Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Os teus olhos decifram

[Intimamente,

As aldeias que habitam

[Simplesmente,

Nas letras dos poemas

[Essencialmente,

E pertencentes a nĂłs

[Seguramente,

Os teus olhos leem

[Secretamente,

Os versos do meu corpo

Rimando [discretamente.


Tão terna e discreta canção

Deste-me uma infinita [emoção],

De saber que moro no teu coração.



NĂŁo serĂĄ difĂ­cil a gente se rever,

[Certamente,

NĂŁo serĂĄ difĂ­cil a gente se tocar,

[Sensualmente,

NĂŁo serĂĄ difĂ­cil porque o desejo age

Em nĂłs [consensualmente].



NĂŁo precisamos sequer falar,

O teu desejo Ă© o [meu,

Os nossos olhos sabem decifrar,

Tudo o quĂȘ o amor jĂĄ [leu,

No beijo que sabe libertar-se, enfim.



NĂŁo hĂĄ nada impossĂ­vel para [nĂłs,

O tempo um dia hĂĄ de ser albatroz,

Que pousarĂĄ num distante [cais,

E juntos deixaremos tudo para trĂĄs...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Navegando nas tuas ĂĄguas

(ilimitadas)

Escrevendo o meu destino

(infinito)

Circundando a tua ilha

(exuberante)

Rodeando as 158 estrofes

(gloriosas)

Escutando o teu Hino...



Ramo de oliveira

No bico da pomba

Também é poesia

Sem se dar conta.



Encontrando nas areias

(paradisĂ­acas)

Os beijos das sereias

- encantadoras -

Escutando as tuas lendas

(gregas)

Nas tuas vozes

(cipriotas)

Eu acredito, e confio

No desejo de paz duradoura.



Asa de poeta

No bico do verso

Rama poética

VocĂȘ Ă© parte do Universo.



Na tua gente escrita estĂĄ

A poesia e o (mistério)

De cada Deus e sua musa

O cordão (etéreo)

Que faz o encanto cipriota

Viver para ser eterno.



Nas tuas ondas bravias

Nas espumas brancas

Desfeitas no (azul)

Recebam as linhas

Tecidas dos meus ventos

Vindos do meu (Sul).

Inserida por anna_flavia_schmitt

No oceano do teu olhar,

LibertĂĄria,

Resolvi este verso buscar.

No celeste do teu olhar,

Envolvente,

Alcancei algo de estelar.

No infinito de nĂłs dois,

Onipotentes,

NĂŁo existe 'o depois'...



Ainda bem que a poesia existe,

Assim temos como sonhar...



Nos tornamos ainda melhores,

CĂșmplices,

Na medida em que amamos

Muito mais e melhor...;

Aprendemos todos os dias

Com a arte de amar...,

Infinitos em tudo,

NĂŁo nos contentar...



Ainda bem que a poesia existe,

Assim eu posso ir devagar...



A tua imensidĂŁo em secreto,

Da despedida nĂŁo dada,

Do beijo ainda nĂŁo 'provado',

Do corpo nĂŁo 'despido',

A tua coragem embalada,

No afĂŁ de um caminho,

Do pecado nĂŁo 'cometido',

A tua convicção apaixonada,

Por nossa poesia adocicada,

Por nossa loucura primaveril,

A tua bondade juvenil,

A tua exatidĂŁo feita de retidĂŁo,

A tua intensidade em devotar-me

Da melhor maneira, e com fina arte.



Ainda bem que a poesia existe,

Assim eu posso me declarar...



Na profundidade da histĂłria,

SĂł nos cabe a glĂłria,

Do nosso amor segredar,

VocĂȘ fica a me ler...,

E o meu eu a te escrever,

Essa histĂłria que eu nĂŁo sei

Se terĂĄ final ou nĂŁo.



Ainda bem que a poesia existe,

Assim eu posso divagar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sei escrever essa saudade

- sobrenatural -

Bem aqui no peito

De um jeito sem igual,

SĂł por este beijo fatal.



Sei remar entre os canais,

Em busca de vocĂȘ nĂŁo Ă©,

E nunca serĂĄ demais...



O amor vira arte:

Literatura,

Conquista,

Cultura,

E semeia com ternura.



Sei amar, e sei ser cais:

De um novo ponto de partida,

Para que tenhas fé na vida...



O amor Ă© um canteiro delicado

De finas tulipas

Que com jeito e trato,

Cabe poesias floridas

De uma poesia interminĂĄvel

Desta primavera incontestĂĄvel.



Sei também que o amor reforça a fé

Fazendo de nós uma fortificação,

Nos levando na mesma galé...

