Melancolia
A poesia dos dias sem sol.
A melancolia das nossas dores de estimação.
A fé indômita nas coisas que não possuímos ou vemos.
A indulgência aos nossos próprios crimes.
E ao paradoxo humano que ora nos santifica, ora nos dignifica ao fogo.
Hoje o texto vai ser diferente. Nada de melancolia, dessabores e principalmente desamores. Hoje é o dia de falar da pessoa com quem acordo todas as manhãs, a quem eu deveria dedicar a maior parte do meu tempo. Bem, quem é essa pessoa? Sou eu mesma! Amar a si mesmo não é ficar em frente ao espelho e cuspir um “eu me amo” made in Paraguai na frente dele, o amor-próprio tem que ser vivido a cada dia, hora, minuto e segundo. Quem se ama de verdade não perde tempo se preocupando com a opinião alheia, nem perde tempo guardando mágoas, e o principal, quem se ama de verdade não tem medo de cair porque sabe a força que tem para se reerguer e como diz um famoso samba “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. Durante anos esqueci como me amar, quem me via andando pela rua não sabia o quão rancorosa e amarga eu estava, não tem aquelas senhoras amarguradas que se reúne com uma amiga e só faz reclamar o quanto que a vida é ingrata? Essa era eu. Estava criando uma terceira guerra mundial dentro de mim e mesmo que sem querer afetava as pessoas que me cercavam, discuti com gente que nunca me fez mal, passei a ver apenas o lado ruim de todas as pessoas, perdi alguns amigos, ou melhor, quando você está para baixo acaba descobrindo que existem certos “amigos” que a função deles é te deixar pior do que já está, mas sem mais detalhes porque eles não merecem lugar nesse texto. Mas, esse período ruim não foi apenas de perdas, pois ganhei amigos incríveis que me relembraram o mais puro significado da palavra amizade, foram meus curandeiros sentimentais, limparam minhas feridas, me deram um remédio tão eficaz que nem o melhor de todos os médicos seria capaz de receitar. O melhor de tudo é que eles estão comigo até depois da “cicatrização das feridas” e vão me ajudar a não procurar a quem me fere novamente. E com isso, aprendi que é impossível ser feliz sozinho, mas um grande passo para essa felicidade está dentro de nós: o amor. O próprio é uma derivação, mas não é egoísta, muito menos prepotente, o amor-próprio é um dos caminhos que nos leva a outros tipos de amores, nesse amor deixamos o passado no passado e tudo o que nos incomodavam se tornam meras experiências. Ainda não atingi o auge do amor-próprio, mas estou no caminho!
Eu já vi pessoas confundirem-se no uso das palavras Melancolia e Nostalgia.
O melancólico sente uma tristeza sem motivos, profunda, porém vazia de porquês. O nostálgico entristece movido por lembranças, saudades e alegrias que morreram.
Os gatilhos de uma, moram no cérebro, com suas sinapses. Da outra, no coração, com razões que a razão desconhece.
A melancolia oferece um caminho de volta para a euforia, embora acabe dando o ar da graça novamente, nos momentos mais inoportunos. Já a nostalgia, agarra-se na periferia das nossas emoções, oferecendo-nos a felicidade das memórias passadas, mesmo que diluídas em fragmentos de adeus.
Pense nos idosos, talvez esqueçam o presente, com o intuito de matar a tristeza sem causa, e vivam com a satisfação de serem nostálgicos, viajando ao passado sem bilhete de retorno à realidade, pelo simples fato, de que nela, reside a solidão.
A melancolia retarda a felicidade, então desvie-se da tristeza e busque intensamente a alegria e verás então que a nuvem negra é passageira.
Prefiro controlar a raiva e transformá-la em energia pra continuar, do que me entregar a melancolia da tristeza que corrói as minhas forças.
Ser ou não ser está fora de questão
Sou um lacaio da dor,
Servo da melancolia,
escravo de todo rancor
e prisioneiro de muita tirania.
Sou criado da solidão,
servente do desespero,
escudeiro da escuridão
e um rejeitado copeiro.
Sou admirador da autoconfiança,
bajulador da felicidade,
cobrador dos sorrisos
e galanteador da esperança.
Sou um sobrevivente.
