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Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

Cerca de 167046 frases e pensamentos: Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

⁠“Como o tecido do universo é o mais perfeito e fruto do trabalho do mais sábio Criador, nada acontece no universo sem que alguma lei de máximo e mínimo apareça.”

Inserida por Pacheco777

⁠"...quando os fios se entrelaçam você pode estar se unindo ou se prendendo, o tecido da vida será construído de qualquer forma..."

Inserida por RicardoDihRibeiro

Meu tecido é delicado e o pernilongo um ávido costureiro!

Inserida por marialu_t_snishimura

Estendo o tapete com o tecido
com os pedaços de ninhos,
contendo essências
de canto de pintassilgos.
Um canto que torna
minha fé inabalável, pois emudece
o mundo, inundando-o de beleza.

Inserida por andrevilelaf

Protelei a ligar, vinte e duas
chamadas perdidas,
logo retornei, linha muda:
A cor do tecido,
a vista do horizonte,
o trajeto do trem,
o destino de um homem.

Inserida por andrepesilva

⁠A vida é uma oficina onde bordamos com a linha do tempo o tecido rendado das memórias.

Inserida por ednafrigato

Meia-noite

"Quando entrei em meu quarto, me deparei com uma luz que transpassava o tecido da cortina imóvel de uma noite quieta, havia sons que não eram externos"

Inserida por PHTR

O tecido do destino é composto por cada fio de suas decisões.

Inserida por jailson_santos_2

A CRIAÇÃO ATORMENTADA

Por baixo do fino tecido que envolve o meu travesseiro, ouço os ensurdecedores brados das letras que me perseguem incessantemente. Fragmentos de vozes fantasiosas, segredos do invisível e confidências do desconhecido, em falas soletradas pelo próprio sussurro do vento, fecundam-se no vago silêncio da madrugada, tornam-se vivas, constrangem os meus quereres, compelem a minha alma, dominam o meu corpo e clamam por liberdade. Frases anotadas no breu da memória, e blocos de anotações riscados dentro do meu multiverso letrado. E entre o mexido remexido do meu corpo contorcido, textos lidos, relidos e cravados, como quebra-cabeças rabiscados permeando as dobras do meu lençol amarrotado.
Rendo-me então aos gritos de vogais, aos ecos de consoantes, aos advérbios de tantas formas, e as mil formas de orações. Beijo a tortuosa face da noite, despeço-me do assossegado aconchego do meu cobertor, e entrego-me ao martírio mediúnico de trazer todo o desconhecido à tona.
Divido-me em infindáveis interrogações, espantosas exclamações, e escudo-me atrás dos imorredouros reticenciados três pontos, que se forjam dispostos paralelamente em uma linha, ladeando uma expressão qualquer. Entretanto, no vácuo apressado de parir vidas letradas, a perfeição do ensaiado faz-se sempre aberrante ao intento do parto: escrevo em tempos inexistentes, crio adjetivos fantasiosos, e nem sempre recorro aos artigos. Açodado, mastigo ditongos e anseio vômitos de tritongos, entre soluços de hiatos. Engulo vírgulas, regras e normas. Cuspo exclamações, pontos finais, reticências... Mas, sigo em jorros gráficos, emudecendo todos os traços fônicos que ressoavam dentro de mim até desvelar o desbalizado limite da criação.
Normalmente, é quando as mãos doem, a coluna grita, a vista embaça, e as ideias se decompõem na fadiga mental. Inobstante, adiante do esgotamento da carne, existe ainda o além. O ilimitável impulso de seguir adiante da digladiação física e extrafísica. Pois, quando se reduz aos apelos do corpo, não é o suficiente para os anelos da alma, e os músculos costumam se vingar em espasmos inquietantes na cama, formigamento nos pés, e pontadas finas na parte inferior do abdômen, envoltos ao reavivamento das vozes conclamando por novas palavras.
Vai-se o sono, o cigarro, o café e o sossego, enquanto a verve retorna ao oriundo centro do nada, e tenta – a cada afronte da tela em que os olhos ainda entreabrem – uma nova palavra. Vencido o cansaço, as pupilas reabrem, as ideias ressurgem, o dia clareia e o corpo inteiro em uma junção milimétrica dos dedos fazendo letras pelas mãos, e delas nascendo histórias, tornando-se uma extensão continua e sem emendas entre a fantasia, as palavras, a magia e o mistério divino do prazenteiro ato sofrível de escrever.

