Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A LOUCURA DO AMOR MEDIĂCRE
Entrevejam bem como me abraça o amor...!
Como o aconchego da morte, cruel e forte
Morde-me a jugular numa sangria de terror
Quando o almejo mais do que nego a morte.
E porquanto mais sou por ele, sempre rejeitada
Mais mendigo seus beijos frios e eupneicos...
Como desejo por tal querido ser a mais amada
E de tanto preterida, dói-me em esforço o peito.
Quisera negar-lhe o sangue das minhas artérias
Em desdém dizer-lhe que por fim fui liberta...
Mas fiz dele meus sagrados e minhas misérias!
Vejam, vejam bem_ NĂŁo o notar seria irreal...
Morde-me as carnes fracas, se nutre delas!
Loucura. Mas consagro este alento Ă imortal!
Anna Corvo
( HeterĂŽnimo de Elisa Salles)
Amor nĂł laçoâŠ
(Nilo Ribeiro)
MetĂĄfora ou simbolismo,
amor é um abraço,
usando mais lirismo,
amor é um laço
quando hĂĄ sintonia,
o amor Ă© uniĂŁo,
usando mais a poesia,
o amor Ă© paixĂŁo
mas o amor tem problema,
e normalmente nĂŁo vem sĂł,
devemos encarar este tema,
tentar desatar o nĂł
parar e refletir,
deixar o coração dizer,
fazer o que ele pedir,
para nĂŁo se arrepender,
nĂŁo adianta desespero,
nem aumentar a voz,
todo e qualquer destempero,
aumentarĂĄ os nĂłs
cartas na mesa,
verdade absoluta,
use de toda franqueza,
diga o que te machuca
colocada toda sinceridade,
meça os contras e os prós,
se o laço for só para sociedade,
prefira ficar com os nĂłs
forçar a barra,
refazer o laço,
às vezes o nó embaraça,
entĂŁo um abraçoâŠ
NĂO ME INQUIRA SOBRE O AMOR
Como eu vejo o amor? Pergunta inusitada!
Tal como a morte, me Ă© certo e preciso...
Mas corta a carne como o fio da espada!
Sempre fugiu ao meu domĂnio. JuĂzo...
... Que sempre foi a guilhotina mĂĄ. Afiada
MĂŁo impiedosa do destino avassalador
Nunca fui sentida como a donzela amada
Como a morte, implacĂĄvel, Ă© o amor!
Flui-me por entre os dedos como o tempo
Este algoz, sentimento de dor e tormento
Beijos frios, pérolas aos porcos e ao vento!
Nunca vi a face do dulçor, acalento doce...
Nunca verei a morte até o fim momento
NĂŁo me fale pois do amor;esta mortal foice!
Anna Corvo
(PseudĂŽnimo de Elisa Salles)
GRASNE LIVRE O CORVO!!
Porque haveria eu de nĂŁo dessaber do sentir?!
Este amor mesquinho que revoou em meu umbral
Acaso foi ele um dia o rosa vermelha Ă florir?
Não__ Antes fora a peçonhenta mão do mau...
Hå chegar nas horas ainda de esperança menina
Varrendo toda utopia do meu verso em arranjo
Envenenando a moça com melado e Estricnina
Podou ainda no anunciar as asas do casto anjo!
Pois entĂŁo porque nĂŁo deveria ignorar o amor?
Este maldito tormento das madrugadas frias
Quando nem o beijo falso trĂĄs mais o langor...?
Viver de amargura, melhor que existir no engodo.
Que jamais torne a entregar o coração de poesia
Padeça a poetisa lĂșcida e grasne alto, livre, o corvo!!
Anna Corvo
(PseudĂŽnimo de Elisa Salles)
Por tanto amor, sensibilidade, humanidade...
Subitamente me vi envolvido, tomado, enamorado
pelo teu verso, tua palavra, frase tirada do meu universo.
Como se vivesse vocĂȘ por encanto atravĂ©s do seu canto.
Eu nunca antes senti algo assim...
De viver em segundos, outro alguém,
Que parece fazer arte dentro de mim...
"Vou te dar toda sorte do mundo..."
Amor, amizade, solidariedade...
Tantos sentimentos bonitos
mas, nenhum deles se compara
Ă GratidĂŁo !
O coração agradecido é capaz
de todos os outros sentimentos...
Quem agradece provoca sorrisos,
fortalece laços, demonstra nobreza de alma,
produz o desejo de continuar auxiliando,
estimula outras boas açÔes
e une os semelhantes...
