Nao sei o que fazer tenho dois Amores
As Cicatrizes do Passado
Ainda a resquícios dos abusos sofridos;
E tem coisas que não tenho coragem de falar;
È porque não quero me envergonhar e chorar;
Mas desejo mudar, podem até ignorar ou julgar;
Os problemas estão ocultos e acho um absurdo;
O meu lado obscuro e um pouco sujo e imaturo;
Quando estiver pronta eu pretendo dialogar;
Não importa o que vão pensar ou questionar;
E vai ter alguém para me escutar e me respeitar;
Ainda estou suprimindo o que sinto e imagino;
Às vezes tenho comportamento do abusador;
E vejo a dor que ele causou e também manipulou;
Após tocar o terror, agiu como acusador e me difamou;
Ao ter alguns ataques de fúria, vejo uma mulher bruta;
E costumo ser da mesma forma descontrolada;
E fico inconformada por ser tão autoritária;
Com esta atitude impregnada e condicionada;
Observo uma pessoa indignada e chateada;
As cicatrizes são meras feridas não sadias;
Se você olhar, vai lembrar-se das lutas vencidas.
Autora: JOTA EME RESILIENTE
Tenho
Uma profunda compaixão
Por pessoas que não crescem...
Não fortificam-se e nem florescem
E do canto frio não se aquecem!
Não acredito na sorte e nem tenho medo de azar, porém não posso negar:
Sou supersticioso, mesmo acreditando que sou senhor de meu destino e que nem macumba pode me derrubar.
"Não tenho como apreciar as tuas curvas sem antes enxergar a verdade da tua alma. Gosto de apreciar e contemplar a carne, mas admiro profundamente a beleza da alma."
Lenilson Xavier (25/12/2016 - às 23:50)
Não dá pra ficar assim
Assim como tá não dá pra ficar
Tenho muito
muito pouco
O pouco que tenho
quero dividir contigo
Até transbordar.
udo que é lançado, volta?
Volta! Más não é regra escrita. Não se deve levar ao pé da letra. Tenho acompanhado esses dias com muita resignação, pessoas que estão passando situações complicadas, por conta de coisas que não quiseram vigiar e hoje estão recebendo na mesma moeda. É aquele tal lance " Quem plantou, colhe". Coloquei entre ASPAS, porque nem tudo é dessa forma. A volta das coisas depende única e exclusivamente de como se porta com relação aos seus atos. Se houve arrependimento sincero ou não? Se acha justo, se está nem aí, e diversas coisas.
A gente é produto do meio - disso ninguém escapa! Todavia, tem uma condicional : Podemos participar do meio sendo totalmente influenciável ou agindo como dono de si; aceitando o que é certo e rejeitando o errado. Se voltou e cobra seu preço justo, é porque não se mudou nada desde as primeiras ações erradas. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém e nem conviver com todos,só porque tem de ser assim... Más, agir premeditadamente dia a dia, afim de prejudicar, fofocar, menosprezar e/ou afastar pessoas, só porque não curte ( o santo não bateu ) dá nisso. O RETORNO.
E, como se sabe que não foi arrependimento sincero? Fácil, quando a própria pessoa não acha justo o que sofre.Eu cansei de pisar na bola na vida, percebi mais tarde que quando deixei de lutar contra - as coisas aconteciam, de alguma forma eu já estava consciente do valor das cobranças, agia resignado e assim não culpava os outros, percebi também que pouco a pouco ia passando e uma etapa a mais seguia adiante. Quando não reflexionamos os atos, demora muito mais à passar, se eu quiser arrumar culpados, consigo fácil. Desculpas? Mil e umas. Razões verdadeiras? Nenhuma, só a minha mesmo.
Se quer prejudicar mesmo alguém, pelos seus próprios motivos, não justifique os meios pelos fins. "Que homem é o homem que não faz o mundo melhor?"
