Coleção pessoal de DelvaBrito

1 - 20 do total de 166 pensamentos na coleção de DelvaBrito

Gostaria de ser feliz? Comece fazendo a distinção entre o que precisa e o que é, de fato, necessário para você. O que acho que preciso pode estar emergindo do exterior. O que necessito vem do encontro comigo mesma.

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O sentido da vida é não ter sentido.

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A solidão tem duas faces: uma que nos aproxima da nossa essência e outra que nos afasta dela.

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Aprenda tudo. Esqueça tudo. Só assim descobrirá o seu próprio caminho.

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A esperança é o alimento da alma. Se a perdermos, a alma "secará".

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A amizade é um sentimento tão "pálido" quando oferecida em substituição ao amor!

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- "Quem sou eu quando ninguém está me olhando?"
Quando permitirmos que a resposta emerja e assumirmos quem somos, passaremos a viver de forma mais autêntica e, portanto, em estado de paz.

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Tags: autoconhecimento

Você tem medo do escuro?
Aonde está escuro?
E a luz?
Procure-a e a encontrará em você mesmo(a).
Ela está irradiando e chegando até aqui.
Gratidão!

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Maturidade

Já sonhei quase todos os sonhos e
Já vivi muitos dos sonhos sonhados.

Já “comemorei” aniversários,
Já fui feliz em muitos deles,
Já fiquei triste em outros tantos.

Já aprendi que mais um ano de vida,
Já são mais histórias vividas,
Já resolvidas ou não.

Já (re)aprendi com elas,
Já guardei tudo na memória,
Já não importa em qual.

Já perdi muitas coisas, mas
Já não reclamo nem lamento pois
Já escrevi a minha história e
Já a fiz como pude fazê-la.

Já “tombei” esta história,
Já posso (re)escrevê-la mas
Já não posso modificá-la.

Já vem outras histórias,
Sem os sonhos de outrora,
Mas com o encanto do tempo,
Que ainda está por vir.

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Ao compreendermos que somos as únicas pessoas imprescindíveis em nossas vidas, e que todas aquelas que nos prejudicam ou que emanam energia não positiva devem ser "deletadas", estaremos fazendo a escolha certa: priorizando nós mesmas.

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Como algumas pessoas questionam a liberdade que há no poema, vale lembrar alguns dos seus aspectos:
- poema é um gênero textual em versos e, mais raramente, em prosa em que a poesia, forma de expressão estética através da língua, geralmente se manifesta. Além dos versos, não obrigatoriamente, fazem parte da estrutura do poema as estrofes, a rima e a métrica. Conforme a disposição dos versos e dos outros elementos estruturais, os poemas podem receber classificações ou nomes específicos (ou ser considerados gêneros literários próprios) tais como rapanha, haicai, poema-colagem, soneto, poema dramático, poema figurado, epopeia etc. Fortemente relacionado com a música, beleza e arte, o poema tem as suas raízes históricas nas letras de acompanhamento de peças musicais. Até a Idade Média, os poemas eram cantados. Só depois o texto foi separado do acompanhamento musical. Tal como na música, o ritmo tem uma grande importância. Um poema também faz parte de um sarau (reuniões em casas particulares para expressar artes, canções, poemas, poesias etc).
Poema: gênero textual em verso em que na maioria das vezes há poesia.
Poesia: caráter do que emociona, toca a sensibilidade e sugere emoções por meio de uma linguagem.
Na Grécia Antiga, o poema foi a forma predominante de literatura. Os três gêneros (lírico, dramático, e épico) eram escritos em forma de poesia. A narrativa, entretanto, foi tomando importância, ficando a poesia mais relacionada com o gênero lírico. A poesia tinha uma forma fixa: seus versos eram metrificados, isto é, observavam os acentos, a contagem silábica, o ritmo e as rimas. A contagem silábica dos versos foi sempre muito valorizada até o início do Século XX quando a obra que não se encaixasse nas normas de metrificação não era considerada poesia. Isto mudou com a influência do Modernismo - movimento cultural, surgido na Europa que buscava ruptura com o classicismo.
Atualmente, o ritmo dos versos foi liberado e temos os chamados "versos livres" que não seguem nenhuma métrica.

