Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A sanidade, para alguns, é não questionar; portanto, quem aponta a verdade oculta é visto como "doido".
Qualquer sermão que não nasce da oração não é uma mensagem de Deus. Não importa como aprendeu o pregador.
Arminianismo Brasil
“Palavras da moda são como bexigas soltas sem amarrar o bico! Elas saem voando alucinadas pela sala, aleatoriamente. Mas, rapidamente caem vazias ao chão”.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: QUE COISA É SENCIENTE E INTELIGENTE NUM ROBÔ?
1. Como se chama a coisa influenciável que supostamente é senciente e inteligente num Robô?
R/: A coisa influenciável que supostamente é inteligente num Robô chama-se Unidade Lógica Aritmética (ULA). Num Organismo Máquina, como no caso de um Robô, não existe a coisa influenciável que é senciente.
2. Como se chama a coisa influenciável que é Senciente e Inteligente num Organismo Humano?
R/: A coisa influenciável que é Senciente e Inteligente num Organismo Humano chama-se Psique ou Sujeito-Homem.
Somente o Sujeito-Homem pode sentir falta do Sentido da Vida, quando se desapega demais da Vida e se apega demais aos seus empreendimentos.
Eu sinto raiva de você por não ser como eu quero...
Sou uma imensidão profunda mas Tb não gostaria de ser assim...
Mas ao mesmo tempo gosto de estar com você e dos nossos bons momentos, são calmos e leves e isso acalma o turbilhão que é minha mente
Sou profundamente atraída por sua paz, sua tranquilidade e jeito normal de levar a vida me encantam!
Porém o meu lado sombra insiste e me dizer que deveria ser do meu jeito, que falta declarações de amor e por conta disso não gosta de mim
Minha alma sussurra suavemente dizendo: relaxe, apenas siga, fica tranquila tudo sempre dá certo
Enquanto isso minhas emoções agem como se estivessem em uma montanha russa! E aí que decido respirar, mediar e usar todos os recursos possíveis para encontrar meu eixo.
Se te perguntarem como é após o tombo, responda:
_ É só vitória! Porque eu caí sim! Mas levantei. O vento levou a poeira, o tempo veio, e com ele, o caminho para minha vitória.
A vida é intensa viva cada dia como se não houvesse o amanhã,pois o amanhã não sabemos o que nos espera
"Coisas que Não Eram Pra Ser Vistas"
Desde pequeno, sempre tive que ser forte,
como se o mundo exigisse aço em vez de pele.
Vi coisas que não eram pra ser vistas,
fardos demais para olhos tão jovens.
Lembro da despedida do meu pai,
do seu abraço — e depois,
o silêncio eterno, sem mais uma palavra.
Lembro da minha mãe me empurrando,
me chutando para os braços da minha avó,
como se amar fosse errado,
como se um abraço fosse crime.
Lembro de mim e meu primo,
duas crianças na estrada de terra,
planejando fuga com um canivete na mão,
como soldados sem guerra,
mas feridos por dentro.
Lembro da madrugada com duas tias,
uma saiu...
um tiro, um grito, um banho de sangue.
Tentei correr pra debaixo da cama,
mas fui forçado a encará-la.
Ela se apoiou em mim como bengala,
e eu, criança, virei pilar de dor.
Lembro da viatura, do meu tio gritando,
clamando pela chance de matar o atirador.
Meus olhos não paravam de chorar,
meu peito, pequeno demais pro desespero.
Ali, pedi a Deus pela minha morte,
e eu tinha apenas seis anos.
Lembro de não ter mais notícias da minha mãe,
de saber que tinha um irmão,
mas quase nunca vê-lo.
Lembro das reuniões na escola,
e do sentimento de abandono —
só descobria minhas notas
quando diziam se eu precisava de recuperação.
Lembro dos colegas com tênis novos,
e eu, só querendo que a aula acabasse
pra voar na minha bicicleta,
criança-jato rasgando a cidade,
aprendendo o que era contramão
só depois do quarto atropelamento.
Lembro da promessa do meu avô:
"Se passar com todas as notas azuis,
vai ganhar um presente!"
E eu me esforcei, estudei, lutei.
Minha avó buscou o boletim:
todas as notas... azuis como o céu.
Primeira vez que senti orgulho de mim mesmo.
Corri pra mostrar ao meu avô.
Ele me esperava no sítio.
Mas no sábado, minha avó recusou —
disse estar com dores.
No domingo fomos.
Saltei do ônibus com o boletim nas mãos,
coração aos pulos...
mas a cancela estava trancada.
Minha avó mandou que eu fosse.
E eu fui — como um cão obediente.
Pulei a cerca, corri...
e o encontrei no chão,
moscas ao redor, sem vida.
Deus, por que mais uma vez?
Por que me fazer ver
o que não era pra ser visto?
Eu tinha só 10 anos...
e já desejava a morte com o coração inteiro.
Lembro de ser tratado como delinquente
pelo tio que mais admirava.
Mesmo com boas notas,
mesmo com certificados da igreja,
seus olhos eram de ódio.
Lembro dele com uma arma,
por eu ter discutido com minha namorada.
Minha voz — mal compreendida — virou afronta.
Corri. Minha avó entrou na frente.
Corri mais ainda.
Ganhara segundos de vida.
E naquele instante, eu soube:
eu estava sozinho.
"Tudo que é demais não é bom: temos como exemplo a academia (fazer exercícios), O BICEPS, O PEITORAL E AS COXAS AUMENTAM, nas mulheres às nádegas, coxas, pernas (se tornam parecidas com as de jogador de futebol), e em contrapartida o CÉREBRO É DESESTIMULADO. Por isso, o melhor caminho é o equilíbrio" Ademar de Borba
para quem sofre, dias melhores virão e o passado será passado, a mente é como uma flor a desabrochar, capaz de florir e criar sonhos novos.
