Filósofos
Se você não me quiser, eu vou respeitar.
Eu juro.
Como alguém que apaga a luz,mas tem seu altar no escuro.
E no decorrer dos meses, já não sei mais quem eu sou.
E a pessoa refletida no espelho dos seus olhos?
Por onde foi que entrou? (...)
Mas um dia foi você que soube apontar um futuro pra nós.
"Queria que o tempo parasse... queria que as ondas se acalmassem... Queria que o vento parasse... Queria que a poesia da tua voz me cercasse... Queria eu te ver, te tocar... queria eu poder te apreciar... Assim como Lua olha o mar, queria eu poder te levar... Levar pra onde? Pra de baixo da ponte? Morar na rua e beber água da ponte? (Rsrs) Te levar pra nosso céu, nem que seja em avião de papel, beber nosso amor, pois ele nos enche de calor... Calor pra viver, calor pra sonhar, apenas em teus abraços aprendi descansar"
Para Fernando Pessoa
De quando em quando me observo ao mar
E apenas de ouvir as ondas
Em tão doce e rítmico balançar
Valeu a pena ter nascido!
observo uma árvore
vejo folhas no chão perto dela
vejo folhas na árvore
e folha caindo dela
começo a imaginar
pessoa que perderam
e estão perdendo sua
vida sem aproveita-lá
sem desfrutar dos bons e maus
momentos para aprender e refletir
com eles e perceber que a vida é
passageira como uma simples
brisa de uma árvore a se
balançar.
Agora apenas me interessa a felicidade, esteja onde estiver, seja com quem for; buscarei ser feliz, sobre todas as formas,
Pois, no final os meios serão justificados!
E eu não quero amor, nada de menos
Dispense os jogos desses mais ou menos
Pra que pequenos vícios
Se o amor são fogos que se acendem sem artifícios
Eu vou criar um lugar escondido, pra fazer meu recital quando o carnaval passar, e quando esse escarcéu passar.
Coletividade é entender que, enquanto indivíduos, não somos a órbita, mas que giramos em torno dela.
As ameaças que recebo não me desviam do propósito; pelo contrário, fortalecem minha confiança em Deus.
As veias gritam nos calcanhares
No gesto, fazem-se muda e não reclamam
Até brincam com suas dores
As gargalhadas, trajadas de alma, voam
Não falta humor de causar inveja às ditas disfarçadas
O desespero não é seu perfil
Um jardim que floresce no silêncio
Vaidosa, típica guerreira de sangue nos olhos
Alma forasteira sob saltos
Sou um adepto
De quentes melodias
Composta por almas intensas
Com aquele refrão de poesia faminta
Pra cima
Na dança com infinito
É atenção que me instiga