Inserida por anna_flavia_schmitt

O tempo a fio da espada,

A pena em prol da vida,

O olhar e a tua coragem,

A glĂłria Ă© feminina;

O teu passo faz revolução.

Carrega no peito um hino,

Vivendo para a tua Nação,

Luta por toda a gente,

Nunca busca a consolação,

Nasceu para servir sempre.



A existĂȘncia Ă© infinita,

Sobrevivente e atemporal,

E talvez indizĂ­vel;

Um mistério que tem nome

- feminino -

Ainda por mim desconhecido,

Que soube sobreviver ao tempo,

E se escondendo no meio dele:

apresentou-se descoberto.



O futuro ainda menino,

Dorme nos braços do tempo,

Aguardando o crescimento.


O futuro como tudo,

Aprende com o passado,

Desgarrado dele,

Se constrĂłi com amor,

- sobrenatural

Com intenção renovada,

Com todo o fragor do peito

Para que a vida valha a pena.



O futuro menino travesso,

NĂŁo teme os marechais,

Ele Ă© filho das horas,

Ele Ă© filho do tempo,

- avesso

Aos que tentam comandar

E roubar-nos toda a paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Mergulhados um no olhar do outro,

NĂŁo hĂĄ pecado que nos detenha,

Submergidos um no outro aos poucos,

NĂŁo hĂĄ dogma que nos contenha,

Sabemos bem o que queremos:

juntos somos fogo e a boa lenha...



NĂŁo tenho pressa...



Tocando em meus poemas,

Tu me sentes silenciosamente

Na tua pele e ao teu lado;

Fazendo-te renovado sempre

O restante jĂĄ faz parte do passado,

Eu sei que sou o teu maior presente;

Longe de ser um instante:

Eu sei que sou o teu futuro certo

O restante jĂĄ nĂŁo mais te interessa

Eu sei que sou o teu amor seguro.



NĂŁo tenho pressa...



Entretidos naquilo que dizem ser jogo,

Não hå intenção que não se realize;

O melhor do jogo Ă© violar as regras.

Neste curso nĂŁo hĂĄ quem se delicie,

- criamos o nosso prĂłprio fetiche

Sabemos bem para onde ir:

juntos somos o altar e o rito...



NĂŁo tenho pressa...



Escrevendo o melhor conto,

- em segredo

Tu segues os meus versos

- erĂłticos

Ora santos, e ora desalinhados,

Tu me carregas como pupila

E o sorriso de canto...,

Sou a canção que fascina,

O sol da manhĂŁzinha,

E a estrela que tanto admira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os segredos bailam

- docemente -

Nos ritmos das cascatas

- harmoniosamente -

As ĂĄguas abrandam

- saborosamente -

A sede simplesmente

de uma forma espetacular.



Adornando como um colar,

- enfeitando lindamente

Com uma beleza de balbuciar,

As cascatas acariciam a terra,

que se pĂŽs a [celebrar...



O cĂąntico das cascatas

Dum jeito tĂŁo especial...,

A Natureza tĂŁo gloriosa

dando graças ao celestial.



O vento ao redor dos bosques

Acabou virando brisa,

E a carinhosa paz nĂŁo acabou:

virou uma portentosa poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Liberdade em todas as letras

Embarcada numa viagem,

Gentileza de todas as rimas

Encarada como miragem.



Liberdade por todos os ares

Escrevendo a tua histĂłria,

Mergulhando nos teus mares

Eternizando a tua memĂłria.



Livremente refazendo o céu

A poesia virou altar,

Um soneto feito de mel

Navegando de tanto rimar.



A curiosidade Ă© tanta

Que Ă© capaz de peregrinar,

E de pÎr os pés em terras,

E por outros mares navegar.



A liberdade Ă© tĂŁo audaz,

Exuberante e garrida,

Despreocupada de rimas

É capaz de fazer poesia,

Vestida de trinta e trĂȘs estrelas.



A liberdade foi tĂŁo cheia de paz,

Que largou as malas,

Voou com as minhas letras,

E aos passos de mil peregrinas

Foi ao encontro daquilo que Ă© capaz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

NĂŁo importa como acontece,

Ele chega bem de mansinho,

De um jeito que te aquece;

NĂŁo importa, ele acontece.



Essa liberdade que se solta,

E que te prende,

Cantarola de dia,

E de noite suspira...;

Ao poeta sempre inspira.



NĂŁo importa, mas Ă© assim,

Ele vem de forma indescritĂ­vel,

Cheio de si, e sublime em mim;

NĂŁo importa, mas Ă© incrĂ­vel.



