Neblina
Nesta manhã ....cinzenta e fria...
cai neblina e chuva miudinha...
Sob este manto....verde de encanto...
...que me causam tanto espanto...
Pudesse eu ver as estrelas a dormir....
os meus olhos brilhariam....
.......e os meus sonhos seriam dia...
as minhas noites luminosas.....
...o silêncio que amanhece.....
......ouve-se o canto dos pássaros...
sinto-me perdida de mim.....
....sem eira nem beira...
e tremendamente só...
......escrevi o meu nome na praia....
as ondas do mar......
..........apagaram meu nome....
levaram-me embora...!
Simplesmente tudo se torna turvo como neblina na escuridão, fico tristonho quando brigamos choro e também faço birra. Imagina nossa felicidade longe bem longe, em apenas 3 polegadas de distancia.Quando eu me apaixono é quando eu me encontro, é quando eu fico bobo, mando flores e observo. Vejo seu olhar perdido parece viajar por longos caminhos obscuros e distantes, parece dormir. Me perco em pensamentos bons, um sorriso brinca em teu belo rosto queimado do sol, é como a brisa suave que zomba das águas do imenso mar azul.
Da janela
Jesus vem 1, do alto da colina
Observava atenta e imóvel
Com sua face cega da neblina
No seu silêncio imemoriável
Um grande lençol branco gaivota
Que Cobria a mata virgem 2
Com sua proteção devota.
Bem cedo, o sol penetra seu sossego selvagem
Espalhando seu calor
Secando o orvalho da folhagem
Iluminando e aquecendo seu interior.
É o nascimento do dia,
As borboletas bailam ao sabor do vento
Os pássaros cantam de alegria
A cigarra e seu sinal barulhento
Abelhas fazendo mel com amor
Formigas trabalhando sem parar
Colibris de flor em flor
Que dia lindo! Todos a saudar.
Eu contemplo essa linda geografia
Da casa dos meus pais, da janela,
Talvez a perpetue numa fotografia
Ou pinte numa grande tela.
Fernando Luiz Silva
14/03/2005
*1- Pedra situada no morro do Barata em Realengo.
*2- Mata situada no morro do Barata em Realengo.( que não é tão virgem assim.)
Um Pequeno Sorriso
Há dúvidas que se instalam como neblina na mente densas, persistentes, inalcançáveis por qualquer lógica. E há tristezas que não choramos, porque se tornaram parte da respiração cotidiana.
Seguimos por instinto, como quem anda sobre um fio invisível, disfarçando o peso com gestos comuns, ocultando o abismo sob passos calculados.
É uma sobrevivência sutil: esconder as ruínas enquanto oferecemos fachadas inteiras.
Talvez seja isso o que chamam de força
não a ausência da dor, mas a habilidade de seguir mesmo quando tudo desaba por dentro… e ninguém percebe.
Não entendo essa neblina, mas sei de onde vem, esse gelo diferente, me pergunto se estou bem...
Um lobo lida bem, com a estrada atribulada, mas seguindo essa direção sempre estará mais invernada...
Ah é, só respondendo também, a pergunta que vale um hárem, Sim!!
No racional estou bem...
Adoro as nossas terças feiras, nestas manhãs pela neblina com o nascer do sol à beira rio/mar e pelas planícies das lezírias, suspirar ao teu ouvido poeticamente com carinho e passarmos as nossas línguas pelos nossos corpos húmidos e excitados de tanto prazer e beijar-nos como se fossemos poemas recheados de paixão e aventura. E durante as madrugadas como entrelaçavamos os nossos corpos pelas estrelas e pela natureza e adoçar-mos as línguas gostosamente nas taças de vinho e sorrindo com poesia e amor para o mundo e para o universo
A noite é dos perdidos em meio a neblina,
Dos tristes, devassos e dos amantes de nicotina,
Dos que detestam o alvorecer,
Dos que ousam se atrever.
Dos que foram cegados pelo nevoeiro,
Das crianças que abrem o berreiro.
A noite é dos céticos,
Dos imorais, monstros e dos textos poéticos
Posicione-se. Ou seja mais um na multidão, escondido na neblina do comum e do trivial. (Artigo "Se você não se posiciona, você é invisível")
Por vezes o amor nos desconcerta, e nos sentimos
como sob uma forte neblina, sem saber que rumo tomar...
São coisas do amor...
A NEBLINA DO AMOR
Marcial Salaverry
O amor nos tolda a visão,
embala o coração,
mas é como uma neblina,
que nos cega, e desatina...
Amamos, porque amamos,
nem sempre amando ficamos
a quem realmente queremos,
mas reagir não podemos..
Entregamo-nos a esse doce sentimento,
que não deve trazer lamento,
embora por vezes seja um tormento...
Dá-nos muita felicidade,
embora sempre com um pingo de saudade,
impeça que sejamos felizes pela eternidade...
Vejo um vulto na neblina...
Formas difusas... Nada combina...
Mas... vejo-o...
Dentro de mim... sinto-o...
É esse o amor,
que à vida trará calor...
Marcial Salaverry
DEPRESSÃO
Se alguém pudesse ler o teu olhar
enxergaria uma neblina densa,
ventos, tornados e a tormenta imensa
que o teu sorriso insiste em disfarçar...
Se alguém tivesse o dom de mergulhar
no que tu calas, e a cabeça pensa,
descobriria a correnteza intensa
do mais revolto e perigoso mar!
E, sob o véu desta aparente calma,
veria monstros te assombrando a alma
soprando escuras nuvens do desgosto...