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Sonhar, conteúdo dos sonhos e a sua interpretação sempre foram objetos do meu interesse de modo que, desde garota sempre li sobre este tema e tentei interpretar os meus sonhos. Acertei em algumas vezes; errei noutras. A princípio, ficava curiosa com o(s) significado(s) do sonho a partir da(s) imagem(ns) que o marcavam, e recorria a “manuais” que trazem exemplos como:
- sonhar com arco íris é sinal de sorte e êxito em tudo que desejamos realizar porque entramos em contato com energias superiores, que nos permitem tirar o máximo de proveito de nossas capacidades e habilidades pessoais;
- sonhar com animais ferozes: vê-los - deveremos guardar-nos da inveja dos demais; se nos ameaçam - nossa vida está em perigo. Em geral, os animais ferozes nos anunciam dificuldades profissionais.
Nesta linha, há muitos livros mas citarei dois deles: “O grande livro dos sonhos”, de Emílio Salas; “Os segredos dos sonhos”, de Roman Cano.
Este tipo de leitura não foi suficiente e passei a ler sobre a história dos sonhos, quando me deparei com algumas obras, inclusive o “Livro dos sonhos” de Jorge Luis Borges (1899-1986).
Nesta obra pode-se “viajar” até os primórdios das civilizações e se aproximar um pouco das interpretações dos sonhos sob diferentes óticas: místicas, filosóficas, religiosas etc. Ela é, assim, apresentada: “Este livro de sonhos que os leitores tornarão a sonhar abarca os sonhos da noite – os que eu assino, por exemplo – sonhos do dia, que são um exercício voluntário da nossa mente, e outros de raízes perdidas: digamos, o Sonho (anglo-saxão) da Cruz.”
Daí, tentei me aproximar um pouco da teoria dos sonhos de Sigmund Freud (1856-1939), aquele que, no dealbar do século XX, revigorou a antiga concepção de que:
“Os sonhos são, simultaneamente, significativos e importantes: não sonhamos nada que não seja uma expressão relevante de nossa vida interior e todos os sonhos podem ser entendidos se dispusermos da chave; a interpretação é a ´via regia´, o principal caminho para a compreensão do inconsciente e, por conseguinte, a mais poderosa força motivadora tanto do comportamento patológico quanto do normal. [...] o sonho é a consumação das paixões irracionais, reprimidas quando estamos acordados.”
A interpretação freudiana dos sonhos baseia-se no mesmo princípio subjacente a toda a sua teoria psicológica: o conceito de que podemos ter anelos (inconscientes), sentimentos e desejos motivadores de nossas ações dos quais, todavia, não tomamos conhecimento por razões diversas, incluindo o medo de perdermos a aprovação de pais, amigos; a necessidade de não nos sentirmos culpados; entre outros.
Coloquei a mão mais acima e alcancei um jovem contemporâneo de Freud, Carl Gustav Jung (1875-1961) que o encontrou pessoalmente em 1907, quando o visitou, em Viena e, logo, Freud reconheceu o valor de Jung vendo neste um filho mais velho.
Mas, em 1912, o Livro de Jung “Metamorfose e símbolos da libido” marcou as diferenças doutrinárias profundas que o separaram de Freud porque, enquanto para Freud, a única interpretação possível de um sonho está na teoria da realização de um desejo, Jung foi dispensando a livre associação e, de forma igualmente dogmática, tendeu a interpretar o sonho como a manifestação da sabedoria do inconsciente e a afirmar que a voz em nossos sonhos não é nossa, mas provém de uma fonte que nos transcende.
Um parêntese:
São inúmeros os livros de Jung. Gosto muito de “Memórias, sonhos e reflexões” e, também, de “Vida e obra”, escrito por Nise da Silveira.
Neste caminhar, conheci Erich Fromm (1900-1980) e me detive mais em “A linguagem esquecida”, obra que consegui no Sebo, em Salvador, que faz um paralelo entre as teorias do sonho de Freud e de Jung.
Ao retomar essas teorias, Erich Fromm demonstra maior aproximação com a Teoria de Jung, embora ressalte:
“A diferença entre a interpretação de Jung e a minha pode ser resumida nesta afirmação: Concordamos que muitas vezes somos mais sábios e dignos dormindo do que acordados. Jung explica o fenômeno com a hipótese de uma fonte de revelação que nos transcende, ao passo que eu creio ser nosso o que pensamos durante o sono e haver boas razões para o fato das influências a que estamos sujeitos em nossa vida de vigília terem um efeito sob muitos aspectos estupidificador sobre nossas realizações morais e intelectuais.”

