Indiferença Amorosa
Deus faz tudo perfeito
A indiferença vem daqueles
que não conseguem sentir.
O amor em tudo é sagrado.
ESPERANÇA (soneto)
Saudades de ti, me vem com ternura
Teu nome, ao amor, não é indiferente
Entre o poetar, e nos versos murmura
Recordação, nos suspiros, de repente!
Longe de ti, o pranto, mísero, tortura
Essa solidão, que geme tristemente
Mas, as alegrias vividas, porventura
Abalança o tormento, tão presente
Nesse amargo sofrer, o teu nome
A florescer na secura do cerrado
No peito o saudosar, me consome
Ao evocá-lo... agridoce atmosfera
Que no desejo é mais que desejado
E, na inspiração... ainda te espera!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31/01/2020, 07’03” – Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Amor, carinho e atenção você recebe de quem te ama de verdade e corre atrás de você.
Indiferença você recebe de quem foge de você, e que você insiste em correr atrás.
Ah! Onde aquele amor se perdeu?
Perdeu-se na rotina, nas pequenas indiferenças?
Na admiração que deixou de ser expressada,
no tempo implacável que acomoda os desejos?
Nos nãos, ditos sem cerimônia?
Ou nas bocas e olhos que deixaram de se encontrar?
Ou ainda, nos ouvidos desatentos
ao que antes era música para eles?
Onde foi parar aquele amor?
Cika Parolin
O preto é ausência de cor.
A indiferença é ausência de amor.
A coragem é ausência de temor.
O mal é ausência do bem.
Eu sou ausência para alguém?
Quem é ausência de quem?
O Amor continua sendo algo estranhamente incapaz de ser decifrado que caminha por mistérios, indiferente as descrições! Talvez ele nem esteja disposto a ser descrito ou mensurado, só precisa que o vivenciemos da forma mais clara, sincera e honesta
O amor me deixou cego, o ódio me devolveu a visão, mas a indiferença e o desprezo me deram forças para seguir em frente.
E creio em tempo, na força do amor derrubando muros da indiferença e da ingratidão, e entre mãos e braços que se entrelaçam em beijos e abraços, sentir o afago da ternura adormecida brotar do fundo de um coração.
O ódio não é o sucessor da paz e da indiferença. O ódio é o raioX do amor, o seu avesso. (...)Se ódio é efeito colateral do amor, pensemos: as pessoas têm amor a quê? Ideologias, partidos, orgulhos?
O amor...
Não tem senões,
Cláusulas
Ou condições...
É inútil
A luta,
A indiferença
Ou a resistência...
Pois ele é pefeito,
Intenso,
Irresistível
E soberano...
"Não e só indiferença!
As pessoas andam dispersas.
O mundo carece de amor, carícias, atenção, solidariedade e cuidado. Até as ruas lotadas estão desertas...
Muitas pessoas caminham, mas... Não há ninguém lá!
Ei pra onde foi todo mundo?
