Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Se eu posso ser poesia:

- desabrocho em [flor]

Se eu posso ser tua:

- escrevo versos de amor.



Se eu posso ser fascĂ­nio:

- viro o melhor sabor

Se eu posso ser [rio]:

- desĂĄguo no teu mar.



Se eu posso ser aurora:

- posso ser [poente]

Se eu posso ser noite:

- viro luzeiro presente.



Se eu posso ser tua:

- andarei nua no paraĂ­so

Se eu posso ser mistério:

- viro logo um mar feitiço.



Porque me deito em ti

Meu sonho de amor,

És meu solo sagrado.

Aprecio tudo o quĂȘ te atrai,

O quĂȘ perfuma o ar...,

Aprecio tudo o quĂȘ te traga,

Transformando em contentamento:

as manhĂŁs, tardes, noites

Transformando a madrugada

em poesia de versos esplĂȘndidos,

Cintilando em cada um o romantismo

Puro, sublime e necessĂĄrio;

Que me torne a mulher do teu agrado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A mulher deve ser o exemplo

do mais puro recato,

Intimamente, ela deve ser o seu

mais refinado desacato.



É um crime imperdoável

obrigar a mulher ficar

preocupada em ser bonita.


A mulher nĂŁo deve 'abandonar',

e tampouco esquecer:

a obrigação de toda a mulher

Ă© ser leal aos seus princĂ­pios;

isto Ă©, leal ao seu amor...


A mulher doce e indelével

sabe como ninguém

que foi desenhada divina.


Para ser escrita na histĂłria

e ser digna do seu louvor;

Vista tanto como poesia

e um santuårio de oração.



A mulher merecedora de ti

deve ser um balneĂĄrio de luz

para trazer-te tranquilidade.



A obrigação da mulher em si

nĂŁo Ă© ser bonita...,

Mas ser eterna o suficiente

para ganhar o seu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Existem primaveras inexplicĂĄveis,

Algumas surgem [lentamente...,

Outras florescem surpreendentes,

Primaveras inevitĂĄveis como a nossa

Jamais passarĂŁo [ignoradas...,

Perfeitamente reunidas hĂŁo de escrever

Muitas histĂłrias inevitĂĄveis,

Feitas de coragens e de [futuro];

NĂłs dois queremos um amor seguro.



Sentinelas do mesmo caminho,

Cantando a mesma canção,

Composição de amor infinito,

Celebrando a festa da paixĂŁo.



Poemas do mesmo continente,

Declamados no mesmo lugar,

Juras além da terra e do mar.



DelĂ­cias de uma paixĂŁo caliente,

Surgidas de um cupido levado,

Que nos flechou encantadoramente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Da minha curvatura

No teu hemisfério,

De toda a loucura

No teu mistério,

És meu impĂ©rio...



Do meu ministério

No teu paraĂ­so,

Do avanço firme

No teu saltério,

És meu desidĂ©rio!



De todo o beatério:

Na verdade prefiro

De vagar em vagar,

No teu corpo chegar

És nascido para amar...



Do meu alucinante olhar

No teu brilho a desnudar,

Do teu invadir discreto

No meu corpo a revelar,

És meu caminho sem reverso.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Com a agudez de um punhal

Rasgando o quĂȘ hĂĄ de ser...

Ela, [a voz do meu peito grita

Por um grande ideal:

De fazer valer a voz [individual].



NĂŁo hĂĄ nada mais letal

Para a democracia,

Que sob a sua guarda

Feita de hipocrisia:

Muda, surda e cega

Feita de alienação de metal.



Com a mudez dos meus lĂĄbios,

Recorrendo aos alfarrĂĄbios,

Eles, [os meus olhos buscam

No auge da queda das estrelas

Dos hinos que se desencontram

Nos silĂȘncios dos [profetas].



Dizendo olhos nos olhos:

- Eu estou em busca da revolução

Eu li o poeta da [rebeliĂŁo;

Nem mil homens de chumbo

A minha voz jamais [calarĂŁo].



Com a altivez revolucionĂĄria,

Optei comer o pĂŁo da poesia.

Para a minha voz nĂŁo se perder

No meio do barulho do oceano;

Acredite o meu coração nasceu

Tremendamente [republicano].

Inserida por anna_flavia_schmitt

Escorreu de mim como

Um manancial cĂłsmico,

Encobriu de um jeito

TĂŁo misterioso...,

Abraço de um anjo

De espiritual encanto;

Invadiu com real virtude

De verdade balnear...,

Escreveu nas ondas do mar

Um poemĂĄrio de intensidade,

Deu um beijo com vontade

CĂĄ estou de joelhos, pronta,

Para ele me invadir, dominar.



