Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem
Na Presença do Senhor,tenho toda liberdade,pra dança,pra pula,pra canta,pra me expressa,pode me chama de louvo mais eu vou representa,no que eu acredito,eu sempre vou lutar...♫
Tenho um apelo a fazer, sejam livres de vossas prisões sentimentais, libertem-se! E aguardem a grande maravilha de um novo dia.
Vou-me embora para um estádio
Lá sou amigo da Dilma
Lá tenho tudo que eu quero
Na cadeira que eu quiser
Vou-me embora para um estádio
Vou-me embora para um estádio
Em casa não sou feliz
Lá é padrão fifa
Que tia Dilma comprou.
É o lar que comprara
Do dinheiro que nunca tive
E como mais não tem hospitais
Muito menos escolas de qualidade
Montarei em uma bicicleta
E irei para o meu trabalho
Sem refletir, voltarei para o estádio
E quando estiver cansado,
Dormirei e chamarei tia Dilma
E contará suas estórias
Da coragem que nunca tive
Do tempo em que não vivi
Vou-me embora para um estádio
No estádio tem tudo que quero
Tem segurança, qualidade, conforto
Lá é coisa de outro mundo
Nem se parece Brasil
Tem jogadores famosos
Políticos charmosos
E gente que Ama futebol
E quando eu estiver morrendo
De algo que não sabera
- Lá eu sou amigo da Dilma -
Lá eu tenho tudo o que eu quero
Na cadeira que eu quiser
Vou-me embora para um estádio.
Tenho meus momentos de guerra. Com uma palavra entendo um dicionário inteiro. Também tenho meus momentos de silêncio e quietude e me calo. Nem sempre por estar em paz ou com a razão, as vezes apenas por estar indiferente.
Amém
Na certeza fé tenho acredito,
Um dia a felicidade num geral estará comigo,
/terei olhares no infinito mas, determinado,
Pois foi ele que me escolheu este caminho.
Por este motivo aguardo espero seu tempo,
Sempre , mesmo diante de tanto obstáculo,
Este o qual tenho comigo , por isso brigo luto.
Luta que ele DEUS nova oportunidade me deu,
Fez em minha pessoa renascer, tudo compreender, valeu,
Desta forma meu tombos caio mas, minha fé nele DEUS me entendeu.
Tenho 265 páginas de pensamentos. Tenho 265 motivos para pensar no que eu quero ser. 265 motivos para me burilar. 265 motivos para ter consciência que falo com a minha consciência. Nada mais difícil que conversar com si mesmo. Eu teimo em pensar, a consciência teima em dizer não, você está errado. Acho que nem o túmulo vai me salvar disso.
Tenho plena consciência do legado que deixarei !
Fiz bem a muitas pessoas, despertei diversos sentimentos, fiz momentos comuns tornarem incomuns, mostrei a natureza, fui intenso, mostrei dentro dos olhos e mostrei seu real valor, mostrei um mundo longe dos problemas.
Tenho certeza que ninguém nunca deixará esse legado da maneira minuciosa que fiz. Me orgulho disso...
Todas as noites antes de dormir, penso, penso, penso, faço planos, tenho saudades de tuas e quem sabe, depois disso, com sorte, eu adormeço.
Eu tenho um lado carinhoso, um lado estressado, um lado engraçado, um lado irônico, um lado amável. E cada um tem meu lado que merece.
VERBO NÓS
Tenho saudades de quando te via
Que ficava deslumbrada
Por onde andaste meu amor
Depois de fugires
Que voltaste pela metade
Pergunto-me se algo morreu dentro de ti
Já não sabes ler o meu olhar?
Tens medo de olhar-me nos olhos
Despe-te, entra no meu corpo
Descobre de novo esta casa que nunca deixou de ser tua
Não te peço que fiques cá para sempre
Se tu não quiseres, mas, talvez descubras
E tenhas saudades da minha essência
Talvez não consigas queimar
Esse amor que sentes
Esquecendo os passos do tempo que te atormentava...
Possas sentir a genuinidade nos meus atos
Feitos de afetos e carinhos
Na liberdade pendurada em mim
Entre promessas feitas refeitas de amor...
Onde somos parte de mesmo mundo.
Neste amor que não padece
Mas que floresce como um jardim
Onde o jardineiro cuida e ama as suas flores.
Em que conjugo o verbo nós
No ardente desejo de paixão, no verbo amar!
Vivo sempre em processo de mutação .... é sempre eu que tenho que me adaptar ao meio, pois o meio nunca se adaptou a mim.
A melhor lembrança gastronômica que tenho vem da infância: Comer acaçá na cidade de São Félix (BA) no dia de Cosme e Damião. Acaçá é feito de milho e enrolado em folha de bananeira.
A rápida migração do rural para urbano apagou memórias e tradições. Hoje, poucos sabem o que é acaçá. Eu não sei onde tem. E quem sabe?
Amado Mestre, O que é o amor?
Por que tenho tanto medo do amor?
Porque o amor se parece com uma dor insuportável?
Você pergunta: “O que é o amor?” É o profundo desejo de ser uno com o todo, o profundo desejo de dissolver o Eu, o Você, em uma unidade. O amor é isso, porque estamos separados da nossa própria origem, por isso, sente-se a necessidade de se voltar para um todo.
