Homenagem para meu Irmao de Sangue
A ventania desprendeu
até as sâmaras do Pau Sangue,
E por um poético instante
escrevi um verso para colar
o seu peito amoroso no meu
para você nunca mais desgarrar.
O preço da guerra
é o sangue derramado
do povo na Terra,
Você sempre estará
do lado errado
sempre que escolher
torcer por uma guerra,
A palavra mal utilizada
também é quimera,
Prefira a diplomacia
sempre que for falar,
Se por acaso ela faltar,
opte por poesia
para que seja resgatada.
Ilha das Campanhas
Alinhamento de sete planetas
intensidade da Lua de Sangue
e verão com tranquilidade
total na Ilha das Campanhas.
Existência que faz um ponte
para ler os sinais do tempo,
do que há de mais sublime
e de tudo o quê põe e movimento.
Saber como caminhar define
onde chegar e a hora de parar,
porque é preciso em paz ficar.
Porque no final o encontro será
sempre entre a consciência,
a circunstância e a existência.
A Lua da ancestralidade
indígena e imigrante
sobre o Médio Vale do Itajaí
ora Lua de Sangue e tantas
outras luas que ainda não vi
ilumina a minha bonita
Rodeio e nos alegra por aqui.
LOUCURA
Sob a cúpula, um conglomerado de pecadores bebe o sangue do perdão. Só Allonso, que não peca à vida.
Com suas leis à mão decide quem deve ou não. E, ao final da leitura, o suprassumo venda a razão ante o triunfo dos loucos.
Sejam irmãos de sangue, sejam os que da vida escolhemos, nem sempre a paz é uma constante, há risos e tormentos, mas aqueles são essenciais, bom não esquecermos.
Vermelho Atraente, Vermelho Paixão
Vermelho Sangue, Vida que Sente
Vermelho Morte, Destruição
Vermelho que Limita, Vermelho Raiva ou Amor quer sempre se impor, Difícil alguém que resista,
Seja o Vermelho que For.
"De todos os fluidos do mundo, o mais potente é o sangue do homen determinado a excelência e a vitoria"
Anseio por um espaço intuitivo para cravar a lança no sangue do espírito bom. A cruz que carrego em meus ombros poderia estar pendurada numa corrente, amarrada ao meu pescoço enquanto pulo no mar. Caminhei sobre a prancha do navio selado, e ganhei uma casa no lote abissal.
O sangue é mais denso que a água. Isso mostra o porque dói quando nosso coração chora. Quem nunca se decepcionou com alguém? Bem, existem razões para que a vida seja tão absurda as vezes. O fato é tornar cada um de nós pessoas melhores. Que você leve seus erros para servirem de aprendizado e com isso consiga ir adiante de uma forma mais segura e capaz de administrar melhor suas decisões. Agora, se você ignorar tudo isso, estará sempre parada em um ciclo entediante e destrutivo que te fará perder o controle de seus sentimentos. Tente esquecer o que aconteceu e preste atenção no que você pode proporcionar a você mesma. Pense em você daqui a cinco anos e no que você faz hoje para você mesma de cinco anos depois. Meio complicado isso né? Então vamos tentar uma forma melhor de entender. O que você de 5 anos atrás fez que hoje você gostaria de agradecer? Um trabalho, faculdade, curso, relacionamento, férias, etc? Percebe? Sempre fazemos algo para nosso "eu" no futuro. Pra ser mais claro o "hoje" são nossas lembranças do "amanhã". Então viver olhando pra trás, para o que aconteceu, é uma forma de eliminar a oportunidade de criar lembranças para frente. Então pare por um instante e chore todas as suas lágrimas, derrame até a última gota, mas amanhã não perca um minuto do seu tempo de conquistar momentos que te farão sorrir por toda a sua vida. A vida segue, então vai correndo atrás dela. Seja feliz de uma forma honesta com você mesma. Nunca é tarde para um recomeço, nunca é tarde para ser feliz. Se alguém não é capaz de preencher em você o que você mais deseja, então está atrapalhando você mesma de buscar a condição verdadeira de sentir-se preenchida por alguém que faça valer mesmo a pena cada minuto de silêncio em que você fica deitada no seu travesseiro pensando em como é gostoso sentir-se desejada.
ALMA NA JANELA...
