Nuvens
Amar-te era como caminha nas nuvens desliza no arco ires cambalear no vento e no céu de cetim, teu amor me elevava ate as nuvens
Sobre o mar a lua prata, sob os cisnes deslizavam na espuma
Buscava a eternidade para repousa-la nas estrelas
Amava somente a ti e por te amar, amava somente a ti
Seus beijos como asas deste amor, e pelo céu a planar,
Deitado naquelas nuvens de algodão, a sonhar.
E os vento respiravam e sopro a a me embalar,
Sob o manto estrelado, e estrelas borrifadas de poesia eu a te amar.
Na paz eterna na quietude da noite, a luar rara
O brilho refletindo em teus olhos, a água azul do mar a cintilar.
Os cisnes eras por testemunhar, nosso laço a firmar,
E naquele eterno balé, uma dança magistral de nossas almas a se entrelaçar.
E então aquele infinito de nosso amor que ecoava levou a rima,
E nossos beijos que selava aporta do infinito deixou de durar.
Agora a vida sabor frio guiado no vento tremulo calado
A noite engessada a lua parada estática no golfão acinzentado...ates de chorar o céu desabando
A alucinação de silencio murmurador...
Meus medos coroados respiram com tão perto que tropeço nos meus pesadelos ate acordado embaraço nas suas teias e afogo nesta baba fria e escura e esta fumaça na garganta a qual não se escapa...
Risco o céu em pensamento surfo em nuvens e toco no arco-íris, escalo na lua para ver de perto as estelas... escuto o som frio do vaco ao flutua no espaço na expansão do universo cavalgo na luz nos cosmos ate o caos e ao se sugado pela gravidade de um tempo relativo... então volto em um voo na luz de uma supernova
Ate a rotina do cotidiano platônico do meu ser escrevo para me senti comum, segredos como soluto escritor fraco de palavras erros grosseiros
maquio minha tristeza para ter certeza que não será eterna
Clamar daqui a voz correr na planície solidão diafragmas, decompondo o sol-fogo telúrico profundo efêmero ardi de desejo por ti dardejar relampejantes brilhos alaranjados que na saliência da terra chora
Esta enxaqueca? como quis remove-la com paleta afiada e derrama meu plasma nas folhas de papel em branco ou fugir quanto estes demônios dormissem
Entregar o maus nas redes entre vírus e zeros e uns ser eu deixar que o seu próprio mau os consuma á si mesmos
E pausar como minha mente que labuta com lâminas agitadas na cabeça me esmagando e retalhando dia pós dia
E que um pouco do som de chopin e van Beethoven e uma boa taça de vinho seja suficiente
O horizonte em agonia a solidão de olhos vermelhos em uma melancolia crepuscular as nuvens esfumaçadas as aguas do mar debulhada nas rochas e dedilhada pelo vento no brilho aceso no ultimo folego como se esperasse a noite encostar...
Queria doar a ti meus segredos e ver como sou raso de pensamentos profundos
Estrear com você no palco da vida antes que as cortinas se enrugue
Que meus beijos de leve e em voo possa tocar seus sonhos...
Que eu seja seu desejo meu amor seja eternamente seu
Te amo e por te amar somente a ti
Queria carrega o tempo na ponta dos dedos e esperar para quando estiver com você, fazer o tempo mentir seus dias sem medida e eternamente possamos viver juntos
Ninguém além de você está no comando da sua vida, se consegue ver as nuvens de tempestade no horizonte, mude a direção do seu coração e vá de encontro ao sol!
Quando o teu coração encontrar o amor da sua vida, o Sol da Paixão brilhará acima de todas as nuvens que cobrem o Mundo!
Ela se vê
mais bonita do que
as "nuvens passageiras" que
se ouve por aí, por isso ela usa
seu tempo com aquele que
acrescenta qualidade
em sua vida.
_____________Tempo Precioso____
Onde nasce um amor ?
O nosso nasceu nas nuvens!Nasceu do olhar que dei e você não notou, foi lá que nasceu o nosso amor. Nasceu da esperança de que apesar das dores que a gente tinha vivenciado, o amor como anjo é algo alado, que faz a gente voar, sair do lugar e tentar de novo.
Nós, que éramos pedras brutas, fomos nos deixando lapidar. E se alguém nos perguntar sobre o que é amar, diremos sem medo de errar: é se permitir ir, viajar e sentir.
Nildinha Freitas
Que, ao contemplar o céu estrelado,
Eu possa ver além das nuvens cinzentas,
E saiba que, mesmo com o coração apertado,
A vida é uma sinfonia, complexa e lenta.