Essa prisĂŁo que nĂŁo Ă© prisĂŁo,

E que te deixa livre,

SĂł com o teu violĂŁo,

Espera, crĂȘ e confia;

Fazendo bagunça no meu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho uma canção, uma rota

E a carta nĂĄutica

Até para decifrar:

a rota que me leve

para viver e te reencontrar.



Talvez eu nĂŁo consiga chegar,

- nĂŁo me importa!

Eu nĂŁo vou sossegar jamais!...



Porque talvez eu nĂŁo transmita

- segurança

Através do meu jeito de calar

E de seguir em frente,

Neste mundo descontente.

Eu tenho um jeito de me expressar

- diferente

Talvez nĂŁo me perceba assim,

Eu falo diferente sim;

De um jeito que jamais esquecerĂĄs de mim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho o balanço das amendoeiras

(mĂŁos extremamente macias),

Tempo para escrever poesias

(tenho muito o quĂȘ cultivar),

Tempo para ventar versos...,

(para espalhar o meu perfume)

E no teu Ă­ntimo penetrar.



Valsa em mim, nĂŁo durma!

Balançam as amendoeiras,

LĂĄ no meio da rua...,

Assim sendo infinitamente - tua,

Um acorde iluminado pela Lua

Ciente de que és o Sol e regente,

Das orquestras das orquĂ­deas

Dos afetos sem perfĂ­dias,

Valsa em mim porque me toca

Algo mui sublime que plantaste

De tal forma que hoje rio Ă  toa.



Tenho tempo porque tenho,

Tempo e o balanço

das amendoeiras,

O que hĂĄ em mim,

tem tempo para tudo;

Tenho no pulso

O relĂłgio do amor,

Para mim, o amor nĂŁo passa

E nĂŁo muda - nunca!



Brisa tĂŁo mansa,

Como a infĂąncia,

Doce esperança,

MĂ­stica cĂąndida,

Sublime poética

De ser trigueira

E madrugadeira

Que balança

Como uma amendoeira.


A minha extravagĂąncia

TĂŁo atemporal,

A minha loucura

TĂŁo celestial,

Nascem do desafio

Tal como o vento

Cortante,

No oceano

A desafiĂĄ-lo,

Sou um mistério

Inteiro;

Nascido para te desatinar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

NĂŁo pode e nĂŁo

haverĂĄ de existir

Nada mais belo

e interessante,

E que nos conduza

a (fluir);

Nos levando

ao infinito

Do amor e da vida

alucinante.



NĂŁo sossego

e nem deixo sossegar,

Porque o que sinto

Ă© de arrepiar:

Na poesia e na gentil

arte de amar.



NĂŁo devo nada

a ninguém

Nada mais

justo e forte:

É princípio

de (alguém)

Que Ă© capaz

de amar

Até além

da morte...



NĂŁo calo e nem

deixo de escrever,

Aquilo que sinto_ eternizo

Na poesia o quĂȘ Ă©,

e também hå de ser!



NĂŁo nego o quĂȘ

bate no peito

Arrepiando a pele,

O amor Ă© assim:

imperfeito.

Revirando o juĂ­zo,

Para tudo ele

encontra um jeito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A poesia tem

a leveza das espumas

Ela voa pelo ar

tal como as plumas,

A poesia vira tudo,

e até te [revira

Te fazendo novo

para amar incrivelmente.



O canto que vem

de dentro,

É fruto que ninguĂ©m segura,

É a natureza que

ninguém [furta];

Ela Ă© expressĂŁo do

meu sentimento.



Ai, poesia!...

TĂŁo perfumada,

Escrita tĂŁo plena,

e tĂŁo apaixonada;

Voltei a ser menina

em versos [simples,

NĂŁo menos belos e

nĂŁo menos importantes.



O barulho do mar

Ă© como o riso,

Ninguém consegue

prever,

E jamais conseguirĂĄ

[conter];

Ele Ă© como o curso

do destino.



Ria bem alto,

mesmo sem

contentamento.

Alegre-se

[sempre],

afastando todo

o sofrimento,

A liberdade pode vir

a qualquer momento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Lembre-se de mim, assim:

como margarida vestida de sol.

Lembre-se de mim, assim:

como um sorriso sem fim.



Recorda-te que passei,

e que o amor um dia foi lei.

Agora, tudo mudou:

o tempo - implacĂĄvel - passou.