Revelei para ele sem vergonha:

- Sou bandeira de dar em doido

Tipo pipa solta voando no ar.

Perfumei com as cores da lagoa,

Findei com todo o castigo,

Corri para versejar...,

E reunir as pontas do laço de fita

Para ninguém mais separar.



Publiquei com fina poesia:

- Eu sei ser mansa brisa -

Pomba obediente na tua mĂŁo,

Pronta para o quĂȘ der e vier.

Para fazer uma grande histĂłria

De amor e de fascinação;

Carregarei com honra a nossa paixĂŁo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A Natureza nos reĂșne

Com a divindade

- dos amantes -

Na tranquilidade

- do encanto -

E com a liberdade

- e toda arte

Do amor imune

Ao mundo sem amor;

À ti devoto mil poemas,

E mansos versos de louvor.



A destreza do tempo

Com a sapiĂȘncia

- das raposas -

Na rapidez do vento

- do absoluto -

E tranquilo BalneĂĄrio

- cumprimento

Com sorriso lépido,

O teu fatal intento

De saber de onde sou,

Sou a letra do gole de vinho,

- a mĂŁo que te faz carinho

A poesia da tua alma,

O verso que te (acalentou)...



A beleza natural que verseja

Com a liberdade

- de quem no amor crĂȘ

Seguirå intrépida

- mesmo cambaleante -

SeguirĂĄ persistente,

E sem temer aos temporais,

- seguirĂĄ incrivelmente -

Em busca de vocĂȘ...,

E dos teus amorosos ais

Que hĂĄ de ser meus motivos:

- Para nĂŁo desistir!

E te querer a cada dia mais!...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu encontrei vocĂȘ de um jeito

Que sempre sonhei e quis;

Poesia de tĂŁo perfeitas luzes,

- suspensas

Eu encontrei vocĂȘ perfeito

Com o faro e a minha diretriz;

Poemas de tĂŁo perfeitos lemas,

- emblemas

És o mais alto dos comandos,

- teoremas

Coragens, renovaçÔes e sutilezas,

Escolhi vocĂȘ para ser o meu amor

- indecente

Que sempre sonhei nĂŁo ser menos

Amor meu doce amor, simplesmente.



NĂŁo me importo com a rima,

E igualmente com a métrica;

A estética se abre com a alma,

O quĂȘ vale mesmo Ă© a poĂ©tica.



Eu desenhei vocĂȘ de um jeito

Que sempre sonhei e quis;

PaixĂŁo de tĂŁo intensas luzes,

- aquecidas

Eu encontrei vocĂȘ inteiro

Com a minha habilidade feliz;

PotĂȘncia de tĂŁo doces juras,

- destemidas

És o mais alto dos astros

- sem segredos

Que sempre esperei sem medos

Amor meu doce amor, contente.



NĂŁo me importo com a opiniĂŁo

Pudica, invejosa e alheia,

A poética é toda minha...,

Com vocĂȘ nunca estarei sozinha.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O teu sorriso aceso tem a luz

Das estrelas acesas do céu,

O meu destino escreveu

Nos canteiros mais coloridos,

O meu coração nunca esqueceu

Das luzes da ribalta avistadas da barca;

Ah, essa primavera que nĂŁo passa!



O teu nome Ă© sinal de pura censura

No mundo das pessoas perfeitas,

O meu peito arde de tanta loucura

No arder das plenas reminiscĂȘncias.

O teu perfume ao vento paira

Com a força de um vero jasmineiro,

O verso que arranquei para ti

Foi do mais lĂ­rico [canteiro...,

O manancial deste substantivo

TĂŁo abstrato e dolorido

Que bate no peito como concreto;

E para alguns Ă© como canto secreto.



O teu nome Ă© sinĂŽnimo de ausĂȘncia de luz

No mundo ninguém sabe como surgiu,

O meu caminho para ti me conduz

No passo do tamanho do céu de anil.



Desta culpa sou ré confessa:

- Por ti morro de saudades

Sei que vou acabar enlouquecendo;

Com o peito que vive a bater forte,

Ele estĂĄ sempre por ti doendo...

Deste Sol que nĂŁo se apaga:

- Por ti escrevo versos de saudades

Sei que vou acabar sozinha,

Com o peito estrelado em versos,

Que para este mundo estĂĄ se descrevendo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Enxerga-me crua

No teu telescĂłpio,

Fazes-me tua

No teu Ă­ntimo,

Embala-me nua,

Àquilo que procura:

Em mim constela.



