Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Esculpindo

nas pétalas do tempo,

Desenhando

as carĂ­cias serenas,

Desejando agir

com maturidade,

Jogando bem longe

o momento

Para fazer de nĂłs

uma eternidade.



Ventando madrugada

adentro,

Escrevendo até

a aurora florescer,

Despertando do sono

nĂŁo dormido,

Poemizando de vez

atĂ© vocĂȘ aparecer

Para fugirmos

deste mundo esquisito.



A verdade que tanto

eu quero,

É a mesma que

eu carrego,

Venho porque

lhe tenho amor;

Eu por ti

jamais sossego.



Alentando da melhor

forma as horas,

Semeando ao vento

as mil floradas,

Que hĂŁo de irromper

muitos poentes,

Audazes entre nossas

frontes coladas,

Unidos nos nossos

abraços contentes.



A essĂȘncia que

tanto eu quero,

É a mesma que eu carrego,

Venho com o mesmo amor,

Que de ti tanto espero.



Ventando tudo

que tenho para ventar,

Amando além daquilo

que ninguém

faz ideia do

que Ă© amar,

Vou além de tudo,

supero o universo,

SĂł para provar

o quanto te quero;

e a medida de amar

sem medida,

Amar amando

a nossa histĂłria,

Vivendo para te amar,

Enfrentando toda

a inveja,

SĂł para viver

todo o amor

que houver nessa vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As cores se envolveram

Na curva do horizonte,

As duas nĂŁo se esqueceram;

E Ă© bem aqui dentro de mim,

Que vocĂȘ se esconde.



As espumas e as ondas,

Os beijos das sereias,

As carĂ­cias entre as espumas,

Iluminando as mil maneiras,

Escrevendo as boas loucuras.



As cores - 'as nossas',

Os perfumes - a prosas,

Os vinhos - e as rosas,

As mĂŁos - amorosas,

Os beijos - sonetos,

Seguem todos em mim,

A vida prosseguindo o curso,

E eu jamais te esqueço - padeço.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sobre a cadeira de vime,

Suavemente o xale russo,

Repousa certo e sublime,

Tal como um sono profundo.



Sobre o segredo de vidro,

Secretamente tu partiste,

Carinhosa tu deixaste-me,

Sonhando o teu regresso,

E cada pedaço tu repartiste.



Sobre a cadeira de vime,

Fortemente a saudade,

Bate forte e senta o peito,

Com a força da cavalaria

Reclama a tua falta - nostalgia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A liberdade tem os seus prĂłprios [sinais,

Ela Ă© ousada, e sempre quer muito mais.



A liberdade precisa das nossas [marcas,

Ela Ă© audaciosa, Ă© rainha de muitas espadas.



A liberdade tem tudo dos doces haicais,

Ela Ă© o quĂȘ Ă© em mil toques [sensuais.



A liberdade precisa de todos os [jeitos,

Ela precisa de todos, e que venham inteiros.



A liberdade tem a sua poesia prĂłpria,

Ela Ă© escrita por poetas que fazem [histĂłria.



Olhe para alguma parte

Do meu corpo

Sinais que mostram

Um convite

Para ser aventurado

E que fique entre nĂłs

Bem acordado:

Ele nĂŁo Ă© para ser

- revelado

É o nosso canteiro

- embriagado

Repleto de pimenteiras

Por nossas mĂŁos arteiras.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ninguém pode

deter-me

Desejo Ă©

pertencer-te

Ninguém pode

julgar-me

Anseio Ă©
reencontrar-te

Ninguém pode

condenar-me

Eu hei de viver

sĂł para amar-te.



Desejo que

sĂł me pertence

Ninguém

pode deter

Anseio que sĂł

me estremece

Ninguém

pode 'fazer'

Eu hei de vivĂȘ-lo

para sempre.



Recolha-me

e absorva-me

Toma-me, coma-me

e beba-me

Devora-me

com ganĂąncia

Repleta-me

sem moderação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Confesso que estou

na tua [mĂŁo

Entretida

com o nosso tempo,

Alguém deu

forma a [paixĂŁo;

Surgiu lindo

como um dia de sol,

Iluminando carinhoso

o [coração.



