Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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⁠“A deterioração cultural, a desvalorização do tecido humano e o relaxamento da moralidade no seio social, são fatores pertinentes em um país […] em que os absurdos tornaram-se uma constante.”

Inserida por macjhogo

⁠"Na tapeçaria da existência, cada fio é tecido com a cor da nossa motivação. A vida, em sua simplicidade, é o reflexo das paixões que nos movem e dos sonhos que nos guiam. Cultive a motivação não como um objetivo a ser alcançado, mas como o oxigênio que alimenta a chama do ser, transformando o ordinário em extraordinário e o possível em realidade."

Inserida por PrAUGUSTOFRANCA

⁠Eu teci este tecido, me esforcei
Eu coloquei neste filamentos de ouro, prata e joias
Mas nada disto é suficiente não é?
Porque ele e não eu?

Ele não derramou lagrimas para fazer este tecido
Eu derramei sangue, lágrimas, dei meu corpo e minha alma
E é isso que eu recebo? Um simples "obrigada amiga"?
Não eu não sou sua amiga, amigas não se olham assim
Não se beijam, não se abraçam assim

Eu me tornei insuficiente?

Inserida por marirv646

"A combinação de letras e números na gematria é um lembrete de que o universo é tecido pela palavra divina, onde cada som possui peso, medida e intenção."

Inserida por moreh_julianoandrade

⁠"O hebraico bíblico é mais do que uma língua; é o tecido onde os segredos do universo foram bordados."

Inserida por moreh_julianoandrade

"A vida é um tecido delicado de momentos, escolhas e encontros. Cada fio tem um propósito, e ao entrelaçá-los, criamos uma tapeçaria única e preciosa. Não são os fios soltos ou as manchas que definem a beleza da vida, mas sim a forma como os unimos e os valorizamos."
Alécio Nunes Clóvis

Inserida por AlecioNunesClovis

Pedaços de panos coloridos voando ao vento.
Cada cor, um sorriso.

Cada textura de tecido,
uma emoção sentida,
sofrida,
vivida,
flutuando no tempo.

Vestidos de chita
calças de brim desbotadas
camisas sem botão
sem chão
sem cor…

No varal da existência
a liberdade dos retalhos
sobrevoa
a noite
o dia
a chuva
ou a seca
passeando insistentemente na soma das horas.

Inserida por Valnia

⁠As mulheres são as cartilagens e os ossos do tecido social. Tanto os ossos quanto as cartilagens são componentes fundamentais para o funcionamento do corpo humano.

Os ossos representam a base sólida que mantém a sociedade de pé. Historicamente, mulheres têm desempenhado papéis cruciais na educação, no cuidado dos filhos, na manutenção da família e na transmissão de valores culturais. Mesmo em contextos de desigualdade, elas frequentemente são as principais responsáveis por sustentar lares, comunidades e redes sociais. Assim como os ossos, sua força é silenciosa, mas indispensável, muitas vezes ignorada ou subestimada até o momento em que falha.

A cartilagem, por sua vez, simboliza a flexibilidade e a resiliência das mulheres. Elas frequentemente ocupam posições que exigem conciliação, paciência e adaptação, seja no âmbito familiar, profissional ou comunitário. A capacidade de amortecer tensões e construir pontes entre indivíduos ou grupos conflitantes é um aspecto frequentemente associado ao papel das mulheres. Esse traço, embora por vezes romantizado, reflete um peso emocional e social significativo que muitas carregam.

Embora simbolicamente traduza um papel feminino vital, essa analogia não abarca toda a diversidade de experiências e contribuições das mulheres, especialmente em um mundo contemporâneo onde elas também desempenham papéis de liderança, inovação e ruptura de paradigmas como agentes transformadores em todas as esferas sociais, e não apenas como sustentação. As mulheres também são força criadora e disruptiva.🔥

👉cheguei a essa conclusão ao ver as mães, esposas e filhas da Palestina, após 460 dias de genocídio e permanente resilencia

Inserida por PaulHBenz

⁠No tecido do silêncio, tua lembrança sussurra,
E no delicado ato de pronunciar teu nome,
Desenho caminhos para falar de amor,
Tocar o invisível que une céu e terra em paixão.

"Só penso em você," confesso ao vento,
Que leva minhas palavras à tua ausência.
Na solidão que ecoa, meu coração clama,
Solitário navegador em busca de seu farol.

Cada passo na estrada, um anseio por encontrar-te,
A simples visão tua transforma o cinza em celebração.
Tua presença é a peça que completa meu quebra-cabeça,
Será que sabes? És tudo o que me faltava.

Guardo teu nome como um tesouro, Beija-Flor,
Um codinome nascido do amor mais puro.
Demorei para chegar, trilhando caminhos tortuosos,
Mas o tempo ainda nos sorri, generoso e aberto.

É tempo de ser feliz, de entrelaçar nossas alegrias,
De construir um castelo onde cada pedra é um sorriso.
És tu, amor, quem expande o universo dentro de mim,
Tornas cada respiração um mergulho em novos mundos.