Excita-me a tocar

Nos astros Ă  bailar,

Fazes-me ao sabor

Nos teus conformes,

Fazes-me o teu amor.



Escreva-me em ti

Nos poemas da alma,

Fazes-me a tua calma

Nas noites escuras,

Derreta-me nas brumas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

NĂŁo existe poesia desacompanhada

Nenhum pouco de si mesma,

NĂŁo existe quem nĂŁo resista o beijo

Por um intenso e pio desejo;

NĂŁo existe dĂĄlia apaixonada,

Que não seja também ninfeta,

Tampouco desejada...



NĂŁo compreende o sentimental

- poemĂĄrio

Arrancado do pomar

Amansado pelo vento;

NĂŁo menos belo que o BalneĂĄrio.



NĂŁo existe malĂ­cia incendiĂĄria

Nenhum pouco por ti recusada,

NĂŁo resiste carĂ­cia reprimida

- Por um sĂł amanhecer,

NĂŁo existe ninfeta sonetista

Que nĂŁo saiba fazer-se dĂĄlia.



NĂŁo compreende o gutural

- soneto

Plantado no lugar

Espalhado pela onda;

NĂŁo menos corajoso do que o mar.



Não existe métrica discreta,

Que nĂŁo seja capaz de revelar:

- A poesia de beber e de amar

Outrossim, que seja ousaz

No ponto urgente e necessĂĄrio

De fazer-te provar o hĂĄlito

- sabor de orvalho -

E da rima da mulher amada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Emaranhados no mesmo verso,

Retornamos Ă  mocidade,

Enamorados da mesma causa,

Filiais da liberdade,

Enlaçados no mesmo amor,

Cremos na imortalidade.



Anoitecidos no pleno Universo,

Íntimos e maliciosos,

Madrugadeiros e boĂȘmios,

Amantes gloriosos,

Encantados a milĂȘnios,

Dois intensos devotos.



Desobrigados de rigores,

- experimentando -

Os melhores sabores

Escrevendo no silĂȘncio

- dos corpos;

OraçÔes à dois senhores...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Recorro as fĂłrmulas

- mais secretas -

Abraço a condição

- mais obediente -

De dobrar-me Ă  todos

- os mais sublimes -

E humanos poetas.



Dobrada ao menos

- tento -

Embalar amenos

- versos -

De enluarar-me toda

- ao sabor das noites -

E dos ciganos etéreos.



Feitiços aos pedaços

- saborosos -

Ritmados pelos sentidos

- temperados -

De estrelas dos céus

- reverenciados -

E convertidos em caminhos.



Esculturo o soneto

- sem tropeço -

Confesso o segredo

- inconfesso -

De estrelar-me em pĂȘlo

- perdendo-me nas horas -

E revelar-me a mais sutil

De todas as finas senhoras.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O som deste poema Ă© auto

de confissĂŁo de uma paixĂŁo,

A viola Ă© a haste de letras

tĂŁo irisadas quanto doĂ­das,

A vida poderia ter nos unido

de tanto que nos amĂĄvamos,

Os versos que saem em todos

os tons e o peito que alto

Se declara culpado por nĂŁo

ter os desafios por ti enfrentado.





Bailarina da minha dor,

Poetisa sem rima,

Concubina da Literatura,

Declaro ao Universo:

- Eu te pertenço, ainda sou tua!



Profetiza de um amor,

Fiel sem pastor,

Colombina sem PierrĂŽ,

Declaro ao Inferno:

- Eu vencerei a pena com louvor!...



O tom que grita este poema e auto

de confissão deste coração,

É viola que cairá nas mãos

do violeiro amado,

O exílio que te forçaram

nunca farĂĄ de ti um amor

Esquecido e deste peito apagado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

É noite no Balneário dos poetas,

aqui cruzam as estrelas nas letras.

Os nossos dias sĂŁo cheios de poesia,

daqui nascem cantos de revolução.

BalneĂĄrio onde as poesias pousam

- como tranquilas gaivotas -

A vida deu mais do que mil provas:

o destino segue o curso do coração.



É noite no Balneário dos poetas,

[BalneĂĄrio de intensos poemas!...

Os dias regam as doces palavras

que hĂŁo de ser para sempre lembradas.



É noite no Balneário dos poetas,

noite repleta de claridade...

Noite para dizer o suficiente:

- Deixe-me viver em liberdade!-



É noite no Balneário dos poetas,

para saudar o girar dos astros.

