O Copo Nao esta meio Cheio
Esvazie seu copo(pensamentos) e seu celeiro(finanças e mantimentos) por que quem tem FÉ nas boas ações e obras edificantes sociais DEUS sempre proverá mais para ser esvaziado novamente e assim em um eterno ciclo de prosperidade.
"Um copo é apenas um recipiente, o que importa é o que se encontra dentro , o copo também quebra , assim somos nós."
Uma mudança de coração
Primeiro limpe o interior do copo e do prato, para que o exterior deles também esteja limpo. - Mateus 23:26
Você já ouviu falar sobre o homem que levou seu carro velho para um comerciante e pediu-lhe para vendê-lo para ele? Quando o negociante perguntou quantas milhas estavam nele, o homem respondeu: "Tem 230.000". O vendedor respondeu: "Ele nunca venderá a menos que você volte a quilometragem". Então o homem saiu.
Quando o vendedor de carros não ouviu falar do homem por várias semanas, ele ligou para ele. "Eu pensei que você fosse vender aquele carro velho."
"Eu não preciso mais", veio a resposta. “Só tem 77.000 milhas agora. Por que eu deveria vendê-lo?
Esta história ilustra uma verdade espiritual. Muitas pessoas hoje estão apenas enganando a si mesmas se acham que estão agradando a Deus apenas mudando seu comportamento externo. O que eles precisam é de um novo coração.
O carro velho ainda tinha um motor doente, anéis ruins e uma transmissão que escorregou. Voltar seu odômetro não mudou isso! Da mesma forma, as pessoas que tentam agradar a Deus vivendo uma boa vida sem primeiro confiar em Cristo são como os fariseus que eram limpos por fora, mas ainda imundos por dentro (Mateus 23:25).
Boas obras não podem mudar seu coração. Somente a fé pessoal em Cristo traz limpeza por dentro e por fora. Então suas boas obras e vida justa serão agradáveis a Deus.
Não podemos ganhar nova vida no céu
Por palavra ou trabalho ou valor;
Mas quando confiamos em Jesus Cristo,
Ele nos dará um novo nascimento. —Anon.
Somos salvos pelo bom trabalho de Deus, não por nossas boas obras. David C. Egner
Um versejador.
Assumindo o transbordo de um copo d'água...
Vi caí porque deixei exagerar...
E algumas sementes escorreram...
Pelos ralos...
Elas se foram....
Assim...
Comecei á divagar....
Sei quê...
Errei sim...
E como errei...
Mas na época eu não era um especialista em controlar...
Aliás...
Ainda não sou....
Mas...
Toquei uma flauta...
Fraguei uma borboleta que voava diante de mim...
Sugeri então á ela...
Um vôo encantador...
Soltei novamente na natureza...
Quando eu menos esperava...
Ele ressurgiu diferente...
Seu tom colorido era de se encantar...
Alimentada das essências das flores...
Azul,cor de rosa...
Turquesa e violeta...
Vinho e bege marfim...
E por fim...
Um vermelho cintilante...
Tão linda eram suas cores...
Suas asas eram longas...
Mis bela...
E diferente de tudo que eu ja tinha visto na metamorfose da vida...
E como admirador e versejador...
Resolvi então eu...
Nesse poema uma pouco trovar...
Sou apreciador do amor...
E com ele afasto a dor...
Os sinos se batem na coluna vertical...
O badalado tinindo vai ecoando nos confins...
Não sou especialista em seres humanos...
E se eu não me engano...
Também sou um....
E por anos estou eu aqui á vagar...
Se algo exala de mim...
Quero que saibam que não sou feito jasmim...
Não me importa saber o que os outros fazem e o que pensam...
Sou derivado do vento...
Sou perecível ao tempo...
Não posso pegar muito sol...
E nem muita chuva...
Sou igual a qualquer um...
Aqui...
Tudo se estraga
Desconheço algo bom que está fora do amor...
Nele é que encontramos o verdadeiro calor...
Vou sim....
Cada vez mais Referencia-lo....
O perdão...
Me alucina....
A vida é essa..
E de graça foi nos dada...
Eu...
E você aí...
Não precisamos de estudo para isso saber...
Basta respirar....
Emocional também sou...
E na visão de minha alma...
Desrespeito é ruim e nos faz muito mal...
