Histórias com Moral da História

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⁠Floresce o Ipê-roxo-do-grande
em Minas Gerais da memória
e da minha profunda História,
No abandono do florescimento
desta magnífico Ipê deixo
os meus Versos Intimistas
também poesias florescer
até o dia da gente se conhecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Glorificando
a memória
na História
cumprida
na trajetória,
Não nego
o ponto de partida
nem em poesia,
porque poesia
é bagagem,
não é bagunça,
e cada um leva a sua.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Condor só voa com Condor
em uma história de amor

Assumo desde o primeiro
instante que me rendi
sempre te reverenciei
e nunca esqueci

Sempre nos reconheci
e de ti escapei

Ora não compreendi
até me incompatibilizei
e depois voltei

Você por nenhum minuto
deixou de estar ali
e talvez até me perdoe
porque em alguns
assuntos não amadureci

Algo me diz que continuo em ti
tudo indica sutilmente
que eu absoluta permaneci.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Estopinha

Estopinha de Navegantes
muita História para contar,
Não se esqueça da Farinha
que não pode jamais faltar,
Estopinha no prato é alegria
pro coração e poesia do sabor
sempre que for feita com amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Salada de Maionese

Cada povo tem a sua
História de Amor
com a Salada de Maionese,
Tenha certeza sempre
que a melhor Salada de Maionese
sempre será a brasileira,
Lugar para ela não
no Churrasco não pode faltar,
A Salada de Maionese também
faz parte do nosso paladar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Arroz com Feijão

É pura história
na mesa brasileira
que não abro mão,
Em cima ou debaixo
o Arroz com feijão
é poesia no prato
que ao coração
nada deixa a desejar

Inserida por anna_flavia_schmitt

Entre a História e o Mito: Teodora e o Concílio de Constantinopla

A história da Igreja e do Império Bizantino está repleta de episódios marcantes, nos quais fé, política e poder se entrelaçam. Um desses episódios envolve a Imperatriz Teodora e o II Concílio de Constantinopla (553 d.C.), cercado de interpretações populares que, ao longo dos séculos, deram origem a uma narrativa mítica.

O poder de Teodora em vida

Nascida por volta do ano 500 d.C., Teodora ascendeu de origens humildes até tornar-se esposa do imperador Justiniano I. Inteligente, astuta e de personalidade firme, foi uma das mulheres mais influentes de sua época. Sua atuação durante a Revolta de Nika (532), quando convenceu Justiniano a não abandonar o trono, garantiu sua fama de estrategista e de figura essencial no governo.

Por isso, não é de estranhar que a memória de sua influência tenha sobrevivido muito além de sua morte. A tradição bizantina frequentemente a descreve como decisiva em assuntos de Estado e de fé, atributos que favoreceram o surgimento de lendas envolvendo seu nome.

Cronograma histórico

c. 500 d.C. – Nascimento de Teodora.

527 d.C. – Justiniano torna-se imperador, com Teodora ao seu lado como imperatriz.

532 d.C. – Revolta de Nika: Teodora impede a fuga do imperador, consolidando o poder do casal.

548 d.C. (28 de junho) – Morte de Teodora, em Constantinopla, provavelmente de câncer.

553 d.C. (5 de maio a 2 de junho) – Realização do II Concílio de Constantinopla, convocado por Justiniano. Teodora já havia falecido há quase cinco anos.

O Concílio e a questão da reencarnação

A reunião de 553 buscava reforçar a ortodoxia cristã e combater o chamado “origenismo” — doutrinas inspiradas em Orígenes de Alexandria (séc. III), que incluíam a ideia da preexistência das almas. Essa doutrina, ainda que não fosse uma formulação de “reencarnação” nos moldes conhecidos hoje, foi considerada perigosa para a unidade da Igreja.

Daí surgiu, em tradições populares posteriores, a versão de que Justiniano e Teodora proibiram a crença na reencarnação durante o concílio. No entanto, a realidade histórica desmonta essa narrativa: Teodora já havia morrido. Assim, qualquer menção à sua participação é fruto de lenda ou de interpretações simbólicas que perpetuaram sua memória como conselheira firme do imperador.

A permanência do mito

Por que, então, a ideia da participação de Teodora se perpetuou? A resposta pode estar no poder da memória coletiva. Teodora foi uma mulher de grande autoridade e presença histórica. Mesmo após sua morte, continuou sendo associada às grandes decisões do Império. Nesse sentido, o mito talvez traduza menos um erro histórico e mais uma forma de reconhecer a força de sua influência, como se sua sombra ainda pairasse sobre Justiniano e sobre os rumos da Igreja.

