Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

A lembrança chegou

com a chuvarada,

Abraçada ao oceano,

com a maré mexida,

com a areia molhada,

e com a alma lavada.



A tempestade bradou,

com os raios de metais,

Resoluta e decidida,

que nĂŁo volta atrĂĄs,

que nĂŁo pensa em vocĂȘ,

e que nĂŁo te quer mais.



A lembrança surgiu

com os mil perfumes,

Acobertada pelas nuvens,

com o mistério da fé,

com um grande plano,

e derrubando totens.



A liberdade poética

com as suas asas,

Certa das tuas cismas,

que ignora detalhes,

que determina caminhos

e que aceita as tuas sinas.



A temperança não me deixa

com os seus perfumes,

Ainda destes versos morrerĂĄs

com todos os ciĂșmes,

Sentindo os lamentos,

Com o teu peito em mil rebentos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Fostes além do imaginårio

oculto na noite escura,

Varri todas as brumas,

escrevi o nosso rimĂĄrio

nas flutuantes espumas.



Persiste em mim pleno,

revelado e prateado;

Casto como a sonata

tocando-me nas cordas

d'alma livre e apaixonada.



Viestes além do meu querer

escrito nas estrelas,

Gentil como o luar

beijando-me Ă  beira mar,

bem no meio do anoitecer.



Porque este versejar dança

nos braços da abolição,

Sorri para Castro Alves,

gaba-se de ser constelação

a ocupar inteiro o teu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

NĂŁo me basta ficar sĂł olhando,

Necessito tocar o corpo alheio,

Sem nenhum 'tipo de freio'...



NĂŁo me basta ficar te esperando,

Preciso tocar o teu coração,

Com toda a minha emoção.



NĂŁo me basta ficar te enganando,

Desejo revelar que sempre te amei,

Todo o amor do mundo eu guardei.


Dançam os corais nos oceanos,

- O mundo dĂĄ voltas

Colocaste-me dentro de ti,

Porque na verdade eu jamais saĂ­.



Cantam os pĂĄssaros nos montes,

- O relĂłgio dĂĄ voltas

Coloquei-te dentro de mim,

Porque na verdade és meu bandolim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Posso olhar pelo buraco

Da fechadura do tempo,

Posso ouvir pelo recado

Da ternura misteriosa,

Deixaste-me garrida

Do amor pelo amor,

E por todo o amor pio;

Devotado sempre Ă  ti:

Sofri, chorei e resisti.



Transformei a ausĂȘncia

- tua -

Na mais fina vestimenta

Poesia intimista perfeita,

Para ser flecha no peito,

Com versos luxuriosos,

Cheios do meu veneno

Doce, delicado e sublime,

Para um peito impĂĄvido

- forte -

Para que flecheiro acerte,

E nunca mais ele cicatrize.



Posso amar muito além

Do destino e da espera,

Posso romper algemas

De tudo o quĂȘ te prende,

Deixaste-me em privação

Do amor fervente,

Da paixĂŁo pela paixĂŁo,

E por toda a paixĂŁo terna;

Eternizada na Ă­ris da mente:

VocĂȘ me amarĂĄ para sempre.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A minh'alma jamais se deixa

capturar - sou livre para amar,

A minha'alma nasceu livre,

e por isso sou a tua poesia...,

O amor da sua [vida]...,

e isso ninguém pode negar.



A poesia escrita intensa

Ă© a dos loucos amores,

Desenho com todas as cores,

pinto a sua pele com a cor

Que vier a me [inspirar]...,

A minh'alma tu bem enaltece,

o perfume que ninguém esquece,

Ele sĂł vocĂȘ bem conhece,

o rumo a se enveredar.



A minh'alma nĂŁo cede nunca

a oportunidade de remar,

A minh'alma é embarcação

e emoção à beira mar....,

O amor nela [reside]...,

e ele ninguém pode despejar.



A poesia do mistério bailado,

e que nunca serĂĄ desvendado.

É essa poesia a te convidar

para preencher a tua vida toda.

Para vocĂȘ amar e ser [amado]...,

e fazĂȘ-lo sempre sorrir Ă  toa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Devo-lhe imensamente tantas:

os risos, os gozos e os prantos

Tenho-lhe na minha alta conta:

nĂŁo me perdi na tua ausĂȘncia

Temos uma histĂłria para contar:

- nĂŁo sei no que vai dar

O importante que venhas inteiro,

e eu seja o teu amor derradeiro.



Augusta e profunda sintonia,

- Aprendeste que és poesia! -

Suprema glorificação que tua alma

- exibe -

Amar-me em pensamento sublime.