Fico aqui com pensamento do (Rei Balduíno IV)
"Um rei pode induzir um homem, um pai pode assumir um filho, mas o homem também pode mover-se, e só então, ele realmente começa seu próprio jogo. Lembre-se que independente da forma como forem jogados ou por quem, sua alma pertence apenas à você, mesmo que aqueles que te induzirem a jogar sejam reis ou homens de poder. Quando você estiver diante de Deus, você não pode dizer: "Mas me foi dito por outros a fazer assim", ou que a virtude não era conveniente no momento. Isso não será suficiente. Lembre-se disso."
Ver-te é um prazer!
A noite vem chegando,
Mas não tenho você comigo,
Chega a ser angustiante...
Apenas olhando para o céu,
Me sinto aliviado,
Ver a lua e todas as estrelas...
Imagino você comigo,
Deitado ao luar,
Sem palavra alguma a se falar!
Penso demais,
No que vai ser de mim,
Se mais uma vez
Passar e não te abraçar,
Pois não sentir teu calor
És um pavor...
Mas sempre ao pensar,
Vejo a tua face e posso admirar...
Pouco pode ser,
Mas és difícil te encontrar,
Até porque pouco há vi,
Mas mesmo assim aconteceu,
O que tanto temia,
Comecei a gostar...
Sem ao menos saber
Se de fato é o teu mesmo querer,
És um medo,
Tão supremo,
Que invade o meu interior...
Mas fui capaz
E voltei a gostar
De um alguém
Que a muito tempo encantou
Todo o meu ser...
Esqueci do que passei,
Resolvi toda aquela dor...
Que hoje se tornou amor,
Sei ainda, que não consegui de fato,
Mas, ao menos tentarei
Enquanto houver esperança!
Ser daltônico é a única chance que tenho de não ver as cores nas suas engessadas representações políticas e suas respectivas hierarquias estéticas tão vorazes. Vou começar a pintar outro arco íris por aí. Aceito tintas incolores.
EU
Já não tenho tanto MEDO
De viver....
APRENDI
Sempre a florescer...
E como sempre nos lugares mais
IMPOSSÍVEIS onde a vida persiste em me semear...
Na esperança do meu BROTAR.
Já não tenho muitas coisas para explicar para a vida e para o mundo.
Pois o inexplicável já foi feito: "eu".
E nele eu sou inteira nos meus muitos "eus".
Quanto mais tento entender as pessoas,
mais $ tenho que aprender a somar.
Sentimentos que já não valem nada, me dá nojo!!!!
Eu sou essa que você vê .
Não tenho nada
Não quero nada
Não sou nada ...
Mas meu coração menino
moleque traquino
puro , simples , humilde...
Pertence a todos vocês.
Coisas que não tenho
Não tenho sorte, faço das coisas da vida minha sorte.
Não tenho sonhos, faço das minhas capacidades meus sonhos.
Não tenho destino, faço das minhas viagens meu destino.
Não tenho irmãos, faço das minhas canetas meus irmãos.
Não tenho pais, faço dos meus pais minha mente.
Não tenho amigos, faço dos meus livros meus amigos.
Não tenho inimigos, faço das coisas ruins meus inimigos.
Não tenho casa, faço do meu coração minha casa.
Não tenho medo, faço de me mesmo meus medos.
Não tenho capacidade, faço das coisas que conquisto minha capacidade.
Não tenho ouro, faço dos meus estudos todo ouro que preciso.
Não tenho vida, faço das coisas minha vida.
Não tenho ódio, faço as pessoas entender que ódio não e bom.
Não tenho esperança, faço das estrelas minha esperança.
Não tenho um amor, faço da lua meu grande amor.
Não tenho admiradores, faço de me mesmo meu admirador.
Não tenho fama, faço de tudo minha fama.
Não tenho profissão, faço das minhas artes minha profissão.
Não tenho alegria, faço do meu sorriso minha alegria.
Não tenho armas, faço da minha Fé minha arma.
Não sou tudo que as pessoas pensam, mas tudo que não pensa.
Não tenho o que não quero ter, mas tenho tudo e não tenho nada.
