Nuvens
As nuvens continuam chorando,
pelo mesmo motivo de sempre
E as lembranças vão ficando,
com saudade da gente
A chuva cai, o tempo vai passando
E eu continuo esperando,
te ver entrar pela porta da frente
Sorria mesmo que seu coração doa, lembre-se que em meios às nuvens escuras, o sol nunca deixou de brilhar.
O Baile
Bailo nas nuvens
E de braços abertos
Corro ao teu encontro
Tal criança perdida
Em eterno desencanto
Esperando o resgate
Que acolherá o corpo
No calor do abraço
Apertando no colo
Coração feito laço
Bailo nas nuvens
Sensação de loucura
Em êxtase azul celeste
De ilusão consentida
Que em plumas se veste...
Minhas frases nascem assim: são como nuvens que sobrevoam minha mente. As vezes, chove. E as vezes não...
Quando estamos em paz, somos como nuvens... flutuamos... Mas, quando o tempo fecha,viramos raios e trovões e nos derramamos em lágrimas como a chuva...
Não sinto meus pés, me sinto nas nuvens, me sinto leve, com um sorriso no rosto quando to com você e tudo tão perfeito.
Tolo apego emocional... que me induz a te querer e me desvia de você, como o vento dissipando nuvens.
EU SOU ASSIM
Junto ao céu eu vejo as soltas nuvens flutuando no anil sem fim! No chão vejo beija-flores em pétalas de flores beijando as mesmas neste imenso jardim. Pelo meio eu sinto correr o que me impede morrer, entrando por meu nariz e saindo por minha boca como o vento que por meu corpo percorre! Transparentemente deixa transparecer que faz os outros perceber que eu sou assim. Penso no que penso e no que não penso nem penso para não me confundir! É bom ser como sou, pois ninguém parece ser, porque não quer parecer; minha aparência mostra de qualquer forma o interior que pertence a mim! Pobre coitado aquele que me julga drogado dizendo que estou eu um pouco desamparado. Pessoas não entendem, animais não raciocinam, todos apenas me vêem como o olho ver! Para a mim realmente perceber não basta o olho ver ou insistir em ver. Tem que sentir, deixar em sua mente fluir, só assim poderá um dia distinguir porque eu sou assim.
Me vi nas nuvens,
Quase caindo, tinha água,
Mergulhei e me encontrei.
Me perdi nessa imensidão de amor que tenho receio de mostrar.
A imensidão do céu é admirável,
Azul puro, com branco alucinante....
Observa-lo é uma maravilha.
Mergulhei fundo....
Quando amo imagina se eterno, mas a vida é madrasta, e tudo que imagino se passa nas nuvens que imagino em multiformes, sei que o santo, só é santo depois da morte, mas como é vago que seja assim meu amor, pois imagino ser o mais vagos dos humanos.
Existem dois tipos de pessoas: As pessoas-sol e as pessoas-nuvens. As pessoas-sol são aquelas que nasceram para brilhar, são pessoas iluminadas que mesmo vindo à escuridão da noite e escondendo o seu brilho, elas sabem que no outro dia voltarão mais radiantes, são pessoas que trazem alegria, que causam felicidade onde é que estejam. As pessoas-nuvens são aquelas transparentes, quase invisíveis, que têm sua função e espaço, más, acabam por tentar apagar e esconder o brilho das pessoas – sol. Estas são pessoas perdidas que acumulam ódio, rancor durante muito tempo e transbordam de repente feito tempestade. Todos nós nascemos pessoas – sol, alguns continuam sendo, porém, outros se tornam pessoas-nuvens à medida que a vida coloca obstáculos em seu caminho.
Aquele que observa muito o vento, não semeará e o que vive a contemplar as nuvens, nunca recolherá a sua colheita!
Felicidade não é um momento azul de euforia no qual nos sentimos plenamente nas nuvens, mas sim uma permanente nuvem azul que - quer faça sol ou caia chuva - mantém uma aura constantemente azul, azul em torno de nossos sentidos.
Nas Nuvens?
Noite chegando...
Vem e me cobre, Deus,
Com o teu alvo manto.
E assim, sonhando,
No meu canto, eu canto.
E as lembranças são como as nuvens, tem dias que elas vem tapar o sol e tem dia que elas vem trazer a chuva.
Entre clarões de júbilo e nuvens de dúvida,
nossos sentimentos vêm e vão;
nosso melhor estado sempre está a agitar-se
num fluxo e refluxo que não cessa:
nenhum modo de sentir, ou mesmo de pensar,
nem sequer um dia permanece;
mas Tu, ó Senhor, não sofres variação,
não mudas jamais, sempre és o mesmo.
A Tua força capto e a faço também minha,
e se enche de paz meu coração;
se solto as minhas mãos, logo me sobrevêm
densa treva e fria inquietação.
Não permitas que eu busque alívio e bem-estar
no meu pobre e fraco apego a Ti;
com temor regozijo-me nisto somente:
a Tua forte mão é que me segura.
Longe, longe chegou o berro de amor. O profundo, nobre e precioso... Abraçou as nuvens, beijou o sol, tirou as ferrugens, criou a mudança, fez valer o desafio, o anseio por um fio... E um coração frio, novamente, tomou-se de esperança.