As nuvens fertilizam o solo muito abaixo delas e geram árvores que não provam dos próprios frutos. Os rios os carregam na corrente que leva as sementes para longe e as faz brotar, sem nunca guardar o precioso líquido para si. Todos nos dizem que a energia vital precisa circular para cumprir seu propósito, e de nada serve retida em vez de compartilhada.
Acima das nuvens, o frio aperta, o vento canta, mas o sorriso é o verdadeiro abrigo. Cada passo na trilha é um lembrete: o topo não é só um lugar, é um estado de espírito.
Quem não observa as nuvens passando no céu, não conhece as passagens da vida, são quadros que se pintam a todo instante, tendo o céu como moldura.
'NATUREZA'
Presenciamos-te virgem na tua breve morada,
Passageira como nuvens,
Maravilhando-nos nos dias inventivos,
Jorrando admiração por entre vales e matas.
Transcendental,
Tal qual o bater de asas e o cantar dos pássaros,
Que ausente de amarras/dores,
Respira liberdade,
Multiplica felicidades,
Transforma vidas...
Era-nos lugar de predileção.
Espetáculo ao olhos na chama do alvorecer.
Ar puro inclinando pulmões,
Adocicando crianças,
Trazendo esperança.
Sem declives,
Os córregos clamavam-te com suas águas límpidas,
Criando canções/moradas,
Animais livres.
Natural Habitat das Vegetações...
És agora lacônico na tua célere morte.
Transformaram teus dons/paisagens.
Tuas jazidas exauridas,
Todavia,
Berços de atrocidades.
Calhordas visionários te despem,
Não gestam tuas belas e provocantes tonalidades.
Desvairam tua pobre sobrevivência.
Homens/Naturezas não mais existem
Apenas eloquências ausentes/saudades...
NAS NUVENS [PRAÇAS]
Um dia ficara adulto e percebeu não ser criança.
Semelhante aos demais,
a vida lúgubre.
Passou a andar rude nas praças.
A olhar para o céu,
'bestiado' porque as nuvens nunca caem...
Talvez elas declinem nas suas formas várias - pensara!
Exuberantes e tão tempestuosas.
Nuvens de poeira e algodão doce ficadas para trás.
Como a vida metaforizada,
nuvens levadas ao ermo...
A praça estar vazia.
Nos céus,
nuvens de orações e tecnologias.
Sem perceber,
as praças caíra no esquecimento,
surrupiadas e expostas nos ventos,
sem ar...
Tudo perde a graça ao olhar para o céu sem granizos.
E todo o tempo as nuvens sempre caem em chuviscos.
Das praças mirando ao alto,
as nuvens já são tão repetitivas.
Menos as células abaixo,
enferrujadas envelhecendo sorrisos...
As pessoas só veem aqui [praça] por algum tempo,
quando tem a liberdade de fitar os olhos nas suas tempestades.
Após,
se aprisionam em outros espaços caóticos,
nuvens de areia impactando-se...
Na praça há multidões,
chuvas ácidas.
Nas nuvens,
simplórios corações dualistas.
Seres matando expectativas sem antes abraçá-las...
Sempre se olha para as nuvens asfixiando conquistas.
E as praças em preto e branco,
já não tão mais otimista,
lembra saudade e solidão...
Rasgam-se as nuvens no céu estrelado,
invade-se a vontade de gritar,
o Sol mantém-se ao longe... calado,
ouvindo o som do belo luar.
A fada desperta do sono encantado,
com a sua harpa de sonho a tocar,
o sol dormindo... sonha deleitado,
vislumbrando ao longe um novo acordar
Surge então um novo céu... a nevar
de noite e durante a madrugada,
O sol mantém-se coberto a sonhar
com estrelas e com a sua amada...
Ouve-se ao longe um galo a cantar,
adivinha-se o nascer de um novo dia,
A lua vai-se embora a chorar,
mas o Sol... desperta com alegria.
De um novo recomeçar
Bebi 3 copos de vinho
E estou aqui esperando vc
Nesse recomeçar,!!!
Autor super desconhecido
No sertão
O céu sem nuvens, e lá no alto o sol quente escaldante.
Depois de muitas e várias pequenas jornadas,o caboclo sem embargo da fome e sede que
sofreram, caminhando de pés inchados, sobre um solo ardente, até chegar no terreno, que seria sua futura plantação
A cavadeira caiu de novo, cavando fundo, enquanto pela face do sertanejo duas
lágrimas desciam vagarosamente, lembrando Maria.
Houve novo silêncio.
Caía a noite.
