Não Existe uma Pessoa Certa
Não
há Cuidado mais Bonito e Charmoso que cuidar de quem não está doente.
Porque existe uma Delicadeza muito extraordinária em oferecer carinho quando ninguém está sentindo dor, em perguntar se está tudo bem quando não há sinais de tristeza, em abraçar sem que exista um motivo aparente e em demonstrar preocupação sem esperar um pedido de socorro.
É que, muitas vezes, aprendemos a cuidar quando a vida nos apresenta uma urgência, quando o corpo adoece, quando a alma desaba ou quando a ausência ameaça levar embora aquilo que a presença não soube valorizar.
Mas o Cuidado mais elegante é aquele que não espera a tragédia bater à porta para se fazer presente.
Cuidar de quem está bem é uma forma bastante silenciosa de dizer: “Eu não preciso que você sofra para reconhecer o quanto você é importante para mim.”
É perceber que o amor não deve ser apenas um alento para as dores, mas também um ingrediente para os dias comuns.
Afinal, ninguém deveria precisar adoecer para receber atenção, entristecer para ganhar colo ou se afastar para despertar saudade.
Há quem só ofereça flores diante de um leito de hospital, como se a fragilidade fosse a única ocasião capaz de despertar ternura.
Mas existem pessoas que preferem regar o jardim enquanto as flores ainda estão vivas, porque compreenderam que a beleza também precisa de manutenção, e que o afeto, quando chega antes da necessidade, tem um valor imensurável.
Talvez seja essa uma das formas mais Bonitas e Charmosas de amar: não transformar o cuidado em obrigação, nem a atenção em resposta a uma emergência.
É fazer do Carinho uma presença cotidiana, da Gentileza um hábito e da Preocupação uma demonstração espontânea de Afeto.
Porque quem cuida antes da dor não está apenas tentando aliviar um sofrimento; está ajudando a construir uma vida na qual o sofrimento não precisa ser a única razão para alguém se sentir amado.
No fim das contas, o cuidado mais Bonito não é aquele que chega para salvar alguém do pior, mas aquele que se faz presente para que a vida, mesmo nos seus dias mais comuns, continue valendo a pena.
E convenhamos: há algo profundamente charmoso em ser lembrado quando não se precisa de nada, acolhido quando se está bem e amado sem precisar apresentar feridas para merecer carinho.
Isso não é excesso de zelo.
É maturidade afetiva.
É entender que o amor não deve ser apenas um pronto-socorro para corações feridos, mas também um lugar de paz para corações que, simplesmente, querem continuar florescendo.
Onde o Estado Paralelo atua, existe até pena de morte; onde o Estado finge atuar, não existe quase pena nenhuma.
Há uma ironia bastante cruel nessa constatação: onde a lei deveria imperar, muitas vezes prevalece a impunidade; onde a lei não existe, ou foi substituída pela força, a punição costuma ser imediata, implacável e até definitiva.
O Estado Paralelo não precisa de tribunais legais, recursos ou códigos escritos.
Impõe suas próprias regras, estabelece seus próprios julgamentos e executa suas próprias sentenças.
Não há presunção de inocência, direito à defesa ou possibilidade de contestação.
Há apenas o poder de quem manda e o medo de quem obedece.
Ali, a Sentença pode ser a morte, e o julgamento, uma formalidade dispensável.
Já o Estado legítimo, aquele que deveria garantir a lei e a ordem sem sacrificar a justiça, parece, por vezes, preso a uma contradição que corrói sua própria autoridade: possui leis, instituições, tribunais e instrumentos de coerção, mas frequentemente falha em transformar tudo isso em consequências concretas para quem viola as regras.
A demora se torna rotina, a reincidência parece um detalhe estatístico e a impunidade, antes uma exceção vergonhosa, passa a ser percebida como parte do funcionamento do sistema.
É preciso, contudo, distinguir justiça de vingança.
A força de um Estado não se mede pela quantidade de pessoas que pune, muito menos pela brutalidade de suas penas, mas pela capacidade de investigar, julgar com imparcialidade e aplicar a lei de maneira efetiva, proporcional e igualitária.
A justiça não precisa ser cruel para ser respeitada; precisa ser confiável para não ser desprezada.
O problema começa quando o cidadão percebe que o criminoso teme mais a sentença de uma Organização Criminosa do que a resposta das instituições públicas.
Nesse momento, não é apenas a autoridade do Estado que se enfraquece: é a própria ideia de que a vida em sociedade pode ser organizada por regras comuns, e não pela vontade arbitrária de quem detém o poder.
