Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Nunca quis gostar de alguém da forma que eu gosto de você.Até tentei dizer que o que eu sentia não passava de um capricho,mas eu me apaixonei.Até hoje eu não consigo dizer com todas as letras que eu o amo,é difícil pra mim admitir que gosto de você.
Hoje eu senti saudade pela primeira vez, antes o que eu sentia era tristeza e raiva porque você não estaria mais aqui, eu estava inconformada por você ter ido embora tão depressa, antes mesmo que eu pudesse te dizer todas essas coisas que eu tenho pra te dizer agora. E de verdade, eu esperava que qualquer coisa mágica acontecesse e você aparecesse na minha casa com o capacete na mão, sorrindo e dizendo que foi tudo um engano e que todo mundo tinha agora uma segunda chance com você. Eu queria de alguma forma poder voltar no tempo e te impedir de sair naquela noite, eu queria fazer você viver de novo, voltar. Mas hoje eu acordei e percebi que fazem três semanas desde que você se foi e que nada, nada vai te trazer de volta. E eu senti saudade, uma saudade tão grande e devastadora que eu acho que ninguém deveria sentir nunca. E agora aquele seu espaço, que estava vazio mas que guardava esperança de você voltar e que tudo fosse um engano, está fechado para sempre e ninguém nunca vai ocupá-lo; lá estarão guardadas todas as lembranças, todos os menores detalhes e todos os sorrisos, todos os medos e até aquela touca que quando eu usei você disse que eu parecia uma “mulher de abutre”, e os melhores momentos e também os piores, e além de tudo isso vou guardar a minha dor e essa saudade que de tão nova não sei o que fazer com ela. (ao amigo Josimar Moraes)
Eu não quis acreditar.
Desconfiei do que sentia e enfrentei a mim mesmo.
Lutei contra meus próprios sinais,
neguei o que o coração gritava em silêncio.
Falhei com meus instintos — falhei porque resistir
nem sempre é força, às vezes é medo.
Então eu a conheci.
Ela não pediu passagem, não anunciou chegada.
Entrou como quem reconhece território,
como quem invade não por maldade,
mas por natureza.
Ela é a invasora de mim.
Devastadora porque desmonta minhas defesas,
sensual porque domina sem tocar,
senhora do caos que eu fingia controlar.
Sou refém não por fraqueza,
mas porque há encontros que desarmam a alma
e nos colocam diante da verdade nua:
há quem chegue para ficar,
mesmo quando tudo em nós dizia que não.
O Silêncio do relógio:
O medo que eu sentia se desfez no cansaço,
eu já não tenho medo da morte, nem do fim.
Antes eu tinha, mas hoje o tempo é escasso,
e o peso do que carrego já transbordou de mim.
Eu desconto a minha dor nas pessoas, eu sei,
e por isso eu evito me aproximar delas agora.
No silêncio dos muros que eu mesmo levantei,
espero o momento de, enfim, ir embora.
Pois algum dia ficarei off-line para o resto da vida,
uma ausência que o mundo não saberá explicar.
E na alma cansada, uma certeza incontida:
sei que não existe uma cura para a minha doença,
apenas o silêncio que me ensina a parar.
Eu queria ser feliz e sentia que você me sentia. No entanto, não compreendo que emoção é essa que persiste no abrir e fechar dos ciclos, retirando de mim todas as coisas negativas, mas também as positivas, mesmo você não estando mais presente. Essa emoção me privou da capacidade de me apaixonar novamente, mas ao mesmo tempo me deu a determinação e convicção de amar somente a ti. Meu corpo parece ainda recordar o toque dos seus dedos, suas mãos suadas e a intimidade que compartilhávamos. Fico refletindo sobre o meu dilema, pois você partiu, e eu permaneço aqui, incapaz de aceitar completamente essa realidade.
Essa situação cria uma confusão em minha mente; meus pensamentos estão turvos. A verdade é que não consigo mais ler o seu sorriso e luto para entender qual o sentido de ler o que ficou. Enquanto ouço músicas que parecem falar de nós, sinto uma conexão, mas tremo ao pensar que esse elo um dia poderá desaparecer, e minha memória poderá me trair. A impossibilidade de ir até você me obriga a aprender com a tristeza, e meu coração, em lágrimas, questiona se vale a pena guardar no peito esse amor profundo que se perdeu para a vida, que se perdeu para a morte.