Se eu conseguir realizar os meus sonhos, amém! Mas se não conseguir, continuarei orando, pois tenho um Deus especialista no impossível.
I
Eu tenho quinze anos
E sou morena e linda!
Mas amo e não me amam
E tenho amor ainda.
E por tão triste amar,
Aqui venho chorar.
II
O riso de meus lábios
Há muito que murchou;
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem matou;
Ao riso, que morreu,
O pranto sucedeu.
III
O fogo de meus olhos
De todo se acabou,
Aquele que eu adoro
Foi quem o apagou:
Onde houve fogo tanto
Agora corre o pranto.
IV
A face cor de jambo
Enfim se descorou,
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem a desbotou:
A face tão rosada
De pranto está lavada!
V
O coração tão puro
Já sabe o que é amor,
Aquele que eu adoro
Ah! Só me dá rigor:
O coração no entanto
Desfaz o amor em pranto.
VI
Diurno aqui se mostra
Aquele que eu adoro;
E nunca ele me vê,
E sempre o vejo e choro;
Por paga a tal paixão
Só lágrimas me dão!
VII
Aquele que eu adoro
E qual rio que corre,
Sem ver a flor pendente
Que ti margem murcha e morre:
Eu sou u pobre flor
Que vou murchar de amor.
VIII
São horas de raiar
O sol dos olhos meus,
Mau sol! Queima a florzinha
Que adora os olhos seus:
Tempo é do sol raiar
E é tempo de chorar.
IX
Lá vem sua piroga
Cortando leve os mares,
Lá vem uma esperança
Que sempre dá pesares:
Lá vem o meu encanto,
Que sempre causa pranto.
X
Enfim abica a praia,
Enfim salta apressado.
Garboso como o cervo
Que salta alto valado:
Quando há de ele cá vir
Só pra me ver sorrir
?
XI
Lá corre em busca de aves
A selva que lhe é cara,
Ligeiro como a seta
Que do arco seu dispara:
Quando há de ele correr
Somente para me ver.
XII
Lá vem do feliz bosque
Cansado de caçar,
Qual beija-flor que cansa
De mil flores a beijar:
Quando há de ele, cansado,
Descansar a meu lado?
XIII
Lá entra para a gruta,
E cai na rude cama,
Qual flor de belas cores,
Que cai do pé na grama:
Quando há de nesse leito
Dormir junto a meu peito?
XIV
Lá súbito desperta,
E na piroga embarca,
Qual sol que, se ocultando,
O fim do dia marca:
Quando hei de este sol ver
Não mais desaparecer?
XV
Lá voa na piroga,
Que o rasto deixa aos mares,
Qual sonho que se esvai
E deixa após pesares:
Quando há de ele cá vir
Pra nunca mais fugir?...
XVI
Oh bárbaro! Tu partes
E nem sequer me olhaste?
Amor tão delicado
Em outra já achaste?
Oh bárbaro! responde,
Amor como este, aon
de?
XVII
Somente pra teus beijos
Te guardo a boca para;
Em que lábios tu podes
Achar maior doçura?...
Meus lábios, murchareis,
Seus beijos não tereis!
XVIII
Meu colo alevantado
Não vale teus abraços?...
Que colo há mais formoso,
Mais digno de teus braços?
ingrato! Morrerei...
E não te abraçarei.
XIX
Meus seios entonados
Não podem ter valia?
Desprezas as delícias
Que neles te ofrecia?
Pois hão de os seios puros
Murcharem prematuros?
XX
Não sabes que me chamam
A bela do deserto?...
Empurras para longe
O bem que te está perto?...
Só pagas com rigor
As lágrimas de amor?...
XXI
Ingrato! Ingrato! foge...
E aqui não tornes mais,
Que, sempre que tornares,
Terás de ouvir meus ais:
E ouvir queixas de amor,
E ver pranto de dor...
XXII
E, se amanhã vieres,
Em pé na rocha dura
'Starei cantando aos ares
A mal paga ternura...
Cantando me ouviras,
Chorando me acharás!...
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