Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Amor ? Ah o Amor, para ele, não há tempo, não há barreira, não há como não ser. Para o Amor verdadeiro, nunca é tarde demais.
Não sou Maluca!
Escrever um poema para te, há! como poderia? Para isso teria que me afogar em um Aurélio, e selecionar das mais ricas palavras em significados, nada muito comum, pois assim me sentiria lhe menosprezando em sentimentos, então pode esquecer, não me arriscaria colocar tal amizade em jogo, ao escrever um poema em versos sem rima.
Não há prévias garantias de êxito nas decisões, mas toda sábia postura sempre é precedida de profunda reflexão!
Isso é consequência de uma vida que sempre esteve na escuridão. E para isso não há plano de volta... Não hoje e nem aqui.
Nesses tempos modernos primatas não tenho coragem nem de parar para dar informação há alguém na rua. Com medo de vira coxinha!
"Por mais dificil que seja caminhar, não pare, ha sempre a possibilidade de esbarrar em algo inesperado e surpriendente no meio do caminho"
26/06/12.
No encontro de uma Constante - Mundo perturbado
Há algumas palavras que não querem sair
Momentos apenas idealizados
Faces apenas pintadas na imaginação
Abraços e compaixão apenas negada.
Vamos brincar de acreditar no destino
Sentir o vento e as correntes marítimas
E seguir seu fluxo sem relutar?
Os beijos vistos, trazem os nossos que não estão existindo.
E esse descompasse na dança maluca
Causa uma pequena dor sem importância
Que um dia vai crescer até se tornar
Um motivo mortal de uma partida sem ida.
Mundo perturbado que absorve uma energia
Que não lhe pertence.
Mundo perturbado que não conta suas regras
Apenas ensina por rasteiras e enganos.
Mundo perturbado que passou a existir
Quando amar passou ser meu objetivo de acordar.
Mundo perturbado que acerta mesmo errando
Ou é apenas uma forma de tornar tudo justo?
Mundo perturbado que daria de tudo um pouco
Para descobrir um pouquinho e sair do meu normal.
Vou fugir um pouco e acreditar na dor
Acreditar nas poucas regras que conheço
Partir sem volta e espalhar minhas palavras
Até que o vento leve aos seus ouvidos
Nos levando naquele local que sussurrei que gostaria de lhe levar
Um dos poucos lugares onde posso me esconder sem me preocupar.
Estou seguindo a maré, mas estou contra sua corrente
Alguém me disse que seria diferente
Mas é uma diferença tão igual.
Mundo perturbado
Vamos brincar de acreditar no destino
E viver aqueles momentos idealizados?
Silêncio
Pergunto-me como fui gostar assim de você
Disseram-me que não há como imaginar
É apenas uma reciprocidade
Um entrelaçamento ou um simples acaso.
O sentimento veio e invadiu meu silêncio
Levou para longe tantas inseguranças.
Gritou com meus medos.
Fico com medo, tenho medo
É um medo que me faz ficar
E não há porque fugir
Quero que esse algo
Leve-me para algo além
Que o nada tem me mostrado.
Compartilhar palavras, momentos, abraços, sorrisos
Um pouco da minha existência.
Se for pelo beijo que descobrimos
Talvez possa lhe dizer, sussurrar na sua alma
Que quero ficar.
E se você não quiser nada disso
Não vou chorar nem lamentar
Seria injusto culpar o mundo
Pela oportunidade
De conhecer o paraíso
Naquele seu olhar
Que em um instante redescobri minha constante.
Mas amor é amor, não se perde
Sempre será seu
E mesmo que não use
Estará sempre contigo e você comigo.
E minhas palavras estão circulando no silêncio
Ditas para Lua, entregue ao Mar
Navegando no lago.
E apenas posso dizer
Que tudo seria menos perfeito
Se não houvesse você.
Se prepara irmão, mais uma batalha está por vim, mais não há nada melhor do quer quando chegar a hora, eu estarei preparado
Flor de quintal.
Não há memórias, não há acordos, não há revolta.
Agora, depois de tudo que fiz só restou uma única sobra meio perdida nesse buraco que é a vida: EU.
Depois de um tempo remoto que perdi resolvi retomar. Resolvi voltar a escrever, ou começar, chame a minha volta como quiser. Me auto-titular é um direito meu, não é mesmo? Então não se mova em relação a isso.
Mesmo ainda não tendo a alma absolutamente formada, acho que levo jeito pra escrita e pra mais uma porção de coisas, como a música ou teatro, ou dança. Mas pretendo não ficar precipitando gêneros artísticos para a minha pessoa. Eu entro com todas as imagens e saio com todos os precipícios internos dos outros. Quando enfim me deparo comigo mesma, posso ouvir um grito de guerra. Um grito medroso, mas ainda assim sinto que me é um grito. Um grito interno, manifestado por dentro.