Venci essa interminável fumaça,
Mas aqui não há homens pacíficos ou inteligentes.
Plantam discórdia,
Colhem frustrações.
Ingerem canalhice,
Regurgitam imoralidade.
Quero sair.
Socorram-me!
Irei perecer com minhas dores.
Preciso fazer algo
Já não há mais tempo
Meu tempo só diz "tic-tac".
Quero me banhar nessas águas.
Não é tão limpa, mas é mais pura que as pessoas que aqui estão.
Vou esperar os dias que me restam
Necessito respirar
O ar não é natural,
carregado com dores descomunais
Inspiro tristeza,
Espiro sofrimento.
Ser é demais para mim,
prefiro não ser.
Os seres sofrem
e a vida machuca.
A brisa da manhã, o calor da tarde e o vento frio da noite, tristes lembranças e melancolia agradável.
Viva a vida
Vida é a alegria que contagia
E tristeza cheia de melancolia
Inocência protegida
E maldade nem sempre punida
Vida é tempo compensado
E tempo desperdiçado
Problemas a resolver
E muita preocupação só pra aborrecer
Vida é sucesso de realizações
E grandes frustrações
É trabalho e trabalho é honra
E a honra traz a paz
Vida é saúde para ser vivida
E nem sempre é entendida
É milagre, um dom de Deus
Concedido a cada um de nós
Viva com intensidade
E se possível com muita felicidade
Não importa se reta ou torta
O que interessa é a vida
Viva eu viva tu viva ele viva a vida
"Jesus é aquela melancolia alegre que balança os galhos de frondosas árvores.Ele brinca com o vento, e dentro de uma fonética natural, traz livramento e refrigério pra qualquer forma de tormento".
Assola a melancolia inexplicável.
Solidão, saudades, medo.
Mente e coração fervilham,
se embaralham e se confundem
num emaranhado,
num nó de marinheiro.
Sai sem rumo...
Um dia senti um vazio,cheio de tristeza e melancolia, e sai a procurar, o que não sabia, saberia ao encontrar.
Parti a toda velocidade sem rumo, a angustia viajando a meu lado, buscava desesperado o segredo da felicidade.
Naveguei pelos mares da saudade, da amargura e da agonia, ancorando aqui e ali, nas ilhas da euforia, mas não encontrei a felicidade.
desci o vale dos vicios, perguntei com insistência, onde esta a felicidade?
Escalei, subi o planalto da ciência, questionei aos mais sabios, com eles não estava guardado o segredo da felicidade.
Desembarquei na bahia das paixões vivi mil amores, devastei corações, e me disse a maior das beldades:- Não sei o tal segredo, não conheço a felicidade.
Galguei a serra do sucesso, desci a colina do fracasso em todo lugar procurei, a todos que perguntei disseram:- Não sei onde esta a felicidade.
por fim exausto com sede,fui ter ao lago da contemplação, lá emfim, que emoção...descobri! O segredo da felicidade estava dentro de mim, eu amo a minha vida e amo aos meus semelhantes. Tentem fazer o mesmo.
O tudo que é apenas um sentimento, sentimento que na maioria dos tempos se torna melancolia.
Expressado por letras.
Traduzidos por lábios que ainda estão conhecendo a vida.
"Apenas Melancolia"
Quase sempre o sol nasce
Quase sempre o céu é azul
Quase sempre as flores dão cores a vida
Mas as vezes as nuvens cobrem o sol
Deixam o céu cinza
Murcham as belas flores
Deixando o dia sem cor
E a vida fica em preto e branco
Há momentos em nossas vidas em que a tristeza e a melancolia parecem querer invadir nosso ser.
A solidão parece querer reinar absoluta.
Que por mais que estejamos cercados por centenas de pessoas, o nosso coração chama apenas por uma única pessoa. Aquela ao qual faz nossos olhos brilharem, nossos lábios sorrirem, nosso coração aquecer e pular de alegria,
A vida é como um casamento instável; Está repleta de algazarras, desordem, perturbação, melancolia, tristezas, dores, máguas, dolência, lástimas, ressentimentos, atribulações e descontentamentos. Mas existe a perspectiva de que , as alegrias, a julibilidade, os prazeres, e as clemências, apaziguem e destituam muitos dos problemas já exisentes.
