Felicidade e Infelicidade
Paradoxalmente, o primeiro passo para a felicidade é permitir a entrada da infelicidade. É quando temos permissão para sermos humanos, quando nos permitimos experimentar emoções dolorosas, como tristeza, raiva, ansiedade, decepção, inveja... É só quando sentimos essas emoções que nos abrimos para emoções prazerosas também. Rejeitar emoções dolorosas só vai intensificá-las.
Só há dois tipos de pessoas que não sentem emoções dolorosas: são os psicopatas e mortos. Se sentimos emoções dolorosas, esse é um bom sinal de que não somos psicopatas e estamos vivos.
Demora algum tempo para gente perceber que a felicidade e a infelicidade (nossa) depende de nós.
Não é fácil admitir esses becos sem saídas.
É mais fácil achar que os outros te fazem infeliz. É cômodo.
Mudar implica sair.
Então o que há de fazer?
Dar o primeiro passo e deixar que a vida faça o resto. Dar o salto de fé e encarar de frente o que não pode adiar.
É isto.
A (in)felicidade de ser MULHER!
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No mundo real (próximo ou distante da realidade de muit(os) ou apenas de seus olhos) existem mulheres ditas “fortes”; “frias”; “brutas”; “duras”, etc.
Mulheres que, como regra, desde pequenas foram OBRIGADAS a pular etapas, engolir o choro e ser adultas. A amar como der ou o que der.
Mulheres que tendem a abraçar o mundo. Que assumem diversas responsabilidades. Que nas mesmas 24h de todos precisam encontrar tempo para cuidar da vida profissional, pessoal, dos filhos, do próprio psicológico, do corpo e ainda manter alguma vida social.
Mulheres que tem 1 emprego formal e outros tantos informais.
Meninas, que apesar de ouvirem diariamente “você precisa desacelerar”, “você precisa pensar mais em si”, e outros tantos “você precisa”; entenderam que a vida de quem precisa encarar a VIDA REAL, sem o respaldo de uma herança confortável ou simplesmente não se encontram sob as asas de alguém.
Mulheres que mesmo se bastando e se bancando, se julgam se em um momento de exaustão são freadas por um adoecimento. Ou simplesmente se culpam por um simples cochilar no meio da tarde. Afinal, aprenderam que se deve “produzir enquanto eles dormem”.
Eles? Eles quem?
Aqueles que as tornam seres irreais? Aqueles que não as enxergam de verdade?
Aqueles que as tornam invisíveis dentro de seus próprios lares, lembrando-lhes apenas quando são necessárias ( família; filhos; marido; amigos)?.
Essas mulheres, meu caro, apesar de exaustas,compreenderam o melhor da vida: que a FELICIDADE de ser quem são está exatamente nas pequenas e verdadeiras coisas que poucos enxergam.
A felicidade delas está em ver a conquista de um grande amigo; no abraço sincero do filho; no elogio em um dia qualquer; no abraço apertado de uma amiga que precede a frase “eu estou aqui e COM VOCÊ”. Está em um bate papo com os amigos. No apreciar a lua, a chuva. Em receber um bilhetinho carinhoso. Na reciprocidade das relações sem interesse. No respeito e atenção que não precisam ser exigidos ou ensinados.
A felicidade dessas mulheres está , principalmente, em saber que apesar de tudo e de muitas vezes serem apenas elas, elas SÃO CAPAZES DO INIMAGINÁVEL!
E elas SÃO! Apenas SÃO
E talvez a maior infelicidade, é não conseguir enxergar a felicidade, e lamentar quando ela se vai...
Não tenho pressa
nem na felicidade,
nem na infelicidade.
Vou vivendo cada segundo
de felicidade em felicidade
de infelicidade em infelicidade.
E a vida se resume a isso...
então não tenho pressa
A vida é feita de duas estradas, a felicidade e a infelicidade
Torça para a vida te colocar na estrada certa pois é muito difícil voltar e você pouco pode fazer para tomar o rumo certo.
Felicidade não é alegria é um estado de satisfação, de plenitude.
Seu inverso é infelicidade, e não tristeza!
Se existisse uma receita de felicidade, não haveria infelicidade, por isso, não acredite que você possa ser feliz, porque isso é uma ilusão, pois não é uma questão de ser, e sim, de vivermos momentos distintos, ora felizes, ora não, porque a dinâmica da vida não nos permte vivermos apenas um tipo de sentimento, do contrário, ela seria um verdadeiro tédio.
A infelicidade é o resultado do cansaço e da fadiga da busca da felicidade.
A felicidade não está em lugar algum, mas dentro daquele que compreendeu que ser feliz não é resultado de lugares e momentos ou de uma pessoa, mas da forma como se enfrenta e vê os obstáculos e as adversidades da vida. (Romanos 8:28).
O dinheiro não pode comprar felicidade para a infelicidade.
O dinheiro somente pode devolver e manter a felicidade que já se tem.
O dinheiro pode trazer alegria disfarçada de felicidade, que por ser necessário mantê-la, não pode ser felicidade.
Desculpas para comprar não faltam para tentar preencher o lugar da felicidade.