O caboclo tomou o mourão
depositou na cova com o mesmo cuidado como se o fizesse numa cama.
No fim da tarde já quase noitezinha.
Caboclo
dirigindo-se para o rancho, pensava em Maria.
Não era, entretanto, só o sentimento de compaixão que agora oprimia a alma
generosa do caboclo.
No seu entender, parecia estar estonteado por uma coisa feita.
O lindo semblante da Maria e o seu olhar de uma doçura infinita exaltavam a
imaginação do serrano com tal intensidade que o obrigavam a evocar a lembrança
do olhar da Nossa Senhora mãe de Jesus.
Se visse de novo a Maria, pensava ele, perderia de todo a cabeça e
casar-se-ia com ela.
Como devia ser amorosa e boa! No mais, a miséria é que não a
deixava parecer mais bonita.
Quando assim meditava o caboclo, ouviu um dos seus camaradas, que voltava
da arrumação, cantar de voz solta, na toada dolente, uma canção triste que vinha do fundo do coração, eu cá fiquei a imagina, será que esse sertanejo ama igual a meu amor por Maria, ah eu duvido meu senho!!!
Amor igual o meu ninguém amara não meu senho.
Chegado ao rancho, o caboclo José não pôde cear.
Tomou apenas um golezinho de
café, acendeu um cigarro de palha, que o amigo lhe deu, e estendeu-se na velha rede.
Apesar de toda a energia
empregada para calcular os negócios, e pensar nas riquezas sertão, ali só tinha miséria, mas sonhava com um parreiral , e de repente só uma
idéia sobrenadava, a obsidiar-lhe a mente.
Maria surgia-lhe do fundo da memória,
cada vez mais formosa.
Levanta e segue, senta num banco, à beira do fogo, ralhava na violão.
Ao longe ouviam-se rezas de velório em um rancho de retirantes.
Somente pela madrugada o caboclo adormeceu.
Ao alvorecer, caboclo estava de pé.
Em tempo de verão, é a hora mais
aprazível do dia, na região das videiras.
O ar fresco e puro, o aroma silvestre e
indefinível, que se respira, restituem ao organismo combalido as energias precisas
Ao levantar-se vai ao banheiro, e sua mão trouxe-lhe água para o rosto, lavar e, após, o
Bule de café, que ele, como paulistano de gema, sorveu vagarosamente, aos
goles poupados, como pratica o experimentador de vinhos. Após o último gole,
levantou-se do banco, deixou , puxou da bainha faca,
picou fumo, que esfarinhou entre as palmas, prendendo a faca, de ponta para cima,
entre o polegar e o indicador; depois do que, apertando o fumo picado na mão
esquerda, cortou uma palha de milho e pôs-se a alisá-la, demoradamente, como que
absorvido num pensamento profundo. Não era acostumado a isso na cidade, mas fazia com fosse um cortejo religioso, para esquecer Maria que era de outro na capital.
Dominava o silêncio do ermo. Os vizinhos meio distante dali, tinham partido a campear,
desde as primeiras horas do dia.
Para caboclo e o esse silêncio era apenas interrompido pela
fervura do caldeirão da feijoada com toucinho e pernil que ali preparava p o dia de sábado.
O caboclo continuava a
meditar.
Depois de sorver algumas fumaças do cigarro, sentiu certa lassidão, que o
obrigou a sentar-se.
Quando os primeiros raios do sol iluminavam as cristas das serras do poente,
ouviu-se o som de um pássaro o inhambu e as conhecidas vibrações do solo, indicando um novo dia.
Em poucos momentos ouviram-se assobios e gritos longes, dos
camaradas, tangendo a tropa.
Depois continuo a narrativa de um homem da cidade que virou um caboclo, perdido no sertão.
Autor desconhecido
Estávamos nas nuvens e para nós as estrelas piscavam ritmadas ao nosso amor. Foi você me levou às nuvens, me fez amar astronomia, mas você era apenas visitante desses espaços, você descia sempre, enquanto eu explorava e avançava. Até que um dia você desceu tanto que não pôde mais voltar. Te espero na mesma dimensão, anseio ouvi sua voz rouca de noite a dizer palavras maior que todo esse caos que você criou, quero gestos mais lindos que as minhas descobertas. Vem! sobe outra vez, vamos viver aquela história que nós nunca demos um NOME.
Por trás do pinheiro brilha prateada e sempre, nem lambada nem demente, a lua dança entre as nuvens dependurada em nada.
Por você vou cruzar raios e nuvens,
Antenas de TV e sol ardente.
Por você vou voar,
Flutuar no ar sem chão pra pousar.
Até você perceber o que é o amor.