Se você arrancar uma árvore, ela sentirá o grande desejo de enraizar no solo, porque esta é sua verdadeira vida. Agora ela está morrendo. Separada a árvore não pode existir. Ela tem que existir na terra. Isso é amor.
Seu ego se tornou uma barreira entre você e a sua terra, o todo. O homem está sufocado, ele não consegue respirar, perdeu suas raízes.
O amor é um desejo de nutrição; o amor é enraizar-se na existência. E o fenômeno se torna mais fácil de se você cair no polo oposto – é por isso que o homem é atraído pela mulher, e a mulher pelo homem. O homem pode encontrar sua terra através da mulher, ele pode voltar a ficar com seus pés no chão, através da mulher, e a mulher pode por os pés no chão através do homem. Eles são complementares. O homem sozinho é metade. Quando essas duas metades se encontram e se misturam e se fundem, pela primeira vez nos sentimos enraizados, com os pés no chão.
Não é somente na mulher que você se enraíza; é através da mulher que você se enraíza em Deus. A mulher é simplesmente uma porta, o homem é simplesmente uma porta. O homem e a mulher são apenas portas para Deus. O desejo de amor é o desejo de Deus. Você pode entender isso, ou não pode entender, mas o desejo de amor realmente prova a existência de Deus. Não existe nenhuma outra porta.
Porque o homem ama Deus é. Porque o homem não pode viver sem amor, Deus é. A ânsia de amar simplesmente diz que sozinhos nós sofremos e morremos, juntos, nós crescemos, somos nutridos, realizados, preenchidos.
Você pergunta: “O que é o amor? Por que tenho tanto medo do amor?” É por essa razão que a pessoa tem medo do amor – porque no momento que você entra na mulher, você perde seu ego, e a mulher quando entra no homem, perde seu ego.
Agora isto precisa ser entendido: você pode estar enraizando no todo, somente se perder você mesmo; não há outra maneira. Você é atraído em direção ao todo por estar se sentindo desnutrido, e então, quando chega o momento de desaparecer no todo, você começa a sentir muito medo. Um grande medo surge porque você está perdendo a si mesmo. Você recua. Este é o dilema. Todo o ser humano tem que encarar isso, passar por isso, entender e transcender isso.
Você precisa entender que ambas as coisas estão surgindo da mesma coisa. Você sente que seria lindo desaparecer – nenhuma preocupação, nenhuma ansiedade, nenhuma responsabilidade. Você se tornará parte do todo, como as árvores e as estrelas. A simples ideia é fantástica! Ela abre portas, portas misteriosas para dentro de seu ser, ela da nascimento à poesia. Ela é romântica. Mas quando você realmente mergulha nisso, surge o medo de que: “Eu vou desaparecer, e quem sabe o que vai acontecer depois.”
É como um rio alcançando o deserto, ouvindo o sussurrar do deserto. O rio hesita, quer ir além do deserto, quer ir em busca do oceano; sente que existe um desejo, um sentimento sutil, uma certeza e uma convicção de que “meu destino é ir além!” nenhuma razão possível pode ser apontada, mas existe uma convicção interior de que “eu não terminarei aqui. Tenho que continuar procurando algo maior.”
Alguma coisa lá no fundo diz: “Tente energicamente! E transcenda esse deserto”.
E então o deserto diz: “Ouça-me: o único jeito é evaporar-se, entregando-se aos ventos. Eles o levarão além do deserto”. O rio quer ir além do deserto, mas a duvida é muito natural: “Qual é a prova, a garantia que depois os ventos permitirão que eu volte a ser um rio? Uma vez que eu tenha desaparecido, não estarei absolutamente controlando a situação. Então qual é a garantia que eu me tornarei novamente o mesmo rio, com a mesma forma, com o mesmo nome, o mesmo corpo? E quem sabe? E como poderia confiar que, uma vez que eu tenha me rendido aos ventos, eles permitirão que eu volte a me juntar?” este é o medo do amor.
Você sabe, está convencido de que sem amor não há vida, sem amor você permanece faminto por algo desconhecido, permanece insatisfeito, vazio.
Você é oco; você apenas um recipiente sem conteúdo. Você sente o vácuo, o vazio e o tormento disso. E você está convencido de que existem meios capazes de preenche-lo.
Mas quando você se aproxima do amor surge um grande medo, surge a dúvida: se você relaxar, se realmente mergulhar nele, será capaz de voltar novamente? Será capaz de proteger sua identidade? Vale a pena correr esse risco? E a mente decide não correr esse risco, porque pelo menos você é subnutrido, mal alimentado, faminto, miserável – mas pelo menos você é. Desaparecendo em algum amor, quem sabe? Você iria desaparecer, e qual é a garantia de que haverá felicidade, haverá beatitude, haverá Deus?
É o mesmo medo que uma semente experimenta quando começa a morrer no solo. Isso é morte, e a semente é incapaz de conceber que haverá vida surgindo desta morte.
Nos últimos dias tenho dormido tarde da noite e dormido durante a tarde do dia. Tenho lido muito e também me silenciado. Ando um tanto perturbada com essa vida cagada.
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