Confusa!
Eu me sentia vazia. Terrivelmente triste. E, quando não me sentia assim, apenas continuava sobrevivendo.
Não entendia por que estava triste o tempo todo. Eu tinha tudo. Pelo menos era isso que diziam,via pssoas passando necesidade e tendo sorrisos bem mais sinceros que os meus...nao entendia poruque doia tanto ? Então comecei a procurar qualquer motivo que justificasse aquela tristeza que eu não conseguia controlar dentro do peito.
Inventava histórias para tentar explicá-la. Mas parecia pouco. Então comecei a mentir. Inventava problemas, inventava traumas, inventava versões de mim para os meus amigos, apenas para que aquela dor finalmente tivesse um nome.
Quando percebi o quão errado aquilo era, parei de inventar uma vida e comecei a fugir da minha. Passei a me afogar em filmes, séries, livros... qualquer lugar servia, desde que eu pudesse olhar para alguém e viver as emoções dessa pessoa em vez das minhas ou do oco em meu peito.
Era mais fácil chorar pela dor de um personagem do que encarar a minha, porque a dor dele tinha roteiro, tinha motivo, tinha começo e fim. A minha apenas existia eu menti para mim tambem...porra especificamente para mim
Eu demorei para entender que o que eu sentia não era mentira… mas também não era exatamente o que eu pensava que fosse. As conversas existiram, sim. Em algum lugar distante no tempo, em alguma versão de nós que um dia foi real, elas aconteceram. Não eram invenção da minha cabeça. Mas o que eu fiz com elas depois… ah, isso já foi outra história.
Eu peguei lembranças vivas e transformei em abrigo. Fiquei ali dentro, revivendo cada palavra como se ainda tivesse calor, como se ainda tivesse presença. E, por muito tempo, eu confundi memória com continuidade. Como se só porque algo foi bonito um dia, ainda tivesse o direito de existir no agora.
E é aí que mora o engano mais silencioso de todos.
Porque não é sobre ter sido real ou não. Foi real. Foi sentido. Foi vivido. Mas não é mais. E aceitar isso exige uma maturidade emocional que a gente evita, porque, no fundo, dói menos continuar visitando o passado do que encarar o presente sem ele.
Eu chorava não porque era fraca, mas porque eu ainda estava conectada a algo que já não me pertencia. Eu alimentava aquilo como quem tenta manter acesa uma chama que já virou brasa. E, de certa forma, eu conseguia… mas só dentro de mim.
Até que chegou um momento em que eu percebi que lembrar não era o problema. O problema era me prender.
Foi quando eu resolvi escrever. Não para recriar nada, não para reviver… mas para encerrar. Eu coloquei para fora tudo o que ainda ecoava aqui dentro, tudo o que ainda me atravessava. E quando eu terminei, não foi mágico, não foi instantâneo… mas foi definitivo.
Porque eu entendi que aquilo que existiu não precisa continuar doendo para continuar sendo válido.
Ele também sentiu, também reconheceu, também olhou para trás com aquele mesmo “e se…”. Mas a vida não se constrói com “e se”. A vida exige presença, escolha, responsabilidade com o agora. E nós dois, de alguma forma, escolhemos respeitar isso.
Não houve drama, não houve volta, não houve recaída. Houve silêncio. E, dessa vez, um silêncio que não machucava… um silêncio que curava.
Hoje, quando eu penso, já não pesa. Não porque eu esqueci, mas porque eu parei de carregar. Eu não apaguei a história… eu só devolvi ela para o lugar dela: o passado.
E isso me ensinou uma coisa que eu carrego comigo todos os dias… nem tudo que foi bonito precisa continuar. Às vezes, a maior prova de amor, inclusive, é deixar ir.
Eu sigo. Leve. Inteira. Sem precisar negar o que vivi, mas sem permitir que isso defina o que eu sou hoje.
Se você ainda está aí, segurando algo que já foi… talvez o que você precise não é esquecer. É só aceitar que existiu, honrar o que foi… e ter coragem de continuar sem.
Agora várias coisas se passam pela minha cabeça.
Momentos de quando eu não sabia o que sentia ainda e lembranças boas de quando éramos tão felizes.
Nós nos perdemos,nós perdemos a única coisa que não podíamos perder .
