Indiferença Amorosa
Nunca sofra por amor. Sofra por desamor, desencanto ou indiferença. Mas nunca por amor. O amor não faz mal... quem faz mal são as pessoas que não sabem amar.
A indiferença e a falta de amor começa quando você não se aceita como é, porque a aceitação própria evita males e males. Ame a Deus seu criador e ao seu próximo como a si mesmo.
Amar não será nunca indiferença nem conivência, o tão comumente "respeito" que vocês utilizam para evitar serem cobrados de uma atitude. É correto que não pode haver cobrança mútua numa relação, mesmo de amizade, mas isso não implica em que amar signifique tolerar ou permitir desmandos, ou utilizar-se desta "liberdade" para agir sem culpa, permitindo evadir-se de algumas responsabilidades. O respeito é , no amor, a liberdade de aprender conjuntamente, a lealdade, o carinho, a oportunidade de ser um e o prazer de ser feliz. Para amar é necessário compreender o porquê de ser, de pensar, de sentir, e de precisar dos outros. Quem tiver a consciência de existir terá a alegria de ser o amor. O simples ato de ser consciente será a manifestação do mais puro e total amor encarnado, uma condição pura de oferta à procura de satisfazer qualquer necessidade. Sem uma mente clara, equilibrada e desimpedida para ver, sentir e compreender a extensão de um ato, dificilmente poderá chegar a amar conscientemente. Quem conhece a vida plenamente, conhece e vive o amor. Ser a vida e ser amor e amado..."
Se você planta indiferença não tem como colher outra coisa se não a indiferença, mas se planta amor boa safra terá.
Seja a luz no mundo onde existe o medo;
Seja amor onde existe a indiferença;
Seja abrigo onde existe o abandono;
Seja sábio, avance...
"Seja sua melhor versão."
O antônimo de amor não é ódio, é a indiferença! Quem tem mais o que fazer da vida sabe: a melhor, mais simples, barata, rápida e eficaz forma de vingança é ela, principalmente porque vingar-se já nem é mais a intenção!
Preocupe-se com aqueles que ama e com aqueles que espalham o bem. Quem ama cuida. Quem não ama, também não precisa odiar... deixe pra lá!
O oposto do amor não é o ódio, é a indiferença. O ódio ainda reconhece a existência do outro; a indiferença é o verdadeiro cemitério dos afetos.
Passei a odiar a minha vida, ó sol indiferente.
Nada faz sentido; nem esta frase.
É como amar uma sombra ao entardecer: quanto mais corro, mais ela foge.
É beijar o vento que carrega o perfume de alguém que já partiu há mil anos-luz.
É gritar “eu existo?” dentro de um auditório vazio, onde até o eco se recusa a responder.
E o pior: eu sei que, amanhã, o sol vai nascer do mesmo jeito; impiedoso, dourado, cínico.
Quando não existe perdão, é porque não era amor....Sofremos tanto com a indiferença do outro que nos esquecemos de olharmos ao nosso derredor e vermos que há tantos olhares de amor só esperando uma oportunidade.
|Amar é Ser Presente|
Ser diferente não é ser indiferente.
Amar é ser inteiro — presente até na ausência.
Incluir não é limitar-se a falas que nada causam.
Ser diferente é ser igual na alma e no coração.
Amar é enxergar além da forma,
é tocar sem mãos, é ouvir sem som,
é traduzir silêncios com olhos atentos
e acolher o outro como extensão do dom.
É saber que a ausência também pode ser presença,
quando o coração permanece em vigília e afeto.
É entender que nem todo amor grita —
alguns apenas permanecem, serenos e discretos.
Amar é romper o cárcere do ego,
abrir portas para o improvável,
e descobrir que há beleza no que escapa ao padrão,
que há luz onde o mundo só vê sombra.
O amor verdadeiro não mede, não pesa, não rotula.
Ele aceita, respeita e dança conforme o compasso do outro.
Ele não exige que o diferente se molde,
mas se curva com ternura para caminhar junto.
Porque amar não é consertar,
é compartilhar.
Não é corrigir,
é compreender.
É saber que a alma não usa uniforme,
e o coração não tem manual de instruções.
É reconhecer a grandeza de quem caminha em silêncio,
mas carrega um universo inteiro nas mãos e dentro do coração!
Poeta Balsa Melo
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Arthur G. Melo
