Me Decepcionei mais Nao quero Magoas
Um olhar cândido de ternura em si refrigera me a alma e me convida a viajar nos sonhos com mais de mil de doces palavras.
Que importa que outros subam as escadas que eu já desci...
Olhar para o futuro só é mais importante que relembrar o passado quando se é jovem.
A busca incessante por grandes vitórias deve ser encarada como desafio para jovens.
Assim como o descanso é necessário e merecido, é preciso desacelerar a vida lentamente, trocando o trabalho pelo lazer.
A leitura traz conhecimento pelo puro prazer de saber. Viajar e conhecer muitos lugares são pequenos aclives que levam tão alto como muitas escadas.
Quem lê e quem viaja, ocupa mais o cérebro e suas múltiplas funções com lembranças prazerosas.
Quem ocupa esses espaços com preocupações e novos desafios a cada dia, pode estar trocando possíveis conquistas por velhas vitórias e como num jogo, arriscar-se pode ser bom, mas a perda é sempre uma derrota.
Que me importa que outros subam as escadas que já desci?
É preciso avaliar sempre as perdas, contabilizar as vitórias, arquivar as derrotas e deixar lustrosas as medalhes e troféus que conquistamos ao longo da vida.
Um jovem quando arrisca e perde, tem muito tempo para reverter a situação.
Quando se é velho, as derrotas são sempre mais doloridas porque importam em reconhecer que lições não foram aprendidas
Quem convive com uma pessoa mais velha deve guardar para si as vitórias por galgar degraus e respeitar quem já subiu essas escadas e não deseja repetir façanhas.
Ninguém mata mais do que a vida.Quanto mais se tenta escapar mas raízes você cria, mais preso em sua teia você fica.Como um baluarte que cresce através do acúmulo dos nossos medos.Um cigarro onde a última tragada vem sempre junto com a morte.Há quem prefira tragadas intensa, talvez por presa ou simplesmente tolice mas eu, eu prefiro degustar cada centímetro de fumaça que se arrasta em meus pulmões. Você já parou alguma vezes para analisar como é lindo o som das taças batendo, das garrafas vazias batendo uma nas outras? Mais parece algum tipo de melodia mistica.
Vícios... Vícios... Nossa vida é permeada de vícios. Uns mais, outros menos destrutivos. Alguns aparentemente inofensivos e outros absolutamente letais. No entanto todos são vícios. O que escondemos atrás dos vícios?
Contrariedades
Eu hoje estou cruel, frenético, exigente;
Nem posso tolerar os livros mais bizarros.
Incrível! Já fumei três maços de cigarros
Consecutivamente.
Dói-me a cabeça. Abafo uns desesperos mudos:
Tanta depravação nos usos, nos costumes!
Amo, insensatamente, os ácidos, os gumes
E os ângulos agudos.
Sentei-me à secretária. Ali defronte mora
Uma infeliz, sem peito, os dois pulmões doentes;
Sofre de faltas de ar, morreram-lhe os parentes
E engoma para fora.
Pobre esqueleto branco entre as nevadas roupas!
Tão lívida! O doutor deixou-a. Mortifica.
Lidando sempre! E deve conta à botica!
Mal ganha para sopas...
O obstáculo estimula, torna-nos perversos;
Agora sinto-me eu cheio de raivas frias,
Por causa dum jornal me rejeitar, há dias,
Um folhetim de versos.
Que mau humor! Rasguei uma epopeia morta
No fundo da gaveta. O que produz o estudo?
Mais uma redacção, das que elogiam tudo,
Me tem fechado a porta.
A crítica segundo o método de Taine
Ignoram-na. Juntei numa fogueira imensa
Muitíssimos papéis inéditos. A Imprensa
Vale um desdém solene.
Com raras excepções, merece-me o epigrama.
Deu meia-noite; e a paz pela calçada abaixo,
Um sol-e-dó. Chovisca. O populacho
Diverte-se na lama.
Eu nunca dediquei poemas às fortunas,
Mas sim, por deferência, a amigos ou a artistas.
Independente! Só por isso os jornalistas
Me negam as colunas.
Receiam que o assinante ingénuo os abandone,
Se forem publicar tais coisas, tais autores.
Arte? Não lhes convém, visto que os seus leitores
Deliram por Zaccone.
Um prosador qualquer desfruta fama honrosa,
Obtém dinheiro, arranja a sua "coterie";
Ea mim, não há questão que mais me contrarie
Do que escrever em prosa.
A adulaçãao repugna aos sentimento finos;
Eu raramente falo aos nossos literatos,
E apuro-me em lançar originais e exactos,
Os meus alexandrinos...
E a tísica? Fechada, e com o ferro aceso!
Ignora que a asfixia a combustão das brasas,
Não foge do estendal que lhe humedece as casas,
E fina-se ao desprezo!
Mantém-se a chá e pão! Antes entrar na cova.
Esvai-se; e todavia, à tarde, fracamente,
Oiço-a cantarolar uma canção plangente
Duma opereta nova!
Perfeitamente. Vou findar sem azedume.
