Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem
COMO LUTAR POR UM DIREITO É TÃO DIFICIL
Tenho presenciado através de todas as mídias noticias de movimentos por melhores condições de trabalho de várias categorias de trabalhadores.
O que posso notar é que a uma dificuldade enorme de se conseguir as reivindicações que cada categoria quer e precisa para melhorar, mesmo que estas reivindicações sejam simples e por direito.
Há categorias que estão abandonadas quanto aos seus direitos mais básicos, seja na falta de condições de trabalho, seja na falta de remuneração digna por seu trabalho, seja no abandono de investimento e a falta de interesse que esta categoria se desenvolva.
Vou citar, por exemplo, no caso dos professores.
Qual é o problema que não se pode realmente conceder os direitos a que esta categoria tem por lei?
O que é tão complicado e difícil de ser feito para que esta categoria seja vista com outros olhos quando ela reivindica um direito tão básico para seus integrantes?
Qual o problema em lutar por uma melhora de qualidade e vida em sua profissão?
Por que lutar por direitos que são verdadeiros torna estas pessoas mal vistas e associadas a uma ideia de que querem simplesmente causar problemas?
Com a palavra as autoridades.
Que elas expliquem o porquê de tantas perguntas ficarem muitas vezes sem respostas. E quando estas perguntas são respondidas sempre há uma desculpa para a não solução deste problema.
Vejo desculpas das mais esfarrapadas e sem o menor consenso muitas vezes, sempre há desculpa de falta de recursos financeiros, sempre se associa a solução a outras questões que nada tem haver com a categoria, são criadas e inventadas as mais diversas formulas magicas para iludir e sempre postergar as reivindicações.
Muitas vezes é usado a coação e todo tipo de pressão psicológica para que a pessoa desista de suas reivindicações e usado para isso mecanismos que estas autoridades têm em suas mãos.
Se for um direito adquirido da categoria, o porquê destas reações destas autoridades?
Aonde esta a tão falada boa administração para a coletividade? Ou estas pessoas não fazem parte desta coletividade?
Não seria melhor, em vez de pressão, uma boa e justa negociação para a solução de um grave problema? De que adianta fechar os olhos para uma situação desta, se vemos que a cada dia, este profissional esta cada vez mais desiludido com sua profissão (não a profissão em si, mas como ela é vista e tratada), Como todos nós seja como sociedade organizada podemos cobrar um serviço de qualidade se nem o direito deste profissional é atendido.
Esta categoria não pede favores, pede simplesmente que seja valorizada e respeitada em seus direitos válidos perante a lei.
As "autoridades" não têm de ser boazinhas ou fazer favorzinhos não, não faz mais que a obrigação de respeitar e cumprir com seu trabalho corretamente, afinal é para isso que estão lá. Não se pode pensar de outra forma não! Nenhuma destas “autoridades” tem que ser confundidas como se fossem um amigo, um irmão, ou uma pessoa que esta fazendo um grande favor por sua coletividade, ela é simplesmente uma pessoa que tem que cumprir a lei e ver o que é melhor para dar uma vida melhor a seus cidadãos.
Os recursos são públicos e são eles que pagam estas melhorias não esta autoridade, jamais caia nesta conversa, não se deixe iludir. Que haja a tão propagada transparência nas atitudes, mas que de transparente não tem nada na verdade.
" Quando vejo alguém sofrendo, penso em questionar Deus, mas ao mesmo tempo que direito tenho de interferir no andamento da vida...
Resposta ao amor:
Sou poeta louco.
Tenho lá meus defeitos,
mas em ti amor, sou direito.
Se em palavras te escrevo e falo,
nos meus atos te grito e não me calo.
Incoerente eu sei que sou,
pois por ti já sofri de dor
Mas existir sem ti, não posso.
Venha amor e faça de mim sua morada.
A tudo que fiz em vida
Nunca fiz nada direito
Apesar de ter feito
Com todo o amor
Que tenho no meu coração
A causa dessa imperfeição
Creio que se deva ao fato
do meu coração também
Ser algo um tanto imperfeito
repleto de amor perfeito
Porém, com o tempo
Esse amor
Por tanto ser preterido
Foi ficando
Cada vez mais escondido,
machucado, rarefeito
Eu acho que todos pensam
Ser de pedra ou de borracha
Essa coisa que eu trago no peito
e por mais que eu tente
demonstrar
Eu sempre erro, não tem jeito
Resignado, então, eu aceito
Esta porção de ingratidão
Que me chega todo dia
Faço cara e alegria
Engulo a tristeza
e digo a mim mesmo:
-Bem feito!