Canto-lhe o meu soneto enluarado:

casto, sublime e apaixonado

Tenho-lhe em letras proibidas

escritas por todos os poetas,

Temos todas as noites para virar:

- revoadas para alçar

O emocionante vocĂȘ jĂĄ entendeu:

és impåvido e sempre serås meu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

NĂŁo paro de percorrer

Com os meus olhos,

Que nĂŁo sĂŁo mais meus,

Sim, eles sĂŁo tĂŁo teus.



NĂŁo devo ir adiante

Com o meu intento,

Até ser alvorada,

Por tua mĂŁo colhida,

NĂŁo sei se sou a flor

Mais bela ou preferida.


NĂŁo paro de correr

Com as minhas letras,

Pois elas sĂŁo as pernas,

Que por ti dobrarĂŁo,

Aqui elas por ti estĂŁo.


NĂŁo sou mais a mesma,

O poente dança em mim,

As nuvens sĂŁo de cetim,

Eu sou violeta pequenina

No teu imenso [jardim].

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu nĂŁo acredito em amores perdidos,

e sim nos amores nĂŁo encontrados...,

O destino costuma pregar peças,

eu quero te colocar sob meus cuidados.



O amor nas letras poéticas do Sol

que chegarĂĄ calmamente...,

No desabrochar do arrebol,

eu desejo amar-te solenemente.



Eu nĂŁo acredito em amores passageiros,

e sim no amor que rompe fronteiras...,

O divino amor nĂŁo passa,

ele reĂșne dois e formam inteiros.



O amor nas rimas erĂłticas do amar,

que chegarĂĄ deslizando...,

Nas ondas da ĂĄgua do mar,

eu estarei neste barco embarcando.



O amor que nĂŁo passa

e nele crĂȘ, confia e espera.

Ele virĂĄ sem dĂșvida,

com uma infinita argĂșcia,

devastador e forte,

Como as forças da Natureza,

Eu sei que ele virĂĄ,

com a profundidade dos oceanos,

E com toda a sutileza que hĂĄ de ser,

e nenhuma cĂąmera irĂĄ capturar...



O amor virĂĄ arrebatador,

- ele jĂĄ estĂĄ escrito

O Universo estĂĄ ciente,

que o amor de verdade virĂĄ,

O meu amor que nĂŁo passa,

e jamais [passarĂĄ];

Como derradeiro que Ă©, se eternizarĂĄ.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A sua pele me deslumbra,

Ela tem a cor que tanto faz

Falta na minha pele,

A sua luz me 'domina'...,

Ela tem o tom que fascina

E me convida Ă  luxĂșria...


Eu escolhi por ela me render

Sob sua 'guarda protetora';

Quero contar as estrelas

Na tua companhia sedutora.


A sua luz sublime na penumbra,

Ela vem da tua alma (capaz)

Intensa de manter-me nua...,

Ao modo de me tirar as letras,

No meu eu te declarar em poemas,

E assim desenhar mil esquemas,

No teu corpo com todas estrelas...



Eu escolhi por ela me prender,

Sob a tua égide me suspender,

Quero as tuas alegrias realizar,

E ser a tua cantiga de sonhar.



Eu escolhi acima de tudo:

Ser o teu forte sentimento

E devastador como mar...,

Que sabe ser oceano de amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Soltei os meus cabelos ao vento

Iguais aos seus olhos castanhos,

Contei os beijos tĂŁo [esperados].



Ambiciosa receberei um dia de ti

Mais do que uma declamação:

Uma rosa e uma [canção]...



Espero que vocĂȘ tenha gostado

De ter estado aos meios cuidados,

Quero vocĂȘ sempre ao meu [lado].



Ainda terei vocĂȘ de vez comigo,

Deste mundo bem protegido...



Pode ser até alucinação:

Quero ser poema e a sua paixĂŁo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu preciso te contar

Que no girar das horas

NĂŁo quero te (perder)

Eu necessito te reencontrar

Sim, eu quero te ver!...



Do instinto eu quero

E vou me enlaçar

Do destino eu desejo

E quero te reencontrar

Sim, eu quero te beijar!...



Eu te aceito com tudo:

- Tudo mesmo!

Eu te aceito com tudo

Àquilo que te falta!...



Do divino eu quero

E vou me encontrar

Do despido eu desejo

E quero contemplar

Sim, eu quero te amar!...



Na América Latina sinto

- ou melhor -

Constato as falsas revoluçÔes

Porque longe do correto,

E de todas as intençÔes,

Percebo que hĂĄ um jogo

De ambiçÔes - inflamaçÔes;

Para nĂŁo libertar o povo,

Para colaborar, infelizmente,

Com as mais de mil exploraçÔes.