A chuva poderia calar a minha voz. Eu falo alto, e falo bem.
Mas é o contrário por dentro. É o conjunto de uma entrega de céus nublados e eu só me desespero. Ando perdida nesse mundo intermediário, esquisito, preocupante, medíocre.
Ando amando muito também, ainda que por incompleto, eu amo pela metade, amo ás pressas, amo pelo avesso.
E respeito muito a parte desse amor que não te toca.
A janela fechada, lá fora a noite dá o seu show, a chuva surpreende a plateia. Para os desacompanhados, só resta chorar a solidão que a chuva não consegue curar.
Posso pedir para que você me ajude agora. Eu sei que você, seja lá quem você for, se sente encurralado por alguma coisa. Isso é normal, ou não é, talvez seja abstrato...E eu gosto do que me é abstrato.
Não me é anormal
Quando posso passar aí para te tirar do mundo da Lua?
Eu sei, não é assim que funciona. A poesia aqui escrita é retórica. Você não se sente preso? Preso ao caos generalizado dessa vida? Não se sente perturbado pela falta de amor? Que espécie de ser humano você é, daqueles sortudos que não amam ninguém e mesmo assim é amado por todo mundo? Não sei o que pensar.
QUEM É VOCÊ ?
Obrigada por não responder nenhuma dessas perguntas e continuar a leitura. Aqui é tudo ao acaso. Reparou? Não sei o que pensar desta situação, você também não se ajuda.
Tudo começou no comecinho desse ultimo minuto.
Quando lembrei que minha cabeça é mais cheia que o mar.
Não sou exagerada, não. Sou apenas sincera com meus próprios princípios, não sei quais são eles mas aposto que são inconfundíveis.
Minha boca está seca. Preciso de água, não uma água qualquer, preciso de uma água que cure esse vazio. Uma água que me tire desse estado de dormência interior.
Vá dormir! - Eu me falo.
Não quero! - Eu me respondo.
Ah, mas dento de mim há um poço fundo, fundo, fundo...
Eu me digo a verdade.
Na minha solidão
E na essência do meu espírito
não há luz,
é escuro,é tenebroso
oh, eu choro...
choro pelo esquecido,
pelo imaginário,
pela dor...
Sou impedido,
sou interrompido
de chegar a ela...
O amor me esqueceu
me abandonou
me deixou no nada
Busco sua luz
busco no aconchego
nos seus olhos,
na sua alma,
mas você me rejeita,
não aceita, não me dá chance.
Vivo como um nada
vivo como bolhas
que some, que desaparece...
E sinto meu coração,
sinto ele morrer,
sinto ele querendo você,
sinto, sinto,sinto,
oh,sinto a despedida
sinto a solidão da minh'alma.
O amor me deixou
me esqueceu, oh
só me deixou lágrimas,
lágrimas, pesares,
dores e o sofrer
sem você,
sem seu eu...
Não há inocentes. Só há bandidos porque não existem mais mocinhos.
Estive lendo tardiamente uma crônica do REINALDO AZEVEDO,
“Por que o brasileiro não se indigna e não vai à praça protestar contra a corrupção?”
É para ser lido por quem tem capacidade para ler, entender um texto e ter vontade de saber a resposta.
Tenho 3.813 mil “amigos” aqui no meu Facebook e nem 13 costumam ler as minhas postagens de indignação com a corrupção no Guarujá.
Mas eu continuo perdendo a voz, algum tempo e muitos “amigos”, mas não perderei jamais a indignação de ver o meu dinheiro dos impostos nas fogueiras e nos fogos de São João e nos shows caríssimos que resultam nessa “anestesia geral” dada no povão.
O povo não se indigna e vai à praça protestar porque não existe e nunca existiu movimento espontâneo do povo.
O povo vai à rua mobilizado por alguém. No caso, o povo está indo às praças para ver os shows ditos juninos, levado pela atual administração, com a finalidade claramente eleitoreira de reeleição.
De tudo isso, não há o que se esperar do povo, pouco de mim e dos meus 13 amigos e nada dessa massa ignara de guarujaenses que reclamam uns para os outros quando dá, que jamais iriam às praças, porque não se sentem povo, não pagam impostos ou fazem parte dos cerca de 6.000 indivíduos que recebem salários e ou propinas para ficarem calados.
É por esse e muitos outros motivos que eu apoio o Manoel Vergara pra vereador. Não sei se ele é mocinho, vai virar bandido ou vai levar uns tiros.
Uma coisa é certa, não vai ficar exatamente como está e não me diga você que pode ficar pior, isso nós temos que ver.
