Me Deixou Sozinha
Quem não se importa com as feridas que causa nos outros, se encontra em grave situação, deixou a alma adoecer!
A sociedade de consumo contemporânea não está doente como a grande maioria, ainda pensa. Ela deixou de ser parte de um agente e de um processo consumidor e passou a ser a muito tempo um outro tipo genérico de mercadoria fugaz em com estreito tempo de validade para o consumo seguro.
"Aproveite a SEGUNDA! Pois quem deixou o ontem passar, sem ser PRESENTE, tem hoje a sua 2º oportunidade! Não perca esse hoje que é PRESENTE! A HISTORIA Só se escreve no hoje!”
Nenhum cachorro na história deixou seu proprietário devido à idade ou de problemas de saúde. A questão que fica é: quem realmente está mais evoluído, os animais ou os seres humanos?
Pare🚥
reflita no hoje nas coisas que deixou de fazer
Pense🚥
num que está por vim na sua, pois quando árvore e boa com certeza da boa frutos
Siga🚥
sempre pelo caminho do seu coração pois. Ele vai-te leva ao lugar certo
Eterno Vergel
Sente-se bem?
Ganhou com o que fez?
A adrenalina deixou o seu sorriso mais sarcástico?
Falou para os amigos e família o que você fez?
Sentiu prazer em pisotear o meu vergel?
O meu vergel é de bits
Ele é apenas a minha arte em fotografia
O meu sentimento em código
O meu delírio mental
É incumbência do tempo fazer desaparecer
o que é material
Vamos cair no esquecimento
Só o meu vergel não irá sumir
E você, lá na sua cerração em ostracismo
Atributos levados da terra, inveja e ciúme
Assistirá o meu vergel brilhando na nuvem.
Conto da vida real - 1
Dalila deixou a sua vida segura para ir viver com Augusto. Partiu sem olhar para trás, fascinada em conhecer o que havia de interessante do outro lado do atlântico, culturas, novos lugares e estar com a sua paixão, o Augusto.
Não se passou muito tempo e Dalila estava encantada com tudo que vivia. Mas, em uma ocasião, sem que ela tivesse astúcia para perceber, lá também tinham as suas coisas esquisitas.
Depois de viver muitos anos por lá e desistir de tudo, Dalila começou a recordar de muitas dessas coisas, situações que a paixão não permitia que enxergasse. Foi então que Dalila me contou uma delas, dentre tantas outras que veio a contar mais tarde. Vou relatar a primeira, deixando as outras para adiante.
Era uma noite fria, ela não se lembra bem se já era inverno, poderia ser uma noite de outono. Augusto ainda não se tinha deixado conhecer plenamente por Dalila, aliás, nunca se deixou conhecer, mas sempre a tratava com muito carinho e desvelo. Os dois saíram naquela noite e foram à Nazaré, um sítio de praias bonitas e turísticas, lugar que Augusto conhecida muito bem, pois passou a sua infância, adolescência e continuou a frequentar freneticamente na vida adulta, conhecia cada ruela de casas antigas e bem conservadas, muitas ruelas não se entrava com o carro.
Dalila já não muito jovem, estava entrando na idade dos seus 40 anos, mas ainda tinha lá um charme que encantava e, em sua cegueira por Augusto, lhe confiava a sua proteção diante do novo. Tanto Augusto quanto Dalila gostavam da boêmia e bebiam uns copos para se divertirem.
Naquela noite, depois de não beberem muito, estavam alegres e sorridentes, quando Augusto encontrou três pessoas, uma mulher e um senhor, ambos de meia idade, e um terceiro senhor mais jovem e de boa aparência, usava um sobretudo, talvez de cor preta ou cinza escuro, na luz da noite não se fazia possível perceber bem. Foi então que algo muito estranho aconteceu.
Dalila não compreendeu o que Augusto conversou com eles, estava mais para sussurros do que para uma conversa descontraída. Augusto pega na mão de Dalila e a puxa, quanto ela pergunta para onde iriam, ele responde, vamos até um lugar com essas pessoas, pessoas mesmo, que ela nunca soube os seus nomes.
Caminharam um pouco pelas ruas estranhas da Nazaré e o senhor mais velho abriu uma porta, vagamente Dalila se lembra que mais parecia estarem entrando em um porão. O ambiente era mesmo muito estranho com algumas mesas e bancos de madeira, e também algumas cadeiras, não havia muita coisa lá dentro, e com pouca iluminação, era como se estivessem num mausoléu de tamanho maior, tudo muito fúnebre.
