Narrador Personagem
"Eu não sou um personagem. Não finjo ser mais do que sou, não amo da boca pra fora.Sou puro defeitos,mas cheio de qualidades basta se aventurar a descobrir."
Recebi uma critica muito forte sobre o livro: Nem tudo está perdido, porque, nele, há uma personagem que praticou aborto e a qual eu não condenei ao fogo eterno. Essa pessoa disse que eu, como espirita, jamais deveria ter escrito um livro como esse. Falou muito, mas a única coisa que me abalou, foi essa pessoa dizer:
Você não é espirita, Nunca foi, só se diz espirita para poder vender livros. Confesso que fiquei abalada, mas, depois de uma boa noite de sono, acordei com vontade de falar sobre esse assunto. Ser espirita é viver fora da realidade? Ser espirita e fingir que vivemos em um mundo onde não haja ódio, vingança, mágoa, maldade, inveja etc? Ser espírita é não aceitar que existam, na vida de cada um, momentos de difíceis escolhas? Claro que esse seria um mundo ideal e perfeito, mas, infelizmente não é o nosso. Ser espirita é achar que por não aceitarmos o aborto ele não exista, quando sabemos que muitos são cometidos todos os dias? Ser espirita é nos transformarmos em juízes e condenarmos sem piedade, quando Deus em sua infinita bondade, nos dá sempre a chance de nos redimirmos? Para mim, independente da religião, classe social ou raça é saber que todos somos caminhantes nessa estrada que se chama vida e que todos seremos responsáveis por nossas ações. Claro que, como espirita , não aceito o aborto, pois acho que sempre há um outro caminho. Como espirita não sou ninguém para julgar e muito menos para condenar.
Sempre achei que fosse um clichê dos filmes românticos quando a personagem principal esta triste ela vê os casais felizes, mas entendi que não é que as pessoas fiquem felizes quando estamos tristes, mas quando estamos tristes simplesmente reparamos mais na felicidade dos outros.
Nunca leve a sério um relacionamento…
quando você é apenas um personagem deste passatempo…
o tempo passa, e os personagens caem no esquecimento…
Eu,personagem do teu teatro,mas o fato é que não ocupo o papel principal, não sou a protagonista.
Sou apenas figurante,onde você precisa por meros instantes.
personagem
Publicado; maio 6, 2010 | Autor: vitorquintan | Arquivado em: casa das palavras |2 Comments »
não era dela q queria falar e nem precisava. não havia incômodo qq sobre a capa de beleza determinada por belas roupas. não havia nada a encobrir a não ser a solidão.
diante do travesseiro estamos todos na coxia, caem os textos e maquiagem e figurino, exposição. as personagens se vão logo q o pano fecha, fim do dia.
e ali, sem texto, sem platéia, sem direção desenrolava-se outro enredo, improviso. ninguém defere a própria dor. na franca e frágil percepção de si msm percebia-se só.
exigia-se tanto e tanto de todos q msm a solidão custava a lhe fazer companhia.
preenchia espaços entre os pensamentos com outros q pudessem afastá-la de si msm, cansaço. e esperava o sono, fuga.
“Eu devia realmente ignorar o que me faz mal, mas tem hora que não dá. Sabe quando um personagem de desenho está com raiva e sai fumaça pelas orelhas? Então, estou quase assim.”
As verdadeiras Carminhas
Ainda não tinha parado para pensar na semelhança da personagem Carmem Lúcia da novela Avenida Brasil, com outras tantas Carminhas que por muitas vezes invadem a vida da gente.
Diante de tantas maldades assistidas na telinha, não acreditava ser possível na vida real.
Mas é!
Que cara elas tem?
Normalmente, assim como a personagem, as Carminhas são mulheres muito espertas, não importando muito a beleza exterior. Mulheres belas tem escolhas e chances muito superiores.
As Carminhas são mulheres sem escrúpulos, dotadas de um faro peculiar AQUI VOU ME DAR BEM. E lá vão elas. Destruindo. Arrasando tudo por onde passam. São pessoas sem coração, incapazes de respeitar a integridade de uma família, expondo muitas vezes menores, incapazes de defesa ao abandono. De que mais serão capazes? São capazes de tudo.
Como na interpretação da brilhante Adriana Esteves, as Carminhas não exitam em cometer atrocidades em nome do amor. Que amor?? O pior é que tem gente que acredita e assim, elas devastam famílias inteiras com suas lábias enganadoras. Não conhecem a piedade. Não sentem culpas. São desprovidas de respeito. Não amam a ninguém. São egoístas. Suas metas devem sempre ser atingidas. Não importa como e nem os obstáculos que terão que enfrentar. Tudo é banal diante de suas vontades. Sair de uma vida com uma trajetória obscura e subir alguns degraus, representa as suas vitórias. E para isso, jamais se importam com os meios que usarão para tal. Basta encontrarem um Tufão. E o mundo está cheio deles. Homens bons e puros, presas fáceis a este gênero de mulher.
É muito triste e é triste para todos, assim como o folhetim mostrou.
Há um ditado que diz... "Aqui se faz, aqui se paga". E o dia sempre chega. De uma forma ou de outra, as Carminhas acabam colhendo os frutos das suas plantações.
Fica na mão de Deus!
É lamentável reconhecer nas cenas de uma vida, o tema tão bem abordado pelo autor na ficção.
Parabéns, João Emanuel Carneiro!
Não podia ter sido melhor!!
Vivendo e aprendendo!!!
Peça de Teatro
Para compor minha peça de teatro,faltava que o personagem principal,o prícipe participace da minha história,mas você lindo cavalheiro, escolheu outra peça na qual eu não era a princesa.Assim as curtinas se fecharam,fim de espetáculo,eu perdi.
Eu posso ser tudo que escrevo ou não posso ser nada. Posso transparecer um personagem no imaginário. Mas, não. Eu sou um cara comum, cheio de defeitos, qualidades, memória, uma vida cheia de amigos, família, planos, uma profissão que amo, momentos de reflexão, momentos de solidão. Eu também sou como vocês. E o que eu quero é viver fazendo o bem sem precisar de máscaras. Eu também sou como vocês e procuro o que vá durar, o que vá chegar para ficar.
Já me identifiquei com um personagem de um filme. Fui pra festa sem vestido. Falei mais do que devia, me calei quando não podia. As pessoas me julgam, mas nunca me perguntam o porque.
O nosso maior problema e que sempre escolhemos ser o personagem coadjuvante da historia de outra pessoa, em vez de ser o personagem principal da nossa própria história.
“As vezes cansa ser personagem e autor, pois mesmo tendo criado todo enredo da história a língua nos obriga a respeitar as regras gramaticais e de pontuação. Talvez escrever seja como no viver.”
