Filósofos
Pinochet e Nietzsche
As ideologias dominantes são as ideologias das classes dominantes. Quem fica sofrendo por falta do bem comum, são idiotas para proteção e expansão do capital predatório implantado por Pinochet. Nietzsche, retoma este tema na suaGenealogia da Moral; o rebanho é conduzido pelo pastor. O rebanho não questiona o pastor, na verdade, ele nem mesmo sabe sobre o que o pastor fala, apenas segue o caminho previamente traçado por este. Nietzsche a chamará de moral do rebanho. Obviamente, o ponto trabalhado por ele não é a maioridade e sim a moralidade. Enfim, pela formação fenomenológica existencial já sabe às direções da massa. Sabia que seria neutralizado esforços da esquerda chilena depois de terem primeiramente embrutecido seu gado doméstico e preservado cuidadosamente essas tranquilas criaturas a fim de não ousarem dar um passo fora do carrinho para aprender a andar, no qual as encerraram, mostram-lhes, em seguida, o perigo que as ameaça se tentarem andar sozinha.
Nota sobre ela:
Ela é só nota, mesmo. Nunca música. Como diz Nietzsche: "sem música a vida seria um erro."!
Nietzsche diz que mesmo as mulheres que diz amar são as mesmas que irão de dilacerar com as garras afiada.
Diante da alegria libertadora de Nietzsche,ao destino apaixonado (amor fato)
Ao amor rebelde de Camus
Em ter que ver a felicidade em Sísifo rolando seu destino(pedra)morro acima
Em contraste com o super homem(Übermensch) de Nietzsche
Aceitar seja sorrindo ou revoltado
Mas se isso é o destino por criarmos adiante mesmo que não escolhemos nascer,já que está escolhe foi de terceiro (nossos pais)
Então,o que nos resta?
Se conformar?
Ou tomar as rédeas da vida ou destino?!!
Existência
Por Marcio Melo
Nietzsche em "Máximas e interlúdios" destaca que as consequências do que fizemos nos alcançam, indiferentes a que tenhamos “melhorado” nesse meio-tempo. É a evidente lei da semeadura.
“Como disse o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, ‘o que não me mata, me fortalece’. Essa frase resume bem a ideia de que as dificuldades e os obstáculos da vida podem servir como estímulos para o crescimento pessoal e profissional. Pessoas que continuam existindo mesmo diante de tantos nãos ou afastamentos. Isso serve para a amizade, o relacionamento pessoal e o profissional. São pessoas determinadas que não desistem facilmente. Agora, pessoas que desistem fácil provavelmente não conseguem chegar a lugar nenhum. Continuam na mesma zona de conforto.”
Quando um filósofo como Nietzsche obtém, assim, a hiperconsciência, tudo isso não funcionará a menos que se obtenha primeiro a autoconsciência, para que se saiba como ela funciona.
SOBRE MEU FARO PARA AS VIRTUDES CRIATIVAS
Reconheci Kafka, Nietzsche, Goethe,
quando os vi à primeira vista.
Não foi necessário apresentação,
para Saramago e Camus.
Já Dostoieveski e Tolstoi
estes, por exemplo, me foram apresentados
por Machado de Assis, aliás,
Machado me apresentou também
Voltaire, Honoré de Balzac,
Vitor Hugo e Stendhal.
Assim ainda mantenho meu faro
para bons escritores e poetas, contudo,
lendo sobre alguns outros,
por quem tenho real interesse
percebi que suas histórias são semelhantes
quanto ao sofrimento, ao talento e criatividade.
Para se tornar grande, penso, que é preciso
trilhar caminhos tortuosos e espinhosos,
pois acredito, que assim como a ostra,
na vida, o artista não produz pérolas
sem muita dor, estudo da sua própria situação
e muita paciência...
O tolo do Nietzsche diz que as máximas,
que ele usou exaustivamente,
são uma forma decadente de ensinar.
