Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
A sua decisão interior já é manifesta por todas as nações; portanto se há uma única decisão que vem adiando, não será um final para sua conduta, se adiar por mais, considere um fim para um começo significativo, tome-á agora mesmo e siga adiante.
- À Mesa -
soneto
Na Solidão da mesa dos meus sonhos
há um hoje tão diferente que pensei viver,
ausência de ternura, d'olhares risonhos,
só há amargura e desejo de morrer!
Há mesa do que sou não há nada do que fui
e a quietude do nada que acontece é fria,
da dor à melancolia, tudo me possui,
tantas vezes que o disseste e eu não via!
Agora é tarde! Não me tenho nem a ti!
E o que tenho afinal não vale nada
porque afinal do teu amor me perdi.
Estou sentado à mesa com a solidão
e na penumbra dos meus olhos consagrada
vou bebendo do meu próprio coração ...
Há coisas que fluem como rios, outras que esperam como pontes. A vida das coisas se pende por um fio se te calas.
Há momentos na vida, em que nada parece ter sentido, são nestes momentos que Deus espera seu filho pródigo voltar, pedindo seu auxílio... Só sofre aquele que se afasta do Pai, pois a sua graça é tão grande, que ao permanecer ao seu lado, nada pode nos atingir, porque Nosso Papai Celeste nunca nos desampara e estando ao seu arreador não somos atingidos por nada. Permaneça em Deus e em Cristo, que maravilhas acontecerão!!!
Há quem se encante
por aparências e vaidades ...
Há quem se encante
por futilidades e inverdades ...
Mas há os Raros
Os Nobres de espírito
Que fazem questão de carregar
em sua alma :
A beleza e grandeza da vida
na sua mais perfeita Simplicidade.
No resplendecer de um novo dia sempre há uma coisa a se contemplar
Nos primórdios foi contado que nessa perfeita a vida era infinda por muitas vezes o pecado não predominou
Os reinos não eram abalados por seis erros, nada podia provocar a discórdia ou ódio
Conforme as eras foi passando a criação se deu conta que sua liberdade era demais, que poderiam ir além do que se podia imaginar
Citada em medievos a história dessa criatura cadavérica, por muitas vezes escabrosa e nunca citada nós livros da escritura da vida
Coberta pelo seu manto negro sedeiro forrada como as trevas da noite, sombra invisível nós dia de angustia e alegria
Ostenta em sua mão uma gadanha com maestria e vocação como uma dança com sua enorme foice, ostentar a guiar almas perdidas ao seu inevitável fim
No ocidente de túnica ela cavalga chegando ao reino que um dia foi de paz e verdade, em que se matava por nada e feria-se sem motivo algum
Ceifeiro da madrugada como peste nesse mundo antigo sua praga espalhou e milhões por vários reinos se espalhou
O anjo do abismo em terras secas e sem manjares um dia encontrou, um ser que tornou ao longo de suas ações a tornaram menos egoísta do que era
Acostumada a desembainhar sua foice torta afim de pôr o fel na boca, és que um dia aos poucos viu seu trabalho desfeitos com portentos
Ai que chega o dia do anjo lhe visitar que o administrador nomeado para a punição particular do pecado, chegou sem sorriso sem tristeza
Como um caçador a frente de sua caça, a extinção pela boca lhe aguarda
Descabido o acontecido, o guia da alma não teve seu resultado como esperado assim como a ave do paraíso volta a vida
Sua lógica foi quebrada provado que a morte não é o fim e vencida um dia ela foi com o sangue derramado
O dom foi subestimado sua foice foi torrada, sua túnica descoberta sua máscara caiu pela cruz derrota
Praticar a palavra se seduzir pela verdade, tirar os ensinamentos de algo maior assim como água no poço, beba a palavra
A morte essa história a propagar essa, a todos que antes a executar que um dia por um sujeito ela se fez a flagelar
A procurar por ele até hoje a cadaverosa a navegar, por reinos e vilarejos a buscar sem saber a esperança a que um dia no juízo pode realmente deparar.
Há loucuras
Mais...
Há sonhos !
Há sonhos e loucuras.
E vivo
Diferentemente nós
Somos,
O que deu e o que não deu.
Ficou
Simples assim:
Restou, sonhos !
07/07/2017
Há aqueles que me amam indiretamente, rondando...
Na conversa com minha mãe, quando passa na avenida ou naquele olhar no qual quase julgo indiferença.
"Há dias que Preciso escrever muito, mas ao mesmo tempo, escrever muito é entregar muito de mim." - MCA