Eu te aceito com tudo:

- Tudo mesmo!

Eu te aceito com tudo

Que te afaste do mundo!



Na América Latina vejo

- prevejo -

Antevejo o pior sinal

Porque se ninguém pensar

Um caminho correto,

Querer fazer o quĂȘ quer,

Escrevendo a própria sentença,

CaĂ­remos na maior decadĂȘncia,

É só questão de usar a cabeça

Para nĂŁo termos um triste final.



Quem nĂŁo sabe obedecer a Lei:

É igual ao guerrilheiro escavando

- a prĂłpria cova -

Comigo a hipocrisia da desordem

- nĂŁo cola -

Quero a liberdade carinhosa e ordeira,

Que me permita caminhar em paz,

E viajar contigo por toda a PĂĄtria Grande

Experimentando as estradas latinoamericanas

Que serĂŁo as estradas das nossas almas ciganas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Estou tecendo [seriamente:

- Um plano de entrega

Para entrar no teu coração...,

E nĂŁo mais sair da tua [mente];

Estou com uma vontade terna,

Que Ă© fome de 'loba- quimera'.



Com inversĂŁo ou sem,

Quero vocĂȘ inteiro,

Do jeito que vocĂȘ vem,

Quero vocĂȘ [faceiro].



Estou desenhando [preliminarmente:

- Uma rota de sensualidade

Para romper com a castidade..,

E nĂŁo mais aderir aos protocolos;

Estou com uma vontade imensa

De fazer parte dos teus [sonhos].



Com santificada carĂ­cia,

Quero vocĂȘ bem

Do jeito da malĂ­cia,

Que desliza [urgente].



Estou costurando no silĂȘncio das horas:

- Para que tu venhas sem demoras

Rompendo auroras e poentes,

Trazendo estrelas [para mim],

Teus meneios serĂŁo presentes,

Um florescimento em meu jardim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Na poesia nada Ă© pecado,

A fantasia ela se permite,

E transforma a distĂąncia

No paraĂ­so encantado...,

Na poesia nĂŁo hĂĄ limite;

A alegria vem pela noite,

E madruga bem cedinho

No teu sublime sorriso...



A tua pele Ă© um convite..!



Na poesia que vem de mim,

A sinfonia ela se permite,

E transforma os versos

No mais lindo convite...,

Na poesia que se permite,

À espera do teu abraço,

E também pelo teu beijo

No meu aurirosado regaço...



A tua boca Ă© um fetiche...!



Na poesia que vem com o tempo

A carĂ­cia ela reverencia,

E movimenta orante o mundo,

No mais perfumado intento...,

Na poesia que gira tudo,

À espera da vinda do astro,

E convém pela recompensa

No meu recanto Ă­ntimo...



A tua cor Ă© da cor de Afrodite...!



No teu parto cheio de luz,

À beira da água doce,

Com as rimas de mar,

Com o teu cheiro de mato,

És um manso regato;

O teu oceano Ă© de amar,

És poeta da cor corada:

- A tua poesia me trouxe.

E fez de mim fĂȘmea domada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

NĂŁo sou feita de tĂ­bias palavras

Sim, sou feita de poesias plenas,

NĂŁo sou feita de tristes amarras.



Eu sou poesia que fica,

Sou a perfeita indecĂȘncia,

Eu sou a prĂłpria malĂ­cia.



Sou feita do teu doce sorriso

NĂŁo, sou a tua fina safra..,

Sou feita do teu verso despido.



Eu sou a mulher feita de poemas,

Eu sou a tal cheia de sol...,

Eu sou toda coberta de estrelas.



NĂŁo invado, sou poesia

O meu verso Ă© de ferro,

E o meu corpo Ă© de fogo.



Eu sou a menina fingida,

Eu sou a mesma [mulher],

Eu sou alguém que te quer.





A minha ambição é discreta,

NĂŁo desafio, porque sou lira;

Escrevo para uma paixĂŁo secreta.



Porque eu amo, sou poesia.



Porque tenho sede, sou poesia



Porque eu te espero, sou poesia.



Não vou além, porque sou poesia...



Porque como toda a poesia: sou poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Da minha janela eu fiquei

Em busca daquelas histĂłrias

Que sĂł eu sei contar,

Fui em busca do luar...

Eu fiquei assim a te esperar,

De olho na janela para te ver,

Do jeitinho que irĂĄs pousar;

No soneto madrigal irei festejar

De bruços irei escrever:

Para o poeta se deleitar.



No céu flutuando eu subi

Em busca da luz da lua

Que provoca o delirar,

Fui em busca de vocĂȘ,

Eu estou a premeditar,

De olho na tua despreocupação,

Do teu trigueiro versejar,

No meu abraço a te abraçar,

De boa e sensual coreografia

Estou aqui para te provocar...