Segundo ele, toda máxima deve ser invertida,
para se achar o sentido, se é que
há algum sentido nos provérbios.
Concordo com ele:
"O Medo é o pai da moralidade."
Esta deve ser lida assim:
"O Medo não é o pai de moralidade,
a moral é uma invenção do medo."
Evan do Carmo
Oh, Nietzsche, filósofo tão sublime,
Nosso tempo ainda se curva a tua mente.
Teus pensamentos nos levam a um limite,
Ao ideal do super-homem, tão potente.
Pois o homem é um ser demasiado humano,
Limitado por crenças e valores.
O espírito livre, contudo, é soberano,
Encontrando a verdade em seus próprios amores.
Não há quem possa compreender,
A grandiosidade que está em nossas almas.
O caminho a seguir é se desprender,
E alcançar o ápice de nossas jornadas.
Sejamos então mais fortes a cada dia,
Que nasça em nós o melhor como guia.
Entre Salomão e Nietzsche, a Senda do Poeta
Ser poeta não é ser um sábio, embora o poeta caminhe com os olhos cheios de mundo.
Ser poeta é, talvez, saber desviar dos abismos do saber.
Salomão provou de tudo: da carne e do vinho, da justiça e da insônia. Escreveu provérbios como quem grava cicatrizes em pedra. No fim, chamou tudo de vaidade. Mas errou — não porque ousou saborear o mundo, mas porque se esqueceu de manter acesa a lâmpada interior. A sabedoria sem direção vira labirinto. E o poeta não pode se dar ao luxo de se perder.
Nietzsche, por sua vez, levou a lucidez até os ossos. Arrancou o véu de todos os ídolos, inclusive o de Deus. Mas pagou um preço alto: foi vencido por aquilo que desejava superar. Ficou só, dentro da própria mente — uma caverna onde ressoavam apenas os gritos do seu gênio cansado.
Eu não quero ser como Salomão, que confundiu sabedoria com impunidade divina.
E também não quero ser Nietzsche, que confundiu liberdade com exílio da alma.
Quero escrever versos que me mantenham de pé.
Quero uma poesia que não apodreça, que não me transforme num profeta vencido pela própria visão.
Quero a palavra como caminho — não como cova.
Porque a verdadeira maturidade não está em saber tudo, mas em saber o que deixar de lado.
E a verdadeira poesia não nasce do delírio nem da vaidade — mas do silêncio que vem depois de ver demais.
Eu gostaria de lembrar o que esqueci, assim eu seria um sábio. Mas, segundo Friedrich Nietzsche perderia algo bom para a vida - diversão: “A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.”
Nietzsche, no livro “Humano, Demasiado Humano”, incorreu em uma falácia de equívoco ao afirmar que “a vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez” porque bem sabemos que na realidade ter péssima memória pode ser uma desvantagem que ocasiona várias vezes um sofrimento com as mesmas coisas ruins como se fosse a primeira vez.
... somos
frequentemente tolerados
por nossos erros, divaga
o sempre cáustico Nietzsche;
embora, brutalmente julgados por
nossas distintas virtudes...
E porquê?
Sem esperança a vida é insuportável.
Como escreveu Viktor Frankl, citando Nietzsche: "uma vida sem sentido fica insuportável".
Eu proponho que vivemos no 'Sentido' da 'Esperança', até quem está seriamente depressivo.
A única musica que eu quero ouvir, é a das batidas de seu coração ,o único beijo que eu quero provar é o teu, o único calor que eu quero sentir é o calor de teu abraço,o único sonho que vale apena sonhar , é aquele com você .Talvez um dia isso aconteça , mas até lá eu vou esperar dançando, ao som do seu coração e em um sonho profundo contigo!!
Ter amigos...
É saber que haverá
mãos estendidas
nos blindado em coragem
nas desventuras da vida.
Ser amigo...
é como esplêndido arvorear
é dar de si sem esperar
é ser umbro e ser abrigo
e nas desventuras da vida
ser brinde luz de altruísmo!