Cika Parolin
Se vocĂȘ deseja que seu relacionamento seja forte, sua desconfiança em relação ao seu amor tem que ser enfraquecida ao ponto de nĂŁo mais voltar a lhe incomodar.
"Mesmo que não te escutem, mesmo que parece não fazer efeito.. continue a falar do amor de Deus, pois,quando a semente é germinada ainda estå embaixo da terra e ninguem pode ve-la.. e ao tempo certo podemos ver o seu broto crescendo Nao desista !!! Deixe que Deus te use para transmitir paz aos aflitos. Deus te abençoe!! "
#FlaviaLeticia
SANGRIA
De onde vem esse amor
Que me sangra
Agita meu peito
Aferrra-se ao que sou?
Inquieto tento recompor
A antiga sanha
Mas tombo exausto
Aonde o Nada começou.
Nossas fotos penduradas na parede me dizem do amor que um dia habitou em nĂłs, mas que hoje, nĂŁo querem dizer nada.
O amor estå na imperfeição, nas coisas pequenas do dia-a-dia, na liberdade de olhar para si mesmo e recomeçar.
Precisa ter calma comigo. As vezes pareço frio, calado, distante. Mas todo amor que sinto me acompanha. Ă o meu jeito meio sem sentido de viver. Aprendi a caminhar sozinho nessa estrada da vida. Sou daquelas pessoas que conversam consigo mesmo e resolve os prĂłprios problemas. E por isso vai parecer que sempre estou bem, com sorriso estampado no rosto, seguindo a vida. E, sendo bem sincero, alegre por essa liberdade de me virar sem precisar pedir socorro a ninguĂ©m. Sou daquelas pessoas que Ă© preciso enxergar a alma e isso leva tempo. Sou sempre julgado por que meu humor se confunde com ironia. E, na verdade, Ă© sĂł a minha verdade. Sem mĂĄscaras, sem fingimentos e sem esperar agradecimentos. NĂŁo peço que me entenda agora, mas torço que respeite quem sou. Porque lĂĄ atrĂĄs foram os valores dos pais, pessoas, amores, momentos fĂșteis e conquistas que moldaram quem eu sou. Se chegou atĂ© aqui, faça sua parte e se coloque na minha histĂłria. Porque agora, meu bem, ela tambĂ©m Ă© sua. Sem mais.
Quando se sentir na escuridĂŁo
E silĂȘncio parecer de longa duração,
Reflita o amor, se distancie da dor
E cresça de novo !
Se caso a dor nĂŁo for embora,
Embrulhe-a numa sacola e arremesse-a bem longe.
Mas, se isso nĂŁo funcionar
Apenas lembre-se que :
A dor nunca vai embora,
VocĂȘ com ela tende a se acostumar !
As vezes ela Ă© passageira,
Outras ficam uma cicatriz que 'cĂȘ' pensa :
-Ah, Ă© besteira !
E dela vocĂȘ vira aprendiz .
Chega uma hora que vocĂȘ grita :
-Por que temos que sentir dor ?
Enquanto as lĂĄgrimas secam
Na velocidade do seu ventilador !
E o incrĂvel da dor Ă© que
Ela não tem solução.
Ou vocĂȘ aprende com ela,
Ou morre numa ilusĂŁo !
DEIXEI meu lar rasgando as veias
derramando todo meu amor pelas areias.
A luz de um lindo sol radiante
de uma alvorada inconstante
no pensamento nada alem do teu semblante,
nem aqui, nem lĂĄ adiante
E na perfeição de um céu sem sombras
faço das tripas coração por mais uma tarde,
ou talvez, por um instante
sĂł pra lhe dizer que nunca me teve pela metade,
e que terĂĄ o meu amor por toda eternidade.
sim, saberĂĄs.
seja agora ou mais tarde.
MEU VĂCIO
O jogo
Do amor
Ă fogo! -
E nĂŁo
Se ganha
"No grito" -
Pois logo
Se perde
A calma
E a alma
Entra em
Conflito!
Ganhar?
Perder?
Isso Ă©
Do jogo,
Faz parte
Do ofĂcio.
Por isso,
Eu jogo,
Ă esse
Meu vĂcio.
Um belo dia, seremos surpreendidos pelo amor. EntĂŁo, compreenderemos que a saudade dĂłi, que a distĂąncia fere e que o silĂȘncio conta segredos. Quando o amor nos acerta, a gente chega Ă conclusĂŁo que somos transformados em dois, vivendo num sĂł corpo, repletos de sentimentos em quereres mĂșltiplos.
