Luzes
Santuário
É no apagar das luzes que a vida começa a fluir como realmente penso no existir.
Enquanto as cortinas estão fechadas para o mundo cruel, um abrigo é construído em cima da verdade e da pureza das pessoas com toda a sua integridade.
Após as nuvens as mentiras e as dúvidas caem sobre o solo em forma de chuva.
Após as nuvens o fogo que queima se mantém controlado e enjaulado, já o fogo que ilumina ganha força, trás um novo fôlego de vida,
Navegando entre o subconsciente e o consciente o martelo é batido e o imediato acontece:
_Loucuras controladas.
_Imperfeições engavetadas.
_Atualizações feitas.
Uma fagulha da realidade é vista ao tentar abrir vagarosamente os olhos, o gelo e o frio intenso estão em excesso, em contra partida a liberdade e as aventuras estão em escassez,
É notório saber que nas sombras do que falta, fechar os olhos faz falta.
Ao dormir, alguns sonhos entram no módulo sagrado e nos deixam perceber o quanto é bom viver dentro desse abrigo.
No coração de uma mãe, Deus acende luzes que nem o tempo consegue apagar… ela ora em silêncio, ama sem medida e transforma pequenos gestos em eternos abrigos de amor.
Muitas luzes da cidade somadas durante à noite ainda não são suficientes para brilharem mais do que a lua, considerando que mesmo com o seu luar menos luminoso, o brilho dela permanece imponente, caloroso como um olhar atencioso olhando com gentileza para a gente.
Onde existe amor, a fé encontra morada.
E mesmo diante dos caminhos difíceis,
essas duas luzes guiam a alma,
fazendo da incerteza esperança
e do silêncio, serenidade.
Simone Cruvinel
"O caráter é o que sobra de você quando as luzes do evento se apagam e você tira os cílios postiços."
Um hino a Parintins
Do verde império em luzes coroado,
Surge Parintins, altiva e soberana.
No espelho d’água, o céu abençoado
Reflete a graça que o teu nome emana.
Na ilha bela, teu povo audaz descansa
Sob o fulgor da história que não cansa,
E o som dos bois em um rítmo altaneiro
Revela a alma de um povo brasileiro.
Parintins! És fulgor da Amazônia altiva,
Teu cantar é clarim de uma raça viva!
Do capricho à chama que garante,
Toca o tambor de um Brasil que segue avante!
Tupinambarana da tribo o velho canto,
Vila da Imperatriz, sonho encantado.
Da padroeira ergue-se o recanto,
Com fé e luta do povo abençoado.
Teus muitos nomes, luz em tua trilha,
Forjaram Parintins, eterna ilha,
Herança viva, desta terra tu és filha,
Em cada verso a tua alma brilha!
Parintins! És fulgor da Amazônia altiva,
Teu cantar é clarim de uma raça viva!
Do capricho à chama que garante,
Toca o tambor de um Brasil que segue avante!
És templo vivo, altíssimo estandarte
Da arte pura em sonho secular;
Amor e fé se unem em tua arte,
No embate místico do festejar.
Canta o guerreiro, o índio, a lavradora,
Na arena da vida acende a cor transformadora,
E a noite explode em glória redentora
Quando teu povo aprende a triunfar.
Parintins! És fulgor da Amazônia altiva,
Teu cantar é clarim de uma raça viva!
Do capricho à chama que garante,
Toca o tambor de um Brasil que segue avante!
Na fé se ergue o povo em esperança,
Diversas vozes num só louvor unido:
O altar, o templo e o canto em aliança,
Em Parintins, o céu tem mais sentido.
Do sino ao hino em clamor verdadeiro,
Há luz no culto simples e ordeiro;
E em cada crença pulsa um coração amigo,
Que faz do amor o seu maior abrigo.
Parintins! És fulgor da Amazônia altiva,
Teu cantar é clarim de uma raça viva!
Do capricho à chama que garante,
Toca o tambor de um Brasil que segue avante!
Tu és a flor da selva luminosa,
Tua beleza em canto se traduz.
Do Amazonas és filha orgulhosa,
Que veste o corpo em mitos e em luz.
Salve, cidade de espírito altaneiro,
Que faz da lenda um sonho verdadeiro,
Em teu cantar ressoa o mundo inteiro:
Parintins, teu destino é ser luz!
Parintins! És fulgor da Amazônia altiva,
Teu cantar é clarim de uma raça viva!
Do capricho à chama que garante,
Toca o tambor de um Brasil que segue avante!
Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.
Silenciaram a voz, não a verdade
🇧🇷 Justiça para Yu Menglong 🇧🇷
Entre luzes e brilhos, deixei-me levar pela crença de que no mundo existiam seres humanos e anjos.
Meus olhos foram cegados para a maldade humana. Acreditei na amada e nos amigos que diziam ser.
Meu desejo era apenas viver a felicidade de cantar e atuar, assim como cuidar do bem-estar da minha família.
Cordas invisíveis da maldade mantiveram meu corpo preso em uma rede de perigo e horror que eu não acreditava existir. Meus gritos foram abafados entre risadas e danças maquiavélicas. Quando abri os olhos e tentei mandar sinais, mesmo com os machucados camuflados na pele, já era tarde demais.
Levaram dentes, pele, pedaços de mim e até minha dignidade. Ceifaram minha vida acreditando que eram deuses e que o Deus da justiça não os atingiria.
Agora, sentado no maior pódio que o universo tem e brilhando como uma estrela — pois sou uma — assistirei até que a justiça seja feita.
🇧🇷 Justiça para Yu Menglong 🇧🇷
Entre Luzes e Fragmentos
Em minhas memórias, eu lembro.