Credo em Cruz...
Daqueles que tem inveja e mesquinharia...
Perambulando nesse texto...
Posso ter errado em descrever...
Mas na liberdade que tenho....
Posso eu continuar á sobreviver...
Do meu jeito...
Como eu sonhei um dia...
E na exposição da vitrine da minha imaginação...
Deixo aqui...
Gravado e registrado...
Essa minha inspiração....
Se isso me faz bem...
Aqui fica ela...
Fora da tigela...
Estampada e elaborada...
Fora do copo e do prato...
E estendida á mostra no olhar da minha janela...
A poesia que fiz...
Não foi feita com giz...
Por isso...
Nem apago...
E mostro a razão...
Dessa profunda raiz que dentro de mim se fez...
Um dia lá atrás...
Talvez...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Preencha meu copo com saquê, derramo este álcool guela abaixo, me liberto de minhas travas, destruindo todas essas amarras que me mantinham no chão.
Ergo meu corpo com os restos de força que ainda tenho em meus braços e pernas, levanto minha cabeça tentando focar minha visão no que está a minha frente mas, o sol que clareia o dia queima minha retina, ereto me tento manter com meu corpo a tremer, mas minha vida está a se esvair.
Minha morte está próxima, meus olhos já estão a se fechar, minha audição já está por falhar, já não sinto mais dores, nem meu próprio corpo, meu último suspiro terei que dar e com o resto de forças que ainda tenho eu venho a falar: Foi um erro te amar.
INCOMPLETUDE
Fica-se sempre um copo pela metade
Uma canção jamais cantada
A promessa prometida
De uma jura desonrada
Fica-se sempre um beijo não beijado
Uma palavra por dizer
O amor contemplado
Meio desejo sem prazer
Fica-se sempre um verso não escrito,
De uma prosa não rimada.
O poema sem espírito.
Da poesia desalmada.
Fica-se sempre algum ressentimento
Pulsante no peito refutado
Toldado querer reprimido
Sentimento anelante despedaçado
Fica-se sempre uma vontade inacabada
Daquilo que não se pôde fazer
Meia falsa verdade justificando
O acaso incapaz de deter
Fica-se sempre uma fantasia amortecida
Fitando o mundo amuado
Lacunosa carência perdida
Dissabor do ser desamado
Fica-se sempre algum lamento
Aprisionado nos sonhos subtraídos
Menos esperançoso os anseios
Parcos quereres retraídos.
Espero que a festa esteja boa pra você
E eu ando pensando que eu preciso de um copo para parar de segurar a onda
E eu caminhava e não via você
Estava fora da concha e pegava distância pra sentir o que só me bateu agora
Meu desgosto pela vida tem se esconde atrás de um copo de whisky e um trago em um cigarro barato, já não falo mais sobre assuntos interessantes, e nem sobre lembranças de coisas que me aconteceram, tento achar uma motivação todos os dias ao levantar da cama mas no final do dia sempre chego a conclusão de que o ser humano trabalha pra comprar coisas banais, coisas de que não precisam, talvez seja essa a motivação das pessoas, mas a minha não eu tenho sede de vida, é como se eu estivesse em um deserto sem água pra beber, eu estou sempre com o nó na garganta, e o aperto no peito... as vezes tenho vontade de voltar ao passado pra ver se é lá que eu me encontro, porque agora eu não estou exatamente aqui, ando vivendo no mundo da lua, não me importo com nada e nem com ninguém, já não sei como me sinto, já não sei o que devo fazer, na verdade me sinto como se estivesse em um labirinto sozinho e sem me importar com isso, e nem me preocupar se vou sair desse lugar escuro em que me encontro, já não sinto mais dor nem amor, já não me sinto feliz nem triste, ainda sinto tristeza de algumas pessoas e sei que faço elas sentirem o mesmo por mim, as pessoas andam me causando ASCO, é repugnante viver nesse mundo de pessoas vazias, me sinto completamente sozinho, mas sabe... é angustiante viver assim, mas a verdadeira questão da minha vida é: Até quanto eu aguento viver assim? Eu realmente não sei.
O copo da vida volta a se encher do vazio a cada fase vencida… estou no final desse processo, onde as palavras já fazem cócegas e a música é o único diálogo plausível… a única coisa que me dói a alma é pensar que posso voltar à matéria novamente.