Do céu avistado o luar

Em busca do teu beijo,

Que chegou para excitar,

Fui em busca do segredo,

Do teu lindo versejar

Que bem parece (rede)

De pescador lançada no mar;

Aqui estou subindo pelas paredes,

Pronta para a gente namorar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os meus poemas sempre repletos,

- e incorretos

NĂŁo menos poemas e tĂŁo secretos,

- inteiros

Sempre tĂŁo cheios de solidĂŁo,

de mares, de lugares e de paixĂŁo,

São na totalidade uma declaração

de uma pomba que pousou na tua mĂŁo.



Eu tive que cantar, contar e escrever,

Os meus poemas se espalham por aĂ­,

e eu bem aqui nesta tarde com luar

- mais uma vez -

ao encontro do sol beijando o mar.



Os meus dias vivem a te esperar,

Eu sou a tal orquĂ­dea a se 'abrir',

Ă© deste jeito vivo a perfumar...,

- todos os dias -

AtĂ© vocĂȘ voltar (para mim).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pude observar a [dança]

- do sol e do luar -

No oceano de amar,

Para seguir a luz

De quem me ama...,

E de mim nunca se cansa.



Destarte, posso tanto,

- em segredo -

Sagrado com afeto,

Espalhar este canto.



Pude passar a tarde

- de sol e luar -

A observar o mar,

Imaginando vocĂȘ em cena,

Ditando poesia suave,

E um sussurrar com [arte].



Evidente, nesta poesia

- intimista -

A deslizar nas areias

Palmilhando as conchas,

Para tomares conta,

E para quando abraçares:

- Roubares o meu beijo

Deslizando no canteiro

Escrevendo poesias boĂȘmias

Com as pĂ©talas das gardĂȘnias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O vento fazendo mĂșsica

com as ĂĄguas do mar,

O vento trazendo o desejo

com a vontade de beijar,

O vento carregando a onda

sobeja retocando na areia,

A carĂ­cia em rebento

percorrendo a alisar,

A mĂșsica que eu compĂ»s,

e vocĂȘ ainda nĂŁo ouviu;

A poesia misteriosa nasceu

de uma conversa que surgiu.



Sim, deste contentamento

da onda do mar beijando

as areias e tocando a canção

do vento - divino carrilhĂŁo;

SĂŁo letras de chamamento

convite para tocar as estrelas

Nas noites de plena excitação.



Sim, do apelo poético ondino

da rosa a desabrochar no verĂŁo,

Provoquei-te a curiosidade menina

a olhar este rimĂĄrio de dama despida,

Como se olha através da fechadura

A cada verso de paixĂŁo uma loucura:

- Escrevo para vocĂȘ cair em tentação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Por eu te querer querendo,

No rimar, vou te desejando,

Aos poucos te dando pistas,

És a maior das [conquistas...,

Por eu te querer (amando),

No olhar, vou me despindo,

Aos poucos te revelando,

És o meu coração [batendo...,

Por ser grande e (tremendo).



Porque tu'alma Ă© um [roseiral,

E tens a cadĂȘncia dos (cometas).



Porque te fiz este [verso lirial,

E das cores de (mil estrelas).



Porque teu jeito Ă© [genial,

E tens as asas das (borboletas).



Por eu te amar amando,

No remar, eu vou 'chegando',

Aos poucos sigo acariciando,

És a poesia verdadeira, e não lenda,

Assim, seduzes-me tu pelas fendas;

Em riste e com todas as pompas:

Tu vais se rendendo - aconchegando!...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Desejo o teu humano apego

- em segredo -

Dar-te-ei o meu aconchego.



Domino a tua sacrossanta

- chama -

Canção que me acalanta.



Danço no orvalho da manhã,

- em secreto -

Tomo o beijo sabor de maçã.



Determino a carĂ­cia sublime

- saboreio -

Do teu corpo não faço regime.



Direciono com altivez tremenda

- enleio -

Nas tuas partes a luxĂșria intensa.



Devoto Ă  vocĂȘ sem reserva,

- em discreto -

Versejar como semente na terra.



Ditoso pensador tremendo,

- em sonho -

Faço-te o meu território ocupado

Porque a tua fragĂąncia veio no ar,

Ela me fez voltar a sonhar...,

Porque sempre apreciei tudo

E muito mais do que o olhar

É capaz de alcançar e aspirar...,

Eu hei de te escrever aos poucos

No formato de meus versos loucos,

Tudo, tudo, tudo, o quĂȘ aprecio,

Perfumando o ar de romantismo.

Inserida por anna_flavia_schmitt