Tenha-me em sua lembrança,

mas nĂŁo siga os meus passos.



É noite no Balneário dos poetas,

para dizer que: - Eu escrevo por arte.

Leia-me por inteira...,

nĂŁo me procure, e nĂŁo me queira.



É noite no Balneário dos poetas,

para dizer que: - Eu te amei por um triz!

O Universo nĂŁo nos quis,

aceite o traçado do destino, este é o caminho!



A minha poesia arderĂĄ para sempre,

porque sou movida Ă  paixĂŁo.

A vida jĂĄ deu mil mostras...,

que Ele escreve certo por linhas tortas;

Deixe-me no BalneĂĄrio dos poetas,

a perder-me nas ondas do mar,

escrevendo livre nas areias:

poesias feitas de renda - e inteiras!

Inserida por anna_flavia_schmitt

O teu olhar tem a cor da noite,

a tua boca tem o sabor do mel.

O teu olhar nĂŁo menos meu,

Ă© tĂŁo caro quanto [brilhante...

A tua boca Ă© plena e saborosa

possui lĂĄbios tĂŁo extasiantes:

Conjunto que me fez flamejante.



A tua existĂȘncia Ă© concreta,

a urgĂȘncia que tenho secreta:

a primavera que nĂŁo passa

(...) Primavera, eterna!



O teu gingar inesquecĂ­vel,

e a tua pele incrĂ­vel

Em mim [permaneceram];

a poética que nem os guerreiros

e a noção de pecado não derrotarão,

EstarĂŁo nos meus versos plenos

Repletos para fazer eternos

- dois coraçÔes -

Que a distĂąncia superarĂŁo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

NĂŁo me roube de mim mesma,

Eu me pertenço!

Sou filha da boa franqueza...



NĂŁo me roube a paz

De construir a vida

Que eu sempre quis

Eu deixei tudo para trĂĄs.



NĂŁo me veja com outros olhos,

Eu sou como sou!

Sou poesia, sangue e sonhos...



NĂŁo me tire o tempo

De procurar o amor

Imaculado no peito

De alguém que seja

- inteiro -

E seja cheio de candor.



Não me faça como passatempo,

Eu sou dona da minha vida!

Não se faz ninguém perder tempo...



Não me venha com intençÔes:

Primeiras, segundas e terceiras...

Eu busco muito mais que o teu querer:

Busco o verdadeiro amor

Talvez na dimensĂŁo que vocĂȘ viva,

Jamais irĂĄ entender, nĂŁo queira me prender!



NĂŁo Ă© justo fazer-me de objeto,

Sou dama de fogo e ferro,

Deixe-me no meu caminho certo.



NĂŁo Ă© legĂ­timo e nem legal,

Arrancar a poesia lirial,

Tirar a honra do meu andor,

De andar orgulhosa

Por cultivar o jardim celeste

Que florescerĂĄ com o meu sonho de amor!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Somente entende quem tem peito,

E com ele fielmente escreve.

O destino imperfeito

É governado pela chama Celeste.


Compreenda que tudo tem jeito,

E com Ele tudo entra no trilho.

O Amor Ă© perfeito,

É luz em nosso caminho...



Somente entende quem ama,

E por amor sofre, nunca reclama.

O impedimento nĂŁo apagou a histĂłria,

É com ele que se tempera a chama.



Contando com as horas ao nosso favor,

Escrevendo poesia para esconder

- a minha dor -

De ter deixado para trĂĄs o nosso amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Suspensa no topo da GalĂĄxia

Escuto o teu saboroso canto,

Embalando o meu corpo

Despertando do bom sonho,

Que estava no teu porto.



Apenas do sono despertada,

Mas nĂŁo menos apaixonada.

Porque quando se ama:

A alma sonha acordada.

.

Sonetista do farol da ilha

Escrevo com poeira estelar,

Querendo a rota contar

De um particular encanto,

- Que veio para renovar! -

Inserida por anna_flavia_schmitt

Alegria seminua que se prende

e liberta a macia cintura,

Entusiasmo que se sente

a cada letra indiscreta

De ter um amor na Terra.



Leve, irrepreensĂ­vel e concreta

a libido que nĂŁo se divulga,

Entre quatro paredes segreda

a promiscuidade evidente

Entre a Poesia, o Céu e a Terra.



Alegria redentora que se solta

e liberta o que tem na mente,

O canto silente das revoluçÔes

quebrando o silĂȘncio das prisĂ”es

Deste amor que chegou de repente...

Inserida por anna_flavia_schmitt