Frases fim de Curso para Psicologia
Eis a história da minha vida. Amarga. Tão amarga. Minha verdadeira história começa quando esta termina e não terá fim.
FIM DO ANO
E o número assim termina
outra vez, cada vez mais voraz
É o tempo em sua sina
Que seja, então, mais eficaz
O novo floresce, o velho declina
Vai-se mais um, vem-se outro atrás...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Dezembro 2017
Cerrado goiano
E foi virando pó, foi se criando um nó,
Que tão atado está, que se perdeu bem lá
E então nos transformamos em desconhecidos, nossos corações já tão entristecidos...
Restando um fim de almas, que agora já calmas,
Despediram-se com olhos de amor e até mais.
Mas existiu amor. Sempre existiu. Ainda existe. No entanto, o coração se conformou e aprendeu a aceitar quando as coisas não estão dando certo.
Não foi o orgulho que me fez ir.
Mas sim o desejo de te ver feliz,
Já que disse-se que nao era comigo.
Todo fim marca
Por vezes, momentos singulares são mais marcantes que momentos diversos.
Singular é único, mas se vai deixando marcas
Diverso, se encontra uma vez outra...
não consiste pois é so divertimento.
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Kaike Machado
Através da noite e da chuva.
Através do tempo e da dor.
O céu nunca vai cair.
E, em seguida ao fim de tudo.
Vamos ganhar,Vamos cantar.
Não acabou até que esteja acabado.
E o ano assim termina,
outra vez, afoito, que a vida promove.
É o tempo em sua sina.
Que seja então, e do bem se prove...
O novo floresce, o velho declina.
Vai-se 2018, vem-se 2019!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
28 de dezembro, 2018
O vivo nasce quando emerge da Vida e morre quando mergulha novamente nessa Vida. A Vida é sem princípio nem fim, mas os vivos têm princípio e fim.
Eu errei e te vi partir
Cê tá deixando um pouco de você
E levando um pouco de mim
Eu não queria que terminasse assim
Por causa do meu erro
Eu tenho que encarar esse triste fim...
Não deve haver satisfação alguma no fim, nem mesmo pela possibilidade de um novo recomeço. O fim é algo lamentável, como a morte de um sonho, e não deve haver orgulho em colecionarmos esqueletos, dentro ou fora do armário.
Reconhecemos o fracasso, sucumbimos ao egoísmo, ao individualismo e não fomos humildes o suficiente para cedermos, para descermos de um falso pedestal que nos coloca acima do outro, quando somos exatamente iguais, todos sujeitos aos mesmos erros e paixões.
