Indiferença Amorosa
Provas de amor nem sempre são palpáveis
Elas acontecem em um tempo-espaço indiferente ao concreto
São esboçadas de uma forma súbita, despejadas
Nem sempre explicitas, elas nascem da necessidade de falar de algo que continua guardado, do sentimento que permanece e que mesmo sujeito a todas intempéries, variáveis e transformações, nunca deixou de me habitar.
O mundo anda cheio de razão
Inquieto e indiferente
Quanto amor em abstenção.
Tão ausente...
Eu não.
Ainda sou romântica
E muito mais emoção.
Nada de latitude. Indiferença nem pensar; nada de longitude, dessa coisa bem longe do abraço. O amor precisa de atitude.
Quando não é Amor...
E de repente a paixão ficou muda, indiferente, irreconhecível..
Os sorrisos se foram, o brilho no olhar se escondeu, a chama se consumiu e os sonhos deixaram de existir.
Os amantes, que outrora suspiravam, tomados pela saudade e desejo e acreditavam ser duas almas gêmeas num reencontro espiritual e divino, simplesmente se desconhecem.
O tempo os revelou.
Ah! o tempo não permite o engano
Cedo ou tarde ele arranca o véu da paixão,
E eis que a face se expõe sem retoques
e os que eram iguais, ficam diferentes
Sem amor, a paixão sucumbe, fulgás e matadeira como surgiu!
O OPOSTO DO AMOR
O oposto do amor
Não é a indiferença,
Nem tampouco o ódio,
Como muitos pensam ou dizem.
Mas o poder.
Quanto mais poder
Você quiser exercer
Sobre quem diz que ama,
Menos essa pessoa irá te amar:
1- Suportar-te não é amar-te;
2- Depender de ti não é amar-te;
3- Vender-se a ti não é amar-te;
4- Subordinar-se a ti não é amar-te;
5- Ter gratidão a ti não é amar-te...
O amor precisa de liberdade.
O amor só dura em liberdade.
O amor é e sempre será livre.
O amor é livraria.
O amor liberta e não aprisiona.
O amor emancipa.
Sem liberdade no amor,
Sem livrarias,
Os livros raros não podem ser lidos...
E muito menos compartilhados...
Não apeguem-se aos livros que,
Muitas vezes apenas pela metade
Vocês leem, e muitos menos ainda aqueles
Que vocês só escolhem pelas capas.
Doem-se. Doem-se como livros!
O amor é uma dádiva!!!
O amor precisa ser compartilhado.
Serei silêncio pra quem me julga🤫
Amor pra quem merece❤️
Indiferença pra quem não é digno da minha presença🤷🏻♀️
"Seguir em frente lutando por aquilo que acredita, indiferente as circunstâncias, mas por amor ao processo de se transformar, é o que basta, senão para o êxito de todos os seus intentos, seguramente a virtude do transcender de si."
"A sublime lei do amor igualha tudo!...Tira toda indiferença... supera e vence toda dificuldade...por isso, por isso só “és minha esposa”...pensa hoje na força deste amor."
É simples de entender. Amor é troca, unidade, conexão. O contrário é desamor e não desprezo, indiferença.
Agora me olhas com tristeza; eu, apenas, com indiferença. Não derramo lágrimas por amores deletados da minha alma.
"Não permita que o veneno do ódio, da amargura, do medo, da indiferença e da insegurança mude sua vida. Substitua esses sentimentos por atitudes que o levem a amar mais você e as pessoas, dedicando mais tempo para aqueles que precisam do seu auxílio. Lembre-se: tudo depende de você, de suas atitudes para vencer os obstáculos da vida ".
Num tempo em que o amor se desfaz em fragmentos, como folhas secas sopradas pelo vento indiferente…
Num tempo em que os corpos se encontram, mas as almas não se reconhecem,
em que o prazer se tornou moeda fria e o desejo, um artifício sem essência…
Ali, no meio do deserto emocional de uma época árida, dois seres foram colhidos pelo sopro misterioso do destino.
Ela, mulher já moldada pelo rigor dos estudos e pela solidez das escolhas;
ele, homem simples, que caminhava com a esperança nos ombros e a dignidade como única bagagem.
E então, como quem não teme o improvável, a vida — com seus dedos invisíveis — conduziu-os ao mesmo instante, ao mesmo espaço.
Ele buscava apenas um trabalho.
Ela, serena e altiva, conduzia os trâmites das contratações.
Mas o que se deu naquele momento fugiu à lógica das funções e papéis.
Os olhos dele encontraram os dela — e nesse breve cruzar de olhares, o tempo pareceu deter sua marcha.
Um frio, suave e lancinante, percorreu-lhe o ventre;
o coração, em súbita rebelião, disparou, como se quisesse anunciar-lhe que havia acabado de adentrar outro universo:
um mundo de possibilidades jamais sonhadas, de beleza não prevista, de encantamento silencioso.
Ela, com um sorriso que parecia carregar toda a luz ausente daquele mundo tão sombrio, o acolheu com uma delicadeza que não sabia ter.
O tempo, então, os envolveu com sua rede sutil: as mensagens foram nascendo, os diálogos se multiplicando, a amizade se firmando como quem finca raízes em solo fértil.
Mas, aos poucos, algo mais delicado, mais tênue — e por isso mesmo mais perigoso — começou a despontar.
Ele, envolto em desejos calados e vontades que jamais ousara confessar, percebeu-se enamorado.
Ela… ah, ela, embora casada, embora presa aos laços que o tempo e a história haviam tecido, pressentia, em cada palavra trocada, que aquele homem guardava para ela um sentimento que transcendia a amizade.
Mas, com a altivez de quem conhece o peso das escolhas, permaneceu firme, limitando-se à candura da amizade e ao respeito que ainda tributava ao casamento, apesar das dificuldades que o atravessavam como ventos insistentes.
E assim, ambos permanecem, suspensos…
Como folhas que o outono ainda não decidiu deixar cair,
como estrelas que se olham de longe, cientes de que, embora se reconheçam no brilho mútuo, jamais poderão colidir sem que o universo se parta em dois.
E fica, então, a pergunta que apenas o tempo poderá responder:
Será que o mesmo destino que os fez se encontrarem ousará, também, uni-los?
Ou será este um amor que deverá permanecer, para sempre, no território do não-dito, do suspenso, do que poderia ter sido, mas não foi?
O tempo — este velho escultor de verdades e silêncios — dirá…
Pois o amor, quando é verdadeiro, não conhece pressa: ele é paciente como quem sabe que, mesmo no mais árido dos desertos, sempre haverá uma flor a nascer.
Um amor assim: belo, intenso… e, quem sabe, perigosamente eterno.
Quando você percebe que Deus te ama profundamente, isso lhe faz amar as outras pessoas indiferentemente.
