Fui
Uma vez fui ao mosteiro fazer uma experiência, tanto budismo como católico, estudos de filosofia exige ao profissional essa exigência de conhecimento. Uma vez no mosteiro zen budismo, na meditação, um monge bateu o sinal e disse: " Não perca seu tempo. Lembre-se: em breve, maís muito breve você morrerá, então, não perca seu tempo com coisas inúteis sem importância ou coisas que não tem mais solução alguma. Não viva como se fosse imortal. Nossa aquilo nunca saiu da minha cabeça.
Um dia também fui criança, com minha inocência, carreguei no coração a esperança de que cresceria num mundo melhor, hoje no início da minha velhice, aprendi que o mundo é cruel, e tudo que sonhei, se tornaram lembranças 😪
Levei eu um tiro
Pois quando fui abrir a porta
Não havia ninguém atrás
E eu com tal esperança
Só encontrei o nada
Às vezes
É o que basta
Queria eu ter aberto o silêncio
Como um envelope fechado
O rasgaria com cuidado
E assim teria achado
Um canto para minha voz pertencer
Diria comigo mesma como e o porquê
De não haver nada atrás daquela bendita porta
Que fizeram os meus joelhos estremecer
Nada.
Amor de criança.
Quando criança, me apaixonei, e amei.
Mas, fui capaz de afastar o meu amor de mim por puro orgulho. Era apenas uma criança orgulhosa, não sabia o queria. Hoje eu dia, eu ainda amo, mas o perdi.
Hoje em dia, não nego o amor que sinto, mas já é tarde.
O dia se despediu, fui embora sem te abraçar.
Loucura seria, se eu não ouvisse os gritos da saudade a me calar.
Descobri que, em meus pensamentos, viveria apenas as lembranças...
A louca vontade de te amar!
Eu não tive fé para ser salvo, mas fui salvo para ter fé! Se eu tivesse fé sem salvação, ela seria inútil!
O Amor - parte 1
Só fui capaz de perceber o brotar do amor após muito tempo buscando,
Usei fórmulas mirabolantes, pus fantasias em outros sentimentos, me convenci de que aquela pequenez era amor
Só então eu percebi que ninguém cria o amor, ninguém simplesmente o veste como uma roupa e pronto
O amor chega e nasce onde o terreno é fertil
O amor se instala depois da permanência da gratidão e do descanso
O amor só frutifica naquele coração que é capaz de reconhecer sua maior fonte, onde tudo nasce e tudo é capaz de amar
A fonte criadora do amor não enxerga trevas, nem defeitos, pois é uma fonte que é capaz de curar e regenerar e até te queimar tamanha é sua luz de amor
Fui descobrindo aos poucos
Oque de mim faz parte
Velei os meus receios
Ressuscitei a arte
Tentei tocar violão, não era minha parada.
A lagarta não ia virar borboleta,
Foi quando eu me encontrei na ponta da caneta
Quando fui um filho desobediente, reconheço que causei dor e preocupação à minha amada e querida mãe. Eu entendo que minhas ações podem ter sido fonte de frustração e tristeza para ela, e lamento profundamente por isso. Reconheço que a desobediência é uma escolha que afeta não apenas a mim, mas também aqueles ao meu redor, especialmente minha mãe, que sempre buscou o meu bem.
Neste momento de reflexão, quero expressar meu arrependimento sincero por qualquer sofrimento que causei a minha mãe. Reconheço que ela sempre me amou e se preocupou comigo, e que minhas ações desobedientes foram uma falha em corresponder ao amor e à confiança que ela depositou em mim.
Comprometo-me a aprender com meus erros, a crescer como pessoa e a buscar uma relação mais saudável e respeitosa com minha mãe. Quero reconstruir a confiança, mostrando a ela que estou disposto a mudar e a fazer escolhas mais conscientes e responsáveis.
Agradeço a paciência, o amor e o apoio contínuo de minha mãe, mesmo nos momentos em que fui desobediente. Valorizo profundamente nosso vínculo e estou determinado a fortalecer nossa relação, demonstrando meu amor, respeito e gratidão através de minhas ações diárias.
Existe dentro de mim
Meus erros e meus acertos
Sei que sempre fui assim
Mas eu vivo do meu jeito
Perfeito sei que nao sou
E amo tudo que faço
Mas eu sei o meu valor
E respeito o meu espaço
Não sou melhor que ninguém
Não sou gênio nem Otário
Eu faço oque me convém
Eu respeito o meu trabalho
Eu realmente jamais fui mais do que era – um cantor de folk que fitava a névoa cinzenta com os olhos cegos pelas lágrimas e fazia canções que flutuavam em uma neblina luminosa.