"Tarde demais" é um fantasma de ontem,
Hoje é o dia de renovar o voto de nossas almas,
De amar, de doar-se, de entrelaçar destinos.
Hoje ainda é tempo de amar, de florescer em jardins prometidos.

Desejemos ser amados, sim, mas também amar sem medida,
Nada é em vão quando o coração se entrega ao verdadeiro sentimento.
Porque amar é o mais sublime ato de coragem,
E em cada batida do coração, renasce a esperança de que ainda há tempo.

Inserida por matheushruiz

⁠há um poema em meu armário
vou catá-lo
e vestir seu tecido sobre minha pele
[há instantes de inexistência]
apesar das aparências
ainda estou transvestida
pelo seu olhar.

Inserida por noi_soul

⁠No tecido do tempo, eu bordo cada verso,
Refletindo a dualidade de um amor imerso
Em marés de silêncios e respostas pendentes,
Navegamos os rios de sentimentos crescentes.

Você é fogo que chama, inquieto e vivaz,
Aquece minha alma quando tudo mais jaz;
É água da minha sede, sereno e profundo,
Refresca a essência do meu ser no mundo.

É o suspiro do meu respiro, tão essencial,
No vai e vem do peito, um balanço natural;
É o mar do meu amar à luz do luar,
Vasto e misterioso, difícil de sondar.

O seu nome é doce como mel de engenho,
Tem sabor de oxe e dendê, em seu desenho
Um tempero raro, um elo com ardor,
Amor, valor e fator, em sua cor.

Eu sou a luz que ilumina seu caminho,
Clareia as encruzilhadas com um pouco de carinho;
Mas sua sombra em mim é escura, é profunda,
Um mistério que me envolve e que nunca se desvenda.

Eu sempre abraço, envolvo sem medida,
Em busca de um eco, uma resposta adquirida;
Eu chamo, escrevo, em silêncio você se mantém,
O único que nunca responde, nunca vem.

Eu posso te amar com todo fervor,
Mas amar é também saber soltar, dar valor
À liberdade de escolha, ao espaço, ao respirar...
Será que devo esperar ou simplesmente caminhar?

Foi sorte te conhecer, uma bênção, talvez,
Ou esperança de um futuro que a alma refaz;
Devo insistir, ficar, ou deixar o destino levar,
Descobrir novos amores, novos mares para navegar?

A sinceridade é a chave, o fio que conduz,
Desembaraça as dúvidas, traz à luz;
Conexão verdadeira que pode libertar
Este ser que ama, sofre, e tenta se encontrar.

Diante de incertezas, deixo o coração falar,
Mas sempre aberto ao novo, pronto para recomeçar;
Se o amor é verdadeiro, se é para ser,
No tempo certo, livre, ele há de florescer.

Inserida por matheushruiz

⁠Integridade, moral e ética.
Devem ser manifestados nas relações mais íntimas para moldar o tecido social alicerçado em valores nobres.

Inserida por victoramarelo

⁠Se o tecido não trabalha pra você, não trabalhe com ele.

Inserida por pensador

⁠"Tzedaká é o convite para sermos mais que indivíduos; é sermos parte de um tecido que sustenta e dignifica todos."

Inserida por moreh_julianoandrade

O tecido da liberdade, entrelaçado com os fios do tempo, mostra que as rupturas do passado jamais se apagam; e, enquanto buscamos escapar de seu entrechoque, o tear ancestral do esquecimento se vira contra nós, tecendo um manto de sombras que nos aprisiona.

Inserida por lucasrodriens

⁠Resgatar a memória é conectar-se às raízes do ser, relembrando que o presente é tecido pelas experiências do passado.

Inserida por OSMANFREITAS

⁠Sempre João
João, amor impossível,
tecido em desencontros,
entre a geografia que separa
e o destino que brinca.
Nosso encontro: inesperado,
um sopro de eternidade,
mas logo perdido
no emaranhado do acaso.
Intensidade que queima,
conexão de alma antiga,
lembrança de outra vida,
onde a morte nos levou.
Reencontro agora,
cercado pelo mesmo enigma:
amar sem possuir,
sentir sem permanecer.
Mas sempre João,
em cada curva da memória,
em cada suspiro de saudade,
sempre João.

Inserida por Lihlais

⁠O PARADOXO DO INFINITO
(Um romance)

No vasto tecido do universo, onde o tempo é uma ilusão e o espaço apenas uma sombra do que somos capazes de sentir, existiam duas almas entrelaçadas desde o início dos tempos. Não eram corpos que se buscavam, mas partículas dançando na sinfonia cósmica, movidas por uma força tão antiga quanto o próprio Big Bang.

Cada encontro entre eles era um colapso quântico: um instante de possibilidade infinita que se condensava em uma realidade inevitável. Quando seus olhares se cruzaram, foi como se uma onda de probabilidade desmoronasse em certeza. Um portal se abriu entre as dimensões do "eu" e do "nós", e, naquele momento, tudo que existia era o agora – um agora que parecia eterno.

