O Valor do ser Humano Rubem Alves
Meu mundo e minha vida nunca estão concluídos. Passam por mutações, redefinições e redirecionamentos por novos disformes movimentos varias vezes e repetidamente a todos os dias. Parece mesmo que o perfeito é nunca achar ou qualificar como feito e perfeito. Como se viver a vida em todas as vidas de tudo que existe e inexiste fossemos nós em pedacinho oculto de todos semelhantes que rodeiam em nossa breve existência.
Hoje perguntaram o porque de eu estar fazendo isso e o porque de eu não está “vivendo a minha vida”.
De imediato eu respondi:
- você me considera uma pessoa “foda” ?
Responderam:
- Sim.
Então terminei dizendo:
- Ser “foda” é ser diferente, é ser único, é fazer aquilo que ninguém mais faria.
Então não é que não que não estou “vivendo a minha viva”. É que estou sendo “foda” e nem sempre é fácil...
Ser bom é mais difícil que ser ruim, porque as pessoas ruins se utilizam disso e você tem que ter força pra continuar bom e não se tornar ruim como elas.
SER ÚNICO É SER DIFERENTE
Eu sou único, mas não o da minha
especie.
Eu sou o único, entre os da minha
especie.
Somos todos iguais na
aparência.
Mas somos todos diferentes na crença
e na fé.
Temos atitudes totalmente diferente uns dos
outros.
Não só na forma física, mas principalmente
no espiritual.
Somos todos fragmentos de um único
átomo.
Em outras palavras, somos todos filhos de único Pai,
de único Criador.
O fato de ser feliz, muitas vezes, está associado mais a introspecção humana, do que propriamente a extrospecção.
Quem quer ser livre?
Querer se libertar de algo é não perceber o celeiro que foi gerado.
E pior, toda vez que pensa está fora nem imagina o labirinto onde nasceu...
Ser ou não ser... A falecida minha avó dizia que somente basta ser e acontecer, porque o resto vai ser de todo jeito.
Ouvi uma música ao longe. Pensei que era Amor. Mas era só Vivaldi, me iludindo com suas 4 estações.
Ao me aproximar de seus calves de sol. Seus acordes me falarão:- May be is this time Thaís, our another heart.
O inteligente lê de tudo, inclusive aquilo que não o chama à atenção, já os desprovidos de sabedoria, leem apenas aquilo que lhe interessa, nem que seja para lhe aliviar os ânimos de um dia vago ou cheio com meros risos de burrice alheia.
(Massáo Alexandre Matayoshi)
