Nem Cicatrizes Deixam
Então é assim que vou vivendo.... Eu erro para aprender, quando me decepciono aprendo a me proteger, daí com os machucados e cicatrizes aprendo a crescer, também aprendo que é chorando que aprendo a sorrir, e a cada tombo eu aprendia a levantar cada dia mais forte, então por fim aprendi que tudo que for verdadeiro e me fizer feliz, irá permanecer a meu lado...
O que resta pra alguém que não é amado?
Beber vodka e fumar até pôr os bofes pra fora..
Ver romances malfadados sozinho na madrugada..
Ir pra uma festa e passar o rodo?
Enfiar as mágoas nas mangas e nunca mais tirá-las de lá, e ficar como num dia quente no qual você não pode tirar o casaco pra não mostrar as cicatrizes…
E tudo fica desesperador como quando acaba a vodka e você não está chapado ainda, ou quando se está com insonia e o cigarro já acabou. Misturemos tudo então: Você chega da balada, não está bêbado, apenas levemente embriagado, o que te torna mais sensível. Vê que o cigarro acabou e que não consegue dormir, então liga um romance meia boca que te faz entender o porque de estar só. Acaba dormindo ali no sofá mesmo, babando na almofada, tendo sonhos bizarros, amanhã… Cara, amanhã é outro dia.
(...) Mas ainda não inventaram
um recurso tecnológico para avisar
que um amor vai entrar na sua vida
e fazer o chão tremer.”
Assim diz Martha Medeiros!
E também não inventaram
um recurso tecnológico,
que nos preparam para entender
quando vamos perder esse amor.
Porque é quando arranca o
chão dos nossos pés e
nos joga num abismo.
Vem com tanto força, feito tsunamis.
Com ou sem tantos avanços tecnológicos,
o nosso coração ainda precisa
aprender a suportar as grandes alegrias
e as imensas decepções,
sem que ele pare de bater.
Há de pulsar forte!
Acelerar...
Entristecer...
Quase parar...mas jamais poderá parar!
Porque o amor é assim...
É preciso observarmos a cada amanhecer.
A cada por do sol.
A cada anoitecer.
Que eles irão se repedir dia -após- dia.
Para recuperarmos as alegrias,
ou cuidarmos das cicatrizes do amor!
Deixamos de ser criança quando vamos nos machucando pela vida, pelos sofrimentos. E quem já se machucou por amor deixou de ser criança. A idade tem muito haver com as cicatrizes com que a vida nos marca.
Vivi delícias e dores na vida, mas as palavras deixaram de ser necessárias para revivê-las porque as cicatrizes continuam falando o que não me esqueci.
O peso da dor que você me causou, ainda dói. E não é porque eu sinta algum tipo de sentimento á ti, é simplesmente porque algumas cicatrizes continuam doendo com o tempo.
"Não desperdice nenhum dos seus dias de lágrimas; não lamente o caminho difícil que você teve quepercorrer até aqui. Acredite, nada foi em vão; eles foram importantes para forjar o seu caráter e as experiências que você já acumulou. Por isso, ao olhar para suas cicatrizes, tenha um sentimento de gratidão, de alegria. Continue vivendo, aprendendo e celebrando cada novo dia; cada nova experiência, sem nenhum ressentimento ou desgosto. Deus não comete erros." (F.C. Cunha)
A mulher não é só um ser guerreiro, é a própria personificação da esperança, pois mesmo carregando consigo as cicatrizes que a busca do amor deixou nela, ainda sonha alto e nunca desiste de procurá-lo.
Memórias são o auge da poesia apenas quando são lembranças de felicidade. Quando roçam em feridas sobre as quais cicatrizes se formaram, elas se tornam uma aflição dolorosa.
Quando há feridas , um processo se inicia.
Quando há cura um processo finaliza.
Quando há cicatrizes o processo se legaliza.
O tempo é uma aliado imbatível, com poder de regeneração incomparável!
Ele cura as feridas expostas e estanca a dor insuportável de situações que fere até a alma.
Mas ele deixa a cicatriz lá, porque depois da experiência nunca mais somos o mesmo, o processo fica lá, intacto, para lembrarmos como foi passar pelo funil e chegar ainda mais forte onde chegamos.
Insta:@elidajeronimo
Desconheceu então se era quente, ou frio... Porque, às vezes, queimava, como ferro que suturava a carne... E em outras congelava, como um lago traiçoeiro de uma fina e transparente camada de gelo que aguarda pacientemente por sua presa... E era dolorido desejar reter nas mãos... Mesmo que em momentos se acalmasse e adormecesse, quando era possível sentir sua textura aveludada e sua leveza flutuante, e a luz que penetrava por seus olhos e inundava-lhe o coração... Quando sabia então que tudo valia a pena, e suas cicatrizes soavam-lhes como troféus, condecorações de um conflito pela paz.
Não se preocupe,
o tempo vai passar,
Marcas? Sim, irão ficar...
Você terá:
Rugas riscadas na pele,
cicatrizes guardadas na alma,
e muitas lembranças boas, marcadas
no compasso do seu coração.
E hoje já não doí tanto como doía a algum tempo atrás, sei lá… talvez o tempo realmente possa curar, e das cicatrizes? Faço delas um aprendizado para não cometer mais os mesmos erros, afinal de todas as situações por piores que sejam ainda podemos tirar algo de bom.