E entenderia todos os momentos
nos quais a chuva dos teus sentimentos
transborda o peito e escorre no teu rosto...
Ecos Silenciosos -
(Sonho)
Ontem, na madrugada dos meus dias,
cheia de choro e neblina,
sombras passearam-se por entre os
meus sentidos ...
Não me lembro o que queriam,
apenas as senti, rodearam-me na cama,
tocaram-me no corpo ...
Quem eram? De onde vinham?
Que angústia, que lamento, que dor as
trespassava?! ...
E havia um véu, uma espécie de cortina
entre nós! Como se de duas realidades se
tratasse!
Tive medo! Não sabia o que pensar ...
... seti-lhes as penas.
Ofegante, despertei, tinha o olhar vidrado
nas vozes daqueles Ecos Silenciosos ...
Naquelas manhãs no calor da manhã minhota em que ia vagueando e desfrutando do cheiro da neblina das planícies minhotas com o seu esplendor nascer do sol eu adorava desfrutar do meu adocicado café bem quente e escrever poemas à beira rio no meio da natureza em Braga, e lia o inigualável romance na sombra da escuridão de uma escritora minhota e celta guerreira que fascinava todos os dias com as suas palavras e com o seu olhar cintilante belo como o universo e as charmosas planícies de Braga.
As grandes planícies minhotas e as suas sombras na escuridão e as suas aventuras e foi sem querer que te quis Braga com todo o teu esplendor.
Naquelas manhãs no calor da manhã minhota em que ia vagueando e desfrutando do cheiro da neblina das planícies minhotas com o seu esplendor nascer do sol eu adorava desfrutar do meu adocicado café bem quente e escrever poemas à beira rio no meio da natureza em Braga, e lia o inigualável romance na sombra da escuridão de uma escritora minhota e celta guerreira que fascinava todos os dias com as suas palavras e com o seu olhar cintilante belo como o universo e as charmosas planícies de Braga.
As grandes planícies minhotas.
E todos os natais que eu desfrutava em Braga à beira da lareira com os meus eggnogs natalícios em volta da minha escrita poética e dizia assim com o meu humor comediante e poetico, Natal, é nascer todo dia e toda a noite e dizes de forma simpática e todos os verões e natais dizias Mata-os com o teu sorriso e com a tua felicidade e pureza..
No Natal é doares-te em gestos de amor e sinceridade,
é ser o sol que aquece e ama, à tua família que adormece e se encanta,
Com teto e com cobertores em volto da lareira e árvore de natal.
Natal, é ser o acalento,
da criancinha faminta,
que te estende a mão com amor.
O Natal, é todo dia e noite,
quando se dá alegria e amor.
Quando tu és uma luz pura
iluminando os caminhos,
de todos os teus sonhos.
Natal, é viver plenamente,
em comunhão com Jesus,
Natal, é ajudar sua família,
à carregar sua cruz,
esse é o Natal verdadeiro,
é esse, o Natal de Jesus e o meu também.
E nós vamos caminhando e cantando até aos confins do universo e do mundo e dizemos Mata-os com o teu sorriso e com a tua felicidade e pureza.
Porquê que as terras minhotas e nortenhas me fascinam, só de acordar pela neblina minhota às 6h da manhã e poder desfrutar do indescritível cheiro com aquela neve cristalina e os famosos cânticos da celta guerreira e escritora e da gastronomia e história que Braga nos tem para nos oferecer, é que nem pensava duas vezes e dizia, Braga és bela, maravilhosa e extraordinária cidade que até os mouros e os celtas se apaixonaram e largaram as suas espadas e agarraram-se ao vinho pelas manhãs e pelas noites a dentro, a lenda dizia, se es mouro e celta e se largares a espada e beberes vinho bracarense de manhã e à noite irás simplesmente ter grandes aventuras lendárias, porque os Deuses te indicam o caminho poético e filósofo que deves seguir. Na filosofia eu dizia sempre à beira da lareira com o meu vinho, não deixes para amanhã o que podes fazer hoje e dizer hoje porque amanhã poderás ficar arrependido. A vida é só uma por isso vive e o resto que se lixe.
Não falamos mais a mesma linguagem.
Os meus olhos se abrem e você some como em uma neblina.
Você chora
Asteróides se colidem e eles têm o nosso nome.
Em orion's já não ouço a sua voz.
você ainda me vê?
Por que não vem até mim?
Nossos dias de folga viraram presentes gregos
Sangrando sem dor, sem sangue e sem ferimentos.
Mais um grito sem som.
Eu me sinto em Tróia, onde todos são traidos.
A sensação inerte de ser jogado de vênus sem paraquedas
e cair eternamente em segundos.
De um lugar, uma vontade, um sonho. E em direção a uma realidade que só era real na minha mente.
-Matsumoto
Névoa encantada que cobre a campina
Doce neblina que mergulha no mundo
Bruma ancestral que chega de longe...
Tragam de volta a sabedoria antiga
Que move montanhas
Acolhe e ensina
Que abre caminhos
Que a vontade domina!"
Naturalmente lindo
Uma neblina vêm galopante do alto da serra e com violência incomum insiste em esconder o meu enorme jardim de rosas coloridas,
um tapete de algodão doce se forma sobre as rosas fazendo-as chorarem implorando misericórdia pela luz solar,
o choro foi ouvido pela brisa do mar que chega uivante decidida a ajudar espalhando a nuvem de algodão doce abrindo os caminhos para o manto colorido de rosas se alegrar.
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