Observar
A gente vive esperando
Sentado em algum lugar
Que o mundo e pessoas mudem
Sem ao menos observar
Que quando a gente muda
Tudo então pode mudar.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Se a gente observar
De maneira friamente
Melhor estudar o homem
Do que os livros da gente.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
16/12/2024
"Enquanto isso, aquele que flutuar entre dois sistemas opostos poderá observar em que sentido se forma a opinião geral: é o indício seguro do sentido em que se pronuncia a maioria dos Espíritos, dos diversos pontos sobre os quais se comunicam; é um sinal não menos seguro de qual dos dois sistemas predominará."
Allan Kardec.
Às vezes me ponho a ler, observar e refletir sobre os acontecimentos e as pessoas com suas limitações e aberrações...
E muitas vezes chego a pensar se estou vivendo dentro da obra literária do grande Machado De Assis ,"O alienista" (1882), que nesse Brasil atual fica longe de ser considerada uma ficção.
O que pensaria e diria hoje (2018) o personagem Simão Bacamarte?
“As pessoas andam sem observar o que tem a sua volta, sem olhar nos olhos de outra pessoa, porque não tira os olhos de uma telinha. E a vida passa num instante sem dar outra oportunidade de fazer o certo.”
#bysissym
Às vezes a melhor atitude é a de observar em silêncio. Assim, encontrará no silêncio de sua mente a paz e a resposta.
Quanto ao discipulado cristão o Metodismo deveria observar alguns pontos:
- A busca pelo crescimento deve ser conservando sua identidade histórica;
- O ensino da santidade deve ser Bíblico. Rejeitando usos e costumes humanos;
- O discipulado deve ter Cristo centralizado. A igreja deve ter a face de Cristo e não de homens;
- A comunhão é fundamental no discipulado. Primeiro a pessoa gosta da gente, e só depois ela escuta a nossa mensagem.
Às vezes é interessante observar as pessoas presumindo que sua vida é fácil só porque você não vive lamentando sobre as tempestades que você passa.
Eu vejo muita gente deslumbrada com cargos, posições e títulos. É didático observar que, quando Saul se desviou do propósito de Deus, Deus não tomou seu cargo, sua posição e nem o seu título de rei, mas Deus tomou a unção. Devemos aprender que os cargos, as posições e os títulos são irrelevantes no Reino de Deus sem a unção de Deus. A unção é exponencialmente mais importante que os cargos, as posições ou títulos.
Os Cristãos e o Determinismo
É interessante observar que todos os cristãos bíblicos, de maneira geral, condenam o determinismo, o fatalismo e as seitas que seguem essa linha de raciocínio, como:
Hinduísmo, estoicismo, budismo, islamismo, maniqueísmo, gnosticismo e etc... Nestas seitas, o ser humano é fantoche do destino, tudo está traçado, predestinado incondicionalmente ou predeterminado!
Agora a pergunta letal: Por que os protestantes não engolem o determinismo e o fatalismo destas religiões, mas toleram o determinismo e o fatalismo calvinista? Seria por que eles não conhecem os desdobramentos da doutrina calvinista ou o compatibilismo calvinista resolve isso?
Eis o dilema.
Pense nisso e cuidado com os heterodoxos!
Marcelo Rissma
É interessante observar que, nos séculos que sucederam Niceia, ninguém foi queimado vivo ou arrastado perante a inquisição por não produzir os frutos do reino. Em vez disso, as pessoas eram torturadas, presas e queimadas vivas por defender crenças heréticas (reais ou imaginárias), possuir exemplares da Bíblia, fazer reuniões cristãs não autorizadas ou pregar sem licença. Se alguém não consegue ver quão desprezível aos olhos de Cristo é torturar outros, queimá-los vivos ou matar de qualquer outra maneira, essa pessoa está completamente cega.
O dinheiro na Igreja deve observar três princípios:
1 – Liberdade. Oferta quem quer;
2 – Espontaneidade. Oferta-se quando quiser;
3- Liberalidade. Oferta-se quanto quiser.
Se não for assim, não é gratidão, mas imposição e imposto.
É interessante observar que, no dia de Pentecostes tinha uma chama sobre cada um dos presentes; ou seja, cada um tem a sua chama. Ninguém precisa da chama de ninguém, pois Deus deu uma chama para cada um.
No panorama atual da existência humana, é intrigante observar como algumas mentes ousadas são rotuladas como insanas simplesmente por sua capacidade de conceber grandiosos ideais. Neste contexto, surge a perspicaz reflexão de que, para muitos, a normatividade é equiparada à mediocridade intelectual.
Aqueles que ousam abraçar horizontes mais vastos e desafios mais profundos são frequentemente mal compreendidos e, pior ainda, desqualificados como "loucos". No entanto, essa associação precipitada entre genialidade e insanidade remonta a tempos imemoriais na história da humanidade. Uma sociedade que estigmatiza a audácia de pensar além das convenções estabelecidas é uma sociedade que, de certa forma, aprisiona a própria evolução de seu potencial.