Quem sabe se depois, eu rico e noutros climas,
Conseguirei reler essas antigas rimas,
Impressas em volume?
Nas letras eu conheço um campo de manobras;
Emprega-se a "réclame", a intriga, o anúncio, a "blague",
E esta poesia pede um editor que pague
Todas as minhas obras...
E estou melhor; passou-me a cólera. E a vizinha?
A pobre engomadeira ir-se-á deitar sem ceia?
Vejo-lhe a luz no quarto. Inda trabalha. É feia...
Que mundo! Coitadinha!
Algumas pessoas, por mais que na casca pretendam mostrar outra coisa, no interior é que encontra a verdade. Basta forçar um pouquinho que logo a real personalidade aparece. Isso é viver uma mentira. Uma mentira para si mesmo e para os outros. As situações da vida exigem parcialidade, ou seja, demonstrar na realidade quem se é de verdade. Não mais ou menos que isso.
18 anos
Queria ter menos sapatos e ter mais chão para pisar
Queria ter menos metas e mais sonhos para sonhar
Queria ter mais tempo, só para ver o tempo passar.
Queria ter mais amigos, para a qualquer hora poder abraçar.
Queria não ter juízo para rir de tudo o que se falar.
Queria não estar certa, em saber que esse tempo não vai voltar.
Mas estou, por isso esse verso não é para mim e sim é para vocês,
Para dizer que 18 anos só se vive uma vez.
Entre o centro do Rio de Janeiro e a periferia existem mais vans do que supõe a nossa secretaria de transportes.
Raízes
Na turbulência buscou fincar âncora nas raízes mais fortes e profundas que poderia ter
Então ouvindo o coração, pisou naquele chão.
Embora qualquer outro caminho pudesse percorrer,
sabia que outro não queria escolher,
pois foi ensinado que sobre alicerce fraco, prédios fortes não podem se erguer
sabia que colocar tijolos novos sobre qualquer outro chão,
poderia toda a sua construção comprometer.
Então ouvindo o coração, pisou naquele chão.
Tocar aquelas paredes, fez toda a sua lembrança acender,
paredes vazias para qualquer um que como ele não podia o mesmo ver
dali tirou o único combustível capaz da sua “roda motriz” abastecer
o que para todos era saudade, para ele era clareza de um valioso saber.
Como presente da natureza,
a lembrança se fez certeza
talvez a única, em um momento que tantas incertezas podia ter.
Então mesmo sem ter a resposta,
sobre ela fez a sua aposta
acreditou que merecia vencer
Percebeu que já poderia,
no suor de cada dia,
sua própria fortaleza erguer.
Sabia que de noite ou de dia, um farol teria
para o seu caminho iluminar e proteger.
Então ouvindo o coração, pisou naquele chão
Deixou a brisa leve no seu rosto bater,
fechou os olhos, e sem espelho pode ver
que algo nele havia mudado, sem que antes pudesse perceber.
Entendeu que por toda vida foi folha de uma linda árvore frondosa a florescer,
mas a vida fez a folha amadurecer,
e hoje para as suas mudinhas que estão a crescer,
a forte raiz, foi ele quem passou a ser.
O amor já foi até apelidado de cego. O amor pode até ser cego, mais os nossos sentimentos referente a tal pessoa, sempre costumam ser bem real, mais é claro quando os mesmos são verdadeiros....
Boa noite! Nada como uma noite de sono bem dormido! O dia fica mais claro e facilita nossas escolhas em atitudes mais alinhadas com as nossas vidas e pessoas que nos cercam.
Então, você vai observando o mundo, o fluir da sociedade e vai se certificando cada vez mais que tudo é uma questão de nivelamento, de sintonia e de sincronia, o que nada tem a ver com preconceito, discriminação, superioridade ou inferioridade, é pura questão de energia, valores, mesmo, e também um pouco de progresso espiritual. Às vezes penso que o tempo seria muito generoso com algumas pessoas se ele parasse para elas, pois muitas, notoriamente, não têm preparo emocional para, lá na frente, e inevitavelmente, terem que olhar para trás e se descobrirem tão incompetentes na arte de viver quando tinham o tempo a seu favor e uma vida inteira a ser desbravada enquanto se construíam e poderiam focar em comportamentos que as tornasse seres melhores para que pudessem chegar na maturidade certas de que caminharam com a dignidade de alguém que procurou realmente crescer com as suas experiências, o que significa não ser reincidente, interminavelmente, nos mesmos erros. Muitas pessoas não possuem estrutura psicológica para, na fase mais madura, terem que perceber as tantas oportunidades que trataram com descaso e desperdício. Muitas pessoas não possuem condições psíquicas para, na maturidade, descobrir que foram incapazes de observar o óbvio à sua volta em tempo de mudar seu comportamento, sem deixar de aproveitar a vida, porque a juventude, com todas as suas nuances, sempre avisa que vai passar, porém há muita gente que não a ouve. O Tempo bem que poderia ser generoso e parar para essas pessoas, porque elas não fazem ideia do que terão que enfrentar quando o Tempo lhe for menor. Mas, infelizmente, o Tempo é movimento. O Tempo é implacável na arte do seu ofício.
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