Luzes
A fogueira do final de semana e as flores da cidade.
As luzes artificiais fazem mau a natureza mas na narrativa humanas a luz caminha no lado do conhecimento.
A luz calida abandona alma na escuridão.
Os pássaros não distingue dia da noite as plantas também... As consequências que natureza devastada pelo homem em busca de luz para conforto humano...
Pensais o humano e seu humanismo....
O mundo não gira em torno do ser humano...
Temos ser sensatos e termos amor ao planeta, pois humanidade passa e o planeta vai continuar mas sem seus algozes de destruição.
APÊLO
...Deixe-me ser
O sol da existencia
Teu ceu prateado
As luzes e sombras
Dos dias dourados!...
...Deixe-me ser
A brisa da tarde
Em teu corpo de anjo
Ser tua metade
Teu mar,oceano!...
...Deixe-me ser
O minuto que passa
E toca teus pulsos e corre em teu sangue
No fim do crepusculo!...
DAISY HELENA
Das estrelas do céu, num clarão...
Avistei no meio de tantas luzes,
Invisivelmente você.
Sensível, no olhar, no falar, no pensar e no calar.
Young, Imaginária é esta estrela.
Hoje no encantamento deste dia,
Encontro em você a expressão do amor.
Lendo suas poesias, trocando nossa energia,
Enlouqueci e me perdi afastando a dor.
Neste momento, descobrimos num sentimento profundo,
A beleza eterna da vida, que é o amor maior do mundo.
Deixaste que o tempo me mostrasse
as luzes do outono dos teus olhos
por vezes, única fonte de amor
Quebraste o silêncio
do outro lado dos sonhos,
com as cores da minha paz estilhaçada
trazendo-me um rosto opaco de sol
Ficará comigo,
a estranha chama da espera,
como a metade de alguém
que não passou
de um ser imaginário,
rarefeito em alguma quimera
Caminhar a Beira Mar!
O sol mergulha na tarde.
Em raios de amor que arde.
Em luzes que divergem.
Em beijos que convergem...
O meu caminhar na beira do mar.
E encantado fico com teu olhar.
E as ondas brancas, calmas, flutuantes.
Em espumas de paixões navegantes...
Caminho lentamente na beira do mar.
Sentindo o seu corpo em brisa a pensar.
Em versos de ternura e de solidão...
Caminho admirando o barco a velejar.
O azul oceano nos olhos a cantar.
Brincadeiras escondidas, Roseiras floridas...
As coisas mudam... as estrelas se apagaram por causa das luzes da terra. Antes o céu que a iluminava.
Passo agora da vida horas
Mirando a caixa de luzes
E contando letras pra extravasar
Vejo-me trincar a face ao mundo
Como uma barra de chocolate
E não sinto sabor algum que tem vida
Pois não se sente gosto com os olhos
É preciso apalpar junto ao rosto
Mastigar, engolir, deitar fora sobejos
Mas a hipnose da caixa de luzes
Faz-me acreditar que tenho o bastante
Que não vale a pena o risco de viver
Alem do meu gasto horizontes
Que morrer em cima do rastro
É uma dádiva imerecível
O anonimato é uma benção
E a dor incondicional a estrada
Lembro-me além da curva
Chame de medo ou covardia
Pois volto o rosto pra meus dedos
Condicionados a três letras
O mundo, a teia e a amplitude
Preso como mosca na rede
No epicentro do mundo
Nos espelhos que ocultam faces
Que a mascara me seja leve
Que vida me seja menos ríspida
Acenda as luzes, ainda tenho medo do escuro. Aqui está frio, me falta um feixe de luz pra me esquentar por dentro. Minha cabeça dói e eu não sei se é porque borrei a face. Feche as janelas. Que aqui está tudo agasalhado, mas o vento pode levar as coisas que eu temo perder. E eu preciso tanto delas pra respirar e viver um pouco melhor.Os meus pés andam meios cansados, caminho, te procuro mais não te acho.Eu preciso me recompor, ando fatigada, as lembranças pesam na minha mente.Eu só precisava ter ver, te olhar direito, apreciar o teu sorriso, que hoje haveria de ser o meu melhor remédio…
As vezes nos acorrentamos ..
