Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa
Há uma diferença sutil, porém clara, se me permitem o antagonismo, entre o antigo e o velho.
O antigo é sempre bem cuidado. Uma aula de história. Uma boa visita ao passado preservado. Os anos passam, mas o tempo lhe é generoso, transformando-o em inspiração ou referência para as próximas gerações. O antigo é raro, tem beleza e valor artístico.
O velho remete ao abandono. Ao pouco caso. Ao descuido. A ser relapso e à pouca preocupação em manter viva uma história, ou a energia de tempo, intelectos e capital ali empregados. O velho se desvanece. Ninguém o cuidou. É um mero acumulador de pó.
Isso vale para as cidades, arquiteturas, invenções. O velho e o antigo definem o que vai ser contemplado em um museu como ícone da história ou ser condenado ao esquecimento de um ferro-velho.
O mesmo vale para nossas almas e histórias: a queremos velhas ou antigas? Uma alma antiga, cuidou de si mesma. De sua preservação, sempre mirando a evolução futura. Uma história e uma alma velhas foram impiedosas consigo mesmas. Não conseguiram acompanhar as transformações sociais. Não se amaram. Ficaram lá plantadas esperando que tudo e todos girassem em torno delas. Mas o tempo é mais poderoso. Ele não perdoa. Transforma reinos e civilizações em pó. E faz o velho mirar-se apenas no espelho de sua vaidade.
E você? O que prefere ser ao longo dos anos: velho ou antigo? (Victor Bhering Drummond)
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Há sempre uma boa surpresa que te fará recordar e, quem sabe, até fará palpitar teu coração... sente-te grata.
Dentro de mim
há uma fonte de alegria!
Brota como um fiozinho de água,
que vem lá de longe...
Desliza pelas trilhas do peito, engrossam
e se juntam num belo manancial.
É nessa fonte que sacio a minha sede
e ainda a ofereço a quem queira
nela se refrescar.
Cika Parolin
Há uma saudade em cada despedida
A dor no peito vozeia por está partida
Lágrimas mudas viram cinza e nada
A lembrança passa a ser uma porrada...
Se é pra danar, perde-se para encontrar,
pois encontra-se para novamente amar...
Luciano Spagnol
Cerrado goiano
RECORDANDO...
Há dias em que nos sentimos assim...com uma apetência extraordinária para recordar as coisas simples e bonitas da vida; momentos únicos que nos fizeram felizes...e, dê lá as voltas que a vida der, "A FELICIDADE NÃO CONSEGUE ESQUECER-SE"!
Há um colorido especial
no encanto das flores.
E uma beleza singela
no colorido e no voo
das borboletas.
Que não escolhe jardins
para pousar e trazer
seu encanto.
MJCabrera.
Uma das coisas que observo há tempos. É a capacidade que a alguns tem de fazer sofrer quem tanto ama. Fazendo cobranças ou expectativas que nunca serão atingidas.
E isso por anos!
Transformando toda uma vida num suplicio interminável que só resulta em doenças crônicas ou psicossomáticas para a vida inteira.
Esse é para mim o suicídio mais lento que já ouvi falar.
A maldade humana
é como uma doença
daquela virais, onde
no meio de tantas ruínas
há aqueles poucos que ainda se salvam.
É como uma praga
quase que sem cura.
Mas há um remédio para todo esse caos
a cura de todos os males;
é aquilo que faz a vida suportável. Amor.
Mas infelizmente os aguardos estão escassos
o ser humano nunca esteve tão perdido
as fabricas perderam a formula.
Buscar a presença de Deus é como ser uma árvore em busca de nutrientes no solo. Há árvores que passam anos para crescer, e se ela não buscar estender suas raízes, mesmo que tenha anos de existência, irá pouco a pouco enfraquecer até a morte.
Conheço os falsos altruístas. Há sempre uma motivação ruim por trás de tanta bondade e preocupação com o outro. Sua filantropia e simpatia forçada são uma farsa para benefício próprio.
Há de chegar o dia em que a delicadeza tornará a brutalidade em apenas uma lembrança de um tempo perdido.
E mais uma vez, te olho e me pergunto se isso tudo é real. Há poucos meses nada disso era possível, por impossibilidades minhas, suas, do destino, de Deus, dos outros, de tudo, do nosso horóscopo, sei lá. Mas hoje é assim, eu sou você, você é eu. E vice versa. Seja pra pra algo sério, pra resolver um problema infernal, pra dar a mão, num momento de angústia, pra ir ao inferno. Eu sei que você vai comigo. E eu vou com você, sem olhar pra trás. Pra cantar músicas antigas, sem se preocupar com o resto das pessoas olhando. E eu te olho de novo e penso que existem poucas pessoas por quem eu faria tanto. Não sou de me doar, você sabe. Não sou de me apegar, de me doer. Mas é diferente, porque eu não sinto você como alguém fora de mim. É in, não out. E de novo você ri daquele seu jeito, com uma piada que ninguém mais entenderia, até porque eu mal cheguei a fazer, eu simplesmente entonei minha voz num tom diferente e você entendeu tudo. E eu te ensino coisas que eu já vivi. E você me ensina a viver. E a gente vai assim, levando. Eu com minha sabedoria pagã, de quem já tomou muito na cara e aprendeu a dar o troco. Você com seu jeito de não desistir, de levar a vida sambando com esse seu charme. Se existir mesmo, esse negócio de amor, que tanto falam, eu tenho que dizer que acho que o nome do que eu sinto é esse mesmo. Porque nenhum romance, nem os mais duradouros, nem os mais intensos, nem pela minha mãe, que já é um sentimento que a gente nasce tendo, eu consigo me dedicar assim. Se completando, assim meio torto, dando as mãos quando a bebida impede de andar direito ou quando a dor é muita. O importante são os dedos entrelaçados. São as vidas entrelaçadas. E isso, eu sei que nunca vai faltar.
" Haverá outros dias, outras noites, nessa vida há sempre uma sequência de seja feliz; basta você entra no bonde certo....."
CAMINHO
sim, há luz no final do túnel,
mas... no caminho
há uma janela maior,
paisagens e passagens que fazem do túnel
vitrine
Há uma força motora dentro de mim que me move em direção ao impossível e, atrai para junto de mim coisas maravilhosas de forma indescritível, não é preciso muito para entender, basta lembrar que a fé é invisível.
Ha quem ame intensamente, sem nunca ter dito uma palavra sobre amor. Ha quem fale de amor o tempo todo, e ainda não descobriu como demonstrá-lo. Mas, com ou sem declaração, é permitido amar, incondicionalmente.
Há momentos que me sinto uma taça de vinho frágil e de vidro.
Que é fácil de se comprar em qualquer lugar e às vezes se encontra até mesmo na esquina.
Quem pega a taça tem a intenção de usar para beber um bom vinho e depois que toma até a última gota larga suja na pia.
No dia seguinte de ressaca pega na taça sem paciência e sem mais nenhum interesse deixa quebrar.
E a taça depois que se quebra não serve mais e é apenas no lixo onde vai parar.
É assim que me sinto quando sou procurada apenas para ser usada. Me machuca ser legal e receber em troca falsidade. Simplesmente me sinto suja como uma taça de vinho e quebrada em pequenos pedaços