Agora olha como estamos ?
Cada um em seu canto deixando a vida seguir,porque nós no fundo sabemos que nosso caminho irá se cruzar algum dia .
Poder ser em meses,anos ou até em outras vidas .
Não é nossa culpa isso não ter dado certo agora, deve ser o destino nos mostrando que existem outros sentimentos,outros amores e outras coisas além de "nós" e além do "pra sempre" .
“Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa.”
Apenas respire
Eu sentia que algo estava por surgir. Não sabia o que era ou de onde vinha, mas tinha certeza que era algo importante. Eu queria ter te dito como era difícil pra mim me apaixonar. Você provavelmente iria me achar a garota mais estranha do mundo e é exatamente assim que eu me sentia. Enquanto as outras se apaixonavam num piscar de olhos eu me preocupava em impedir que isto acontecesse, existia uma barreira difícil de quebrar. Eu nunca entendi o por que. Alguém que se acostumou com o frio não se sente confortável quanto o tempo muda repentinamente. Era exatamente assim que meu coração se sentia. Normalmente as pessoas caminham seguindo as placas que levam ao tal amor, mas eu sempre escolhia o caminho mais longo, ou simplesmente fechava os olhos para elas. Mas até quando? Chega um momento em que já não se pode desviar dos atalhos, todos te levam ao mesmo rumo. Cedo ou tarde você acaba se esbarrando em alguém que vai te deixar confuso e talvez te faça perceber quanto tempo você desperdiçou tentando lutar contra a felicidade. Apenas feche os olhos, respire fundo e deixe o amor te guiar. Talvez nem tudo seja perfeito, provavelmente você perderá noites de sono pensando nos problemas que possam surgir, talvez surjam alguns imprevistos, mas isto tudo faz parte da sua história. É difícil lidar com sentimentos, ainda mais quando o que está em jogo é a nossa felicidade, porém os momentos em que o nosso coração parou de bater por alguns segundos, estes sim são os que vão marcar nossas vidas pra sempre. Hoje eu já não planejo os meus dias, apenas espero que o que possa surgir me traga algum momento de felicidade. Isto basta.
Suas palavras contrariam sua atitudes
Suas mentiras e desculpas não mais me iludem
O que eu sentia por você hoje não sinto mais
Sua ausência me fez ver a falta que você não faz
Mas não era nenhum consolo. Porque eu me sentia como se estivesse no inferno. E compará-lo com o inferno de outra pessoa não diminui em nada a dor do meu. Desculpe a metáfora sanguinolenta, mas, se estão serrando a perna de uma pessoa com uma serra de arco enferrujada, ela não se consola com o fato de que a pessoa na cela ao lado está sendo pregada numa mesa a marteladas.
Espero que um dia você entenda que o que eu sentia por você acabou e não foi porque eu quis, foi você quem me obrigou..
Não guardo mágoas e nem rancor, apenas sinto pena por eu ter desperdiçado o meu amor..
OBITUÁRIO
No dia que eu morri
Só eu chorava
Já era tão normal
Que eu nem sentia
Não sei falar muita coisa
Que aconteceu naquele dia
Só lembro que muito chovia
E as flores foram se despetalando
Na agua barrenta que escorria
Meus olhos depois secaram
Notei que minha boca tremia
Não era medo de nada
Medo eu não sentia...
Era só aquele frio que ainda doía!!!
O que eu temia já não temo mais
porque Jesus pra minha vida trouxe paz.
A tristeza que eu sentia já não sinto mais
porque Jesus alegria me traz.
A solidão que eu sentia já não sinto mais
porque Jesus companhia me faz.
A mentira que eu contava já não conto mais
porque com Jesus na minha vida só a verdade satisfaz.
A morte que me esperava já não me espera mais
porque o pecado que a ela me condenava já não me condena mais.
Hoje nova criatura sou
nesta nova vida quem vive já não sou mais eu
quem vive em mim é Jesus
Jesus, que me uniu com Deus.
Pensei que era amor o que ela sentia por mim...
...Adormeci e percebi que o que eu recebia não passava de carência de uma pessoa sem amor próprio.
Tudo muda um dia! Consegui finalmente que o amor que eu sentia, não era amor, nunca foi, até amar verdadeiramente. Vi que o que eu senti foi uma paixão de adolescente, nada mais.
