Moral
A moral
O pródigo que sentiu o sabor impalatável daquilo que se alimentavam os animais, viu que era amoral aos principios de onde viera. Contudo, os porcos que se nutriam com as vagens de alfarrobeira, saciavam-se indiferentes ao dilema de valores.
Quem fofoqueia sobre a vida alheia ou julga outra pessoa está descumprindo a própria regra moral; ao fazer isso, assume o papel de juiz. Se age assim de forma recorrente, deixa de ser apenas observador e passa a adotar essa função como seu comportamento habitual. A forma mais clara de ver isso é lembrar que há um único detentor da verdade: Deus. Então, quem você acha que é para avaliar, opinar ou emitir um veredicto sobre o outro?
A podridão moral de nossa sociedade chegou ao limite. As pessoas que tentam ser boas são dominadas por aquelas que são ruins desde a primeira infância e deveriam estar presas ou mortas. Esses corruptos que em sua maioria estão no poder das maiores instituições em todos os países do mundo não têm escrúpulos e não mais se constrangem por suas ações. Forjaram uma constituição que os protege e raramente são atingidos pela sua própria lei. Precisamos reformar o calendário. Termos de fato o Ano Zero. Marcado pela revolução das pessoas honestas que estão cançadas dessa hipocrisia e nesse ano todos os atos praticados pela sociedade deverão ser perdoados. Que comece o ano Um depois da volta do poder a sociedade.
Quem compactua com corruptos e corruptores perde a moral de patriota e passa a ser considerado um hipócrita!
Suavemente dilacerados,
Eletrificados ao vosso desígnio.
Sobre os ombros, escombros,
Sob a moral, o indigno.
Não aceito crítica nenhuma,
pois sei que a tua lição de moral
é para aumentar teu ego,
e para meu crescimento pessoal,
sei exatamente aonde encontrar ajuda.
Devaneio ou certeza moral - Para não ferir susceptibilidades uma paleta de cores tem imensas cores. Coloquem essas cores numa plateia e perguntem uma a uma.. és racista.. todas dirão que não. Não existe diferença, simplesmente porque fazem todas parte da mesma palete de cores.
"A limpeza não faz parte da moral e da ética de um porco, um porco disciplinado mantém o chiqueiro sujo."
Entendendo as Facetas da Lei
A Lei Moral: Aborda as regras estabelecidas por Deus para uma vida de conduta correta e integra (Êxodo 20.1-17); aplicável em todas as épocas e ocasiões.
Um adendo ao sábado na lei moral. Alguém pode perguntar: “e o sábado”? “Devemos guarda-lo ainda hoje”? Devemos nós lembrar que o sábado (descanso) foi uma sombra do Primeiro Testamento que apontava para Cristo. Todo cordeiro que era trazido como oferta, toda a oferta queimada, todo o incenso oferecido, foi uma sombra da obra Jesus Cristo. O tabernáculo era uma sombra dele. O sumo sacerdote, nas suas vestes e em seu sacerdócio, era uma sombra de Cristo como nosso Sumo Sacerdote. O livro de Hebreus é claro e contundente quanto a isso. Quando Cristo se manifestou e terminou Suas obras, as sombras não eram mais necessárias; assim como o sábado, pois Cristo passou a ser o verdadeiro descanso (sábado), Mateus 11.28-30. O mandamento da guarda do sábado no Primeiro Testamento foi uma sombra da salvação em Cristo, sendo hoje um descansar na obra que Jesus fez por nós concernentes a nossa salvação. O sábado semanal terminou na cruz Colossenses 2.13-17.
A Lei Civil: Aborda a vida jurídica e social de Israel como nação (Êxodo 21.1 – 23.33); era temporal e necessária para a época á qual foi concedida.
A Lei Cerimonial: Aborda a forma e o ritual da adoração ao Senhor por Israel, inclusive o sistema sacrificial (Êxodo 24.12 – 31.28); cumprida em Cristo, não se aplicando mais aos nossos dias.
Medite nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A verdade da lei moral de Deus só é revelada quando somos ultrajados. Quando acontece com você, o grito de justiça ecoa de dentro de um coração ofendido.
Deus soberanamente decretou que o homem deve ser livre para exercer a escolha moral, e o homem, desde o começo, tem cumprido esse decreto ao fazer suas escolhas entre o bem e o mal. Quando ele escolhe fazer o mal, ele, dessa forma, não contrabalança a vontade soberana de Deus, mas a cumpre, na medida em que o eterno decreto não decidiu quais escolhas o homem deve fazer, antes, que ele deve ser livre para fazê-las [...]. A vontade do homem é livre, porque Deus é soberano. Um Deus menos que soberano não outorgaria liberdade moral às Suas criaturas. Ele temeria fazer isso [...].
A. W. Tozer - The Knowledge of the Holy (São Francisco: Harper & Row, 1961), pp. 117-119.
