Nao me Peca pra te Esquecer
Dizem que beijar faz bem pra esquecer
E que a bebida ajuda a aliviar
Mas quando se trata dela
É difícil de remediar
Se Eu Pudesse Te Esquecer
Se eu pudesse te esquecer,
Jamais lembraria de mim,
Desconheceria o meu próprio ser,
Se um dia eu vier te esquecer.
Se eu pudesse te esquecer,
Meus dias seriam prolixos,
Deveras vazios,
E não tinha como preencher.
Se eu pudesse te esquecer,
Tudo de bonito iria embora,
Todo meu corpo jogaria fora o cérebro,
Se ele de ti te esquecer.
Se eu pudesse te esquecer,
Ah! Se eu pudesse te esquecer,
Mil vezes de ti lembraria.
Tantas mentiras criadas, tantas verdades que eu gostaria de esquecer. E agora ele volta com tudo e da pior maneira possível.
Uma coisa que existe: memória. Porque está tudo a ser dito sucessivamente (tempo, mesmo partindo da hipótese de que não pode ser tudo sido ao mesmo tempo, isto é, que tempo é as palavras que me faltam). Memória, ou tempo, ou palavras, ou a falta de as palavras ou de qualquer coisa, alguma coisa existe : a falta de alguma coisa. Parei um pouco para pensar e esqueci-me de tudo...
Olha a mensagem que chegou
Um coração vermelho e um “oi, amor”
Logo agora que eu tava te esquecendo
Você vem do nada
Já esqueceu que me deixou sofrendo
Tenho vontades
Tenho saudades
Tenho temores
Tenho tremores
Vontade de viver, de rir
Saudade de meu Pai, Saudades da velha Isaura que passava roupas com ferro a brasas, de minha Avó Idalina...
Temor de perder, de esquecer...
Tremor de frio, de alegria, de vontades.
Um poema esquecido.
Extrai das flores...
Um poema perfumado...
Fechei os olhos...
Mergulhei no perfume dos amores...
Me entreguei de corpo e alma...
Consciente e objetivo...
Sofri....
Porém não olhei nada em volta...
Amarrei um laço...
Na anca do meu cavalo...
No upa-upa....
Cavalguei e chorei...
Sonhos levados..
Sonhos esquecidos...
Sonhos abandonados....
Meu infinito poema...
Perdeu seus odores no passado...
Era tão aromatizado..
Que agora está...
Inolente e mal cuidado...
Armazenei e guardei...
Bem fechado ali deixei...
O tempo passou...
Abri aquele poema...
Embolorado e sujo estava...
Os sonhos e ideias...
Neutralizou-se pelo tempo...
As letras foram lavada e levadas...
Sem cores...
Tudo ficou um horror...
Das flores sugadas...
E não mais....
Se perfumou....
Autor Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
POEMA - MEU QUERER
Queria...
Queria que soubesse o quanto amei você
Mas o tempo foi passando e queria te esquecer
Tentei ao máximo
Te substituir
Mas acredite não foi possível
É você que me faz sorrir.
Compilamos a nossa existência com a dos outros e , por vezes, esquecemos-nos de existir por nós mesmos...
Nós só podemos lutar para esquecer nossas dores e nossos sofrimentos, para superá-los, mas nunca vingá-los. Agarrar-nos a esperança, por menor que seja, e, entretanto, de vez em quando, só de vez em quando, tentar voltar a se sentir como uma mulher.
Uma hora você terá que viver,
esse sentimento que, supostamente,
você tenta esquecer.
Tu vai continuar a se sabotar,
vai correr, deixar o tempo passar,
mas é inevitável meu bem,
cedo ou tarde, a esquina da tua vida
eu vou cruzar...
Pode esperar.
Mas você, melhor do que ninguém, sabe que aquele papo de que "você vai esquecer isso" é lorota... Você não vai esquecer nada!
Com o tempo vai deixar de doer, mas antes, você vai se acostumar com a dor. Não se esquece parte da tua história, afinal, somos feitos disso, de lembranças.
Irá chorar, quase todo dia, vai sofrer, vai desejar morrer, vai tentar dar o troco. Ih... essa será a pior fase. Mas quer saber? Vai passar! Vai por mim, vai passar.
Quando acontecer, será no devido tempo e, quando você lembrar de lembrar, ou apenas de não esquecer, irá sorrir.
Decepção só mata quando é auto, Ame-se e lembra-te sempre que: Você não vai esquecer, mas que vai passar.