Entre luzes e fragmentos, eu vejo.
Antes, eu me considerava um forasteiro,
sempre só, e minhas lágrimas deitavam ao cair.
Entorpecida por amor, esquecia até onde vou;
meu nome não existia, pouco se ouvia, até porque “querida” era o meu codinome.
Mostrei e provei que somos um só,
apesar de sermos dois.
E, nua de pensamentos,
você possuiu a minha mente,
e este amor não sai mais de mim.
Mas, às vezes, o inesperado acontece:
o cupido atravessa o coração
e tira a magia de uma vida.
Por causa do amor absoluto,
acreditei que ele voltaria.
Em minhas memórias, eu lembro.
Entre luzes e fragmentos, eu vejo.
Insano…
mas minha prioridade foi silenciar
para apreciar sua face,
mesmo que naquela sala gelada.
E agora, sua natureza invisível me consumiu.
Sou uma ótima atriz no teatro da vida,
mas o final da nossa cena foi triste:
eu meio morri
e meio ainda estou aqui.
Vi, com meus próprios olhos,
que, se eu me esforçasse mais,
o limite se abriria
e a loucura seria certa.
Não faz bem —
é ruim para o bem-estar da minha sanidade.
Aquele que se acha um Deus não teme,
pois se julga o maior
e nem imagina
que, às vezes, os dias estão contados.
Em minhas memórias, eu lembro.
Entre luzes e fragmentos, eu vejo.
Mesmo sabendo que você se foi,
eu continuo a vagar
na lembrança do seu olhar…
E foi assim
que o vento da morte te levou de mim.
“Nesta imensidão de misteriosas luzes que construístes diante dos meus olhos, tornam-se inexplicáveis as Tuas obras.
Pequenas e vulgares foram minhas atitudes, muitas vezes grotescas diante da Tua grandeza. Com tão pouca habilidade e quase nenhum conhecimento adquirido, percebo o quanto ainda Te conheço pouco.
Ainda assim, busco incessantemente a Tua glória, meu Pai.
Nas palavras, tento ser gentil ao me expressar, embora eu não compreenda por inteiro as línguas dos homens.
Tu me encontraste em coexistência de nudez e desnutrição da alma — vazio, perdido e carente de sentido.
E mesmo assim, permaneceste comigo.”
Da vida, luzes e canções
que chegam com o novo dia,
fazem dueto aos corações
e os vão alimentando de poesia
Bom dia!
“Luzes foram feitas para iluminar. Nunca diminua seu brilho para caber em lugares que ainda repousam na sombra.”
Apenas o SilêncioEstou deixando o teu palco e apagando as luzes, sem pressa e sem raiva. Percebi, finalmente, que cansei de ser a plateia do teu ego. O amor que você oferecia era um fardo pesado, que me afastava de mim mesmo. Pode guardar o espelho onde você se coroava rainha; o meu reflexo não vai mais alimentar a tua vaidade. No teatro que você construiu, a decisão de caminhar para fora é minha. Não serei mais o eco dos teus caprichos.A tua coroa é fria, feita de gelo. Ela brilha para quem olha de longe, mas não tem calor para quem está perto. Com o tempo, entendi que você usava a minha presença como um simples adereço, confundindo o desejo de posse com o verbo amar.Fique sozinha no trono da tua ilusão e no altar vazio que você mesma ergueu. Eu sigo adiante, resgatando a minha paz e a minha liberdade. Fecho essa porta em silêncio. Fique com o teu reino de aparências, pois o meu adeus é definitivo
LUZES DA ALMA
(O silêncio das lágrimas que não caíram.)
O brilho nos olhos nem sempre é sinal de felicidade, também pode ser lágrimas represadas indicando uma perda ou rompimento de algum laço afetivo ou um luto de ente querido...
Lu Lena / 2026
As luzes do picadeiro se apagaram,
O eco das risadas já sumiu.
As tintas que no rosto desenharam
A falsa alegria... o tempo esbofeteou e destruiu.
Diante do espelho borrado,
A máscara de outrora desabou.
O homem que vivia fantasiado
Olha o vazio que restou.
A Serenidade de Amar
Na serenidade do existir, percebi:
o céu, tecido de infinitas luzes,
bordado com fios de esperança.
A lua, acesa sobre a estrada dos meus sorrisos,
espalha claridade mansa
por caminhos que sempre me levam a ti.
Nos detalhes quase invisíveis —
no toque que mal se sente,
no riso que dança com o vento,
na paz que repousa sobre o peito —
cada gesto simples
se revela tesouro silencioso.
O vento sussurra ternura em teus ouvidos,
e o orvalho da manhã
repousa como brilho nos teus cabelos.
À noite, cúmplice e silenciosa,
abraça nossos momentos,
onde as emoções fluem sem pressa,
como rios que encontram o mar.
E quando nos encontramos,
o universo inteiro parece caber
no íntimo do peito,
onde tudo se torna sereno, perfeito, eterno.
Porque é Deus,
somente Deus,
quem nos teceu para amar,
e nos deixou na simplicidade
o espelho da felicidade mais pura.
"Luzes e aplausos não são para quem chega, mas para quem entrega. O palco pertence ao talento, nunca ao ego. É a obra que fica, enquanto o indivíduo é apenas o instrumento."
— Ginho Peralta
Igreja deveria ser igreja, sem holofotes, sem paredes pretas, sem luzes apagadas durante o culto, sem o show, e o principal, pregar a renúncia, pregar a santificação.
Autoridade é como luz em um farol: não compete com outras luzes, apenas guia os que estão perdidos no mar.
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