Ha mil Razoes para Nao Amar uma Pessoa

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O que há em seus olhos
que encanta meus pensamentos?
Ora penso, ora não penso.
E quando penso,
são direcionados a você.

Covardia


Não há defeito maior em um ser humano do que a covardia. Entende-se por covardia a falta de coragem, medo em excesso.
Entende-se por covarde, aquele ser desprovido de coragem, que por medo deixa de tomar decisões importantes, deixando, assim, passar as melhores oportunidades que a vida oferece.
Covarde é todo aquele que usa o orgulho como escudo para defender-se de si mesmo e dos próprios sentimentos.
É aquele que conquista o coração de uma pessoa sem ter a menor intenção de fazê-la feliz e para piorar ainda mais, a faz sofrer.
É desistir de lutar por algo esperado, por medo de sofrer, pensando na possibilidade de algo dar errado, esquecendo-se de que todas as escolhas feitas têm a mesma porcentagem de chances de darem certo.
É isentar-se da culpa de um ato cometido, jogando-a nas costas alheias, por medo do julgamento de terceiros.
Achar correto esquecer-se de algo que tanto queria, para não ter que se cansar na luta por tal objetivo.
É não dizer uma só palavra, por medo de ser mal interpretado, sem nem ao menos tentar.
É esconder-se no silêncio por medo de expressar o que está sentindo, seja bom ou ruim.
Covardia é sempre ruim, acaba com os sonhos, oportunidades, destrói a alma...
Pessoas covardes são dignas de pena.
Pessoas covardes sofrem, pois estão sempre sentadas esperando que algo lhes caia do céu, ao invés de arregaçar as mangas e lutar por tudo o que desejam.
Essas jamais saberão qual é o verdadeiro gosto que tem a vitoria, apenas sentirão o amargo sabor da derrota.
Como é triste a vida de um covarde!

Não há nada melhor do que um amigo, a menos que seja um amigo com chocolate.

Não há limão tão azedo que você não possa transformar em algo parecido com limonada.

As vezes não é suficiente pedir desculpas. Há coisas que nunca deveriam ter acontecido.

Lute como um bravo, não seja um escravo
Ninguém manda em você, não há o que temer

Red Hot Chili Peppers

Nota: Trecho da música Fight Like A Brave.

Se na minha diferença,nas minhas palavras,meus questionamentos,não há intervenção sua,contente-se:da minha vida,você ainda não faz parte.

⁠Fora da vontade de Deus não há nada que eu quero. E na vontade de Deus não há nada que eu temo.

Não há amor roubado, amor decidido isoladamente. Lutas de amor sem amor são inglórias. Pedaços de tecidos arrancados de forma humilhante não aquecem, migalhas pedidas com suplicação não espantam a fome. E aí é necessário convidar o tempo, não para buscar o amor que consuma o tempo da gente, mas para compreender um amor consumido por nunca ter existido.

Não há vergonha tão grande que faça o mais nobre imperador da Terra abaixar a cabeça ou honra tão grande que faça o mais miserável dos homens andar de cabeça erguida.

Desconhecido

Nota: Adaptação de um trecho do livro "Príncipe Caspian" de C.S. Lewis.

Os psicólogos interessam-se sobretudo por saber em que ocasiões há, ou não, tomada de consciência, mas negligenciam demasiadamente a outra questão, que lhe é complementar e consiste em estabelecer ‘como’ ela se processa.

A palavra não é apenas um conjunto de sinais gráficos. Nela há sangue, suor e lágrimas.

Sombras:

Esta escuridão novamente esta me perseguindo,

Em meus olhos não há luz não há caminhos,

Ando em meio às sombras, sozinha cabisbaixa,

Com lágrimas já quase secas, após tanto chorar,

Com meus olhos fechados imagino que tudo é possível,

Mas quando os abro, a triste realidade me consome,

Faz-me novamente as sombras andar.

Há algumas pessoas que se destacam para nós na multidão. E não há argumento capaz de nos fazer entender exatamente como isso acontece. Porquê dançam conosco com mais leveza nessa coreografia bela, e também meio atrapalhada, dos encontros humanos. Muitas vezes tentamos explicar, em vão, a exata medida do nosso bem-querer. A doçura de que é feito o olhar que lhes dirigimos. Os gestos de que somos capazes para ajudá-las a despertar um sorriso grande. E somente sentir nos bastaria se ainda não estivéssemos tão apegados à necessidade de classificar todas as coisas. De confiná-las entre as paredes das explicações.

Não importa quando as encontramos no nosso caminho. Seja lá em que momento for, parece que estão na nossa vida desde sempre e que, de alguma forma, mesmo depois dela permanecerão conosco. É tão bonito compartilhar a jornada com elas que nos surpreende lembrar de que houve um tempo em que ainda não estavam ao nosso lado. É até possível que tenhamos sentido saudade antes de (re)encontrá-las, pois estão tão confortáveis em nosso coração que a sua ausência, de alguma forma, deve ter se mostrado presente. E o que sentimos por elas vibra além dos papéis, das afinidades, da roupa de gente que usam. Transcende a forma. Remete à essência. Toca o que a gente não vê. O que não passa. O que é.

Por elas nos sentimos capazes das belezas mais inéditas. Se estão felizes, é como se a festa fosse nossa. Se estão em perigo, a luta é nossa também. E não há interesse algum que nos mova em direção a elas, senão a própria fluência do sentimento. Sabemos quem são e elas sabem quem somos e ficamos muito à vontade por não haver enganos nem ilusões entre nós. Ao menos, não muitos. Somos aceitos, queridos, bem-vindos, quando o tempo é de sol e quando o tempo é de chuva. Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações. E é com esses encontros que a gente se exercita mais gostoso no longo aprendizado do amor.

O amor é como a guerra: depois de declarado não há paz.

Se um homem tomar a sua mulher, não há melhor vingança do que deixá-lo ficar com ela. Fica a dica pra quem entendeu!

Estamos juntos há tanto tempo agora
A música, música e eu
Não ligo se todas nossas canções rimam
Agora música, e eu

Só sei que quer que eu vá
Estamos tão perto quanto dois amigos podem estar
Houve outros
Mas nunca dois amantes
Como a música, música e eu

Pegue uma canção e venha comigo
Você pode cantar sua melodia
Em sua mente, você encontrará
Um mundo de doce harmonia

Aves emplumadas vão voar juntos
Agora música, e eu
Música e eu...

Não há regras de boas fotografias, existem apenas boas fotografias.

Há horas em que não se quer ter sentimentos.

Clarice Lispector
Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Nota: Trecho do conto A menor mulher do mundo.

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Há coisas que não se pode controlar, alterar, mudar. Então o melhor é viver e deixar passar!