E há algo ainda mais grave nessa inversão: quando o Estado deixa de ocupar os espaços que lhe cabem, outros poderes os ocupam.
Onde falta segurança, instala-se o domínio pelo medo.
Onde falta justiça, surge a justiça privada.
Onde falta presença institucional, cresce a autoridade paralela.
O vazio deixado pelo poder público raramente permanece vazio por muito tempo.
A sociedade, então, passa a conviver com duas realidades igualmente perturbadoras: de um lado, um poder clandestino que pune sem direito; de outro, um poder legítimo que, quando falha sistematicamente em responsabilizar, transmite a sensação de que o direito existe apenas no papel, e nem sempre alcança a realidade.
A questão fundamental, portanto, não é por que o Estado Paralelo consegue ser tão implacável, mas por que o Estado de Direito tantas vezes parece incapaz de ser efetivo.
A resposta não está em abolir garantias, naturalizar a violência ou desejar que o Estado se transforme naquilo que deveria combater.
Está em exigir instituições que funcionem, leis que sejam aplicadas e uma justiça que não seja nem instrumento de terror nem sinônimo de impunidade.
Porque uma Sociedade Civilizada não pode escolher entre o medo da execução clandestina e a descrença na justiça oficial.
Precisa ter o direito de confiar em uma terceira possibilidade: a de que ninguém esteja acima da lei, mas que ninguém esteja abaixo da proteção que ela deve oferecer.
Quando o Poder Paralelo mata, revela a tirania de quem se julga dono da vida alheia.
Quando o Estado se omite, revela a fragilidade de quem recebeu a responsabilidade de protegê-lo.
E quando ambos passam a coexistir sem que a sociedade consiga vislumbrar a autoridade da lei, o que está em julgamento já não é apenas a segurança pública: é a própria capacidade do Estado de justificar sua existência.
A educação é ímpar e egoísta quando não existe dualidade de ensino. Portanto, ela deve ser par, participativa.
Aprendi que não existe a palavra NÃO, detesto frases que possuem "não é possível", "não consigo". Nada é impossível! Independente do cargo que executa,da área em que trabalha, independente da sua classe social,.... TUDO depente unicamente do que você quer, resultado que deseja e onde quer chegar.
Porque tentas que tudo seja perfeito? A perfeição não existe por isso deixa de tentar e passa a agir naturalmente. Com erros, com mal entendidos e com muitas dores e cabeça.
Reflexões
Não pare para pensar
Por favor, não pense
Não existe nada lá
Só o vazio de perguntas sem respostas
Que são complicadas de explicar.
Se você não entende, tudo que te cerca
Por favor, ignore,
Não pare para perguntar
A razão se perde
Os sentidos não fazem mais sentido
E você terá morrido
Sem perceber.
Por favor, desista de questionar.
Aqueles que descobriram a verdade
Soubera que está é um caminho curto,
Mas sem fim
E enlouqueceram, pois perceberam
Que neste caminho você apenas pode esperar.
Para uma bailarina.
Não existe coisa mais bela
Talvez nem tamanha felicidade
De voltar o meus olhos e vê-la.
Como em uma dança, a sua complexidade,
Sua voz como música clássica,
Seu andar como ballet,
E você, um quadro da beleza da primeira mulher.
Fico triste em saber
Que você sofreu com o amor,
Uma bailarina sem soldado,
Que desperta em mim um clamor,
De guardá-la em uma caixinha com a mais bela canção,
Para evitar que sofra, e dance
E darei valor na sua mais insignificante ação.
A felicidade está em saber que existe alguém que nos ama na mesma medida que a amamos, senão maior.
A felicidade está em receber o amor, o carinho, a compreensão, o respeito e o afeto que as vezes nem merecemos.
A felicidade está em dividir nossos sonhos e desejos com alguém que se importa com eles. A felicidade está em ti... Meu sonho
A Boa notícia é que Deus existe — esperando para assumir a liderança novamente e nos mostrar o caminho certo a seguir.
O amor é uma das mais maravilhosas formas de mistérios que existe, por não se saber de onde ele vem, e o melhor de viver, sem ser descoberto.
Não te quero de volta
Não te quero aqui
Não pense que não estou bem
Não pense que existe saudade
Lembro que não vivemos o suficiente para eu não te esquecer
Existe sim coisas pra se levar a sério na internet e coisas pra se levar na brincadeira, saber diferenciá-las é o que te torna menos babaca.