Reflexão final

Esse episódio nos convida a refletir sobre como a história é construída. Entre documentos, tradições e interpretações, os fatos podem ser distorcidos, e figuras históricas acabam envolvidas em narrativas que não lhes pertencem literalmente, mas que expressam algo de sua força simbólica.

Teodora não esteve fisicamente no II Concílio de Constantinopla — mas o mito de sua participação revela o quanto sua presença era sentida, mesmo após a morte. É a memória coletiva tentando manter viva a influência de uma das mulheres mais poderosas de Bizâncio.

Reflexão motivacional:
A história nos mostra que, ainda que o corpo pereça, a influência moral e espiritual de uma vida permanece. Aquilo que construímos em termos de coragem, justiça e dignidade pode ecoar além do tempo, moldando consciências e inspirando gerações.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Você conhece a história do "Cisne Negro", Elizabeth Taylor Greenfield?
Nascida na escravidão em algum momento entre 1818-1826 em Natchez, Mississippi, Elizabeth Taylor Greenfield tinha poucos motivos para sonhar com a vida que eventualmente se tornaria sua. Por causa de uma série de circunstâncias improváveis ​​e seus próprios esforços incansáveis, ela acabaria se tornando conhecida como a primeira cantora afro-americana a ganhar reconhecimento na Europa e nos Estados Unidos.
Elizabeth Taylor Greenfield foi chamada de "Cisne Negro" por causa da elegância de sua voz e da graça de sua presença. Nascida escrava em Natchez, MS, ela foi libertada quando sua amante se juntou à Sociedade dos Amigos, que era contra a escravidão.
Elizabeth começou a estudar música em 1846 e, em 1854, tornou-se a primeira cantora afro-americana a se apresentar para a família real britânica.
Ela faleceu em 1876.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O CONHECIMENTO E A SUA SAGA.

A história do conhecimento humano é, antes de tudo, uma história de inquietação interior. Pensar sempre foi um gesto de ruptura com a acomodação psíquica e com a passividade intelectual. Desde a Antiguidade até a modernidade, cada filósofo não apenas formulou uma teoria do conhecimento, mas também ofereceu uma leitura profunda da estrutura psicológica do ser humano diante da verdade.

Sócrates inaugurou essa saga ao afirmar que o primeiro passo do saber é o reconhecimento da ignorância. Quando declara “sei que nada sei”, ele não se rende ao vazio, mas funda uma ética intelectual. Psicologicamente, Sócrates compreende que a mente humana é dominada por ilusões de certeza e por defesas do ego. O método dialógico que emprega não visa humilhar, mas desestruturar falsas convicções, permitindo que o sujeito entre em contato com sua própria insuficiência cognitiva. O conhecimento, aqui, nasce como um processo terapêutico da consciência.

Platão, discípulo direto de Sócrates, eleva essa inquietação ao plano metafísico. Para ele, o mundo sensível não passa de aparência. O conhecimento verdadeiro reside no domínio das ideias. A célebre alegoria da caverna revela uma psicologia da alienação. O ser humano tende a confundir sombras com realidade porque sua mente busca segurança no familiar. Libertar-se exige dor, esforço e conversão interior. Conhecer, em Platão, é recordar, mas também é transformar-se. Trata-se de um movimento ascensional da alma, que abandona o imediato para alcançar o inteligível.

Aristóteles, por sua vez, desloca o eixo do conhecimento para a experiência concreta. Para ele, a mente humana possui potência racional, mas essa potência só se atualiza por meio dos sentidos. Psicologicamente, Aristóteles reconhece a importância da observação sistemática e da categorização. O intelecto não flutua no vazio das ideias, mas organiza aquilo que a experiência oferece. O conhecimento torna-se um processo de síntese entre percepção e razão, em que o sujeito aprende a discernir causas, finalidades e substâncias.

Com René Descartes, a modernidade inaugura uma nova angústia cognitiva. O filósofo parte da dúvida radical como método. Ao afirmar “penso, logo existo”, Descartes revela uma psicologia do recolhimento interior. Diante da incerteza do mundo externo, a mente busca um ponto indubitável em si mesma. O pensamento torna-se o fundamento da existência consciente. O conhecimento passa a ser construído a partir da razão clara e distinta, como resposta à instabilidade das crenças herdadas.