Cada passo

nas areias, uma marca,

De um grande amor

que nĂŁo passa,

E uma grande distĂąncia

que maltrata,

Nem o tempo o dissipa,

e o sossega;

Fazendo de todos dias

a minha entrega.



O mar baila

em [celebração,

O tempo se ergue

em oração,

Talvez seja

um grande sinal:

Que voltarĂĄs

para a minha vida

Para habitar

pleno de [paixĂŁo.



Cada momento

nĂŁo foi em [vĂŁo,

Nem mil almas

te encantarĂŁo,

Sei que sou a mulher

da sua vida,

E para sempre serei...,

- a dona do seu

delicado [coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Talvez eu seja a chave

Do seu maior segredo;

Talvez eu seja breve,

Na palma da sua mĂŁo.

Talvez me carregue

No jardim do coração.

Apenas um hibisco

De intenso vermelho,

A ser regado pela paixĂŁo.



Talvez eu seja sempre:

Repleta e nĂŁo me cale.

Talvez eu seja a veia:

Da saudade de tudo,

Que sobra e sobrevive.



Talvez eu seja tua,

O tempo hĂĄ de me dizer,

Ele irĂĄ me responder:

- Que valeu a espera

Desse amor sem limite.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Existe um canal que nos liga,

Reafirme: que nada nos separa.

E muito menos nĂŁo existe,

Alma audaciosa que nos defina.



Existe uma corrente tranquila,

Afirmativa e serena - nos leva

Para onde que ninguém imagina;

O coração vai e sempre solicita.



O encontro de embarcaçÔes

Doces e repletas de emoçÔes,

Em busca de grande sensaçÔes.



O encontro de tripulaçÔes,

Desencontro de sensaçÔes,

- Distanciam emoçÔes

HĂĄ o encontro de ĂĄguas,

- um turbilhĂŁo de sonhos

Inteiros e macios...,

Livres, e cativos... nĂŁo te conto!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ali, logo ali estĂĄ,

A vida a vibrar,

Bem no mangue,

NĂŁo tĂŁo distante,

E bem perto do mar;

Na Ilha dos Remédios,

Vou a cura procurar

Pela cura do mal de amor,

Devo ir, e se lĂĄ eu nĂŁo for,

Comigo para sempre ficarĂĄ

A repleta dor desse mal de amor,

- Que talvez nunca passarĂĄ... -



Ali, bem dentro de ti,

Com o barulho do mar,

Sublime cantante,

Menestrel brilhante,

Indo sempre ao mangue,

Para a vida cultivar,

Nas carregadas redes de pesca,

Para enriquecer a festa e alimentar,

O povo que luta e ama,

Nessa terra que o mar balança,

Floresce no sorriso a alma açoriana.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As emoçÔes são como flores,

NĂŁo permita que arranquem:

as suas pétalas

Viva imensamente o seu jardim,

NĂŁo cale a sua vida interior, enfim.



NĂŁo deixe que te governem,

Tome as rédeas da tua vida,

NĂŁo existe alma garrida

Estando ela em companhia de Deus;

NĂŁo se iluda com falsas promessas,

Viva intensamente em suas terras:

serenamente, silencie a sua mente.



Existem aqueles que oferecem

- conflitos -

Para sair no final da histĂłria

como herĂłis;

No fundo nĂŁo passam de bandidos

Para fazer de um paĂ­s um celeiro

de oprimidos;

Enganando-os que tudo se encontra

- resolvido -

Um verdadeiro oceano de ressequidos.



NĂŁo deixe que te desgovernem,

SĂȘ senhor de si mesmo,

Enfrente a realidade,

Fuja da alienação e da maldade,

Pare para pensar em silĂȘncio,

Apazigue o coração e o pensamento,

Para depois nĂŁo haver lamento,

NĂŁo te leves por qualquer onda,

Elas são agéis e te pegam,

E quando menos vocĂȘ imagina:

aĂ­ jĂĄ foi tarde!

EstarĂĄs agarrado com a barafunda,

Casado com a Ditadura,

E completamente perdido na noite escura.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Escrevo porque sinto,

Ouço vocĂȘ vivendo,

Bem aqui (dentro).



Assim ainda te vejo,

Indo rumo (adentro),

Com todo o sentimento.



Escrevo porque sei,

Que nĂŁo estou sĂł,

Tenho vocĂȘ que me (tem),

Eu sou o teu maior bem.