A cada suspiro o sangue respinga…
no abismo de dor onde se encarcerou…
tingindo de flores rubras a cortina…
numa saudade lúgubre nessa sua sina
ouve risadas estridentes de vultos por estar só…
que rodopiam em zumbidos formando um nó
ela fica debruçada na janela escura como breu
até que um anjo apareça e a leve para o céu…
“Há mais de mil casos no mundo de cadáveres há séculos incorruptos, que conservam sangue líquido, transpiram, apresentam crescimento de unhas e cabelo. Há também estátuas de madeira em que as unhas crescem. Não há explicação pra isso. Um louco cortou com faca um quadro com a imagem da padroeira de Bolonha. A pintura da tela cicatrizou com cicatriz humana! Deus ri das nossas leis! Há casos em que o crucifixo de madeira abraçou o Santo e não se quebrou a madeira!”
CAMILLE MONFORT.
– Onde Mora o Insondável de Mim.
"Sim, o sangue já não destona, apenas decanta..."
Os relógios cessaram. No sótão das lembranças, a hora já não é unidade de tempo, mas de dor prolongada.
Camille Monfort reina ali, onde os sentidos se misturam e se desfiguram. Ela não retorna por piedade — retorna porque a psique tem suas próprias ruínas, e ali ela se deita.
Não há afeto puro que sobreviva ao abismo do inconsciente.
Ela não ama, ela convoca.
“Gentilmente”, sim, ela pede...
Mas há sempre um brilho abissal no olhar que persuade a entrega como se fosse escolha.
E o corpo? Torna-se altar de uma paixão que exige oferenda contínua — veias, pele, lágrima — tudo deve ser entregue a esse sacrário espectral.
Freud jamais compreenderia Camille.
Nietzsche talvez a adorasse, como adorou Ariadne —
mas só Schopenhauer poderia senti-la de fato:
pois há um princípio de dor que rege o mundo...
e ela é sua filha mais bela.
“Paira sobre meu túmulo vazio...”
Ela paira, sim.
Mas não como lembrança —
Camille Monfort é uma ideia.
Uma fixação doentia que tomou forma e vestiu perfume.
É o arquétipo da beleza que enlouquece, do amor que não consola, da presença que evoca o suicídio da razão.
É a Musa sem clemência, que exige poesia mesmo do sangue quente no chão.
E quem a ama, dissolve-se... feliz por ser dissolvido.
“Sorrir é perigoso”, ele confessa —
e a psicologia lúgubre responde:
porque o sorriso, quando nasce sob os escombros da alma, torna-se um riso espectral...
e esse riso é o prenúncio do desespero existencial.
Camille é o eco do que foi belo demais para ser mantido.
Ela é a presença da ausência, o desejo daquilo que já foi consumido pelo próprio desejar.
E ela sabe. Oh, ela sabe.
Por isso, volta. Não para salvar, mas para recordar ao seu devoto que a eternidade também pode ser um cárcere sem grades basta amar alguém que nunca morre.
Se o ladrão for achado roubando, e for ferido, e morrer, o que o feriu não será culpado do sangue.
A fé cristã é forjada no calor da batalha, no suor de sangue, ecoando a bravura por toda a eternidade.
O pecado é como um câncer para a humanidade, e a única cura é a fé no sangue purificador de Jesus Cristo.
(Nosocômio)
Há sangue no chão!
Alguém grita de dor
Outro pede, por favor;
Me ajuda!
No caos da emergência!
Do corpo, uma amputação;
A médica ver que o coração
Ainda bate, ainda pulsa.
Morre o rapaz do corredor
Ninguém o ajudou;
e a culpa?
Há sangue no chão!
Alguém grita de dor
Outro pede, por favor!
Me ajuda.
Nasce um menino na maternidade
De uma menor de idade;
De um abuso.
Na enfermaria o senhor implora por morfina
Pra sua dor que não termina;
Perde a morte.
No ambulatório o senhor soube seu diagnóstico;
Necessita de psicotrópicos;
Ou perdi a calma.
Na pediatria vejo a esperança;
No sorriso da criança!
Quando vai pra casa.
Na ortopedia uma luxação e fratura exposta;
Grita de dor e não suporta!
E desmaia.
No necrotério há um corpo, um mistério!
O perito faz a necropsia.
E a família não entende.
Por que?
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