Medo
Tenho medo que as pessoas transformem os meus filhos em ladrões, assassinos e Marginais, pois, estamos numa sociedade onde tudo está um cão.
Daniel Perato Furucuto
Nunca tenhas medo de magoar as pessoas, de uma e outra forma elas irão se magoar, apenas tenhas medo que elas te interpretem mal e se magoem sem o teu consentimento.
Daniel Perato Furucuto
‘’Quando criança temos medo dos Dentistas!
Hoje na fase adulta tenho medo de quem sorri e mostra os dentes pra gente!!”
Eu tenho medo e me preocupo com um certo desgosto de que a crueldade do preconceito possa se tornar humanamente um conceito banal.
Tal aberração humana não pode e não deve ser usada como argumentação em discursos vários para alimentar polêmicas políticas/partidárias, mas sim ... para desenvolver a consciência humanamente humana.
"Quero te dar algumas flores, mas tenho medo, e se você se juntar a elas,como vou conseguir separá-las?."
Medo de ser cancelada?
Do que os outros vão pensar, ou dizer ?
Meu bem, medo eu tenho é de faltar amor, e dinheiro na minha conta.
Quanto ao resto? Alguém já precisou de resto pra ser feliz
Tenho medo de esquecer
de tanta coisa que devia
simplesmente e eternamente
estarem mortas na lembrança
Tenho medo de abrir a porta
tenho medo de não ter mais forças
para prosseguir remando
há muito navego sozinho
carrego e suporto tanta angústia
que outros não carregariam
nem em bando
e as ondas continuam tentando
me jogar por contra as rochas
Vejo tochas acesas na praia
é fogo que ilumina as vistas
daqueles que desejam muito
me ver pelas costas
e aplaudir minha derrota
minha vida não vale ao menos
uma nota de rodapé
num roto jornal que ninguém lê
eu tinha medo da solidão
mas há muito o perdi
tive medo da ingratidão
mas vivendo sozinho aprendi
que é preciso ainda suportar
as provas
pois sei que o vento
há de apenas desgastar-me
e não trazer-me forças novas
meu naufrágio é questão de tempo
mas ninguém pode
nem ao menos deseja
navegar comigo ou por mim
pois então que seja assim
na verdade eu acho, agora
que não existe mais em mim
qualquer medo
eu acho que estou curioso
em saber o que haverá
depois do fim
Tenho muito medo de um dia acordar em uma destas manhãs ensolaradas de domingo no Brasil, vindo assustado de um mau sonho, um pesadelo bem ruim, que eu não mais acreditava no cantar do sabiá e que não tinha a menor esperança, em mais nada.
Ao estranho que me parece, tenho muito medo da implosão do falso Brasil distante do real sem os institutos do suborno, das negociatas e da corrupção.
Amado Mestre, O que é o amor?
Por que tenho tanto medo do amor?
Porque o amor se parece com uma dor insuportável?
Você pergunta: “O que é o amor?” É o profundo desejo de ser uno com o todo, o profundo desejo de dissolver o Eu, o Você, em uma unidade. O amor é isso, porque estamos separados da nossa própria origem, por isso, sente-se a necessidade de se voltar para um todo.
Se você arrancar uma árvore, ela sentirá o grande desejo de enraizar no solo, porque esta é sua verdadeira vida. Agora ela está morrendo. Separada a árvore não pode existir. Ela tem que existir na terra. Isso é amor.
Seu ego se tornou uma barreira entre você e a sua terra, o todo. O homem está sufocado, ele não consegue respirar, perdeu suas raízes.
O amor é um desejo de nutrição; o amor é enraizar-se na existência. E o fenômeno se torna mais fácil de se você cair no polo oposto – é por isso que o homem é atraído pela mulher, e a mulher pelo homem. O homem pode encontrar sua terra através da mulher, ele pode voltar a ficar com seus pés no chão, através da mulher, e a mulher pode por os pés no chão através do homem. Eles são complementares. O homem sozinho é metade. Quando essas duas metades se encontram e se misturam e se fundem, pela primeira vez nos sentimos enraizados, com os pés no chão.
Não é somente na mulher que você se enraíza; é através da mulher que você se enraíza em Deus. A mulher é simplesmente uma porta, o homem é simplesmente uma porta. O homem e a mulher são apenas portas para Deus. O desejo de amor é o desejo de Deus. Você pode entender isso, ou não pode entender, mas o desejo de amor realmente prova a existência de Deus. Não existe nenhuma outra porta.