Contente-se com a lembrança

Que nĂŁo dissipou, e nĂŁo passou,

Recorda-te da borboleta mansa,

- repousada na tua mĂŁo

Eu que fui verso e virei canção

Para sempre no país do teu coração;

Serei a tua razĂŁo,

- inesquecĂ­vel -

Lembre-se de mim assim:

como o teu amor celestial

E de todos o mais incrĂ­vel.



Libertei-me do ninho,

Sou o amor que voa sozinho,

Libertei-te para nĂŁo voltar,

Viver para me amar

É tua responsabilidade;

Deixe-me no meu destino,

Sou o curso do rio de volta

Para a vida e para o mar,

Assim na poesia estrelar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nunca vi flores tĂŁo bonitas,

- todas bem perfeitas

Lindas flores infinitas,

- super perfumadas

Pareciam até pintadas!



Todas muito bem nascidas

Na cidade de Colinas;

Rodeada por cursos d'ĂĄgua,

Coroadas por cascatas,

Todas bem regadas!



Sim, nestes versos inventados,

Bem intencionados,

Para arrancar das colinas,

Mil sorrisos,

Para semear felicidade

No meu canteiro.



Se um dia eu vier ao encontro

Do teu povo,

Da tua cidade que Ă© um jardim,

Eu seja reconhecida

NĂŁo como uma simples turista;

Mas como alguém que ama,

A sua gente e a sua cidade

Ainda quando os conhecia

Nos campos de flores e da poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Um peixinho colorido

em cima das conchas

brincando de faz-de-conta.

....


O pequeno bagre

bem parado

Ă© feito de biscuit.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As flores sobre o asfalto,

- suspiram

As emoçÔes ao alto,

- inspiram

Multicores descrevem:

os amores secretos,

e os desejos indiscretos.



Em versos sinceros,

- imensurĂĄveis

NĂŁo menos belos,

CensurĂĄveis por uns,

- admirĂĄveis

Por alguns...,

Curvados as boas letras

Para que não te esqueças.



Porque me descortinas,

Danço no meio da neblina,

Faço propositalmente rimas,

Canto de menina,

Bordado de senhora,

Cuidado de poetisa,

Passo de dançarina,

Sono de musa repousado

Desdobrado sobre as colinas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pela minha letra fatal

Desabrocha mansamente,

Pelo meu verso imortal

Carinhoso simplesmente,

Realiza no meu corpo

O segredo dos teus lĂĄbios,

Abrigado na tua mente.



Pelo soneto perfeito

Escreva o teu destino,

Pela harmonia corpĂłrea

Revelada secretamente,

Fruto particular da histĂłria

Silenciada pelo nosso beijo,

InviolĂĄvel ninho de carinho.



Pela minha poesia inesgotĂĄvel,

Ora tecida em versos ricos,

Ora bordada em versos pobres,

Poesia santa, profana e condenĂĄvel.



Pelo sonetista que nos vĂȘ - e crĂȘ,

Pela fé no amor inabalåvel,

Ora e desabrocha;

VĂȘ e se enamora daquilo que Ă©,

E o coloca para sempre como intocĂĄvel.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A noite caiu desapercebida

De um jeito jamais visto

O luzeiro foi descansar

A Lua como a lamparina

Ilumina o altar da noite

De forma a fazer o céu gingar

Em companhia das estrelas.



A manhĂŁ surgiu desapercebida

De um jeito surpreendente

O luzeiro pĂŽs-se a levantar

A Lua foi descansar

O luzeiro bem acordado

Surpreende o céu da noite

De forma a fazĂȘ-lo a se dissipar

E levar com ele todas as estrelas.



As moças sempre se encontram

ManhĂŁ, tarde e noite de mĂŁo dadas

Nestes versos mal escritos

As moças que mais parecem fadas

EstaçÔes da vida e dos tempos

EmoçÔes que caem como chuva

Entre o céu e a terra - se apaixonam

Como certas brisas que se encontram

À beira do abismo bem em frente ao mar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Recolhe o tempo dentro de ti,

Brinca com o tempo adentro,

Recoste sobre o meu ombro

E deixe o corpo falar de tudo.



Retire entre nĂłs as espumas,

Deixe que nasça todas as luas,

Entregue-se aos sons das ondas

Para tomares ciĂȘncia e as contas.



'Inverne-se' para o verĂŁo chegar,

Recrie-se para a paixão balançar,

Liberte-se de tudo o que te prende

E deixe livre sĂł aquilo que sente.



Desce a aura rosa do céu,

Dando sorriso ao mar,

O Sol doce como mel,

- Assim resolveu se entregar

Durante as baixas temperaturas,

Ele resolveu rimar-se com o mar,

Aberto as boas loucuras de amor

Remando no oceano de tanto amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt