Literatura Brasileira
A maioria da sociedade brasileira é hipócrita, só entende a necessidade de pena de morte para determinados indivíduos, quando sangra a própria carne, estimulando a fúria.
"A geração sem bússola: o desafio de recuperar a juventude brasileira"
Acreditar que o futuro do Brasil repousa nas mãos da atual juventude tornou-se, para muitos, um exercício de ingenuidade — uma verdadeira utopia. Vivemos talvez o reflexo mais sombrio de uma geração que parece ter sido privada de senso crítico, de ambições construtivas e, principalmente, de referências sólidas. Uma juventude que, em sua maioria, se rende aos apelos de ideologias fracassadas, aos vícios mais autodestrutivos e à glamorização da violência e da vulgaridade.
Mas será essa geração a real culpada?
O olhar investigativo aponta para um sistema de ensino que, ao invés de formar cidadãos conscientes, optou por formar militantes. Professores transformados em doutrinadores, salas de aula convertidas em trincheiras ideológicas, e o saber, outrora sagrado, agora reduzido a slogans vazios. O resultado? Jovens que não distinguem mais a esquerda da direita — e não apenas em sentido político.
As universidades, que deveriam ser templos do conhecimento, tornaram-se laboratórios de experimentação ideológica, onde o pensamento crítico é sufocado e o contraditório, hostilizado. Um sistema que abandonou o mérito, trocando excelência por militância.
A grande pergunta que fica no ar, e que ecoa como um grito silencioso nas ruas, nas escolas, nas famílias, é: como resgatar essa juventude? Como reacender neles o senso de responsabilidade, o amor à pátria, o compromisso com o futuro? Como fazer florescer o pensamento, a leitura, a ciência e os valores éticos em um terreno já tão contaminado?
O Brasil precisa urgentemente olhar para sua juventude não com desprezo, mas com um misto de preocupação e estratégia. É hora de parar de entregar nossa educação a projetos de poder e começar a investir em projetos de nação.
Chegou o tempo da alvorada! A sociedade brasileira não pode mais se entregar a esse sonambulismo doentio, a esse transe induzido por discursos polarizados e promessas ocas. É preciso erguer a fronte, rasgar os véus da hipocrisia institucional e marchar rumo à reconstrução ética da nação. O Brasil não carece de messias de ocasião nem de ideólogos de redes sociais: carece, sim, de coragem moral, de espírito público, de gente disposta a transformar o clamor do povo em ações concretas e justas.
Que cada cidadão desperte do torpor, abandone as trincheiras do ódio cego e assuma sua responsabilidade histórica. Não há mais espaço para covardes nem para cúmplices silenciosos. A pátria exige pulso firme, caráter inegociável e uma paixão ardente pela justiça. Ou nos erguemos agora com bravura e lucidez, ou afundaremos de vez no lodo da mediocridade. Que a espada da verdade e o escudo da consciência sejam nossas armas — pois o Brasil não suportará mais uma geração de omissos.
Se a classe política brasileira tivesse Q.I.de barata, seríamos uma nação de primeiro mundo, no entanto, um país totalmente desclassificado.
"As cores da bandeira brasileira não são meros adornos; elas carregam a alma de uma nação. O verde pulsa com as riquezas naturais, o amarelo brilha com o ouro de nossa terra, o azul abraça os céus infinitos, e o branco sonha com a paz. Quando o patriotismo enfraquece, essas cores perdem o brilho não por si mesmas, mas porque esquecemos o valor de nossa identidade coletiva, nossa história e a promessa que carregamos como povo."
Roberto Ikeda
Ah, a política brasileira, nosso eterno circo!
A roubalheira, que estava apenas fazendo uma pausa para um lanche, decidiu retornar com toda a pompa e circunstância.
E quem diria? O grande chefe do bando volta ao poder, não pela força, mas pelo glorioso voto do povo!
É como se o jardineiro do nosso jardim de infância tivesse entregado as chaves da caixa de ferramentas para as crianças e dito: “Vão lá, façam o que vocês acharem melhor!”
Agora, temos essa turma de malandros brincando no parquinho, testando cada escorregador e balanço, enquanto a maioria, coitada, assiste sem saber muito bem se está jogando dominó ou se tentando entender o sistema político.
Porque, claro, aprender sobre política é um verdadeiro divertimento! Afinal, quem precisa de aulas sobre ética e cidadania quando podemos simplesmente escolher nossos "heróis" com base em memes e promessas vazias?
A diversão aumenta quando percebemos que esse jogo tem regras muito particulares, e a única coisa que todos parecem realmente saber é como fazer uma selfie em frente ao palácio!
Então, vamos aplaudir essa nova fase da nossa educação política, porque, se tem algo que precisamos mesmo aprender, é como transformar o caos em espetáculo e, aparentemente, estamos indo muito bem nisso!
Mortes silenciosas se perpetuam por ideologias equivocadas. Políticas. Integrar a consciência é fundamental para ampliar nossa percepção da realidade.
Na falsa democracia brasileira, as reais necessidades do povo são ignoradas em nome da manutenção do poder.
Não há pressão multideterminando o voto do eleitorado da esquerda brasileira, principalmente, o feminino. Penso que a liberdade reside nisso.
Quando é uma revista brasileira com processo rápido de revisão e taxa na publicação, chamam de predatória; quando é uma revista britânica, chamam de inovadora, moderna. Cobrar 10.000 por uma publicação, somente jornais americanos e britânicos. Jogam uma migalha chamada "waiver", para “calar a boca” dos que percebem a palhaçada.
Comparando a população brasileira com um corpo e a corrupção com um câncer, posso afirmar que trata-se de um câncer metastático.
A esperteza de grande parte da indústria brasileira, pequenas e grandes empresas, de há muito tempo, tem sido um atentado contra o bolso do brasileiro. A cada dia somos surpreendidos com reduções nas quantidades dos produtos, quaisquer que sejam eles, desde os de limpeza (sabonete, sabão em pó, papel higiênico, etc) até os alimentos (biscoitos, leites, etc), e o que é pior, pouca ou não nenhuma redução nos preços, o que representa um verdadeiro assalto aos brasileiros, especialmente os mais pobres e, pasmem, até onde posso perceber, sem a interferência dos órgãos de proteção ao consumidor. A cada semana que nos dirigimos às gôndolas dos supermercados somos tristemente surpreendidos com novos produtos que têm suas quantidades reduzidas. Pessoalmente até me pergunto: qual será o próximo produto a sofrer reduções na quantidade, mas não no preço? Geralmente o sinal que tenho de que um produto sofrerá redução na sua quantidade, são as promoções do tipo: “leve X, pague Y”. Que vergonha! Isto é enganação, é roubo! Quem se levantará a favor do povo brasileiro? Quem???...
A política Brasileira se resume em um jogo em massa de duas vias: A ignorância e/ou o mau-caratismo. Seja lá qual for seu caso, no fim do dia, sua prioridade é e sempre será a de um peão sacrificável aos olhos de seus "subordinados".