Lola
Através do copo de vidro transparente
cheirando a whisky
vi os confetes coloridos colados ao fundo
formando um bêbado caleidoscópio.
Dois deles, negros,
Me lembravam teus olhos.
Carnaval.
COMO PUDE ESPERAR SACIAR A MINHA SEDE, SE INSISTI EM MANTER COMIGO ESTE COPO VAZIO?
COMO PUDE ESPERAR RECEBER UMA CHUVA ABUNDANTE DESSE DESERTO ÁRIDO?
COMO PUDE ESPERAR SENTIMENTOS NOBRES DE UMA PESSOA TÃO FÚTIL E DESPROVIDA DE DISCERNIMENTO?
COMO PUDE ESPERAR RESPEITO DE UMA PESSOA QUE NÃO RESPEITA À SI PRÓPRIA?
COMO PUDE ME ENGANAR TANTO COM O SORRISO DESSE LAGARTO?
COMO PUDE ACREDITAR QUE EU TERIA LUGAR NO CORAÇÃO DE UMA PESSOA QUE ACHA O MUNDO GIRA EM TORNO DE SEU UMBIGO?
COMO EU PUDE NAO TER PERCEBIDO QUE EU FUI MAIS UM FANTOCHE, DESSE TEATRO CHINFRIM, QUE ESSA PESSOA CHAMA DE VIDA?
COMO PUDE ME ENVOLVER EM SUAS DISSIMULAÇÕES E ACREDITAR QUE EU ERA ESPECIAL?
COMO PUDE PERMITIR QUE MINHAS LAGRIMAS CAISSEM AO SENTIR SUA PRIMEIRA FACADA, E AINDA PERMANECER ALI, ACREDITANDO QUE FOI SEM QUERER?
COMO PUDE SER TÃO CEGA? TÃO TOLA?
COMO PUDE ME DEIXAR ENVOLVER NESSE ENGÔDO, QUE EU MESMA ACREDITEI QUE FOSSE AMIZADE?
ESSA CRIATURA EGOCÊNTRICA, EGOÍSTA, INSENSIVEL, ERROU...
MAS CERTAMENTE O MAIOR ERRO FOI O MEU... POR TER ESPERADO TANTO E POR TER ME DEIXADO SER MAGOADA TANTAS E TANTAS VEZES...
OBRIGADA SENHOR, POR DEVOLVER-ME A VISÃO, QUE EU TÃO NEGLIGENTE, DEIXEI ESQUECIDA POR AÍ...
Aonde você vai?
A conversa apenas começou,
Sente-se aí,
Beba mais um copo,
Logo vai começar a história...
Então não vá indo embora,
Eu sei que você adora,
Compartilhar suas memórias...
Todo destino é chato,
Sem um tira-gosto no prato,
Vire tudo num gole só,
Sinta a garganta se fechar num nó.
Beba mais um gole,
Conte mais sobre aquele dia,
Tudo faz parte da bebedeira,
A noite vai nos embriagando,
Se tornando só alegria.
Já não da pra se ter uma noção,
Do que é real...
Mais um copo, sensação fria...
Mais uma garganta queimando,
O cenário inteiro rodando...
Toda a sarjeta é fria,
Suja e tão fria,
Levante-se daí,
Beba sua última dose,
É a de já ir...
A vida não te faz sorrir,
Então porque a pressa?
Saborei sem moderação,
Ajuda a curar o coração...
Só mais uma,
Agora é a saideira,
Um brinde ao Náutico e sua bandeira...
O amanhecer está chegando,
Enquanto vamos tropeçando,
Até chegar ao lar...
Bebâdos sempre tem um lar,
Independente do lugar,
Sempre existirá,
Uma cama ou um sofar,
Para você roncar.
Mais uma noite assim...
É tudo que anseio pra mim.
Outra história boa,
Pra contar amanhã,
Quando for brindar de novo.
Afinal...
Humanos precisam de aventuras,
Eu só preciso de mais um gole,
Pra me enebriar,
Dessa vida doentia.
Mundo descartável no copo que bebo o café,
no prato, na tigela, no talher...
Ando descartando lembranças das cartas de ontem.
E descartável é também o sonho de criança,
reciclando o que sobrou do tempo.
Será que ainda da tempo?
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