Literatura Brasileira
O carnaval é a expressão mais
genuína da cultura brasileira. É o tempo em que o povo brasileiro se reúne para celebrar a sua própria ignorância e a sua própria miséria.
A Garrafa da Educação
Finalmente, a educação brasileira encontrou sua maior recompensa: uma garrafa! Sim, senhoras e senhores, acabou a era em que as pessoas escolhiam universidades por qualidade acadêmica, projetos inovadores ou corpo docente qualificado. Agora, tudo se resolve com um brinde. E que brinde!
A campanha é simples, mas genial: indique um amigo para se matricular na faculdade e ganhe uma garrafa. Não um desconto, não um material didático, nem uma vaga garantida no mercado de trabalho. Uma garrafa. Certamente, é o que faltava para motivar você a compartilhar o futuro acadêmico dos seus conhecidos. Afinal, quem precisa de um diploma forte se pode ter um utensílio de plástico ou alumínio no armário da cozinha?
E vamos falar a verdade: essa garrafa é revolucionária. Cada vez que você toma água nela, sente o sabor da responsabilidade social e da valorização da educação. É quase como se dissesse: "Eu ajudei a formar um futuro profissional por causa disso aqui."
É importante reconhecer o esforço criativo dessa campanha. Em tempos de crise, a solução não é melhorar os cursos ou investir em professores. É transformar cada estudante em um recrutador, prometendo brindes que poderiam ser conseguidos com pontos no supermercado. Quem sabe na próxima campanha, por cinco amigos indicados, a faculdade não ofereça um chaveiro ou um adesivo para decorar sua garrafa?
Ironias à parte, se isso é o ápice da valorização do ensino superior, fica a pergunta: o que será que estão oferecendo para quem se forma? Uma mochila? Um cupom para fast-food? A educação, coitada, merecia mais do que um marketing tão sedento de criatividade quanto os estudantes estarão para usar sua nova garrafa.
Indique, estude e... beba água. Afinal, conhecimento pode não saciar a sede, mas a garrafa sim.
A imensa maioria da classe política brasileira só está preocupada com a manutenção dos seus esquemas de corrupção.
Diante da fragilidade da legislação penal e processual brasileira o criminoso deve fazer um esforço tremendo para ser preso no Brasil, e uma vez preso, em face da enxurrada de benefícios processuais, deve fazer um esforço enorme para se manter preso neste país da impunidade.
A Ação Integralista Brasileira, era um partido e foi fechado; mas o Integralismo é uma doutrina e ninguém pode fechar
Sobre passar novela turca na globo play:
"Agora a mulher brasileira vai conhecer Canyaman".
Jesus amado.
É tanta gente reclamando da justiça
brasileira, é tanta gente levantando
bandeira, mas são poucos os que pagam
pra curar a ferida social.
Estudar a fundo a neurodiversidade brasileira é compreender a Epistemologia da própria Humanidade com todas as suas nuances, porque e como chegamos até aqui, e para onde estamos indo”.
Esse poema nasceu na União Mundial Brasileira Internacional Geral Organizada - UMBIGO.
Depois de lançar um novo livro, completando cem publicações:
com “MÁRIO DE ANDRADE: em sua "Paulicéia desvairada"
e JOSÉ DE ALENCAR: em sua “Encarnação”, e doeu,
descobri na UMBIGO que o louco era eu.
Após tantos anos aposentado de uma empresa federal,
gerenciando agências bancárias e, posteriormente,
uma diretoria de um projeto de economia solidária
de uma prefeitura, sem adoecer nenhum mês,
descobri que foi agora que fiquei louco de vez.
Participo como membro de dezesseis
Academias de letras e artes nacionais,
Sendo a mais recente a Pan Americana do RJ.,
além de outras oito internacionais.
Mas pra que tanto trabalho, respeitado por tão pouco?
Deve ser porque é pequena a minha parte de louco.
Como uma associação dessa, criada no interior de um estado da federação
pode ser de conotação e amplitude “brasileira”,
prepotência, arrogância ou olho grande?
As demais têm os nomes da cidade ou até regionais.
Quem sabe um dia essa informação venha em memória,
Para mostrar que o louco não sou eu dessa história.
Olhei para os livros de registro da UMBIGO, e apontei várias inconsistências,
precisando de alterações, bem como procurei uma conta corrente
em nome da associação e não encontrei, para facilitar a prestação de contas.
O Código de ética cheio de pés e sem cabeça foi por mim reformado.
Por isso é que eu sou o louco, me virando para todo lado.
