Fim de Curso de Economia
ABC DA ECONOMIA DE ÁGUA
***DICAS PARA ECONOMIZAR AGUA ***
ABRIR A TORNEIRA SOMENTE UM POUQUINHO PARA LIMPAR
BANHAR AS PLANTAS COM ÁGUA DA MÁQUINA DE LAVAR
CHUVEIRO TAMBÉM DÁ PEGAR PARA ÁGUA DEPOIS USAR
DÁ PARA AJUNTAR E JOGAR NO VASO PARA ASSEAR
E LAVAR BASTANTE ROUPAS DE UMA VEZ, ECONOMIZAR
JAMAIS LIGAR A MÁQUINA COM POUCAS PEÇAS, PARA N GASTAR
LAVAR O QUINTAL COM A ÁGUA DA MÁQUINA, LIMPINHO VAI FICAR
MANTER SEMPRE TORNEIRAS BEM FECHADAS VAI AJUDAR
NO BANHO DEVE BEM SER RÁPIDO TAMBÉM
O OBJETIVO É ECONOMIZAR BASTANTE, FAZER ESTE BEM
PORQUE ESTE PRECIOSO LÍQUIDO ESTÁ FALTANDO, PORÉM
QUANDO USAR A AGUA DEVE ECONOMIZAR PARA TER MAIS ALÉM
REVISAR HÁBITOS, PARA SE PROGRAMAR
SENÃO SEM AGUA VAMOS TER QUE FICAR
TAMBÉM FICAR DE OLHO EM VAZAMENTOS E DENUNCIAR
UMA GOTA, OUTRA GOTA, NÃO DEIXE DESPERDIÇAR
VIVER SEM AGUA NÃO TEM COMO, VAMOS ECONOMIZAR
XIS DA QUESTÃO, REPRESAS SECARAM, NÃO DÁ PARA AJUNTAR
ZELO PELAS NASCENTES, ESQUECERAM, MATARAM AS ÁRVORES.
INFELIZMENTE NAO CUIDARAM DAS NASCENTES NESTES ANOS TODOS. DESMATARAM, MATARAM, E AGORA O RESULTADO ESTÁ AI, NAS SECA NÃO TEM MAIS RESERVAS DE ÁGUAS DOS LENÇOIS FREÁTICOS GERADAS PELAS CHUVAS.
NOSSOS RIOS E CACHOEIRAS ESTÃO SECANDO EM VÁRIOS LOCAIS
TEMOS PERCEBIDO QUE CORTAM AS MATAS PARA FAZER CARVÃO E SÃO NESTES LOCAIS QUE OS RIOS ESTÃO SECANDO.
PARA SER UM RIO É PRECISO DE VÁRIAS NASCENTES, QUE VÃO SE AJUNTANDO EM CÓRREGOS QUE VÃO SE DANDO AS MÃOS FORMANDO UM RIO, E SÃO ESTES RIOS QUE ENCHEM AS GRANDES REPRESAS.
OS GOVERNANTES PRECISAM REPENSAR, TENTAR RECUPERAR AS NASCENTES E MATAS CILIARES. É O ÚNICO MEIO DE TENTAR REAVER O QUE PERDEMOS. TER LEIS RÍGIDAS PARA PROTEGER OS MANANCIAIS, COM FISCALIZAÇÃO INTENSA. É O ÚNICO MEIO DE SALVAR OS RIOS PERDIDOS DO BRASIL....
ECONOMIZAR ÁGUA DEPENDE DE TODOS. DAR MAIS VALOR A ESTE LÍQUIDO QUE FAZ FLUIR A VIDA, QUE SATISFAZ NOSSAS NECESSIDADES BÁSICAS, AGRICULTURA, BIODIVERSIDADE, O PRECIOSO FLUIDO VITAL.
(NORMA APARECIDA SILVEIRA DE MORAES)
28/01/15
As crises econômicas quebram as pequenas e médias empresas, mas as grandes passam praticamente incólumes.
Enquanto não transitarmos de um sistema fundamentalmente económico para um sistema fundamentalmente humano. Enquanto o valor do dinheiro for superior ao valor do amor, esta infelizmente será a realidade que teremos que assistir, viver e sofrer as consequências
Não há como confundir a situação econômica do seu país com sua própria autoestima, personalidade, caráter e dignidade. Isso é o que há de externo e não pode influir no interno. Seria bom se fosse assim, mas não é.
Use seu tempo com pessoas certas, economize sua energia para os momentos bons e invista seu dinheiro no que traga benefícios.
A mim parece que a prática do bem ou do mal guarda certa relação com o momento econômico em que vivemos. Em época de prosperidade as pessoas tendem a praticar mais o bem ou pelo menos diminuem a prática do mal. Já durante um período de crise econômica, com recessão, desemprego e inflação alta entre outras, um número significativo de pessoas descartam tudo que aprenderam na religião e põem em prática toda sorte de mal que permita a elas sobreviverem. O roubo, a traição, a inadimplência, tudo deixa de ter importância negativa. Durante uma crise econômica ocorre a prática da parábola do semeador no que diz respeito às sementes que caíram em terreno pedregoso. Germinaram, mas por não terem raízes, logo que saiu o sol, morreram. Poderíamos incluir também as sementes que caíram entre os espinheiros. Os cuidados do mundo, por natureza, já sufocam aquele que deseja seguir o Cristo. Em época de crise econômica, mais ainda. Seu mundo é mais importante e é preciso garanti-lo.
Por um Brasil economicamente próspero, politicamente democrático, socialmente justo e ambientalmente sustentável.
As vezes economizamos o sorriso, a amizade, o aperto de mão, o sentimento.
Economizamos a vida, que lentamente se passa sem uso, sem sabermos usa-la.
Vivemos a vida dos outros, criticamos por vezes o simples movimento que aquele faz de sua vida, sem a economizar, vivendo!
Nos apegamos a tradição cega, porque o torto não é usual em nossa época, o simples caminhar nos permite segurança sem o vento no rosto.
Segurança que economiza e faz parar. Morrer sem Viver, Viver sem sentir, economizar o meio e perder o fim.
O relevância de uma simples palavra é estreitamente relacionada ao poder econômico, no qual, quem as profere se enquadra.
A grandeza de uma nação não está só na sua economia, mas também na sua pacificidade e hospitalidade.
No começo de uma guerra existem disputas territórias, disputas econômicas e politicas.
E no fim de uma guerra existe destruição e um número inacreditável de milhares de mortos.