Porque o homem ama Deus é. Porque o homem não pode viver sem amor, Deus é. A ânsia de amar simplesmente diz que sozinhos nós sofremos e morremos, juntos, nós crescemos, somos nutridos, realizados, preenchidos.
Você pergunta: “O que é o amor? Por que tenho tanto medo do amor?” É por essa razão que a pessoa tem medo do amor – porque no momento que você entra na mulher, você perde seu ego, e a mulher quando entra no homem, perde seu ego.
Agora isto precisa ser entendido: você pode estar enraizando no todo, somente se perder você mesmo; não há outra maneira. Você é atraído em direção ao todo por estar se sentindo desnutrido, e então, quando chega o momento de desaparecer no todo, você começa a sentir muito medo. Um grande medo surge porque você está perdendo a si mesmo. Você recua. Este é o dilema. Todo o ser humano tem que encarar isso, passar por isso, entender e transcender isso.
Você precisa entender que ambas as coisas estão surgindo da mesma coisa. Você sente que seria lindo desaparecer – nenhuma preocupação, nenhuma ansiedade, nenhuma responsabilidade. Você se tornará parte do todo, como as árvores e as estrelas. A simples ideia é fantástica! Ela abre portas, portas misteriosas para dentro de seu ser, ela da nascimento à poesia. Ela é romântica. Mas quando você realmente mergulha nisso, surge o medo de que: “Eu vou desaparecer, e quem sabe o que vai acontecer depois.”
É como um rio alcançando o deserto, ouvindo o sussurrar do deserto. O rio hesita, quer ir além do deserto, quer ir em busca do oceano; sente que existe um desejo, um sentimento sutil, uma certeza e uma convicção de que “meu destino é ir além!” nenhuma razão possível pode ser apontada, mas existe uma convicção interior de que “eu não terminarei aqui. Tenho que continuar procurando algo maior.”
Alguma coisa lá no fundo diz: “Tente energicamente! E transcenda esse deserto”.
E então o deserto diz: “Ouça-me: o único jeito é evaporar-se, entregando-se aos ventos. Eles o levarão além do deserto”. O rio quer ir além do deserto, mas a duvida é muito natural: “Qual é a prova, a garantia que depois os ventos permitirão que eu volte a ser um rio? Uma vez que eu tenha desaparecido, não estarei absolutamente controlando a situação. Então qual é a garantia que eu me tornarei novamente o mesmo rio, com a mesma forma, com o mesmo nome, o mesmo corpo? E quem sabe? E como poderia confiar que, uma vez que eu tenha me rendido aos ventos, eles permitirão que eu volte a me juntar?” este é o medo do amor.
Você sabe, está convencido de que sem amor não há vida, sem amor você permanece faminto por algo desconhecido, permanece insatisfeito, vazio.
Você é oco; você apenas um recipiente sem conteúdo. Você sente o vácuo, o vazio e o tormento disso. E você está convencido de que existem meios capazes de preenche-lo.
Mas quando você se aproxima do amor surge um grande medo, surge a dúvida: se você relaxar, se realmente mergulhar nele, será capaz de voltar novamente? Será capaz de proteger sua identidade? Vale a pena correr esse risco? E a mente decide não correr esse risco, porque pelo menos você é subnutrido, mal alimentado, faminto, miserável – mas pelo menos você é. Desaparecendo em algum amor, quem sabe? Você iria desaparecer, e qual é a garantia de que haverá felicidade, haverá beatitude, haverá Deus?
É o mesmo medo que uma semente experimenta quando começa a morrer no solo. Isso é morte, e a semente é incapaz de conceber que haverá vida surgindo desta morte.