Colocamos algemas nos nossos pés e mãos...
Apagamos todas as luzes...
Nos trancamos em uma prisão ...
E ainda temos coragem d dizer ..
Porque ninguém me visita ?
Satélite
E se por um instante, um determinado momento de nossas vidas, todas as luzes se apagassem?
As Tv’s fossem desligadas, os rádios, computadores, celulares e todos os outros dispositivos móveis de internet, todos os meios de transmissão, comunicação e locomoção de origem material e tecnológica? – Em que momento de sua vida você se encontraria? Quantas pessoas estariam do seu lado?
O que fazer? O que falar? Para onde olhar?
- Diga-me! Conhecendo a si mesmo como individuo e individualmente falando – Diga-me, onde você estaria? E por quê? Sozinho? Com quem?
Que conhecimento pode se absorver do breu total, do silencio?
Diante disso – Diga-me! Em quem você pensaria primeiro? E no segundo e terceiros? De quantos rostos vai se lembrar, e os nomes, e as qualidades e frases que distinguem cada um?
E por quanto tempo pensaria neles? Até o desespero tomar conta, ou só quando o desespero tomar conta?
Não se estipula um dia para ser feliz! Não existe uma data para dar presentes!
Não importa que horas são! Que dia é hoje, o ano e o mês, não fique ensaiando!
Somos vitimas do medo!
De repente pode ser assustador ser sozinho, sem nenhum artifício, se ver apenas diante de si mesmo.
Para quantas pessoas você deu um “bom Dia”?
Com quantas pessoas você já gritou? – Certo! Agora não importa.
As luzes se apagaram, o sistema esta inoperante.
Agora é somente você, somos nós ás margens do que fizemos e deixamos de fazer, não há onde se esconder.
Coisa desenfreada
Acendo as luzes o mundo quer dormir
Apago e ele quer acordar
O coração bate acelerado
Tudo gira
Repetições de tudo que já foi vivido
Ai, a coisa ta séria!
Muito séria
O que me intriga tanto?
Será medo ou covardia?
O corpo ta sofrido
Os olhos cansados
A mente exausta
Não há mais espaço para tantas outras coisas
E o tempo, impiedoso, cavalga a passos largos
E eu, apenas vejo o rastro
O mais sensato para mim é dizer que está tudo bem
O meu limite são os metros quadrados deste apartamento
E o mundo?
Deste, já ouvi falar, quis conhecer, me inteirar, mas...
É um lugar aonde não sei se vou chegar.
Adoro ser entendida nas entrelinhas.
16/o3/2011
Marta Pereira
Dorme no silêncio do vazio a sombra da dúvida sobre si e a solução vem como luzes no fim de todo breu. A solução é aceitar-se, independente de quão atrozes são os que se viram contra suas dúvidas, por que ter dúvidas sobre sobre si pode ser dormir no vazio mas também pode ser acordar no resplandecer da solução.
Enterro
Cinzento e sem luzes
segue o ataúde
que conduz já fria
tua mente rude
a se deformar...
Longe sinto o frio
de tua gélida tez
além altivo olhar, o teu
que eternamente se desfez
Suponho-te incerto
como nuvens levadas pelo vento
perdido, finito, poeirento
em pleno grito soberano
do infinito tirano
Sepulto-te em cova funda
como terra podre e contumaz
devoradora de corpos
desmistificadora da tua existência
e que sem clemência, trucida-te aos bocados
és cadáver, presunto... nada mais!
uma placa dura onde se registra
destacável: “Aqui jaz”!
Um jogo de luzes
rabiscos verticais e horizontais
Vamos lá fora hoje é dia de chuva
mas mal não tem, pois lá fora é verão...
Vamos correr através desses pingos
vamos pular algumas poças
Façamos uma roda e giremos
Aproveitaremos mais um dia de verão
Somos livres hoje
Livres para se prender.
"Aquela noite em que me puxaste para dançar nas luzes das estrelas, na frente de outros, foi a sensação mais linda que perfeita que já senti... Há momento que jamais devem ser esquecido, e sim revividos... Dance comigo? Faz-me feliz novamente? Deixe-me ter aquela sensação novamente?"
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