Dalila se lembra que serviram uma bebida que continha álcool, não sabe que tipo de bebida, também não sabe o que adicionaram na bebida, porque ela se sentiu diferente depois de ingerir alguns goles, e parou imediatamente de beber. Augusto ficou conversando com o senhor e senhora mais idosos e deixou Dalila sem muito ambiente e a solta. Dalila são sabe dizer se Augusto estava a fazer tudo com algum propósito, com certeza Dalila sabe que Augusto, homem da vida e bem vivido, de inocência não tinha nada.
Passado alguns minutos, o senhor de sobretudo e mais bem aparentado, começou um diálogo com Dalila, conversa estranha de gente esquisita, ao ponto de dar uma cantada na Dalila como se ela fosse uma mulher da vida. Ela percebeu que tudo aquilo era extremamente novo para ela, era o submundo que nunca havia conhecido e, sutilmente se achegou a Augusto e disse para irem embora que a conversa não era agradável. Mais estranho foi a atitude de Augusto, sem titubear e nem pegar na mão dela, saiu muito furioso e a andar depressa sem esperar por Dalila, que saiu correndo atrás de Augusto que já se retirava do recinto.
Caminhando apressadamente, Augusto na frente e Dalila atrás sem entender nada, foram até o carro e se dirigiram para casa e, nunca mais falaram sobre o ocorrido.
Dalila e Augusto voltaram muitas vezes na Nazaré e, Dalila se lembra em ter visto o tal senhor do sobretudo, mais de uma vez, ele fingia que não a conhecia e ela também. Dalila nunca comentava nada com Augusto.
Passaram-se alguns meses e Augusto falou para Dalila que o tal senhor mais velho havia falecido. Dalila pensou... estranho Augusto se interessar sobre a vida e a morte de uma pessoa tão esquisita... Teria Augusto mais conhecimento naquelas pessoas que ela não percebia? Seria Augusto tão estranho quando eles? Queria Augusto em conluio com aquelas pessoas testá-la, por não a conhecer bem e não ter certeza de quem ela realmente era? Queria Augusto que Dalila fosse uma mulher da vida para conseguir proveitos financeiros? Era Augusto um atravessador de prostitutas e se deu muito mal com Dalila?
Hoje Dalila sabe o quanto foi míope durante alguns anos. Sim, o homem que ela prezava tem como resposta, para todas as perguntas mais negativas que ela se fez e faz sobre ele, positiva. Augusto é do submundo.
Reflexão
Não deixou vestígio
os olhares não se encontram
e o íntimo se manifesta
através da melodia e composição
O manifesto sensibiliza
o pensamento oscila
parece afeto
mas, é só ostentação
É o coringa
é a cartada
é o jogo da cilada
vivificada vexação.
Não entendo porque Deus deixou meu menino fazer o que fez. Não entendo porque eu não estava lá para impedir. Não entendo porque ele fez aquilo consigo mesmo. Ainda não tenho as respostas.Uns dias após sua morte eu gritei muito com Deus. Sei que é pecado, porém, gritei,questionei com aquela dor profunda em meu coração. Eu disse: Deus! Eu te falei que podia fazer tudo comigo para que eu não me perdesse, a minha vida está em suas mãos, não tenho nada nem ninguém além de ti. E naquele momento não tinha mais nada mesmo. Perdi meu bem mais precioso. Perguntei: Porque tantas coisas ruins acontecendo? Eu disse a Deus Por que? Por que? Até quando vai me castigar? Até quando vou pagar tão caro pelos meus erros? Precisava ser meu filho? Tua Palavra diz que não há um justo sequer sobre a terra. Tu és Deus e poderia ter impedido! O silêncio foi a resposta.
Me perguntei muitas vezes porque não fui eu a morrer. Eu morreria no lugar do meu filho.Mas como escreveu Elaine Martins: Deus é Soberano!
(pensamento escrito no facebook em 09/05/2019)
“Monteiro Lobato deixou em envelope lacrado e sem comunicar a ninguém, uma ‘senha’ com o Dr. Godofredo Rangel (diretor dos jornais ‘O Dia’ e ‘A Noite’, do Rio de Janeiro), e mais uma ‘senha’ com Dona Ruth Fontoura, de São Paulo (Biotônico Fontoura): ‘Se eu puder me comunicar, colocarei a senha; se ela não aparecer, é falsidade do médium’. Chico Xavier (e outros médiuns) psicografou como se fosse Monteiro Lobato, mas não apareceu nenhuma das duas senhas...”
