Indiferença Amorosa
Ah! Onde aquele amor se perdeu?
Perdeu-se na rotina, nas pequenas indiferenças?
Na admiração que deixou de ser expressada,
no tempo implacável que acomoda os desejos?
Nos nãos, ditos sem cerimônia?
Ou nas bocas e olhos que deixaram de se encontrar?
Ou ainda, nos ouvidos desatentos
ao que antes era música para eles?
Onde foi parar aquele amor?
Cika Parolin
O preto é ausência de cor.
A indiferença é ausência de amor.
A coragem é ausência de temor.
O mal é ausência do bem.
Eu sou ausência para alguém?
Quem é ausência de quem?
O Amor continua sendo algo estranhamente incapaz de ser decifrado que caminha por mistérios, indiferente as descrições! Talvez ele nem esteja disposto a ser descrito ou mensurado, só precisa que o vivenciemos da forma mais clara, sincera e honesta
O amor me deixou cego, o ódio me devolveu a visão, mas a indiferença e o desprezo me deram forças para seguir em frente.
E creio em tempo, na força do amor derrubando muros da indiferença e da ingratidão, e entre mãos e braços que se entrelaçam em beijos e abraços, sentir o afago da ternura adormecida brotar do fundo de um coração.
O ódio não é o sucessor da paz e da indiferença. O ódio é o raioX do amor, o seu avesso. (...)Se ódio é efeito colateral do amor, pensemos: as pessoas têm amor a quê? Ideologias, partidos, orgulhos?
O amor...
Não tem senões,
Cláusulas
Ou condições...
É inútil
A luta,
A indiferença
Ou a resistência...
Pois ele é pefeito,
Intenso,
Irresistível
E soberano...
"Não e só indiferença!
As pessoas andam dispersas.
O mundo carece de amor, carícias, atenção, solidariedade e cuidado. Até as ruas lotadas estão desertas...
Muitas pessoas caminham, mas... Não há ninguém lá!
Ei pra onde foi todo mundo?
CANÇÃO INDIFERENTE
Um amor tão forte assim,
Não pode ser!
O que dentro de mim
Faz por te querer?
Ah, amor, eu não sei dizer...
Eu não sei a distância
Que te encontra o mundo,
Nem por qual importância
Que me vê cantar...
O que te faz provar
Esse amor profundo?
Nada eu sou de tudo,
Mas de absoluto eu sou amar.
Mesmo o teu amor, distante
Da paixão que sente,
Do teu desejo, indiferente
O meu sentir é esplendor.
Desse amor desencontrado
Sem quer nós dois, lado a lado
Eu vou vivendo a minha dor.
O RECADO
Sabe aquele amor imenso que eu sentia por você?
Naufragou no oceano da tua indiferença
Pulou pela janela da tua grosseria
... Morreu de excesso de paciência
No buraco que seu desamor deixou
plantei um pouco de amor por mim mesma!