Porque tudo requer:

carinho e (manha)

Um dia tudo se ajeita,

E virĂĄs com amĂĄvel sanha...



Escrevo pétala por (pétala),

Em sĂ­labas com bons tons,

Melodias prĂłprias das cĂ­taras,

Harmonias das mil cançÔes,

Do solstĂ­cio do inverno,

Revelando para as emoçÔes.



Ainda nos desejo,

Assim nos (creio),

Nada em mim Ă© passageiro:

tudo Ă© repleto, concreto e inteiro.



Assim procuro escrever

Curvo-me ao teu mistério,

Jamais desistirei de nĂłs

Eu te encontrarei no alto hemisfério.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A cor verdejante do mar,

O arrastar do olhar,

A rede prosseguindo...,

O pescador joga a rede,

A tainha ele foi pescar,

O mar espalha o canto,

A vegetação serena...

O BalneĂĄrio se ilumina,

A vontade nĂŁo Ă© pequena.



A duna tĂŁo linda,

É fonte de vida,

Ela traz proteção,

É poema que segura

Toda a correnteza.



A festa tĂŁo bela,

Da Natureza,

Cada grĂŁo dessa areia

É pura beleza!

ExpressĂŁo e vivaz certeza.



A hora estĂĄ chegando,

O povo estĂĄ esperando,

- a Festa da Tainha

É a festa barrasulense,

Do norte catarinense.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nas minhas pétalas

tu te roças,

No meu beijo

que tanto procuras:

estĂĄ o meu corpo

cheio de loucuras.



NĂŁo desvias,

porque tanto adoras

As minhas mĂŁo de fada,

sem farsa,

e minhas carĂ­cias

todas mimosas.



Nas minhas galas

tĂŁo pomposas,

No meu bailado

tĂŁo repleto de ginga:

assim seguem

as minhas malĂ­cias.



NĂŁo desvias,

porque tanto fazes

E por onde fazes

ser tua - toda;

e segue

em gestos audazes...



NĂŁo desvias -

porque escreves

O poema das mil fases;

Tu, sĂł tu me trazes...



NĂŁo desvias

porque estĂŁo entregues

As devoçÔes e as tuas

alucinaçÔes

Uma a uma, assim tu

me pertences...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ao poeta Cruz e Sousa...





A poesia Ă© interminĂĄvel

Nasci Julieta infinita

Do nascer do Sol

Até o morrer dele

Filha de toda a inspiração

Cresci poética pelas mãos

Do negro que escreveu

No mar o soneto etéreo



A poesia Ă© inefĂĄvel

Nasci imperfeita, artista

Do tom da clave de Sol

Alçando a harmonia solene

Serva de cada excitação

Louca por tuas mĂŁos

Feita das tuas linhas

Estrela suspensa

Que com brilho o mar ilumina



Cada vez que tu me olhas:

o teu olhar me arrebata, fulmina

Como as ondas do mar se integram

E tanto fazem com as espumas

Não que elas desapareçam,

Uma passa a pertencer a outra

- se revelam -

Assim é o mistério de amor

Que tanto me entrego...,

Passando assim a ser mais tua

Do que todas as nereidas desnudas

Que por ti passaram...

Contigo nos reĂșno, e nos possuo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Dos meus dulçores

rĂłseos

E tĂŁo carinhosos

beijos,

Tu carregas

de mim

Os mais lindos

sonhos;

Eu sei que tudo

requer tempo,

Amar requer

amadurecimento.



Dos teus licores

flĂłreos

Nascidos

dos nossos beijos,

Tu me enlevas

mais do que mil peitos

Sendo eu a pupila

dos teus olhos,

O amor nĂŁo precisa

de que sejamos perfeitos.



Dos meus

carinhos totais,

E minhas

delĂ­cias ternas,

Tu me carregas

de mim,

Eu moro

em vocĂȘ,

E vocĂȘ mora

inteiro em mim;

Assim somos

mil primaveras

Em todas estaçÔes

- sem fim.



Que sejamos unos,

IndivisĂ­veis e corajosos,

Tu me levando na garupa

do teu cavalo

Protegendo para sempre

a tua donzela;

De todo o mal e da crueldade

desse mundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Alegria dos Anjos refletida

celebrando nas ĂĄguas do mar

barrassulensse Ă© o gentĂ­lico:

desse povo que Ă© poesia,

e acredita na força da vida.