Immanuel Kant realiza uma síntese decisiva ao afirmar que o conhecimento nasce da interação entre sensibilidade e entendimento. Nem a razão pura nem a experiência isolada são suficientes. Psicologicamente, Kant reconhece os limites estruturais da mente humana. Há formas e categorias que organizam a experiência, mas existe um limite intransponível. A chamada coisa em si permanece inacessível. Essa concepção introduz uma ética da humildade intelectual, na qual saber também é reconhecer fronteiras.

John Locke enfatiza a mente como uma tábula rasa. O conhecimento resulta da experiência sensorial e da reflexão sobre essa experiência. Psicologicamente, Locke concebe o sujeito como um ser moldável, profundamente influenciado pelo ambiente. Não há ideias inatas plenamente formadas. O aprendizado é um processo gradual de associação e elaboração, no qual a consciência se constrói a partir do contato com o mundo.

Por fim, David Hume introduz uma postura cética que abala qualquer pretensão de certeza absoluta. Para ele, o que chamamos conhecimento é fruto do hábito e da repetição. Psicologicamente, Hume revela a fragilidade das inferências humanas. A mente cria expectativas de causalidade e permanência, mas essas expectativas não possuem fundamento racional necessário. O sujeito vive apoiado em crenças úteis, não em verdades definitivas.

Essa longa trajetória revela que o conhecimento não é apenas um acúmulo de informações, mas uma aventura interior que envolve razão, sensibilidade, limites e coragem. Conhecer é enfrentar as próprias ilusões, dialogar com a experiência e aceitar que toda certeza é sempre provisória. E é precisamente nessa tensão entre o que sabemos e o que jamais dominaremos por completo que o espírito humano encontra sua mais elevada dignidade intelectual.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠ÉVORA

Eburus de raiz ibérica.
Árvore branca de história,
Enraizada de arruelas alentejanas.

Évora de templos e de moinhos,
A pulsar no Giraldo de teus traços,
Onde ruínas fingidas se pungem cingidas.

Aldeia ordenada Diana romana,
A contemplar na Sé o templo erguido,
Que orna tuas noites no mirante da saudade.

Ainda tantas vozes te guardam como Florbela encantada:
Eis que meus olhos andam cegos de te ver,
Pois para mim as de ser toda a divina graça.

Évora ventre de luzes irradiadas,
Onde se traduz a alma lusitana,
E se faz ver o verso acalentado.

* Poema classificado e aprovado pelo ICE, que integra a Campanha de Apoio a Candidatura da Cidade de Évora, Portugal, como Capital Européia da Cultura em 2027.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠"Muda a minha vida,a minha história e lança em mim agora Senhor.
O teu amor que cura,o teu poder que salva,o teu olhar que acalma"

Inserida por ederguedesoficial

"A LOUCURA É TINO À SANIDADE. A HISTÓRIA FOI, É E SERÁ O CERNE DA LOUCURA, E OS "LOUCOS" SUJEITOS DO OBJETO"

Inserida por NICOLAVITAL


O CONTO QUE NÃO SE CONTA
Cada história possui o lado que contamos e, aquele que ela por si só vai dizer.
Não seria diferente nesta que vamos agora prosear!
Em fins dos anos de 1960, surgia aqui no Brasil um sujeito que doravante vai figurar como protagonista de nossa narrativa.
Aqui, porque lá fora ele já dava o ar da graça, não sei se com o mesmo rosto. E, só agora, meio século de seu nascimento é que passei a conhecê-lo e ter meus primeiros contatos, afetivo e efetivo com ele, e tudo aconteceu, Plá, assim. Como um estalo. E me apaixonei. Claro, não sei se foi recíproco o sentimento. Mas foi amor, e amor à primeira vista. Quando ele me foi apresentado, logo chegou de mansinho, ali, tímido, conciso e integro. Pequenino porem forte, sua suposta timidez paradoxalmente trazia consigo muita definição.
Eu, que sempre fui amante da arte, alguma coisa mais, digamos romântica ou prosaica por assim dizer.
Fiquei embasbacado com a beleza e sutileza daquela persona.
A cautela me faz não querer contar nada a principio.
À medida que nossa relação se consolidava comecei a tornar pública minha admiração àquele jovem, de gênero ainda não bem definido aos olhos da crítica literária que ainda, salvo as exceções, permite-se negar sua identidade e seu lugar de pertença.
Digamos a pequena cidade de Guaxupé – MG. Onde nascera e, antes de demandar pânico à sociedade feminina Curitibana como O vampiro de Curitiba... Aquele jovem já se apresentava incorporado em Amanhã, Camila, A mal amada, o sabor do humano e outros. Todos, filhos dos pioneiros do grupo de Guaxupé.
Em 1969, enquanto eu dava meus primeiros passos à adolescência, o nosso personagem já estreava como protagonista e estrela de capa da Plaquete “Cadernos-20” publicada pela imprensa oficial de BH. E hoje somos efetivamente casados e com uma proposta de afetividade em construção.
Sobretudo esse moço que teve sua identidade havia anos, velada, possui nome, e é filho de Francisca Villas Boas e seus contemporâneos. Atendendo pela graça de Miniconto. Apesar de sua grandiosidade. Sendo assim, é, sim, um conto que se conta.

