigo
Sonhando com aquela cidade fantástica
Sonhando com suas próprias histórias não contadas.
Vive infeliz em um lugar onde não há o romance e o calor de Paris...
Ah, doce Paris, lugar que o amor surge e ressurge.
Com o toque de delicadeza e suavidade
Ao conto das palavras de apaixonados que fazem qualquer sacrifício por um amor verdadeiro.
Mas tem algo errado
Um amor fictício-real e um real...
Ele queria ir para outra época, com sua amante.
Mas ela queria voltar a outro século e ser feliz.
Agora está sozinho
Nem mesmo suas histórias podem confortá-lo
Pensa no que fazer de sua vida e com sua futura esposa.
Após traição separa-se
E na cidade dos enamorados
Vive um homem confuso e atordoado.
Ao olhar para um vazio em Paris
Encontra uma moça simples e simpática
No qual conversou outro dia ao querer saber mais de sua amante.
Sim, é ela que sem se sobressair muito.
Conseguiu conquistar o coração desse escritor
Apaixonado por ser o que verdadeiramente o que é.
Você quer mudar de ares, então, vá para um lugar bem lindo! Paris, por exemplo. Mas se Paris não estiver dentro de você, não haverá mudança alguma.
MORADA!
Sendo daqui ou de fora
do Nordeste ou de Paris
não importa onde mora
o importante é ser feliz.
vale mais ter uma escora
do que viver sem raiz.
"Enquanto os E.U.A. declararam recentemente que não cumprirão o acordo de Paris, firmado no dia 12 de dezembro de 2015, e alguns países ainda decidem se o ratificarão ou não, o planeta Terra continua em sua lenta e inexorável agonia, com a progressiva degradação do solo, da água e do ar, com uma drástica alteração das condições climáticas, deterioração dos biomas, advento de fenômenos meteorológicos cada vez mais extemporâneos, intensos e adversos, o efeito estufa intensificando-se a cada dia, elevando a temperatura em escala global e concorrendo para acelerar o degelo das calotas polares, dos grandes glaciares e geleiras, elevando gradativamente o nível do mar. Alguns países já sofrem tais consequências, alguns arquipélagos e ilhas-nações já começaram a desaparecer, tragados pelos oceanos.
A continuar assim, qual será o legado que deixaremos às futuras gerações, aos nossos filhos, netos e bisnetos?! Um planeta degradado, fome, miséria, barbárie humana e morte?! Apesar dos gigantescos desafios que temos pela frente, ainda há tempo para que sejam tomadas medidas estruturais que possam, a longo prazo, começar a reverter lenta e gradualmente o curso dos acontecimentos, sob pena de inviabilizarmos a sobrevivência da humanidade, da fauna e flora no planeta. E o que é mais grave, a curto e médio prazos não temos outra alternativa, pois no atual estágio de desenvolvimento em que a humanidade se encontra não há um plano "B", não há um planeta "B", o planeta Terra é nossa única moradia no universo. Portanto, preservemos o planeta, preservemos a natureza, preservemos a vida!
O que Vinicius de Moraes cantaria em acalanto a Darlene Glória
Aqui em Paris vê-se as folhas de outonos caídas ao chão, e quando muda a estação entrando o inverno, já é verão na terra de Tupinambá. Terra de viçosas palmeiras onde deixei à espera a minha eterna Ipanema, onde todos os casais, encontram-se, em êxtase constante, apaixonados, assustados, entrevados, ao medo de serem exilados. Nos jazigos empoeirados dos seus mortos inocentes, as poeiras se afastam dando espaço para o sol sair da sua nascente, adorando a mulher amante, ofegante! E os meus olhos marejados passeiam na vontade de amar o solo fértil da minha terra brasileira com a sua música faceira. O samba das brancas, da moreninha, da loura e da pretinha! É, Toquinho, meu camarada! Vejo quase distante, à paisana, com a sua beleza estonteante, musa feminina, quase angelical, em sua glória magistral. Bem apessoada essa mocinha chamada Darlene Glória! Furacão! Estrela do mais novo cinema nacional.
Tonzinho, querido, peça ao Baden que soletre em acordes a poesia da mulher amada!
Glorinha, bonitinha, as suas mãos pequeninas cabem em minhas mãos que hoje estão tão sós escrevendo versos aos amigos queridos.
Filha minha, creio que por aí esteja difícil de passar A banda do Chico... E aqui, visto-me em saudade!
Tão logo retorno ao Brasil, mas antes, conte-me da sua arte.
A cabeça ta lá em Paris ,esse raciocínio escrito com giz , enquanto Mariana , insana , morreu toda a família , luto da dona Ana , queremos ser bons...na real somos todos ruins, solidariedade e atenção por afins...
Agora pense em você , desastre ao seu lado e nem pra você perceber...
Que evolução, revolução e percepção possam ser ondas de rádio e TV.
Que todos os homens, todos os dias se lembre que não foi só Paris que perdeu pessoas que eram amadas por outras pessoas, que lembre que não é só Mariana que chora por não abrigar mais vida alguma após um terrível incidente, que nunca esqueçam que não foi só Joso - Japão que foi inundada e perdeu a felicidade das pessoas que costumavam andar em suas ruas, que lembrem que na Chapada Diamantina não haverá mais algumas espécies que um dia já foram exclusivas de lá mas que não é o único lugar onde isso acontece, que os homens, nós, o mundo, nunca esqueça de que a nossa casa está se corroendo de dentro, por nós. Alguns morrem de fome e outros passam mal de tanto comer, pessoas matam por acharem que devem e por se sentirem bem, que mundo é esse afinal? E porque ao invés de pedir orações e correntes de positivismo por um ou dois lugares, não pedimos por todos? O mundo está se destruindo. " O homem é o lobo do próprio homem " essa frase nunca fez tanto sentido até agora, afinal, quem destrói o homem a não ser ele mesmo? O mundo é tão egoísta que viu a África " morrer de fome " todos os dias e nunca fez nada, e quando um país rico sofreu um atentado mobilizou o planeta, cortamos árvores para fazer papel e escrevemos nele " NÃO CORTEM AS ÁRVORES ", poluímos os rios e lastimamos a morte dos peixes, irônico, não? Hoje eu choro pela França, Pela África, Pelo Brasil, Pelo Japão e pelo mundo, afinal, todo mundo precisa de ajuda e o planeta pede socorro!