Eu sou como esse pássaro
Sem cama
Sem berço
Sem ninho
Sem zunido sem medo
Mas tenho cores
Tenho cheiro
Sou vivo
Sou bonito
Sou esperto
Mas carente
Sinto frio e calor
Não me canso
De olhar
O mundo cor de rosa
As peta'las das flores
Que caie em meus pês
As folhas são ninho
Que a colhe e alimenta
Me deleito nessa terra
Me encanto
Me adentro
Me espanto
Tantas vezes já cai
Tatas vezes levantei
Uma hora vou fincar
Os meus pês num só lugar
E ai vou plantar
Vou colher
Vou sorrir
E vou chorar
Se chorar de alegria
Se sorrir de feliz
Maria
Sabe qual é meu problema? É que estou tão machucada e despedaçada pelo amor anterior que tenho medo de outro garoto se aproximar de mim e fazer a mesma coisa.Eu sei,isso é ridículo,mas se pode quebrar uma boneca mais de uma vez porque eu fazia isso quando era criança.Só que acho que por incrível que pareça não se pode desistir de amar.
Amar é a melhor coisa do mundo,é o que nos impede de sermos amargos e lógicos e incrivelmente chatos.O amor é o que faz o mundo girar e então o melhor conselho é “arrisque-se” pois você nunca vai saber como pode ser bom se não tentar.Tudo tem 50% de chances de dar certo,então vá em frente e se jogue numa rede de dúvidas pois a dúvida também tem seu lado positivo;ela faz você querer viver mais um dia.
Eu tenho medo de sair dessa escola e nunca mais sentir o que eu sinto por Josh por mais ninguém. Eu tenho medo de esperar anos para dizer a ele o que eu sinto e que por esperar demais ele nem se interesse mais por mim. Eu tenho medo de não arriscar todas minhas fichas em alguém que eu amo e o momento simplesmente passar por mim e que daqui dez anos eu olhe para trás e pense: “meu Deus, por que eu não arrisquei? ”, “por que eu não lutei por ele se eu o amava? ”. É esse meu medo. Eu não quero olhar para trás aos 25, aos 30 ou sei lá em que idade e pensar que se eu tivesse feito diferente eu poderia ter mudado tudo. Se não der certo, Lola, não vai ser por minha causa!
(Mais que palavras)
"A coisa que eu tenho mais medo neste mundo, é de fazer o que todo mundo faz e, de pensar como todo mundo pensa!"
☆Haredita Angel
Tenho tanto medo de precisar de pessoas que mudam quando precisam de mim, que se preciso for, sacrifico a minha vida para ajudá-las.
Eu sei que o Senhor nos deu o livre arbítrio,mas eu tenho medo...medo de tomar minhas decisões e me perder na estrada. Tenho medo de sair da sUa direção e andar sem proteção. Por isso nego minhas vontades e espero o Seu querer,ainda que hoje não compreenda amanhã saberei o porquê.
Prefiro andar na Sua direção ao ter que viver na contra mão!
Estou com medo de errar novamente, mas quero remar mesmo nessa tempestade, tenho tantos fracassos que não tem mais espaço para o sucesso, estou vendo o futuro do lado de fora da janela, à tempestade esta aqui dentro e o sol brilha lá fora, com tantas bebidas na prateleira só tenho água, tenho que ser o que imaginam ser bom para mim, num mundo rico sou pobre, com tantas cores, pintar sonhos branco e preto é só para quem tem imaginação colorida, estou querendo me ressuscitar, não sei de onde vem essa força para continuar a procurar toda felicidade que desperdicei, mesmo parado o fim está chegando, sem tempo corro com as palavras, minha voz não é escutada e meu coração não é visto, posso terminar sem um fim feliz, mas descobri que não estou aqui para sonhar e nem agir, não controlo a vida e nem a lua, a vida não é diferente, não creio mas em conto de fadas, mas preciso sorrir mesmo triste, quantos amores preciso perder para saber viver?, O quanto tenho que fazer para ter?, Serei julgado pelo que fiz, pelo que não fiz e pelo que pensei. Viver realmente é uma flor linda que murcha, mas posso desafiar os raios para dançar na chuva, ou sonhar, o que fazer com o tempo livre?, Ou não sou livre?, Quem bate em minha porta quando estou em paz?, Quem me chama quando estou em silêncio?, Procuro a paz em um mundo com guerras, terei destruído minha única saída?, Como pode ser um mundo real com tantos sonhos, mesmo parado estou seguindo, se vou morrer, o que vai acontecer com tudo que fiz?, Seguir em frente, para onde, se tudo é aqui mesmo, tanta velocidade para estar no mesmo lugar, sou só uma questão de tempo, mas nunca pesei em parar de escrever e pensar, a vida sempre me traz algo que incentiva a criar um sorriso no meu rosto.