A busca incessante pela "normalidade" tem sido muitas vezes um obstáculo à inovação, ao progresso e à expansão do conhecimento. A sabedoria reside, talvez, na compreensão de que a loucura, muitas vezes, não é mais do que uma perspectiva radical e não convencional sobre a realidade. Ser "normal", nesse contexto, pode ser interpretado como uma aceitação taciturna da estagnação, uma submissão à inércia do pensamento.
Portanto, a questão central que emerge é: quem são os verdadeiramente insanos? Aqueles que desafiam as barreiras impostas pelas normas sociais, que se aventuram no território desconhecido do pensamento criativo e da visão ambiciosa, ou aqueles que, por medo ou conformidade, se contentam em permanecer dentro dos limites estreitos do status quo?
Neste dilema, somos convidados a reconsiderar nossas próprias noções de sanidade e loucura, reconhecendo que a verdadeira riqueza da experiência humana muitas vezes reside na capacidade de transcender o "normal" em busca do extraordinário. No fim das contas, talvez seja mais sábio pensar grande e correr o risco de ser rotulado como "louco" do que se acomodar na apatia da mediocridade.
Lembranças: como é bom observar a chuva pela janela.
A chuva cai suavemente, desenhando linhas líquidas na janela. O aroma fresco que ela trás invade o ambiente, um cheiro de terra molhada que purificava e renovava o clima. Observar a chuva pela janela é um prazer simples, mas profundo de reflexão.
Cada gota que caí no chão parece lavar não só a terra, mas também a alma, trazendo uma sensação de paz e renovação.
Uma chuva boa, daquelas que podem durar o dia inteiro, ou ser apenas uma visita rápida pela manhã ou ao entardecer. Às vezes, ela vêm de madrugada, embalando o sono com seu som ritmado.
Mas o melhor mesmo é quando a chuva dura o dia todo, permitindo que a janela fique aberta, deixando o vento fresco entrar e trazendo consigo a melodia das gotas caindo.
Ver a chuva pela janela trás boas lembranças. Do tempo de saborear um chimarrão ou mate ao redor do fogo de chão, fogão a lenha ou da lareira, se fosse na varanda, melhor ainda. Conversar, prosear, tomando um chá ou saboreando uma sopa paraguaia ou um chipa, enquanto a chuva caía lá fora, era um prazer inigualável.
A chuva na janela faz o tempo passar devagarinho, lembrando dos tempos de criança, correndo na rua e brincando na chuva.
Observar a chuva pela janela faz bem para a alma. Um momento de introspecção, de memórias felizes, de um tempo em que a vida parecia mais simples.
A chuva caindo lá fora é um lembrete constante de que, mesmo nos dias mais cinzentos, existe beleza e serenidade a serem encontradas.
E assim, a chuva pela janela se torna um espetáculo silencioso, mas profundamente reconfortante.
"E' curioso observar que tudo que aqui esta', neste planeta, tende a sentir-se atraído pela gravidade local. E' como se tudo estivesse preso aqui, numa sensação de sucção pela terra e mesmo que quisesse voar pra outro canto, naturalmente, não o poderíamos fazê-lo."
O que você tem visto?
De muito observar comportamentos alheios, me tornei mestre em saber o que viria através de um gesto, de uma ação, de um olhar malicioso.
Não presto atenção para cobrar depois, ou fazer julgamentos, mas para acompanhar o processo. Acompanhar as diversas reações frente um susto, uma situação de stresses, uma doença, traição, percas, abandonos...
Ainda criança minha avó dizia: -" Nerosa, vai "vigiar" os meninos. Estão muito quietos. Não é bom um monte de menino em um lugar sem fazer alvoroços próprios da idade."
Eu ia, pé ante pé...cada um tinha uma reação frente ao flagrante das artes...e assim cresci.
-" Nerosa, o que ele escondeu na camisa?"
- "Nerosa, ele chorou, olha a cara lambida e com medo."
- "Nerosa, tem cheiro de fumaça na chácara, vai ver!"
- "Nerosa, tua irmã passou com cara que vai aprontar, espia!" Hahaha. Ela sempre estava certa. E eu quis aquilo pra mim! Aquela sabedoria, a percepção, o ver além.
Apreciar os comportamentos, acompanhar a vivência de cada um, seus erros e acertos, nos ajuda muito. Principalmente a não cair nos mesmos buracos. Isso nos tornam sábios, perspicazes, fazendo nossos juízos de valores sem preconceitos, e diante do acontecimento, o transformamos em julgamentos de fato.
"Eu vi você lá", "Eu comprei na sua loja", "Eu comi o que você fez", " Foi eu que o acompanhou"....essas coisas.
Hoje pra mim, é fácil observar um jovem e dizer vai cair, vai quebrar a cara, vai dar tanto orgulho à família, vai perder, vai ganhar.... né??!! Só observar o andar da carruagem.
Seguindo meu mestre maior, eu vigio e oro. E onde houver um mal se ajuntando, trato de espalhar, e brigar, lutar, combater. Pq Ele me disse: não é meu desejo que nenhum desses pequeninos se percam!!! Ame-os! Ore! Interceda! G.M.