Inserida por marcusdeminco

Eu sou um tecido de muito boa qualidade, para me deixar ser tratado como pano de chão.

Inserida por gabrielbatistte

TRAJES DO DIA

Cobriu-se do mesmo claro
Tecido fino, feito à mão
De uma teia que ninguém vê.
Começa agora
O dia a dar seus beijos
E a nubente
Despoja-se no campo branco.
E a vestimenta
Da primeira mostra
Vem como maré rasteira
O sol marcando as calçadas
Os campos desocupados.
A cor agora é outra.
Um tecido cor de ouro
Que os olhares ofusca
E reluzente enobrece a moça.
Na mudança do tempo um ser se manifesta:
“A felicidade é esta chama branda
Que não queima e vem do céu.
Dela se enfeitam
As colinas as campinas,
E bem repete o milagre
Que só Deus faz:
Ressuscitar a semente
Sob os escombros do tempo
Que ela se deu”.
Tinge-se o dia
De um cinzento
De fogo pigmentado.
E o preparo, é um agasalho.
Agora é a noite
Separada.

Inserida por naenorocha

As respostas somem de dentro da minha boca,
alfinetes engolidos antes de espetar o tecido que seria vestido.
Furta a cor, cor roubada num lampejo, presa no tecido do vestido.
Verde. Fúsica. Magenta. Colbato. Sulferino.
Fósforo riscado, memória apagada.
Volto logo, espere á sombra.

Inserida por mauraprada

A confiança não é como o tecido epitelial que se regenera, ela é como o SNC, uma vez lezionada causa consequências irreverssíveis.

Inserida por ManuIzekson

O amor é tecido
de silêncios confiados...

O amor é confiado
na palma da mão aberta...

O amor é mão aberta
em ti pleno de graça...

O amor é graça
nos pés do mensageiro...

O amor é mensagem
do encontro comungado.

Inserida por NewtonJayme

O Verbo, com um sopro no nada, rasgou o tecido do tempo e fez possivel a existência do tudo.

Inserida por Afonsomts

Você se acostumou em fingir que existe, quando que por trás do tecido não passa de pesadelo meu.

Inserida por Afonsomts

Acordei versos... sem necessidades das rimas... versos soltos e livres... tecido a base das palavras: harmonia, sentidos e intensidade...

Inserida por RosiDavid

O ser que há abaixo do tecido cutâneo se revela em uma série de colisões com o futuro não composto pelo somatório de tudo o que fomos e sim pelo vislumbre; por uma sensação profunda e de cunho espiritual. Vislumbrar o futuro não se converte em uma compreensão de um todo. Uma vez que se conecta a singularidade do passado com as sobreposições do futuro, sentirás que não é algo que você pode dominar. A vida é sólida e espontânea, não é algo que você está dominando. Viver é relembrar a esfera. Permanentemente redescobrir. Louisa Johnson podia dominar. E todo aquele poder a consumiu. As dificuldades que ela encontrou com a finalidade de realizar sua existência são precisamente o que desperta e mobiliza as suas ações. Ou foi o Medivh? Eu, acidentalmente, matei um gato: atropelando-o. Fiquei muito triste e chorei como quando o Mufasa morreu. O corpo só bebe a quantidade de almas que é imprescindível, nunca menos, nunca mais.

Inserida por Gazineu

Frase do dia 31/10/2016

Ultimamente venho me frustrando em tingir um tecido branco com tinta branca, preciso diversificar melhor as cores com as quais venho pintando meu quadro interior.

Inserida por Alevillela

O tempo não é apenas o senhor de tudo. Ele, o tempo, é o tecido majestoso do qual todas as coisas são feitas, é o nosso bem material mais precioso.

Inserida por humusashi