Inserida por NICOLAVITAL

Pode ser que eu tenha colocado poesia demais em uma história qualquer que nunca teve o suficiente pra virar o livro que eu queria te dar.

Eu sempre fui de exagerar.

Gabriela Freitas
Tudo que meu coração grita desde o dia em que você (o) partiu. Belo Horizonte: Crivo, 2020.
Inserida por SaraMendes

Me desculpem, mas quem muito se garante como sendo a gostosona é que é a recalcada da história. As verdadeiras divas normalmente nunca reconhecem que são lindas, inteligentes e especiais. São as que choram escondidas, que sofrem, não se sentem bonitas nem importantes, são aquelas que ouvem "não" e não se iludem com o clarão dos holofotes.
Vejo muita bijuteria de péssima qualidade pousando de madame no Instagram às custas de muito photoshop, atestando mediocridade ao banalizar a bíblia, usando o nome de Deus para tudo, mas que ao mesmo tempo não tem atitudes de uma pessoa cristã.
Se realmente o discurso do Papa Francisco fosse levado mais a sério, quem sabe pudéssemos chegar de perto de ver pessoas mais comprometidas em olhar para o próximo sem julgar tanto, sem levar em conta aparência, títulos e a droga de uma foto em frente ao espelho.
As falsas divas acham que no caixão delas vai ter espaço para levar os perfumes importados, as joias caras e as barcaças de Sushi. Mal sabem elas que podem até deixar filhos no mundo, mas não legado. Parir é diferente de dar uma referência, ser exemplo.
Quem realmente tem algo a mostrar não precisa gesticular que é gostosa, desejada. Você pode muito bem viver um relacionamento legal sem precisar se expor, como se tivesse que provar a alguém que ganhou rosas e chocolates. Isso virou tão banal. Uma obrigação. É bonito quando é de coração, não quando se trata de mais um protocolo para facilitar a ida para a cama.
Ser diva a esse preço não me interessa. Sem méritos. Apenas compartilhando ideias alheias. Primeiro aprenda o que é "inveja" antes de aplicá-la em qualquer contexto. Saiba que o mundo não gira em torno do seu umbigo.

Inserida por marylalinha

⁠quando a pessoa passa o próprio problema para outra pessoa a história será apagada, até que seja reescrita.

Inserida por Raimundo1973

Infelizmente vivemos hoje em um tempo de uma juventude familiar bandida, nociva, maliciosa sexualmente fútil anonima de ficadinhas de ganhos fáceis pelas redes sociais da internet e pelos grupinhos do whats app, uma vertente perniciosa ao uso passivo e ativo de drogas e misturinhas licitas energéticas alcoólicas, falsos príncipes e princesinhas mascarados e disfarçados em uma dupla personalidade e realidade mundana com o que há de pior na escoria, equivocada e suja existência egoística doentia sub-humana.

Inserida por ricardovbarradas

Se não fossem as minhas malas cheias de memórias
Ou aquela história que faz mais de um ano
Não fossem os danos
Não seria eu

Se não fossem as minhas tias com todos os mimos
Ou se eu menino fosse mais amado
Se não desse errado
Não seria eu

Se o fato é que eu sou muito do seu desagrado
Eu não quero ser chato
Mas vou ser honesto
Eu não sei o que você tem contra mim

Você pode tentar por horas me deixar culpado
Mas vai dar errado
Já que foi o resto da vida inteira que me fez assim

Se não fossem os "ais"
E não fosse a dor
E essa mania de lembrar de tudo feito um gravador

Se não fosse Deus
Bancando o escritor
Se não fosse o Mickey e as terças-feiras e os ursos panda
E o andar de cima da primeira casa em que eu morei
E dava pra chegar no morro só pela varanda
Se não fosse a fome
E essas crianças
E esse cachorro
E o Sancho Pança
Se não fosse o koni e o Capitão Gancho
Não seria eu.

A história de Minas nos cerca numa mistura de passado e presente, envolvido com um grande prazer de ser mineiro!

Essa não é uma história de amor; é uma história sobre amor.