Felicidade dos Anjos espelhada

desabrochando nas espumas brancas

BalneĂĄrio Barra do Sul Ă© o destino:

de quem procura encantamento,

e deseja manhĂŁs brandas.



VitĂłria dos Anjos escrita

emocionando até os inocentes siris,

Aqui Ă© um paraĂ­so que Deus desenhou:

- o meu coração escolheu -

e alma se apaixonou.



Paradisíaca canção angélica

bramindo com as ondas do mar,

Cidade coroada por um litoral

- verdejante -

Para sempre eu hei de te adorar!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho em mim

o frescor,

- estĂĄ em mim

o odor

Bem nas minhas

pétalas

estĂĄ escrita

a poesia de amor.



Tenho vocĂȘ em mim,

Por todas as manhĂŁs

e tardes,

Pelas noites

e madrugadas...,

Tornei-me a safada

das safadas.



Maria sem vergonha

e despudorada,

Nasci assim: desavergonhada

Para ir

completamente além

E ser bem lembrada

como o teu bem.



ErĂłtica sinestesia,

Eterna energia,

Pura poesia....

e emergĂȘncia de amor!

Inserida por anna_flavia_schmitt

É fato mais do que consumado:

eu sou um pedaço de vocĂȘ.

A tua estrela de todas horas:

matutina, vespertina e anoitecida

No afĂŁ de viver a vida de carĂ­cia

SĂł me alimentando de vocĂȘ...



É assim que comecei a surgir:

nascendo do amor que vive.

O mais lindo pedaço brotado

- dentro do teu coração.

Fiz-me de irresistĂ­vel paixĂŁo,

Só para viver dentro do teu coração.



É sempre assim, e sempre será:

eu gostando de vocĂȘ, e vocĂȘ de mim.

O brilho mais lindo nos meus olhos

- espelhando o brilho desses olhos

Dessa tua doçura que ninguém resiste,

E que o meu coração jamais desiste.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O mundo pode

até dormir,

O nosso sol

sempre abrirĂĄ:

Os mais lindos

caminhos

Nas noites

lunares no [mar.


O mundo pode

até esquecer,

O nosso amor

sempre existirĂĄ,

E a nossa mĂșsica

jamais deixarĂĄ

De tocar

o nosso coração,

e embalarĂĄ

O nosso grande amor

em todo o [lugar.



O mundo sempre

tenta contestar,

O amor teimoso

sempre persistirĂĄ;

Ele escolheu

o teu coração

para morar...



Soneto escrito macio

em cada concha,

Soa como o cravo

que toca;

Deste paĂ­s amor

sempre toma conta...



O mundo pode

até acabar,

O Universo que hĂĄ

em nĂłs nĂŁo findarĂĄ;

Neste abrigo sempre

hĂĄ de constelar...



O mundo pode tudo,

e pode mesmo:

O mundo sĂł nĂŁo pode

acabar com

- o nosso desejo -

Nos trigais do alvorecer,

[e no poente.

O mundo nĂŁo pode acabar com o que

hĂĄ de mais bonito dentro

[da gente;

E com todo esse oceano de amor

que a gente sente - alucinadamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Do nada comecei a cantar

Na beira do mar

Não tive como te abraçar

Pûs-me a escrever nas areias

O belo amanhecer

Recolhi carinhosas conchas

Lindos presentes das sereias

Vendo o barco passar

No balanço das ondas do mar.



Cantei algumas mĂșsicas

Todas em espanhol

O meu coração se abriu a sonata

A mais bela celebração apaixonada

Tentativas de quem nĂŁo sabe

Mas de quem de coragem

De um dia aprender

E os mares cruzar

SĂł para te rever.


Acariciando o mar

Enternecido amanheceu o sol

E eu bem longe de vocĂȘ

Louca para te amar

Espantando o frio do outono

Resolvendo com tudo romper

A poesia praiana irĂĄ te ter

Como o Universo se abre para a Terra

Tens todo o meu amor e minh'alma

Que o Mal do mundo jamais encerra.

Inserida por anna_flavia_schmitt