Homenagem para meu Irmao de Sangue
O teu sangue é nobre, oriundo da nobreza do amor, consequentemente, és um tipo singular de princesa, o lindo esplendor de uma realeza muito especial.
Quanto a mim, posso ser apenas um simples plebeu, mas o meu apreço por ti é bastante real assim como as estrelas estimam o céu, um grande zelo constante, certamente, ideal.
Meu reino é poético, nada de trono, nem de riquezas, mas sei que isso de fato não te importa, dessarte, és muito bem vinda, uma honra tremenda te receber em meus versos, a minha poesia viva.
Um dia serás promovida à Rainha e eu no máximo a Bobo da corte, todavia, em tal função, serei pelo menos diginifino da tua confiança e trarei um pouco de alegria ao teu coração.
Vidas que se abraçam, amores que se correspondem, laço de sangue e de almas, apreço mútuo cada vez mais forte, daqueles que o tempo não apaga, uma bênção farta que vem de Deus e tal como um trevode quatro folhas é rara, são estrelas iluminadas de uma mesma constelação que enfeita o céu.
Sejam irmãos de sangue, sejam os que da vida escolhemos, nem sempre a paz é uma constante, há risos e tormentos, mas aqueles são essenciais, bom não esquecermos.
Vermelho Atraente, Vermelho Paixão
Vermelho Sangue, Vida que Sente
Vermelho Morte, Destruição
Vermelho que Limita, Vermelho Raiva ou Amor quer sempre se impor, Difícil alguém que resista,
Seja o Vermelho que For.
Será um grande prazer recebê-los aqui em casa! Sangue bom, boas atitudes e bons momentos, são virtudes que só existem em bons amigos. Abraços fraternos.
Senhor Jesus, que o vosso preciosíssimo sangue derramado na cruz por nós seja o nosso antivírus contra o coronavírus, livrando-nos de todos os males agora e sempre. Amém.
O berço da existência
Não é a pedra que se ergue,
nem o sangue que flui no ser.
Há um sopro que emerge,
um antes que nos faz ver.
Se a matéria é um corpo sem alma,
um vaso sem o que há de conter,
quem desenha a linha da palma?
Que inteligência faz o ser?
Não é o acaso, a vã corrente,
nem o pó que se aglomera.
Há um desígnio, uma mente,
que a forma invisível gera.
Como o vento que move o moinho,
sem peso, sem mão, sem cor,
assim essa essência, esse caminho,
é a razão do nosso fulgor.
Ela tece o fio do invisível,
na urdidura que a vida teima.
Do Nada que se faz indizível,
nasce o cosmos, o corpo, o poema.
E em cada pulso, em cada fibra,
no menor inseto, no mais vasto céu,
ecoou a primeira vibra,
da Luz que antecede o véu.
Assim sou eu, reflexo e certeza,
dessa Consciência que me sustém.
Não sou a forma, mas a beleza
do que na essência me contém.
Danyyel Elan
LOUCURA
Sob a cúpula, um conglomerado de pecadores bebe o sangue do perdão. Só Allonso, que não peca à vida.
Com suas leis à mão decide quem deve ou não. E, ao final da leitura, o suprassumo venda a razão ante o triunfo dos loucos.
Eu tenho sangue nas veias, miseráveis, eu tenho família, eu sou humano, eu sou mortal. Mas eu não me entrego nunca.
Entre os bandidos descalços e os engravatados.
Amor não resiste aos laços de sangue se não for cercado também dos "nós" de cuidados.
E é sempre aconselhável tomá-los antes de serem definitivamente desatados.
Sangue no chão nunca foi sinal de derrota.
É sementeira.
A vida nos ensina:
O que parece fim é começo.
O que dói, fortalece.
O que sangra, renasce.
Cada luta, cada queda, cada ferida aberta no asfalto da existência...
Não é marca da morte, mas raiz da resistência.
É do chão manchado que brota a revolução.
É da dor regada que nasce a revolução.
Essa abordagem transforma a dor em poesia visual, alinhada ao espírito de resiliência que a frase propõe.
ALMA NA JANELA...
A cada suspiro o sangue respinga…
no abismo de dor onde se encarcerou…
tingindo de flores rubras a cortina…
numa saudade lúgubre nessa sua sina
ouve risadas estridentes de vultos por estar só…
que rodopiam em zumbidos formando um nó
ela fica debruçada na janela escura como breu
até que um anjo apareça e a leve para o céu…
Depois do farto banquete
onde a carne, o sangue
e vinho são recíprocos,
tenho a tua língua
amarga como
sobremesa...
na despedida..,,
TUA MÃO
tua mão,
taça refratária
onde bebo o vinho
e o sangue
da tua imperfeição!
tua mão
poderia ser calma
doce e refrigério
tua mão
é suor e lágrima
angústia e medo
afeto e repúdio.
tua mão
é sonho e pesadelo
paz e desespero
poema improvável
tua mão
taça refratária
onde bebo o vinho
e o sangue
da tua imperfeição!
Evan do Carmo
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