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Torça pelo "acerto" do outro, nunca pelo "erro" do outro.

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Para evitarmos sofrimentos e avançarmos no processo de libertação, devemos estar atentos ao que depende e ao que não depende de nós, não cultivando sentimento de culpa; perdoando, mesmo quando o outro não pede perdão; acolhendo as pessoas nas suas dificuldades, mesmo quando essas pareçam simples; exercitando a compaixão, a bondade, e, principalmente, o amor, sentimento capaz de contemplar todos os outros e nos fazer sentir mais plenos, nem que seja por instantes.

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No nosso caminhar, por razões diversas, tentamos viver "agradando" sem refletirmos sobre o impacto desse "agradar". Mas, ainda bem que amadurecemos e aprendemos a dizer "não" sem abrirmos mão da solidariedade, da compaixão, do amor. Só assim conseguimos sobreviver dentro das nossas possibilidades, tendo uma vida mais calma, com mais paz.

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Mantenhamos acesa a nossa luz interior pois é ela que nos faz "brilhar" no palco da vida, distribuindo raios para iluminar os corações dos que necessitam e daqueles que querem mais luz.

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A oração, aquela "conversa" que temos com Deus, é, quase sempre, um grande remédio. Eu disse, "quase sempre" porque, às vezes pensamos que estamos orando mas não estamos concentradas(os) o suficiente para conseguirmos ser "escutadas(os)" por Ele.

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Bom amigo
O bom amigo é aquele que está ao seu lado porque gosta da sua companhia, independente de como você é.
O bom amigo não julga os seus atos, mas lhe ajuda a compreendê-los, se for o caso.
O bom amigo, mesmo distante, lhe dá um "alô" e procura saber como você está.
O bom amigo sabe escutar os seus clamores, sem reclamar pelo número de vezes que os "expôs".
O bom amigo não fica relembrando o que você fez ou deixou de fazer, fazendo-o sentir culpado ou constrangido.
O bom amigo sempre tem uma palavra ou um ato de bondade para com você.
O bom amigo é compassivo e está sempre disposto a perdoar.
O bom amigo, se for como estrela, às vezes se esconde até pra lhe proteger...

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Quando não chove, muitos reclamam; quando chove, outros tantos continuam reclamando. Em vez de reclamar, por que não agradecer pela chegada ou não da tão esperada água que vem do céu, das nuvens, para alegria da fauna, da flora, dos rios, e nossa? Esta frase de Bob Dylan fala sobre a chuva de forma metafórica, mas vale a pena refletir sobre a sua essência: "Uns sentem a chuva; outros apenas se molham."

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Boa noite!
Durma em paz e amanheça tão iluminada(o) quanto aquela luz que está dentro de nós e que nos ilumina e reflete naqueles que nos rodeiam, fazendo-nos acreditar no amor, nas pessoas, enfim, que vale a pena viver e ser feliz.

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