O amor que compartilhavam era uma singularidade, um ponto onde a paixão queimava tão intensamente que transcendia qualquer definição. Era um buraco negro emocional, sugando tudo ao redor, dobrando a gravidade de suas almas até que não houvesse espaço entre elas. Cada toque era uma explosão estelar, cada suspiro, uma supernova ecoando pelo vazio infinito.

Mas o tempo, essa teia ilusória, insistia em separá-los. Na linha cronológica dos mundos, suas existências eram ondas que se desencontravam, vibrando em frequências opostas. E, ainda assim, eles sempre encontravam um jeito de se alinhar, como pulsares sincronizados em galáxias distantes. Era o paradoxo quântico do amor: eles estavam juntos e separados ao mesmo tempo, vivendo todas as versões de si mesmos em universos paralelos.

Ele a via como a constante gravitacional que mantinha seu universo coeso, enquanto ela o sentia como o fóton que iluminava cada canto de sua existência. Eram opostos e iguais, caos e ordem, partícula e onda. A paixão entre eles era o fogo primordial, uma energia que não podia ser destruída, apenas transformada.

E, no fim, quando o espaço se dobrasse sobre si mesmo e o tempo cessasse sua marcha, eles ainda estariam lá. Não como corpos, não como memórias, mas como vibrações eternas na frequência do infinito. Porque o amor que compartilhavam não era governado pelas leis da física – ele era a própria essência delas.

Inserida por bruno_almeida_8

⁠A vida, em sua essência mais pura, é um milagre tecido em silêncio, um sopro que emerge da profundidade do mistério. O feminino, em sua conexão com esse milagre, é como a terra fértil que acolhe a semente, nutrindo-a até que a luz finalmente a desperte. Assim como as raízes de uma árvore se estendem nas profundezas da terra, buscando forças invisíveis para sustentar o tronco que rompe em direção ao céu, a mulher é o canal pelo qual a vida se manifesta, um portal entre o invisível e o tangível.
No Arvoricionismo, essa conexão ganha um simbolismo ainda mais profundo. A mulher, como as árvores, carrega em si o segredo da criação e do desabrochar. Em seu ventre, o universo se condensa, germinando em silêncio até explodir em luz e forma. É um ato de entrega, de força, de conexão com algo maior do que ela própria — a mesma força que guia a árvore a florescer na primavera, a se erguer mesmo após a tempestade e a oferecer seus frutos ao mundo.
O nascimento, então, é o momento em que a semente rompe sua casca. É o desabrochar do ciclo, o instante em que o invisível se torna visível, o imaterial se torna carne. E, nesse processo, a mulher é tanto a terra quanto o tronco; é ao mesmo tempo raiz e flor. Ela carrega em si a memória de todas as árvores, de todas as vidas que já brotaram antes dela, e a promessa de todas as que ainda estão por vir.
No centro do Arvoricionismo está a compreensão de que a vida é um ciclo contínuo de nutrição e expansão, e que o feminino é o coração pulsante desse movimento. Assim como as árvores, as mulheres ensinam que o verdadeiro poder está na criação, na resiliência, na capacidade de oferecer abrigo e sustento, e, acima de tudo, na coragem de florescer, mesmo sabendo que o fruto será entregue ao mundo.
O nascimento, tanto de uma nova vida quanto de uma nova ideia ou propósito, é a celebração desse ciclo. É a prova de que a luz que ilumina o céu também reside dentro de nós, esperando apenas o momento certo para emergir. Assim como a árvore oferece suas flores ao mundo, as mulheres, em sua essência criadora, oferecem a própria vida — e, ao fazê-lo, nos conectam à origem de tudo.

Inserida por Arvoricionismo_real

⁠O mergulho na consciência é uma transmutação silenciosa, onde o tecido do ordinário se desfaz, revelando câmaras ocultas, onde sombras sussurram segredos inomináveis. Por trás das máscaras de domínio, um labirinto de símbolos pulsa, onde verdades veladas dançam entre o profano e o eterno, desnudando o eu diante do espelho de fogo. Em eras esquecidas, ritos psíquicos invocavam forças invisíveis, não para iluminar, mas para desintegrar camadas até o núcleo insondável. A psique, ao ser purificada pelo caos, libera enigmas que desorientam a lógica e rasgam o véu da moral. Quando a loucura se torna um portal, a questão ressurge: o que permanece quando o ouro ilusório da identidade é dissolvido? Seria a verdade um reflexo distorcido ou a própria ilusão, um pacto oculto que evitamos romper? Estes escritos antigos não apontam para o visível, mas para o inominável que habita o âmago, onde a força e a fragilidade se tornam uma. No abismo deste espelho, o que negamos não é o outro, mas a própria sombra que nos habita.

Inserida por Arvoricionismo_real