Lembre-se! Quem você destruiu sorrindo, no abandono ele se fortaleceu. Hoje emite o silêncio como resposta, porque é a sabedoria que o tempo lhe ofereceu.
Está vida e uma passagem como um caminho que fomos colocados e que seguimos neste caminho
Onde experimentamos o que vamos encontrando a beira da estrada da vida
Aprendendo com os tropeços a nós levantar
E continuamos por um tempo determinado
Tempo que desconhecemos
Sabemos que talvez nem chegaremos ao fim deste caminho
Mas a cada dia nos levantamos e seguimos em nossa jornada está que certamente não sabemos onde dará
Mas que precisamos seguir pelo tempo em que nós for permitido seguir...
Sobre a Suprema Sabedoria
Por muito tempo, protocolou-se como a verdadeira e original sabedoria, a secular. A dos mortais. A dos Homens. Tal qual a Medicina moderna, que ganhara o status de Medicina convencional, pilar, e, a dos nativos Indígenas, como Medicina "alternativa". Mas um exame minudente sobre o processo de evolução da Medicina moderna, nos fará rapidamente entendermos que tais termos foram radical e injustamente invertidos! Mas não será sobre essa inversão que quereremos falar. Mas sim do monopólio da pseudo-sabedoria, distorcida pela esmagadora maioria da Sociedade e apresentada como a original. O certo, seria ensinar o contrário: que a sabedoria das salas convencionais, é que se tornou como que uma espécie de sabedoria alternativa. Já que a original e eterna, é a Mística. A Suprema. A Imortal e clássica. Poderia mesmo eu lhes provar a excelência de tal sabedoria suprema e universal, apenas por meio da sabedoria "convencional". Mas precisaríamos de um tempo cuja escrita não caberia aqui, para discorrer. Por ora, e de forma a se demonstrar poder de síntese, limitemo-nos a exarar que só pode ser verdadeiro aluno da Sabedoria Universal, Suprema e Original, a ocultada da Massa, os convidados a se iniciarem nela. E bem-aventurados os que nela tiveram a gloriosa honra de se iniciar!!!
Às 10:59 in 07.07.2025
Deve haver uma Grande Razão para que um Grande Sábio, como Sócrates e Jesus Cristo, prefira morrer em defesa da Sabedoria e Virtude!
Quiçá, a Grande Razão seja a certeza absoluta da existência de Sociedades Humanas Sábias e Virtuosas em outros Planetas habitáveis das várias Galáxias existentes!
há um sentimento silente que floresce do meu âmago.
Em sua crisálida soava como um eflúvio, de forma sutil, sibilante.
Onde antes havia somente um vácuo insondável,
ígneamente crescia de forma ardente.
Essa utopia que me cegava, impossibilitava de ler o que havia nas entrelinhas.
Como um espectro abissal, passageiro, mas perecível.
Nem em meus sonhos oníricos, havia tanto,
pois me tormenta essa transformação linear
como um sibilo insuportável.
Espero que seja perecível também.
Ela não tinha coração, apenas um vácuo,
como um espectro inexorável.
Ígneamente abissal, ele surgiu lhe provando sua humanidade.
Com desvelo, a fez colocar a mão sobre o seu peito e sentir as batidas de seu coração,
aquele que habitava seu âmago de forma silente.
Com um vaticínio, a fez acreditar, e sentir,
que a cada batida soava um eflúvio poético, cheio de sentimentos;
junto ao coração dele, se fazia uma melodia de fogo, ardente, sedenta, fatal.
Era visceral a sintonia dos dois.
Era indelével aquele momento, jamais algo a faria o esquecer.
Jamais ela imaginaria que aquele sentimento sibilante evoluiria para um sibilo ensurdecedor.
Ele a hipnotizou, sem nem mesmo perceber, a fez acreditar na perenidade, no sentimento eterno, na química permanente, na felicidade.
Ao se encostarem, a luz que crescia, transcenderia qualquer sublime camada que o universo pudesse colocar.
Ela não podia procurá-lo, tocá-lo. Mesmo com o sentimento em crisálida, ela não sabia traduzi-lo em palavras.
Então ela o observava. Mesmo antes de qualquer despertar no seu interior, ela observava, ansiando sentir as energias que em sua volta permaneciam, já que não era capaz de desfrutar de um sentimento próprio.
Ela o enxergava, o via, muito além do que era capaz de se alcançar fisicamente. Ela enxergava sua alma, sentia que era capaz de ver sua luz e sua sombra, sua energia.
Bom, ela não esperava nada, só queria desfrutar da humanidade que ele despertou nela. Nenhuma utopia. Parecia maravilhas. Mas um tormento estava por vir.
A humanidade, sentir, não é só felicidade, paixão, amor — era tristeza, decepção, raiva, ódio também.
Seus sentimentos transbordaram à beira de seu abismo emocional. Sua impulsividade lhe privou de observá-lo. Apesar de seus erros, ele teve sua parcela de culpa.
Ela jamais imaginaria que a perenidade de sua paixão e felicidade, que ele a prometeu de forma tácita, seria perecível após um repentino exílio.
A epifania de que ele era muito mais do que ela imaginava. Ele era mais do que sua paixão lhe permitia enxergar.
Ardiloso, encheu seu coração de névoas. O mesmo coração que antes ele deu cor, ele o dilacerou.
E, como anátema, ele permeou.