CUIDE DO SEU AMOR
Você sabe
Que o choro vai durar
Um dia um mês
Logo passa
Ela me deixou sem graça
Na frente dos amigos
Não teve compaixão
Ela me deu um não
Sair feito um bobo
Depois daquele bolo
Não quero amar de novo
Cuide do seu amor
Cuide do seu amor
Antes que alguém cuide por você. (2X)
Relacionamento tem que ter conversa
Não pode ave pressa
Carinho é importante
Apimenta o romance
E ai, quem tem um amor.
Cuide de valor
Pra não acabar
Quem ama quer ta perto
Fazendo tri
Faça o possível
Pra não chegar ao fim
Cuide do seu amor
Cuide do seu amor
Antes que alguém cuide por você. (2X)
Poeta Antônio Luís
CANSEI DE SER OTÁRIO
Por um minuto
Eu pensei que fosse amor
Só que ela me deixou abandonado
Nos becos da viela
Nos bar da favela
Chorando sem ela.
Porém encontrei abrigo
Quem estar hoje comigo
Merece tem um amigo
Um amante um marido
Vou ser tudo que ela sonhou
Em troca eu só quero um pouquinho de amor.
Não quero ser enganado
Cansei de ser otário
Agora você vai comer no mesmo prato
Que comi
Vai me ver passar com outra
Feliz assim
Poeta Antonio Luís
7:16 AM 23 de julho de 2016
O homem religioso peca na sua ignorância, Jesus Cristo deixou um modelo para ser seguido e não uma placa de igreja para ser adorado.
“Em meus olhos estarrecidos, assisti a este amor adormecido que, abraçou-me à sinestesia e, deixou minh'alma ao crivo, desta fria e nada amável poesia.”
Se sua cara metade, só é cara, e, a tempos já deixou de ser a sua metade, é melhor você repensar sua vida!!!
Jesus deixou que as pessoas o adorassem (Mateus 28:9) – Jesus não recusou ser adorado. Jesus era judeu, os judeus acreditavam que só deviam adorar a Deus, nunca a homens.
Jesus perdoava pecados (Marcos 2:5-7) – Ele não estava perdoando pecados feitos contra Ele próprio, mas todos os pecados das pessoas! Os religiosos da época ficaram chocados, porque só Deus poderia perdoar os pecados, visto que todo o pecado é uma ofensa contra Deus.
Jesus afirmou ser o Eu Sou (João 8:28; João 8:58-59) – Quando Moisés perguntou a Deus qual era Seu nome, Deus respondeu: Eu Sou (Êxodo 3:13-14). Jesus afirmou ser o Eu Sou, quando foi questionado quem Ele era. Os judeus quiseram matá-lo quando ouviram a resposta, pois estava claro que Jesus afirmou ser Deus.
Jesus disse que Ele e Deus eram um (João 10:30-33) – Isso seria o mesmo que dizer: Eu sou Deus! Tanto que os judeus ao entenderam isto tentaram apedrejá-lo.
Jesus afirmou ser o caminho, a verdade e a vida (João 14:6) – Só Deus poderia dar acesso a Ele próprio. Jesus afirmou ser - tudo no singular - o caminho, a verdade e a vida. Ninguém - absolutamente nada e ninguém - chegaria ao Pai senão fosse por intermédio dele.
Jesus afirmou ser a única Salvação (João 5:24 e João 14:23) - Nenhum líder espiritual disse que a salvação viria por ele próprio. Tal afirmação cairia por terra quando o indivíduo morresse. Jesus não somente afirmou ser a Salvação (João 11:25), como ressuscitou e venceu a morte! (Mateus 28:5-6 e Romanos 6:9)
Muitas destas afirmações foram registradas por João Evangelista - discípulo de Jesus - que ouviu e testemunhou todas essas coisas. Os judeus teriam aceitado um Messias, profeta ou líder espiritual sem problema, pois já estavam a espera que Ele viesse. A razão por que muitos se recusaram a aceitar a Jesus e o mataram, foi justamente porque Ele dizia ser Deus.
Saiba o que significa "Eu sou o caminho, a verdade e a vida".
Outra passagem que nos ajuda a compreender que Jesus é Deus, está no Evangelho de João 14. Tomé indagou a Cristo para onde Ele iria e que caminho tomar (João 14:5). Jesus respondeu a Tomé dizendo: "Se vocês realmente me conhecessem, conheceriam também o meu Pai. Já agora vocês o conhecem e o têm visto" (João 14:6-7). Além de afirmar que era o único caminho que levava à Salvação, Ele revelou que era Deus e que estava na frente de todos eles!
Filipe, ainda sem compreender, disse: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta" (João 14:8). Jesus reafirma quem era de maneira categórica: "Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai. Como você pode dizer: Mostra-nos o Pai?
