Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Escolher batalhar para ser campeão não é uma meta fácil – e, não se iluda, ninguém é campeão só “por sorte” ou por apenas dominar tecnicamente o que faz. Sempre precisará do faro, do apoio e da capacidade de se relacionar com todo o time.
Você não pode negociar com seu estresse. Quando você está no modo de luta ou fuga, a amígdala assume. A amígdala é uma parte pré-verbal antiga do cérebro. É por isso que não funciona quando você simplesmente diz a si mesmo para relaxar (ou pior, quando alguém lhe disser para relaxar). A parte de você estressada não entende o idioma. Em vez disso, temos que mudar o corpo fisicamente ou quimicamente.
Não transfira para Deus seu dever. Não é Ele que deve levar pecadores à igreja; é você, quem deve buscá-los.
Pense nisso...
Pr. Valdemar Fontoura
Não é interessante? Em vez de medirmos uma sociedade segundo critérios econômicos, podemos avaliá-la pelos valores de satisfação, alegria, bem-estar, saúde fisica, mental e social. Pelo seu índice de felicidade.
SONETO COM CHARME
Moço, se no tempo, velho eu não fosse
Onde a dor da saudade a apoderar-me
As recordações a virarem um tal carme
E a lentidão em mim se tornarem posse
Ah! Aquelas vontades já me são adarme
O que outrora me era tão suave e doce
Num gosto acre o meu olhar tornou-se
O espelho, um revérbero, a desolar-me
O meu espírito a tudo acha tão precoce
Já o corpo, cansado, soa em um alarme
Na indagação a juventude que o endosse
Da utopia ao caos dum tão triste arme
Envelhecer, como se não fosse atroce
Então, vetusto, tenhas arrojo e charme!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2016, 18 de novembro
Cerrado goiano
Invejar…
Por ser, não poder ver, num outro ter;
É ter, que em nosso ter, não terá ver;
Devido a esse nosso, pobre querer;
À lei do retornar, tão pertencer!
Por isso se pra ti, queres bom ter;
Aprecia o tal ter, como um bom ser;
Apenas com lindo olhar em teu ver;
Pra que esse olhar pra ti, vá reverter!
Feliz de quem gostar de ver o bem;
Pairar em todo o olhar que puder ver;
Nesta vida de alegria tão pobre!...
Porque irá receber o quem si tem;
Com um dobrado pagar que tão vem;
Pagar-lhe esse seu desejar tão nobre.
Com a alegria de quem em si, tal sentir não tem; nem nunca foi sequer ensinado a tal ter;
Se pra me amar você não serve
Pra beber deixa que eu me sirvo
Cerveja quente e mulher que não ferve
Não indico pra nenhum ser vivo.
No meu copo quero espuma
Loira suada, gelada a zero grau
Porque se não a cobra fuma
Eu faço um fusuê no carnaval.
Seja no copo, na latinha ou no gargalo
A cerveja vai pro ralo
A boca beija, eu deito e rolo
Na quarta feira
Depois do cantar do galo
Aí é que eu quero colo.
SONETO ABSTRATO
Na prosa do poeta, não só tem poesia
às vezes de tão vazia, o abstrato pinda
arremata cada imaginação, e aí, ainda
nada lhe completa, nada tem harmonia
Tu'alma inquieta, o verso na berlinda
a solidão, a lágrima, a dor em romaria
se perfilam no papel em uma rima fria
e assim, a privação na escrita brinda
Neste limitado querer, sem simpatia
o silêncio, o belo, no feio prescinda
e a inspiração, então, fica sem orgia
Aí, o soneto sem quimera, não finda
e os devaneios perdidos na ousadia
sem fantasia, a ausência é provinda
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Dezembro, 09 de 2016
Cerrado goiano
Librianos são pessoas bondosas e perseverantes pois, se têm um objetivo em mente, não desistem até que o possam alcançar e não permitem que as palavras de outras pessoas gerem insegurança ou medo em seu coração.
São pessoas de caráter altruísta e leal, e nunca abandonam alguém que amam. Enxergam a vida de uma maneira pura e não permitem que a maldade presente ao seu redor mude a essência de seu coração.
Librianos não são facilmente feridos por outras pessoas porque acreditam em si mesmos e sabem que a vida dará a cada um o que lhe é de direito.
O que faz de Libra um signo forte: determinação, foco, perseverança e capacidade de atingir objetivos.
RETROSPECTIVA (soneto)
A vida na vinda e ida tem multidões
Não percebi todo o vento a suspirar
Tão pouco todas as cantigas de ninar
Foram cantadas nas minhas emoções
Tive chances no partir e no chegar
Os medos os pus nas contradições
No tempo rompi todas as estações
E nem todas as flores eu pude amar
O trem teve distinto as suas estações
O doce da quimera o seu mel a melar
E o tanto de carinho as suas aluviões
Na curva da esquina, solidão pude visar
Nos prazeres os feitos e as proibições
Porém, primaveras, também, vi florar...
(Nesta retrospectiva particular) ...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
29/11/2016, 10'00"
Cerrado goiano
