Nuvens de Algodão
Sem Dilemas...
Vivo com a cabeça nas nuvens
Sou asas de mariposa
Cabelos de algodão
Sonhos e fantasias
Fé e utopias
versos de poesias...!
Não me admiro que eu não tenha namorado...
Quem seria o aluado
que anoiteceria nos céus e
despertaria no infinito...?
Então não há dilema!
Por nada, nem namorado algum
deste mundo, abro mão dos meus poemas!
Pintou estrelas nas paredes do quarto
adormeceu sobre nuvens de algodão
sonhou anjinhos tocando harpa
acordou ao som de uma serenata.
Neste dia o céu amanhece cor de rosa com nuvens de algodão! Dá até pra sentir o cheirinho de amor e romance no ar...
Olhando daqui...
Olhando daqui, as nuvens parecem flocos de algodão espalhados, e eu não vejo você,
olhando daqui, as nuvens parecem um monte de emaranhados de lãs de ovelhas, e você não esta aqui,
olhando daqui, as nuvens parecem um monte de algodão doce, e eu continuo não te vendo e nem te sentindo, aonde esta você?
Olho da janela da sala para o Céu , lá está as nuvens a passar , parecendo algodão, entre elas da pra eu ver um azulinho bem entre elas. Estou tirando o tempo pra admirar a beleza da natureza. Época de quarentena
de um vírus que apareceu inexplicavelmente no planeta mundial . Digo ainda bem que nosso clima é tropical .
Admiro o céu e seu universo,
pássaros e os sons como verso.
Nuvens de algodão,
como uma plantação.
Astros variados,
aos nossos olhos encantados.
Dia e noite fazem parte,
dessa linda arte.
Infinita sua beleza
e sua influência como realeza.
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
Teu Retrato
Aqui onde as nuvens se transformm
em flocos de algodão,
sob o céu do meu mundo,
te desenho.
Oculto, dentro do meu coração
busco tua imagem.
Entre telas, óleos e pincéis
transformo-te em vida!
Irradio cores
Desenho através dos meus olhos
as cores dos teus olhos.
Vejo tudo azul em minha vida
Fotografo um ser!
Em silêncio, contritamente,
vejo teu corpo surgir em telas.
Lentamente, tintas coloridas
buscam sorrisos no teus lábios.
Vejo-o plenamente.
Pingos movem-se
em rituais de magia.
Cautelosamente
vislumbro teu corpo.
És o que desenho!
Há uma possibilidade concreta
de um toque.
Penso!
Autoria - Fátima Merigue de Mendonça
(Direitos Autorais reservados)
(2000)
Reap Love, The Nature Sigh
Vinde as nuvens do céu de anil, mágico como algodão doce, repleto de sonhos e desejos.
Límpido sorriso contempla o luar, feito onda que quebra no mar e, ao sol, refrescar.
Serei teu céu, teu anjo e teu mar, sou a água que em ti glorifica.
Ao canto das orquídeas leve feito brisa, ao escorregar no piso molhado ou optar por um banho gelado.
Tudo faz valer a pena quando se ama. Recebe a rosa mais linda do meu jardim, encanto-me com tua beleza esplendorosa da alma ou da rosa. Feito a onda que antes citei, ou dos versos que desenhei.
Não sinto meus passos, não sinto os pés no chão. Piso em nuvens de algodão, piso em flores, nas dores molhadas de chuva.
Carrego pó que recolho de metade histórias que vivo, espalho grãos no caminho de lembranças fugidias.
Sigo só e só me querendo em você...
Nuvens de algodão no céu azul.
O sol radiante ilumina a sua pele clara,
e seu cabelo voa com a brisa suave.
L)
Ah infinito delírio de um mergulho nas nuvens. E na ousadia deste, que uma delas seja como algodão doce... Bem doce.
Deito em nuvens
Macias como algodão
Colho as flores
Espalhas pelo chão.
Faço a barba,
Compro goma de mascar,
Solto risos
Colorindo todo o ar.
Faço versos
Mil poemas pra você.
E te faço
Sempre perto por querer.
Faço bordas,
E invento o meu inglês,
Trato nas horas,
De afinar meu português.
Mil estrelas
Vou colhendo pelo chão,
Estou compondo
Hoje aqui essa canção.
Pra te dizer
Que o amor pode durar,
Um milênio
Mais as estrelas
Quanto dá?
Fragmentos
Espalhados pelo ar,
Dão sinais
Que não vai se apagar.
A esperança
De viver o grande amor.
E onde andas
Que não estás aonde eu tô?
E eu vou cantar
Até te ver voltar,
Esta canção
Que escrevi pra te lembrar.
Que meu amor
É maior que a imensidão.
Te ver voltar
Já faz parte da oração.
Eu peço a Deus
Pra cuidar só de você
E te lembrar
Do quanto eu amo você.
Por isso vem meu bem,
Provando do meu ar,
Me leva mais além
Num novo patamar.
Subir degraus no amor
E me jogar de lá,
Deixar o paraquedas,
E te fazer pirar.
Por isso vem meu bem
Nas ondas desse mar,
Fundando um novo tempo,
Uma razão de amar.
Sentindo a areia quente,
Com peixes a nadar,
Fazer folia ardente,
Na fogueira a dançar,
Luau a lua nova
Um samba inventar
Um passo novo eu danço
Para te embalar.
Por isso vem meu bem
Não deixe a te esperar
Viver esse momento
É todo o meu cantar
Querer um novo sonho
E nele te encaixar...
E te amar.
Olhas para o céu, vês ali ? Aquele elegante branco flutuando como algodão.
Se vê apenas nuvens, é porquê sua visão poética não funciona.
gostaria que as nuvens fossem feitas de algodão, gostaria de pensar em não pensar em nada!
realidade sórdida e bandida!
Queria acreditar que as pessoas falassem sempre a verdade, mas isso é utopia!
Mello Myth 29-06-2018
Nuvens feitas de algodão doce no Céu
Eu sinto tanta falta de enxergar o mundo de maneira infantil.
Sonhos de felicidade
Um dia eu sonhei...
Sonhei que estava andando sobre nuvens de algodão.
As nuvens eram tão macias!
Com toque suave...
Sentia a brisa em meus cabelos,
Meus olhos marejados de encantos,
Minha boca enchia-se de vontade de experimentar o impossível.
O prazer que me subia a mente!
Senti a alegria, o desejo, o querer mais...
A vontade de ser mulher! Desejada, amada…
Cúmplice de uma felicidade que enchia o meu peito,
De uma coragem voraz,
De uma enorme vontade de ser feliz.
Porém... do sonho gostoso veio o despertar,
Abrupto e tão violento que acordei repentinamente,
Com choro, com dor, com o peito flamejante.
Com sentimentos que se confundiam com a realidade,
Com a dura verdade de um entardecer, que entrou em minha vida de uma forma tão singela
E quem sabe um dia,
Me proporcionará a chance de ser mais feliz…
Marilda Andrade
Olhar para esse céu com suas nuvens que parecem algodão,
é como ler,ouvir e sentir toda a emoção do coração de um romântico Poeta.
ECLIPSE
Sobre as nuvens da manhã, me ponho a repousar, a leveza em algodão, transparência ao teu olhar; mas, quem ver lá do chão, não consegue escutar, o barulho da evasão, do sentir sem falar.
Os ventos passeiam aos quatro cantos, as aves voam com encanto, o sol se cansa de brilhar, a lua vem a lhe buscar; pois, quem ver o amor, não consegue explicar, tamanha imensidão, ecoante no olhar.