Ouvi dizer que um livro organizado e feito de graça,
publicado com trabalhos de 21 (vinte e um) escritores
era apenas um “Protótipo”, coisa sem importância,
numa imensa falta de respeito a todos os participantes,
e com data de lançamento por três vezes adiada,
Mas o louco sou eu, por essa estrada.
Nas minhas loucuras diárias, hoje falo uma coisa,
amanhã mudo de opinião, totalmente diferente.
As minhas opiniões divergentes dependem de como eu me acordo.
Falo mal, inclusive de mim mesmo para as outras pessoas,
Aumentando a fofoca e inimizades.
Acho que assim fiquei doido, por essas disparidades.
Não respondo por nenhum processo na justiça
e mantenho minhas contas em dia,
sem receber dinheiro de ninguém em minha conta pessoal.
Mas quem não agradece um favor recebido de graça,
Quando o largo do tempo passa, se precisar novamente,
Vai ter de pagar com dinheiro, mesmo rangendo o dente,
Por isso, viver tranquilo melhora a loucura da gente.
Quando atendo convites de eventos solidários,
sempre levo muita música, cultura, amor e fraternidade para agregar,
inclusive nas novenas de Natal.
Tenho 62 (sessenta e duas) músicas registradas.
Nos tempos de folga, sou professor de música voluntário da igreja Católica,
há mais de 40 anos, sem NUNCA ganhar um tostão com isso.
Devo ter algum crédito com Deus por conta disso.
Claro, somente louco pode ter esse tipo de compromisso.
Participar de várias atividades associativas é “dar de si, sem pensar em si”.
Quando estou em agremiações que merecem respeito,
Faço de tudo para ajudar, sem discriminação ou preconceito.
Mas quando querem nos fazer de besta, somente porque sou louco,
Aperta os neurônios do cérebro, abre-se no chão uma cratera,
Então o amor se desespera, e me faz cair fora como uma tendência.
Sou um pouco louco, rotariano em mim, com honra e consciência.
Depois de constatar esses “arremedos loucorísticos”,
procurei um profissional da área, para cuidar da minha doidice.
Foi pior: descobri que ele era pior do que a minha maluquice.
Mandou que eu subisse com ele num pé de alface;
catasse umbu num pé de aroeira, jogasse folhas de mandacaru
no mar para fazer uma jangada de isopor,
seguindo num caminho reto por sobre a linha do equador.
Deixei o consultório, enquanto o profissional dormia.
Joguei um chapéu em sua cabeça lisa e a camisa de força na pia.
Se sou feliz com a minha Julieta, sem precisar ser um Romeu,
O que eu quero dessa vida é ser mais louco do que eu.
Ninguém faz história na educação brasileira. Existem, sim, pessoas que têm ideias, projetos ou iniciativas que agradam a outras em sua ambição de acesso e permanência no poder.
A intensa evolução cultural brasileira mostra que, se dos dias de hoje, o Rei Roberto Carlos não seria chamado assim, mas MC King RC, e não cantaria Lady Laura, mas Lowri Cadelinha!
Apesar de reconhecer a vitimização e o coitadismo tão presentes na sociedade brasileira atual, e concordar que a exploração é inerente ao ser humano, ocorrendo em qualquer classe social, devemos ter cuidado para não cair no conto do vigário contido em alguns discursos que visam anular ou negar uma verdade.
Ao longo do processo de formação da sociedade brasileira, uma elite altamente nociva e perversa empurrou literalmente um enorme contingente de pessoas que foram escravizadas, exploradas e oprimidas para a periferia das grandes cidades, totalmente desprovidas de condições mínimas de vida.
Esse quadro social permanece; basta abrir nossas janelas e olhar.
Infelizmente, não acredito numa mudança estrutural em que as coisas vão mudar de forma significativa, pois o sistema se alimenta dessa miséria. Essa ordem mundial continuará.
O próprio povo parece adaptado a essa triste realidade. Talvez por isso, vivem o hoje e se alimentam do pão e circo sem reclamar.
"O projeto da elite precisa de um povo faminto, xucro e feio." (Darcy Ribeiro)
No passado, a elite brasileira utilizou a teoria de raças diferentes para afirmar a supremacia branca e, consequentemente, justificar a escravidão africana.
Agora, buscam empregar a teoria da única raça humana (homo sapiens) para negar a reparação social por meio de políticas afirmativas, como cotas raciais e sociais.
"Argentina 4 x 1 Brasil, a seleção brasileira achou mais um goleiro bracinho de alligator, o tal do Bento" (O Magnata).
"Argentina 4 x 1 Brasil, com essa bolinha a seleção brasileira não passa da primeira fase" (O Magnata).