MÁGOA DE PAPEL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Faço todo silêncio a que tenho direito,
pra falar sem palavras e nenhum temor,
sobre a mágoa que trago no sótão do peito;
amordaço e não deixo escapar o clamor...
Isso cabe ao papel; nele posso compor
uma prosa, um poema para dar meu jeito
e pintar de magia os contornos da dor;
só chorar solitário, nos braços do leito...
Aprendi esta forma de fluir lamentos;
minha escrita se adorna dos breves momentos
dessa doce utopia de só ser escrita...
Estes versos endossam a minha missão;
dou às pautas os males do meu coração;
suavizo com letras o que sangra e grita...
Sonho sempre colorido, sempre com tudo que tenho direito e quando ele se torna realidade já sei com que cores vou pintar.
No vasto campo da liberdade, agora me encontro,
Tenho o direito de seguir meu próprio caminho,
De não amar, se assim o coração não pedir,
Ou de me entregar ao amor, sem receios a reprimir.
Sou dono dos meus sonhos, posso conquistá-los,
Voar sem amarras, ser livre em meus passos.
Sorrir é meu privilégio, brincar é meu deleite,
Amar e ser amado, em um ciclo perfeito.
Caminho sem amarras pelo mundo a rodopiar,
Olho nos olhos, sem medo de me perder,
Escolho minhas respostas, sou mestre do sentir,
Digo não quando necessário, sem me arrepender.
Com honestidade, trilho meus dias,
Sem ferir, sem magoar, em verdadeiras vias.
Sou eu mesmo, sem máscaras, sem mentiras,
Na plenitude da liberdade, onde a alma respira.
Eu sumo e demoro a aparecer, porque sei que não tenho ninguém, muito menos alguém que sinta a minha falta. Então não faz diferença estar presente nos lugares.
Ninguém morre por gostar e não ser correspondida…não posso morrer disto…tenho saudades de não sentir isto…tenho saudades de não estar presa a alguém…tenho saudades de não pensar…tenho saudades de ser só eu…raios…de não esperar nada de ninguém…tenho saudades…apenas saudades de não gostar…saudades…saudades daquilo que era antes de te conhecer e me entregar!
Não tenho mágoas no coração, não desejo mal a ninguém...
aprendi muito cedo que manter o espírito livre de sentimentos
negativos traz serenidade ao coração, nos permite usar o tempo de forma saudável e abranda os pensamentos menos nobres a nós dirigidos.
Cika Parolin
A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira.
A. impossibilidade de participar de todas as combinações em desenvolvimento a qualquer instante numa grande cidade tem sido uma das dores de minha vida. Sofro como se sentisse em mim, como se houvesse em mim uma capacidade desmesurada de agir. Entretanto, na parte de ação que a vida me reserva, muitas vezes me abstenho e outras me confundo. […] A ideia de que diariamente, a cada hora, a cada minuto e em cada lugar se realizam milhares de ações que me teriam profundamente interessado, de que eu certamente deveria tomar conhecimento e que entretanto jamais me serão comunicadas — basta para tirar o sabor a todas as perspectivas de ação que encontro à minha frente. O pouco que eu pudesse obter não compensaria jamais esse infinito perdido. Nem me consola o pensamento de que, entrando na confrontação simultânea de tantos acontecimentos, eu não pudesse sequer registrá-los, quanto mais dirigi-los à minha maneira ou mesmo tomar de cada um o aspecto singular, o tom e o desenho próprios, uma porção, mínima que fosse, de sua peculiar substância.
Para demonstrar o erro era preciso alguma coisa mais do que arruaças e clamores.
-Tu as eu tort. Tu auras de la peine. J'aurai l'air d'être mort et ce ne sera pas vrai...
Moi je me taisais.
-Tu comprends. C'est trop loin. Je ne peux pas emporter ce corps-là. C'est trop lourd.
Moi je me taisais.
-Mais ce sera comme une vieille écorce abandonnée. Ce n'est pas triste les vieilles
écorces...
Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras... O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente ESTÁ...
Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre. Que o medo não tenha tanto poder sobre nós... E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.
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